Review: Florence and The Machine – How Big, How Blue, How Beautiful

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Florence
Nota: 5,0
    Artista: Florence + The Machine

    Álbum: How Big, How Blue, How Beautiful

    Gênero: Indie

Do meu ponto de vista existia uma certa expectativa sobre como o terceiro álbum da banda seria, com “Lungs” seu primeiro álbum lançado em 2009 e seu seguidor “Ceremonials” em 2011, Florence Welch e seus musicistas criaram o que eu diria como uma “dupla imbatível” no cenário Indie Pop. Eles misturavam elementos como harpas e tambores e trouxeram letras místicas, ritualísticas cheias de magias e escuridão que sustentaram singles imortais da banda. Em junho de 2015 o manifesto de liberdade e nudez da cantora foi lançado: How Big, How Blue, How Beautiful. Senti que Welch tinha se livrado de seus demônios, de suas amarras, estava orgânica, intimista e voraz por mostrar ao mundo suas novas musicas.  As metáforas, a magia ainda está aqui, contudo existe uma “rainha pacífica” por trás de todos esses elementos.

A primeira faixa que abre o álbum é Ship To Wreck um Pop Rock cheio de cordas que praticamente lhe evoca a dançar, com batidas e elementos clássicos da banda a cantora lhe deixa em meio ao um conflito em que está cheias de indagações. É uma música libertadora como se lhe preparasse para a viagem que é apreciar todas as demais musicas.

What Kind of Man traz aquela intimidade já dita, um amor que é capaz de transpor as décadas e seus sentimentos expostos faz da musica uma grande confissão acentuada por trompetes e guitarras seguindo uma pegada próxima a da faixa anterior. How Big, How Blue, How Beautiful que traz o titulo do álbum foi inspirada no céu de Los Angeles: imenso, vivo, lindo, são as exatas palavras que são aplicadas na musica. Os vocais são emersos numa calma em cada refrão e sua banda os eleva com uma sinfonia simplesmente magistral.

Queen of Peace traz vocais que dão ideia oposta ao nome da faixa, agressivos, latentes. Sua voz é crescente no refrão e contra balando as metáforas por toda a faixa. Seus ensinamentos e sabedoria de uma rainha é quase palpável, fazendo uma das melhores musicas de todo o álbum.  Various Storms & Saints é uma música regada de uma guitarra envolvente, com tons mais sombrios sem a presença de muitos elementos sonoros. As vísceras sentimentais da cantora estão expostas, é uma faixa cheia de dor e remorso, reforçando aquele toque intimista que é presente em quase todas as musicas.

Intensa, cheia de ira Delilah é inspirada na história bíblica de Sansão e Dalilah, a letra emana um amor cego e intenso (Enforcada, pendurada em seu amor Aguente firme, desligue, é tão rude). Com vocais espalhados, mas, bem organizados e uma instrumental energética, é uma das faixas mais dançantes do álbum. A guitarra da às caras novamente em Long & Lost com sua função de criar essa esfera particular na musica autoral, em quem regressa e procura por encontrar o mesmo conforto do qual um dia deixou. Os tons mais sexuais, sombrios e batidas mais compassadas são responsabilidade de Ester Dean que assinou faixas de grandes nomes.

Caught a oitava faixa do álbum possui um som mais leve, que se destaca no meio de toda a intensidade das demais musicas. É como se pudéssemos ver a aura de Florence, em meio aos seus vocais e que ela realmente se fizesse presente em cada sentimento da letras cheias de sentimento e dor. O misticismo volta com suas metáforas e sua batidas errantes e libertadoras em Third Eye. Uma das faixas mais completas de todo álbum em minha opinião, com uma letra que traz o melhor da senhorita Welch, a magia presente em cada melodia e uma letra que lhe impulsiona a sair do comodismo e escuridão, ela nos convida a experimentar de uma transformação em que o tributo é deixar todo o seu “eu” antigo para trás.

Uma das faixas mais lindas e, contudo extremamente pesada e obscura é St. Jude  sua declaração de desistência sobre um sentimento que lhe sugou de forma completa. Uma faixa com vocais simples muito bem construídos, trazendo uma harmonia ainda maior com instrumentos como o Órgão. Seu pequeno clamor à São Judas Das Causas Perdidas, trás algo sacro para a musica e a torna ainda mais emotiva e dolorosa. Mother com uma produção e um som mais experimental tem uma produção muito mais pop e eletro-dançante, alguns elementos psicodélicos e uma batida totalmente descompromissada é uma musica que trás certo fôlego para a intensidade das ultimas faixas.

Na versão Deluxe temos Hiding que é de longe uma das minhas letras preferidas do álbum, suas melodias leves mais ainda sim vibrantes são um deleite quando entoadas pelos vocais da cantora que são simplesmente deliciosos, nessa altura do álbum você só pode se sentir agradecido por uma musica que traz uma simplicidade e vigor que está presente em todo álbum. Make Up Your Mind mostra o caos de Florence, mostra que tudo ainda está pesado, sua melodia é elétrica e com vocalizações como (Make Up Make Up) que se entende por todo refrão, dançante e metafórica é uma musica que só reforça a sonoridade que foi apresentada em todo álbum.

De longe Which Witch é um pedaço de Ceremonials no novo álbum, ela emana uma divindade que foi subjulgada pela nova sonoridade nesse álbum, uma musica em que apresenta a força magnânima de toda sua orquestra. A letra é quase assustadora no quesito intensidade, e traz certa voracidade emoldurada pelas metáforas de uma bruxa em julgamento.  A musica era o plano original de Welch para seu terceiro álbum musicas que captasse totalmente uma Bruxa e toda dor e sofrimento de suas irmãs durante a inquisição. A potencia vocal da cantora chega no seu ápice para mim nessa musica: a explosão, as repetições, vocalizações, vocais ritmados e crescentes finalizam a versão Deluxe de forma completa e imensamente satisfatória. As outras duas musicas que estão presentes são versões não finalizadas das já mencionadas Third Eye e How Big, How Blue, How Beautiful.

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2015 se mostrou uma surpresa quando trouxe esse álbum, Florence and The Machine está se transmutando, está aberta, exposta. Canta sobre como é sua caminhada, sobre suas lamentações, sobre suas sombras, ela te obriga a dançar com novos arranjos musicas e faz de sua nova sonoridade um ato de fúria e arte. How Big, How Blue, How Beautiful é a transmutação não só de Florence Welch, mas de toda sua banda, partindo para um plano onde o Pop Rock e o Folk Místico se unem em um dos maiores vocais e fenômenos musicais da atualidade.

 

 

Michael Jackson: minhas musicas favoritas

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Hoje é um dia especial! Por mais triste que seja, hoje é dia de relembrarmos o legado do talentoso, inesquecível e único: Michael Joseph Jackson. Não seremos tristes, não queremos lágrimas, não queremos dor nem sofrimento nesse post, queremos relembrar um pouco daquela alegria contagiante que as musicas e apresentações de MJ nos traziam e ainda nos traz.

Cresci ouvindo Michael, mas só quando comecei a criar uma própria personalidade musical que tomei ideia do quanto imensa era sua arte e sua expressão. Desde sempre o vejo como uma inspiração pessoal, profissional e artística. Suas musicas me acompanharam a minha vida desde então, quando preciso escrever uma simples matéria para o blog ou quando preciso afastar os maus pensamentos e ter um bom momento.

Minha pequena homenagem, será um singelo tributo para esse dia que marcam seis anos que ele se foi e nos deixou com imensa saudade do talento excepcional que corria em suas veias. Pois bem vamos ao meu Top 10 Musicas Preferidas do Rei do Pop:

10° – Remember The Time

Canção do álbum Dangerous e lançada como single em 1992, tem um clipe incrível com direção de um dos melhores diretores da época: Jonh Singleton. O clipe tem a presença de alguns famosos como Eddie Murphy e Magic Johnson e tem uma das coreografias de tirar o fôlego.

9° – P.Y.T. (Pretty Young Thing)

Pra mim é uma das musicas mais deliciosas da “Bíblia do Pop” Thriller! Os sintetizadores e o refrão chiclete fizeram de P.Y.T uma das musicas que eu mais cantarolei na minha vida. Ela foi lançada como single em 1983 e relançada em 2008 no Thriller 25th com Will.I.Am. Meu detalhe preferido sobre essa musica é que poucas pessoas sabem é que ela tem backing vocals de Janet Jackson e La Toya Jackson. Não é demais?

8° – Black or White

A mais icônica para mim! Com um vídeo ainda mais polemico, contudo extremamente incrível, lançado em 1991 é o single mais bem vendido na década de 90. MJ era um transgressor, e Black or White demonstra isso. Quando ele escreveu a musica, seu objetivo era calar os boatos em que ele tinha clareado sua pele, quando na verdade o cantor sofria de uma doença que faz com que a pele perca a pigmentação original, chamada Vitiligo. O clipe ainda continha cenas de Michael dançando e destruindo comentários racistas, além de conter homenagens aos filmes como O Pecado Mora ao Lado e Cantando na Chuva.

7° – Liberian Girl

Ok! Nem todos são amantes dessa musica como eu. Contudo todos tem uma história com alguma musica do Michael e a minha é com essa musica. Ela me lembrava uma pessoa imensamente querida que me criou e que faleceu muito cedo, fazendo os versos terem muito mais sentido pra mim. Foi o nono e ultimo single do álbum Bad, lançado apenas na Europa e Austrália e seu clipe é responsável por juntar várias personalidades icônicas como Olivia Newton-John, Whoopi Goldberg, Steven Spielberg e Paula Abdul.

6° – Dangerous

Essa musica sempre funcionou pra mim, teria sido um 10° Single incrível, contudo muita coisa conturbou seu lançamento. Não consigo deixar de imaginar como seria o clipe da musica e como Michael construiria a estética das batidas com as palavras faladas. Dangerous é um dos meus álbuns preferidos de todos os tempos ele possui batidas sarcásticas, letras ousadas, falando de paranoia, racismo e solidão e a arte da capa, que é uma obra de arte a parte.

5° – This Is It

A partir dessa musica TODAS me arrepiam instantaneamente quando aperto o play. This Is It não é exceção, possui uma melodia que é tão agradável e relaxante e representa todo aquele choro que ficou preso na garganta quando ficamos sabendo que ele tinha se ido. É pra mim o último Adeus do Rei do Pop, é quase mágica porque mesmo cheia de triste ela é incrivelmente linda.

4° – Stranger In Moscow

Lançada em 1996, a canção foi um vício porque quando fiz 10 anos meu tio me deu minha versão física do single, e eu escutei tantas e tantas vezes que em um acesso de raiva meu pai escondeu o Cd e eu acabei o perdendo depois disso. A musica é delicada, com batidas tão viciantes, e que me trazem uma paz incrível. Segundo a crítica especializada foi um dos singles que consagraram Michael como ícone porque mostra como ele é capaz de fazer algo tão acolhedor mesmo nos seus momentos tão sombrios.

3° – Smooth Criminal

Essa música é um marco na minha infância, o ritmo, as batidas rápidas, os falsetes, e a voz de Michael, em seguido o vídeo que faz parte do seu filme musical Moonwalker que possui a segunda sequencia de dança mais incrível existe, um figurino impecável. Não tem como não se pegar vibrando como uma criança toda vez que eu a escuto, é literalmente um Hino.

2° – Beat It

Ganhadora de um Grammy. É um divisor de águas na história da música. Lançada em 1983, Beat It é um dos clássicos compostos por Michael e ainda tem um solo de guitarra eletrizante interpretado por ninguém menos, ninguém mais, que Eddie Van Halen, e foi um sucesso tão grande que inspirou Michael a criar outros hit’s com sonoridade semelhante. A musica se tornou um hino anti gangues, e o clipe lançou não apenas assinaturas clássicas de MJ, como as coreografias com dançarinos (cerca de 80 todos membros de gangues reais), como também eternizou a jaqueta de couro vermelha que ele usa como uma peça de desejo atemporal. O clipe recebeu vários prêmios se tornando referencia para as gerações futuras do mercado da musica.

1° – Thriller

Já era de se esperar certo? SIM, essa é minha musica preferida do rei do Pop entre outras tantas que eu poderia listar. Mas eu reafirmo a genialidade desse cara é algo que me fez ficar apaixonado desde titiquim. Lançada em 1993 foi o ultimo single do álbum de mesmo nome, alguns dizem que Thriller é mais um vídeo que uma música, mas eu garanto os dois são igualmente esplendidos e são protagonistas do legado imortal de Michael Jackson. O clipe possui um figurino e maquiagem incríveis, e a histórica coreografia que se tornou atemporal sendo homenageada em vários âmbitos, como Cinema, TV, Moda. A melhor coisa a respeito de Thriller é que uma musica cheia de elementos sonoros diferentes, e que poderiam ser cansativos mas que se completam e se tornam viciantes e nostálgicos ao ser ouvido por qualquer pessoa.

Termino minha pequena homenagem dizendo que Michael Jackson era alguém quase ritualístico, alguém de uma criatividade e talento imenso que irão transpor sua morte e o tempo. reforçando ainda mais o que ele sempre foi e será o nosso incrível Rei do Pop.

A incrível história de Adaline

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Que Blake Lively é uma atriz extraordinária, todos estão cansados de saber. Serena foi épica e ao lado de Blair comandavam e roubavam todas as cenas de Gossip Girl. A atriz sabe como se adaptar aos papeis e conseguir até mesmo ter destaque quando outras atrizes não teriam essa capacidade, como foi em Lanterna Verde onde seu papel não era tão relevante, mas ainda sim simpatizamos mais com Carol Ferris (Blake) do que com o protagonista Hal Jordan.

Começo assim essa resenha para falar que a incrível história de Adaline é, sem sombra de dúvida, ser interpretada por Blake Lively. Que está elegantérrima e maravilhosa no papel.

Adaline Bowman é uma mulher que após sofrer um acidente de carro perdeu a capacidade de envelhecer. Desde o dia em que seu carro caiu de uma ponte dentro de um lago gelado e foi atingido por um raio ela nunca mais envelheceu, parando na idade de 28 anos. Adaline teve que mudar de nome e de cidade diversas vezes em função de seus perseguidores, nunca teve um amor, pois sabia que nunca poderia ter futuro com eles, mas isso muda ao conhecer Ellis e finalmente se permitir, porém, conhecer a família dele pode mudar tudo isso.

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Muito parecida com o Curioso Caso de Benjamim Button, feito por Brad Pitt, “The Age of Adaline”, na versão em inglês, só tem semelhança mesmo na questão temporal. O filme traz uma narrativa delicada e sensível sobre a vida e o quanto a possibilidade de um futuro é importante para qualquer pessoa e o quanto esperar pela morte, que virá em algum momento, é algo que faz parte e, acima de tudo, precisa fazer parte da vida.

Blake mostra um lado seu ao dar vida a Adaline que não estávamos acostumados a ver. Ela é mãe de uma mulher que tem idade para ser sua avó e convence o público magistralmente que a relação é invertida. Você sofre com Adaline da maneira que sofreria com qualquer pessoa sem uma perspectiva de futuro. Como sofreria com uma pessoa condenada a não chegar a lugar algum.

Você sofre, pois Adaline quer ter uma vida e o destino lhe tirou esse direito. E o espectador espera que ela possa ter isso, o espectador espera que Adaline ame e seja amada e possa ficar com essa pessoa, pois a cena em que ela está dentro do táxi e vê o seu amado segurando um anel de noivado que ela não pode aceitar é de cortar o coração. Ela queria aquilo, mas não podia ter.

Enfim, “A incrível história de Adaline” poderia ser um filme caído em todos os clichês básicos de qualquer história com essa temática, não é uma trama nova, mas ele vai além e mostra forma e consistência se tornando um filme de qualidade impressionante e dando a Blake Lively um posto de grande atriz que poucas podem dizer que tem.

No iPod: Years & Years – Shine

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Se existe uma banda que merece sua atenção esse ano, seria Years & Years. O trio tem um som todo experimental incrível desses prodígios musicais britânicos que sempre dominam as paradas musicais, assim como Adele, Lorde e Sam Smith. Com batidas eletrônicas e sintetizadores psicodélicos e uma forte pegada Pop, o trio tem roubado o holofote na internet e conquistado fãs por todo o globo.

Juntos desde 2010, a banda é composta por Olly Alexander, Mikey Goldswothy e Emre Turkmen; e chegou aos meus ouvidos quando um amigo que faz intercambio em Londres mandou link de três musicas deles no comecinho do ano, Take Shelter, Desire e Kings, a paixão foi quase instantânea.

Years & Years se destacava por um simplicidade e vocais agudos bem acentuados de Olly que deixa a musica com uma esfera quase mágica. Shine é o novo single do álbum “Communion” e a musica é uma clara evolução da temática musical do trio, e traz novos sintetizadores que dão uma virada vintage no refrão. Não preciso nem falar que eu não consigo tirar do replay né? O já citado “Communion” é o primeiro álbum do Trio e estreia dia 10 de Julho e promete fazer você ficar tão fascinado quanto eu, como também os charts e as grandes premiações do ano.

#TGIF! Bonnie McKee – Bombastic

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Quem lembra da Bonnie McKee? Bem, eu já contei quem é a gata nesse post aqui e sobre a saga de retomar sua carreira como cantora lançando “American Girl” como single e amargurando em um flop sem fim. E claro, com certeza você já deve ter visto esse nome nos créditos de alguma música da sua cantora favorita.

Na verdade eu havia perdido as esperanças com ela. Nem lembrava mais que ela existia. Sério. Mas foi aí que ela nos surpreende e lança “Bombastic” que é uma junção de suor e desespero (vai fazer sentido depois).

Apenas dê play abaixo e aprecie o clipe.

Com um visual retrô que mistura a tv de duas décadas passadas, Jem And The Holograms, Vaporwave e Programa do Faustão (rs), Bonnie é uma professora de aeróbica muito flexível com peitos que soltam tiros em forma de raio laser com fogo, sei lá. A viagem é interessante e me fez ficar preso durante os quatro minutos. A edição é indecente de tão boa, mas certos efeitos deixam a sensação de estarmos assistindo um clipe dos anos 80 com aquela tecnologia bizzara.

A música em si não é grande coisa, tanto que desde o início não me fez ficar tão grudado nela. A sonoridade é algo que lembraria Kesha cantando Roar (da Katy Perry) com uma voz mais doce no estilo de Carly Rae Jepsen. Se você ficar bem atento no refrão pode até arriscar que alguma banda de rock estava tocando lá, mas não. É muita coisa acontecendo, e de um modo estranho que funciona. Ah, e ainda tem uma batida que dá pra chamar a Nicki Minaj e Miley Cyrus pra fazer uns twerks.

Bonnie McKee está prestes a lançar o seu ep intitulado Bombastic, e conta com quatro músicas que podem mudar toda sua carreira pra bem ou mal. Apesar de ter adorado “Bombastic”, creio que não soou tão radiofônica quanto “American Girl” e não senti que a nova faixa deva chegar e permanecer no topo de algum chart. Mas posso estar enganado, pois o clipe vem ganhando a atenção do público que admira as divas pop e tendo um desempenho bacana.

Mas enquanto isso dá pra fazer uma dança menos coreografada e sacudir os ombros e se jogar num twerk nervoso enquanto ouvimos “Bombastic” até que possamos ouvir as outras faixas que vem por aí.

Um beijo pras amigas que ajudam na divulgação.

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