12 queens para RPDR Allstars 2

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Estava pensando nesse texto há dias, só não havia escrito (cof cof), mas vamos lá. Com a proximidade da estréia da Season 7 de RuPaul’s Drag Race e nada de All Stars 2 antes da oitava temporada, provavelmente, decidi fazer a minha lista das 12 queens desde a Season 1 que eu gostaria que estivessem disputando a coroa novamente.

Ongina

Primeira pergunta: porque Ongina ficou de fora da Season 1 de All Stars? Não faço ideia. Teria trocado a Tammie Brown e até mesmo a Shannel por ela.
Ongina era uma das minhas favoritas na Season 1 e quando ela foi eliminada pela Bebe fiquei sem chão. Felizmente ela foi mandada para casa pela vencedora. Agora é a chance de Ongina mostra mais e quem sabe abocanhar a coroa ou, pelo menos, ficar no Top 3 que, para mim, é seu lugar de direito.

Rebecca Glasscock

Eu sei o que todos estão pensando, mas convenhamos, toda temporada precisa de uma Queen Bitch e essa é, claramente, a função de Rebecca Glasscock. Imagine ela com as Queens de temporadas mais bem produzidas, afinal, todos sabemos que a primeira temporada foi um teste para o programa e que as grandes Drag Queen vieram depois. Além disso, Rebecca foi Top 3 de sua temporada (mesmo que isso seja questionável).

Morgan McMichaels

Morgan estava entre algumas das minhas Queens favoritas da Season 2, até fazer a Pink no Snatch Game. Triste verdade, porém, perdoei a Queen e dei meu voto de confiança pelo fato de ter decidido fazer minha cantora favorita e agora quero vê-la novamente na disputa, dessa vez mais polida. E já sabemos que Morgan é uma queen que arrasa no lipsynch né? Impossível esquecer a performance de Two Of Hearts onde ela derrotou a bela Sonique.

Jessica Wild

Preciso dizer que escolher duas Queens da Season 2, sem poder escolher Jujubee e Raven foi difícil. Não simpatizo com grande parte da temporada, porém Jessica Wild é uma Queen que eu gostaria de rever. O bate-cabelo de Jessica era algo incrível e adoraria um novo desafio onde ela precisasse beber vodka durante a gravação. “Oh. I love this Absolut Aça…assa…açaíií”.

Delta Work

Primeira pergunta (parte 2): o que Mimi Imfurst estava fazendo em All Stars e por qual motivo Delta Work não estava? Juro que jamais vou entender. Bom, chegou a hora de redimir esse erro e colocar Delta no cast. Ela era uma das minhas favoritas da Season 3 e seu grupinho das Heathers era, claro, formado pelas melhores da temporada. Não há mais o que dizer é Delta no All Stars e pronto.

Shangela

Talvez eu seja crucificado por isso, mas a verdade é que Shangela mereceu esse Top 12. Eu coloquei ela aqui representando a Season 3, pois foi a temporada em que ela, de verdade, participou. Shangela, na Season 3, mostrou que evoluiu. Erros aconteceram sim, mas a primeira eliminada da segunda temporada venceu dois desafios e chegou ao Top 5 da temporada eliminando Carmen Carrera em um grande Lipsync. Por isso, Shangela merece estar no All Stars… Halleloo!

Willam

Quero deixar claro que não sou muito fã da Willam, mas não há como negar que a Queen era das boas. Claro, cometeu seus erros (vomitar no palco. Horrível, mas entrou para a história. Ser expulsa então). Apesar disso, Willam seria outra Bitch na temporada e eu iria amar vê-la nas disputas e ainda por cima na mesma temporada que Rebecca, duas bitches juntas? Quero ver o circo (e os untucked’s) pegando fogo.

Dida Ritz

SIM. EU QUERO DIDA RITZ EM ALL STARS. Dida podia deixar passar erros grotescos durante as disputas, mas eu adorava sua perseverança e a maneira como conseguiu ir adiante na competição. Além disso, seu lipsync contra a The Princess está na minha lista de favoritos e eu quero vê-la agora disputando novamente o RPDR.

Alaska

Eu, apaixonado que sou pela Sharon Nedlees que sou, confesso que via Alaska como apenas uma Queen que achava que podia ser alguém, pois namorava a última vencedora. Como estava errado. Alaska mostrou a que veio e conseguiu mostrar seu poder sozinha. O que foi o show de comédia? Gente. Pasmo até hoje. Para mim, Alaska no All Stars era vitória certa.

Detox

Agora é a vez da Detox. A Queen sabia fazer as coisas e, para mim, era do nível da Chad Michaels na Season 5. Eu, como apaixonado que sou pela Jinkx Monsoon, fiquei feliz quando Detox foi eliminada, pois se não fosse, minha favorita teria saído, mas, apesar disso, queria tê-la visto no Top 3. Agora é a chance de colocar Detox no seu lugar de direito na realeza Drag.

Adore Delano

É mais do que óbvio que eu queira Adore Delano no All Stars, com Alaska na mesma temporada? Eu olho para o PC e não sei o que dizer, só sentir. Adore era minha favorita disparada na Season 6 e quero muito vê-la em All Stars. Mas, agora, eu me contradigo, pois com Adore na disputa, não sei mais se a vitória de Alaska seria certa. PARTY.

BenDeLaCreme

Por favor, DeLa merecia estar no Top 4 e não ter sido eliminada pela Darienne Lake. Além de linda, BenDeLa era um exemplo de que se pode vencer e de que se pode fazer as coisas darem certo. Sua história sobre sua infância me comoveu, mas esse não é o motivo para eu querer a Queen em All Stars, meu motivo é DeLa sendo uma das Queens mais bem polidas da temporada. E sua representação de Maggie Smith, BITCH, PLEASE.

Menção Honrosa: Courtney Act, Alyssa Edwards e Mariah.

Review: Kelly Clarkson – Piece by Piece

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Ariana Grande
Nota: 3,0

    Artista: Kelly Clarkson

    Álbum: Piece by Piece
    Gênero: Pop

Kelly Clarkson, uma das ex-participantes do American Idol que mais amamos, retorna. Depois de “Wrapped in Red” lá em 2013 (faz quase dois anos gente), ela voltou aos holofotes e mostra porque é uma das nossa artistas favoritas. Longe de grandes disputas como Lady Gaga, Madonna, Katy, Rihanna, Beyonce e afins, que hoje são as grandes do mundo pop e por quem os fãs se estapeiam.

O novo ábum, “Piece By Piece” é algo que esperávamos de Kelly. Na medida, delicioso de se ouvir e com boas amostras do poder vocal que sabemos que ela tem. Nada de extraordinário, mas sem dúvida um trabalho que não pode passar despercebido no mundo pop.

HEARTBEAT SONG: Foi o primeiro single e traz uma melodia gostosa com uma letra tão boa quanto. O clipe, por sua vez, fez jus à música. Não é algo conceitual ou uma super produção, mas cumpre o papel de ilustrar uma boa música.

INVENCIBLE: Batidas intensas da bateria, um pouco de violinos ao fundo e a voz da Kelly destacada sobre toda essa atmosfera quase lírica. Uma das canções mais poderosas do álbum, não tão deliciosa de se ouvir quanto o single, mas dá boa sequência.

SOMEONE: Então chegamos à terceira música do álbum e temos outra canção para mostrar poderes. Porém, diferente de “Invencible”, “Someone” chega com um proposta onde destaca mais a voz de Kelly com o instrumental não tão poderoso lembrando, me corrijam se estiver errado, “Because of you”.

TAKE YOU HIGH: A música já começa com algo que Taylor Swift abusou (e deu certo) no seu último ábum: sintetizadores. A música é um aumento no ritmo, porém sutilmente e tem um refrão poderoso. Não é, nem de longe, a melhor do álbum, mas cumpre o papel de manter a qualidade.

PIECE BY PIECE: Chegamos a canção que dá nome ao álbum. “Piece by Piece” completa a subida de ritmo iniciada em “Take you high” e traz uma balada gostosa de se ouvir, sem ser chiclete ao ponto de incomodar. Cumpre o papel de assinar o trabalho e mostra uma Kelly que sempre amamos sem medo de mostrar voz poderosa, mas também de saber manter o tom.

RUN, RUN, RUN: Sem dúvida minha favorita desse álbum. A canção é um cover da música do Tokio Hotel e tem a participação do John Legend. Não preciso dizer nada mais.

I HAD A DREAM: Chiclete, essa é a palavra que define “I Had a Dream”. Dá pra ver, na minha humilde opinião, um pouco da Kelly de “Breakaway”, não é uma música ruim, mas deixa a desejar depois de uma sequência de canções poderosas.

LET YOUR TEARS FALL: Deixe suas lágrimas caírem”, isso é direcionado aos haters de Kelly. Apenas isso.

TIGHTROPE: Então Kelly decide diminuir o ritmo novamente. Coloca um piano de fundo e mostra sua voz em uma balada linda de suave. Deliciosa.

WAR PAINT: De volta ao pop propriamente dito. “War Paint” traz sintetizadores, batidas animadas e uma canção digna, apenas. Uma sequência interessante para uma balada lenta como “Tightrope”, mas muito bem colocada.

DANCE WITH ME: Pop com voz poderosa e uma combinação que poderia ter dado errado, mas Kelly não deixou. O refrão é muito grudento, acredite, ainda estou cantando “C’mon and Dance With Me”, é claro que pode ser daquelas canções que você enjoa depois de três ou quatro vezes que escuta, mas por agora amei.

NOSTALGIC: “Nostalgic” me deixou exatamente isso: nostálgico. É uma canção muito Kelly início de carreira o que, obviamente, não é algo ruim, mas com a qualidade superior do álbum e uma Kelly Clarkson amadurecida e talentosa, “Nostalgic” fica um tanto perdida num mar com força suficiente para arrastá-la para o fundo.

GOOD GOES THE BYE: Não sei se sou eu, mas “Good goes the bye” está longe da qualidade do restante do trabalho. Parece que Kelly perdeu força na finaleira do processo e isso se refletiu na música que acaba se tornando maçante depois de um tempo escutando.

BAD REPUTATION: Kelly, amor, que cê fez? “Bad Reputation” teve uma sonoridade que não é ruim, mas, no meu ponto de vista destoou do restante do álbum e vir logo depois de “Good goes the bye” deixou as coisas ainda mais complicadas.

IN THE BLUE: Boa. Não é muito, mas é tudo que posso falar sobre “In the blue”, novamente fraca comparada a outras canções do álbum, mas não chega a ser uma música ruim. Ela quase encerra o álbum, mas não tapa os buracos de “Good goes the bye” e “Bad Reputation”

SECOND WIND: O álbum encerra com “Second Wind” e encerra bem apesar dos percalços do final. É uma balada com boa batida e Kelly exibindo sua voz em uma canção interessante, nada de extraordinário, mas ainda sim boa.

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Para concluir, Kelly sempre esteve fora do meio pop realeza, porém sempre foi lembrada por todos por seu talento e qualidade. O álbum está longe, convenhamos, de um Grammy e Kelly de ser tão lembrada e aclamada quanto Beyonce. Apesar disso, vejo um futuro tão bom para Kelly, não apenas por ser fã desde o início de sua carreira, mas porque eu gosto de ver o quanto algumas cantoras conseguem permanecer dentro daquilo que gostam e daquilo pelo que foram conhecidas fazendo ainda que isso lhes custe prêmios e/ou status.

Não me entendam mal, gosto de artistas que se reinventam e saem de sua zona de conforto, fato. O que não gosto são aqueles que perdem sua identidade para vender mais e Kelly não perdeu isso. Ela é se reinventou na medida e ainda assim manteve um brilho da Kelly que conhecemos após o American Idol e a qual amamos.

(+18) Sextape

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Não, não é a sextape da Kim Kardashian… e muito menos da Paris Hilton!
E sim, a minha! haha
Calma gente, não precisa fechar a página não!! É brincadeirinha!!

Não necessáriamente minha, até porque estão nela Britney Spears, Madonna, Justin Timberlake e até a Dita Von Teese. Fazendo uma brincadeira com o nome, Sextape é uma mixtape que fiz, onde reuni clássicos da música pop que são relacionadas a sensualidade! “Uma mixtape sexy sem ser vulgar”, porém o início eu recomendo apenas aos maiores de 18 anos. Ok?

Espero que gostem e ouçam bastante essa mixtape abusada.

(+18) Sextape by Frutoproibido on Mixcloud

Fall Out Boy: o que esperar do novo álbum

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Eu, fã assumido do Fall Out Boy desde os meados do “From Under the Cork Tree”, de 2005, fiquei muito triste quando a banda anunciou uma parada após lançar o álbum “Falie a Deux”, em 2008. Para mim, a banda iria terminar e não teria mais nada de Pete e companhia. Seria outra banda que eu gostava muito que me deixaria orfão (mal sabia eu que My Chemical Romance faria isso comigo mais para frente).

Qual não foi minha surpresa quando os garotos de Chicago voltaram com tudo, quase cinco anos depois, com um álbum incrivelmente bem feito. Diferente do que era o som anterior da banda e com uma proposta, no mínimo, arriscada.

“Save Rock and Roll” chegou em 2013 com músicas que entraram na cabeça facilmente, além de parcerias inesperadas como Elton John e Courtney Love. Além de trazer a proposta de fazer um clipe para cada faixa, juntar tudo e então criar um curta metragem musical que é, para dizer o mínimo, surpreendentemente maravilhoso: a “Young Blood Chronicles”

Menos de um ano depois o FOB volta aos holofotes com um álbum novo (ao que parece eles estão compensando a parada). “American Beauty/American Psycho” é o 9º álbum da banda se contar o “Live in Phoenix”, de 2008 e o EP “My heart will always be the B-Side to my tongue”, de 2004.

A primeira faixa liberada foi “Centuries” e o que tenho a dizer sobre isso é: “Como uma banda pode fazer dois álbuns incríveis em um espaço de tempo tão curto?”. Depois veio “The Kids Aren’t Alright” e, recentemente, lançou “American Beauty/American Psycho”, que dá nome ao CD.

Apenas com essas três já dá para saber o quanto o novo trabalho vai ser bom. E, o que espero desse CD, no fim de todo esse relato? Um grande álbum de uma banda que nunca deveria ter parado de trabalhar, mas que conseguiu tirar o melhor proveito do tempo parada.

Novo layout e novas direções

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O fim de 2014 foi ótimo para ideias. Pensei muito se continuaria com o blog ou não, até porque queria estar sempre postando sempre, porém não tenho mais aquele tempo que dedicava ao conteúdo online. Como vocês perceberam, o FP conta com colaboradores empenhados e com opiniões que são bem idênticas a minha. Decidi deixar bem claro aqui que o blog não é portal de notícias e que vamos postar tudo que gostamos e não ligar se algo é muito novo ou muito antigo. Se for bom e valer a pena (ou não) iremos postar!

Com o recomeço, veio também a questão de layout. O antigo era funcional e com cores que viraram nossa característica, porém estava na hora de abandonar o antigo estilo de diagramação e o atualizar para que todos conseguissem ler em seus smartphones e dispositivos onde quer que estivessem. A vontade de um novo layout era muita, porém estive em um momento de total branco e bloqueio criativo. Com esse fato, busquei referências e até cotei alguns preços com amigos webdesigners.

Mas a minha realidade financeira não me deixou sair muito do meu rumo. No meio do desespero em criar algo, descobri o Themify que é um gerenciador de layouts e que dá pra comprar temas ou personalizar os que eles dispõe. Por enquanto estou no básico e pelo que vi muitos blogueiros o usam e aprovam muito. Eu gostei da experiência e recomendo a todos, que assim como eu não tem mais tempo de estar programando um layout do zero. É prático e muito ágil na personalização. Os designers piram.

O design pode parecer simples, mas eu adorei como ficou. O logo foi inspirado na tendência floral e da tipografia flat com um toque minimalista. A maioria das pessoas usam flores e adornos, mas o Fruto Proibido é uma maçã, nada melhor que decorar com o nosso fruto, não é verdade? Eu gostei muito e por enquanto ficará assim mesmo. Agradeço ao apoio da minha amiga de longa data Ana Flávia por me ajudar em alguns códigos do mal, ao Mateus Pitombeira pela motivação, Bruna Vieira, Paula Buzzo, Phellipe e Karen Hofstetter pelas inspirações em geral, aos meus amigos colaboradores Andrei, Carlos e Gabriel, e a todos vocês que me ajudam diretamente ou indiretamente.

Espero que tenham gostado das mudanças e leiam bastante nosso conteúdo em 2015.
Algumas coisas ainda vão estar fora de lugar, até porque estamos ajeitando tudo.

Grande abraço e bom carnaval!

Pedro

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