Dois anos depois de “Red”, Taylor Swift está de volta! A queridinha do charts está voltando com o seu novo álbum, 1989 e diz: “Estive trabalhando nele por dois anos, e gosto disso, porque é um tempo para crescer e mudar suas prioridades, seu cabelo, suas influências… E mudar sua música. Esse é oficialmente meu primeiro álbum pop.”

Figurinha carimbada em premiações e no topo da parada da Billboard a ex-cantora country vinha dando pistas que, na ultima segunda–feira (18) iria através da sua videoconferência na ABC, em parceria com o Yahoo; liberar seu novo single. Muito se falava sobre o possível adiamento do novo álbum de Taylor, já que outra estrela teen está para fazer o lançamento de seu novo álbum (Ariana Grande) que também são da mesma gravadora. Mas nada impediu aparentemente que Taylor lançasse “Shake It Off”, que é produzida por dois já conhecidos do último trabalho da loira: Shellback e Max Martin; que tem em seus currículos nomes como Britney Spears, Kesha, Katy Perry, Usher e Maroon 5, e hits como “Baby One More Time”, “Scream” e “One More Night” .

A música tem aquela clássica e gostosinha batida pop e grande destaque no trompete. Na letra, Taylor realmente brinca com a visão que as pessoas possuem dela, deixando-a realmente leve, chiclete e divertida. Com oito anos no mercado fonográfico, ela aprendeu a não se levar tão a sério e “Shake It Off” está fadada ao sucesso. Veja o clipe:

Com novo corte de cabelo e linda como sempre, Taylor disponibilizou o clipe em sua conta na Vevo e é isso: agita em vários estilos de dança, brinca no Ballet, se sente no Hip Hop, vai de Contemporânea á Líder de Torcida, Ginástica Rítmica ao Eletro e se rende até ao queridinho do momento, o Twerk! Simplesmente se divertindo e sendo Taylor em todas as caracterizações, a sutileza e descontração presente faz você perder a conta de quantas vezes assistiu o clipe e até pode se pegar dançando.

Seja conhecida por seus inúmeros namorados famosos, seus milhares de prêmios (mais de 150 indicações), sua carreira de sucesso, sua beleza indiscutível, seu talento como cantora ou compositora, sua paixão pelos fãs ou pelas suas turnês de sucesso, Taylor Swift está de volta mais Pop, mais anos 80, mais audaciosa do que nunca me arrisco até a dizer que já é o “come back” do Ano.

Uma certeza? Os Haters vão odiar, odiar, uhum, uhum…


“I’m back! More pop than never!”


Gabriel Félix
Aspirante a escritor, emocionalmente vintage, Mineiro, leonino, 16 anos. Apaixonado por musica, livros, moda, filmes e séries, fotografia e teatro.




Uma fofinha vem chamado à atenção dos charts nos últimos meses, principalmente do complicado mercado norte-americano. Meghan Trainor é uma cantora estadunidense de vinte anos, que há algum tempo atrás, lançou uma delícia chamada ‘All About That Bass’. A música serve como crítica a quem acha que para ter beleza e gingado tem que ser tamanho 36!

“Porque cada centímetro de você é perfeito / De baixo até o topo” são um dos versos entoados na música, que apesar de parecerem clichês, se encaixam perfeitamente com a mensagem que é passada. A canção já tem feito um burburinho, morando no topo cinco do iTunes desde seu lançamento, além de ficar na posição #4 da Billboard.

Então se mexa, porque Meghan está trazendo as curvas e o boom boom de volta!


Carlos Paranhos
Um futuro jornalista de 18 anos. Pisciano fascinado por cinema, música, e arte pop em geral. Tentando ser a mudança que quero ver no mundo.




Foto: Google - Se essa foto for sua, entre em contato

Dias atrás fui à Sebo Só Ler de Porto Alegre. Lá, troquei alguns livros e encontrei o maravilhoso “Quem é você, Alasca?” do escritor norte americano John Green – para quem não vive nesse mundo e não conhece, o cara que escreveu “A Culpa é das Estrelas”. Eu estava atrás deste livro em especial havia algum tempo e ao consegui-lo desisti de outras leituras, caindo no universo de Green.

A trama narra a história de Miles Halter, um garoto da Flórida viciado em “célebres últimas palavras” que decidi ir para a escola interna Culver Creek, no Alabama em busca do seu “Grande Talvez”. Chegando lá conhece Coronel, que acaba por ser seu primeiro amigo de verdade e a bela e enigmática Alasca Young. Miles, que sempre foi CDF e contido se vê em um universo totalmente diferente. Aprendendo que a vida é muito mais do que ele sempre imaginou e que ele está muito perto de encontrar seu “Grande Talvez”.

É incrível como muitos de nós podem se identificar com Miles e, ao mesmo tempo, querer ser Alasca. A garota imprevisível, impulsiva e enigmática é o revés de muitos – o meu, inclusive -, ela sabe o que quer. É dela as duas frases mais interessantes – na minha humilde opinião, durante o livro: “vocês fumam por prazer. Eu fumo para morrer”. Em outro momento, Alasca cita as últimas palavras do General Simón Bolívar, no livro “O general no seu labirinto”, de Gabriel García Marquez: “como sairei deste labirinto?”, pergunta essa que paira pelo livro.

A divisão em duas partes, em que Miles mostra como era antes e depois de Alasca, é uma sacada muito boa de Green. Mostrar como você pode ser antes que alguém mude sua vida e o que você se torna depois. Esse foi o primeiro romance do autor. Muito antes de trazer “A Culpa é das Estrelas” ou “Cidades de Papel” ao mundo, ele já trazia uma história que te faz ir dos risos às lagrimas com uma facilidade sublime.

O livro está para se tornar filme, acredito que demoraram para que isso acontecesse. Depois de perceber que sabem adaptar John Green para o cinema, pela excelente adaptação de “A Culpa é das Estrelas”, meu coração bate forte sempre que vejo uma notícia sobre esta história em especial. Ainda não tem nada definido, além da roteirista que será Sarah Polley. É esperar para ver.

★★★★★


Andrei Santos
Querendo ser escritor. Sendo um pouco cineasta. Me formando jornalista. Gaúcho, leonino, 23 anos. O adulto com alma de menino, que ama música, cinema, séries, literatura e tudo que a cultura oferece.




Aos queridinhos da 7ª Arte o trocadilho foi um tanto quanto bem pensado já que o filme Sin City: A Dama Fatal, que estreia em agosto é só mais um dos trabalhos que me fazem acreditar que você deve saber um pouco mais sobre Eva Green.

“Eva Green é tão linda que chega a ser indecente.”
-Bernardo Bertolucci, que a lançou para o estrelato em 2003.

Geminiana, nascida em Paris Eva Gaëlle Green, ou somente Eva Green é a nova queridinha do cenário “Cinema-Tv” 2014. Com 34 anos, filha da Atriz Marlène Jobert com dentista Sueco Walter Green passou boa parte de sua infância na Terra da Rainha. Quando com 14 anos sua veia artística floresceu após assistir o filme A História de Adele H, resolveu seguir os passos de sua mãe se tornando atriz dos palcos e se polindo aos poucos. Mas foi somente com 23 anos que Bernardo Bertolucci lançou Eva como sua Lolita sensual no filme Os Sonhadores (vale a pena conferir) que causou polêmica por suas inúmeras cenas de nudez a alfinetadas peculiares ao cinema Americano que ficou chocado com o erotismo do filme.

Em 2007 ela tem o ápice para ser condensar como Sex Symbol chegando ao estrelato internacional como Bond Girl em Cassino Royale, ser extremamente sexy e envolvente não foi tarefa difícil pra Eva e seu vestido Berinjela numa das melhores cenas do filme onde contracenava com o Ator Daniel Craig, no mesmo ano atuou ainda com ele em A Bússola de Ouro. Em 2012 contracenou com Johnny Depp no divertidíssimo ‘Sombras da Noite’. Onde Interpretou uma bruxa com as suas madeixas loiras e com um clássico batom vermelho que enchia cada cena meio obscura e clássica dos Filmes de Tim Burton.


Tendo mais alguns trabalhos em todo esse tempo foi em 2014 que Eva Green realmente se tornou figurinha carimbada nas grandes produções. Primeiro em 300: Ascensão de um Império interpretando a poderosa Artemisia. Mas minha atenção realmente foi capturada quando Penny Dreadfull foi lançada, a série trouxe Eva Green como protagonista, consagrando-à de uma vez por todas como uma Majestosa Figura das Artes Dramáticas. Eva Green nasceu para ser Bruxa, ‘Sombras da Noite’ foi um verdadeiro aperfeiçoamento para que futuramente o denso enredo de Penny Dreadfull do canal Showtime mas que é exibida pela HBO no Brasil lhe caísse como uma luva. Ela é a misteriosa Vanessa Ives que em uma Londres suja e escura de um século passado, lida com forças sobrenaturais e criaturas sombrias de toda a natureza. Pra os amantes de Antologias do Terror clássico bordado por um enredo Psicossexual como eu, a série é um prato cheio, já no cenário mundial e no ponto de vista dos Críticos a série ”Lacrou” a concorrência do primeiro Semestre.

Eva Green ainda tem o lançamento do polemico Sin City: A Dama Fatal, onde o cartaz foi censurado por conter a moça seminua. Penny Dreadfull depois de ser aclamada pela critica e pelos Fãs tem sua Segunda Temporada confirmada. A mais recente novidade aos fãs da atriz é a possibilidade de estrelar ‘O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares’ dirigido por Tim Burton, previsto para chegar aos cinemas em 2015. A Atriz ainda é musa do Calendário Campari 2015 uma das obras artísticas mais badaladas e exclusivas do mundo da Moda.
Link do Trailer de Penny Dreadfull.


Amada por grifes como Armani, Christian Dior e Lancôme, mesmo depois de ter se tornado uma estrela internacional do cinema foi classificada como a 4° maior Bond Girl de todos os tempos pela revista Entertainment Weekly. Queridinhas de nomes como Tim Burton e Tarantino, ovacionada pela crítica, compositora de musicas em Flauta e Piano é sinônimo de bom gosto, estilo e beleza. Eva Green é um pacote completo, peculiar e extremamente raro nos tempos de estrelas vazias nas grandes telas.

Se talvez todos os motivos listados acima não o tenha convencido de que ela é o grande nome de 2014, faça por si mesmo e confira o trabalho da francesa e tire suas conclusões. Sobre 2015 posso garantir que você ainda vai ouvir muito o nome de Eva Green (se pronuncia gren não grin ok?).


Gabriel Félix
Aspirante a escritor, emocionalmente vintage, Mineiro, leonino, 16 anos. Apaixonado por musica, livros, moda, filmes e séries, fotografia e teatro.




Para mim, a televisão foi a melhor coisa inventada até hoje. Sério. Quem imaginaria que uma caixa poderia passar imagens e sons em tempo real? Hoje a tecnologia está tão avançada que nem paramos para pensar nisso, né? Mas com o intuito de homenagear um dos nossos entretenimentos favoritos, o Rotaroots (grupo de blogagem coletiva que participo) motivado pelo Dia da Televisão que é nesse mês, os participantes do grupo vão postar seus programas favoritos que marcaram suas vidas.

Eu sempre fui uma criança “rueira”, e preferia ficar brincando do que assistir tv, mas quando assistia, ficava vidrado em alguns programas infantis. Mas de relance, os que me lembro com mais frequência e me dá uma baita saudade são esses aqui:

Chaves
O seriado mais amado em toda a américa latina. Impossível não se apaixonar por todas as personagens e se conectar com o mundinho delas. Humanos ao extremo, cada um tem seu defeito e no fim, tudo se resolvia. O que mais me surpreende na série é que não há apelo e as piadas se mantem engraçadas. Posso assistir várias vezes que sempre vou rir das trapalhadas do Chaves. Bom, marcou muito minha vida. Isso… isso… isso!

Clip Mania
Sábado a noite podia estar fazendo qualquer coisa, chegava a hora de passar o Clip Mania e eu ia correndo pra frente da tv. Como a MTV só era transmitida por antena parabólica, foi assistindo ao Clip Mania que tinha contato com os artistas internacionais, e arrisco dizer que foi ali, assistindo o clipe de I’m A Slave 4u que passei a amar Britney Spears. Sem contar tantas outras músicas que tenho como referência a partir desse programa que era apresentado por Sabrina Parlatore.


“Bum bum bum… Castelo Ra Tim Bum! Bum bum bum… Castelo Ra Tim Bum!” Épico. Tem como não o colocar nessa lista? Esse programa era sombrio e ao mesmo tempo colorido. Era educativo e também tinha alguns momentos desnecessários. Adorava os quadros e as historinhas de cada episódio. Tinha algumas partes que eu detestava, tipo os Dedos Cantores e aquela Caixa Mágica. Mas de restante eu amava muitooo… Sem contar as personagens extras, Caipora e Etvaldo que eram meus favoritos. Sempre torcia para aparecerem. Marcou minha vida com tanto conteúdo bacana. Uma pena que as crianças de hoje tem que se contentar com as galinhas pintadinhas da vida…


Quem nunca saiu correndo da escola para chegar em casa e ouvir a abertura de malhação com a saudosa “Te Levar” do Charlie Brown Jr? Eu assisto Malhação desde quando começou, pois minha mãe adorava, porém eu só fui começar a acompanhar quando estava na minha adolescência (rebeldia). Sou do tempo em que a Malhação era basicamente Miyuki e Cabeção… Vagabanda com Marjorie Estiano e indo um pouco mais longe, com a engraçadíssima Dona Vilma. Bons tempos, tinha muito drama e quase me corroía quando a novela acabava e só no outro dia para saber o que ia acontecer. Sem contar também os cds das temporadas, que eram as melhores coletâneas. Toda festinha a gente ouvida. Saudade!


Dia de quinta feira após o hilário “A Grande Família” era o momento de assistir “Linha Direta” que me dava medo, mas convenhamos, era muito bom de assistir. Eu sempre fui fã dos suspenses e esse programa me fazia ter medo de andar na rua e encontrar algum dos foragidos. Sim, eu andava pelas ruas da minha pacata cidade olhando pra cara de todo mundo na esperança de encontrar o criminoso. Bom, isso nunca aconteceu mas eu até que curtia. As histórias eram as mais tensas e a produção impecável. Me recordo até hoje de um especial do programa que foi sobre crimes espirituais, algo assim. Fiquei impressionado com um sobre premonição e não dormi durante um bom tempo. hahaha Mas seria uma boa pedida se voltasse.

Bom, claro que há muitos outros programas que eu lembrei e queria colocar, mas vou me limitar aos cinco. Quem sabe outro dia eu não faço uma parte 2 desse post? Mas posso garantir que Silvio Santos, Os Trapalhões, Angelmix, Pantanal, Faustão, Hebe e tantos outros estarão sempre na memória.

Quais programas de tv marcaram a vida de vocês? Comentem aí… Vamos conversar e relembrar…

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