Arquivos mensais: agosto 2010

Fica Dica: The Saturdays

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Esses dias estava no msn, quando o Gui veio me perguntar sobre as The Saturdays. Expliquei e talz, e achei uma vergonha: não tem nenhum post aqui no blog que explique quem são elas. E olhe que eu sou fã faz dois anos. 😮

Como surgiu

The Saturdays é uma girl band formada no Reino Unido em 2007, formado por Vanessa White, Una Healy, Mollie King, Frankie Sandford e Rochelle Wiseman, através de audições. Do mesmo estilo do American Idol, porém sem as cameras. O grupo faz a linha Spice Girls e cantam pop com um pouco de electro.

As “Sábadas” são um sucesso no Reino Unido, mas querem mais que isso. Apesar de serem conhecidas em alguns países, nunca tiveram o merecido destaque. Uma injustiça, pois elas cantam muito e tem talento (não o caso de alguns grupos que tem uma cantora e quatro bailarinas que cantam, rs). Enfim, o grupo está vindo com uma divulgação pesada por esses lados e elas disseram que vão fazer de tudo para que mais pessoas conheçam seu trabalho.

No meu caso, as conheci quando ouvi a musica If This Is Love durante o filme Garota Mimada, e adorei a música. Vi nos créditos do filme o nome e corri no Youtube. Dai procurei mais musicas e adorei. De lá pra cá não largo mais. 💡

Discografia

Chasing Lights - Wordshaker - Headlines

Vídeos

Vídeos das músicas que viraram single. Em ordem cronológica.


If Is This Love :: Up


Issues :: Work


Just Can’t Get Enough :: Forever Is Over


Ego :: Missing You

Eu adoro todos e sou suspeito pra dizer, né? Enfim, espero que tenha gostado da dica e quero ver todo mundo curtindo as SÁBADAS! Em breve posto o review do Headlines!

Nós nascemos Siachando

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Ok, o trocadilho não foi tão engraçado assim né? Mas o review de hoje ta pop mesmo e siachando geral. Sia Furler é uma cantora e compositora australiana que ganhou destaque depois de produzir All I Need, I Am, Stronger Than Ever e a baladinha mela-cueca You Lost Me pro Bionic, da Christina Aguilera (que também já fiz um review, lembra?). Enfim, a Sia produz um pop tão chiclete e gostoso que a gente não consegue parar de ouvir.

A conheço desde a época em que a Britney Spears lançou o Blackout em 2007, e Sia fez um cover de Gimme More, o primeiro, por sinal. Só que não dei muita atenção para ela. Porém quando ela lançou album novo, corri e baixei. E o review, tá aqui:

O álbum começa com uma piadinha, as crianças ficam dizendo no começo “we are born, we are born” e parece que a animação nasce ali mesmo em The Fight. O refrão é um misto guitarra com piano que deixa tudo mais alegre. Clap Your Hands é o primeiro single de WAB e é um pop dance irresistivel. O melhor é as palminhas que fica dando no refrão… O clipe é muito doidinho e segue no final do post. Stop Trying começa com aquela batidinha retrô e bem trabalhada naqueles sintetizadores. You’ve Change começa como se estivesse sendo tocada por um xilofone, mas o baixo toma conta e deixa a faixa muito indie e com uma batida tão animada. Be Good To Me chega com o misto de R&B, Soul e Jazz, que poderia ser cantada pela Christina que seria uma maravilha. Uma faixa muito bem produzida, sem dúvida. O clima elétrico volta em Bring Night com uma guitarrinha modesta com um pop rock super viciante. Hurting Me Now é bem retrô também, parece aquelas musicas dos anos 50 com direito a sinos alegres. Never Gonna Leave Me, baladinha pop/new wave essa, super inocente e cool, deu grande destaque pro grave da voz da Sia. Cloud chega para acalmar os animos e a bateria fica tão destacada quanto ao orgão no fundo, com violinos e sintetizadores deixando tudo bem folk. I’m In Here apesar de clichê é muito linda e chega a doer no coração, aquele pop bem dor de cotovelo sabe? Logo, The Co-Dependent retoma a alegria da guitarrinha feat. bateria, e olha, o ruim é que o refrão é curtinho. Big Girl, Little Girl bem indie pop, essa faixa nos conquista pois não há um conceito, pois a guitarrinha tá mais afiada do que tudo. Tem até um solinho digno. Pra finalizar, Oh Father é um cover da Madonna, numa roupagem nova e totalmente indie pop eletric. Sia caprichou no cover e por pouco não ficou melhor que a original.

Assista aos videoclipes de You’ve Changed:

Clap Your Hands

Não me conte mentirinhas, dói demaaais

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Pois é, quem se lembra do trecho dessa música da época em que éramos todos crianças e assistiamos Tv Cruj! e depois Chiquititas? Então, se recuperem desse flashback #fail, porque eu só quis fazer um título com piadinha interna mesmo. Bom, hoje vou falar de uma série nova que pintou na área e conquistou todos meus amigos que me recomendaram tanto que foi amor a primeira vista. -nem tanto

Pretty Little Liars

Bom, Pretty Little Liars faz a linha de séries que misturam suspense com drama adolescente, bem Gossip Girl sabe? Veja a sinopse do Wikipedia

Rosewood é uma pequena perfeita cidade. Então, tranqüila e intocada, você nunca adivinharia que detém tantos segredos. Alguns dos piores pertencem á meninas mais bonitas da cidade – Aria, Spencer, Hanna e Emily, quatro distantes amigas cujos segredos mais escuros estão prestes a desvendar.

Um ano atrás, Alison, a “abelha rainha” de seu grupo, desaparece e as meninas juram que nunca iriam contar o que realmente aconteceu naquela noite. Elas acreditaram que seus segredos as uniram, mais justamente o contrário acontece. Então, novamente, quem pode dizer qual é a verdade em Rosewood. Parece que todos na cidade estão mentindo sobre algo.

Agora, com o mistério em torno do desaparecimento de Alison, as meninas começam a receber – ameaçadoras – mensagens de “A”, contendo coisas que apenas Alison sabia. Mas não poderia ser Alison. Poderia? Quem quer que seja, ele/ela parecem saber todos os segredos das meninas, e parece estar observando cada movimento. As meninas são amigas novamente, mas elas vão estar lá uma para a outra se os seus segredos vêm à tona?

A série também foi inspirada em livros e tem um elenco legal e é bem produzida. Tem uma trilha sonora excêntrica e de ótima qualidade. Eu tô adorando conhecer novas musicas por lá.
E eu recomendo que todo mundo assista antes que Glee volte.

E ó, a série não foi lançada no Brasil. Ainda. Então vale um download. ^^

O mundo 2.0 do Bieber

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Todo mundo sabe bem que é Justin Bieber e isso já me poupa um pouco do trabalho de apresentar ele a vocês né? Bom, a Amanda pediu para fazer um review do cd do Justin e cá estou. Eu não fã do Justin, até porque não gosto muito de cantores que são modinha e todo mundo gosta. Sou daqueles que adora um flop, e Justin Bieber não se encaixa nessa categoria. Mas eu tinha curiosidade de baixar o cd dele para saber o que tem alem de Baby Baby Ohhhh. Preparados? Dê play no player a baixo e vamos lá!!

O EP do Justin começa com a faixa mais tocada do momento (depois de Stereo Love, né? ¬¬) Baby é uma faixa mista de pop e r&b, que tem a participação de Ludacris, refrão chiclete e que não sai da cabeça. Logo vem a pop dance viciante Somebody To Love, a minha música preferida dele. Stuck In The Moment, baladinha pop com batida constante, muito boa tambem. U Smile totalmente a cara do Justin essa faixa. O piano com a bateria deixou a faixa bem retrô. A intro de Runaway Love me lembrou as musicas do Michael Jackson época Dangerous. A música é boa, mas o agudo do Justin enfraquece a faixa, mas não é nada demais tambem. Em Never Let You Go, Bieber acerta novamente, baladinha boa de ouvir e dá vontade de cantar junto. Investindo nas baladinhas, Justin divide Overboard com Jessie Jarrell e apesar de ser uma faixa R&B, deu uma sintonia bem legal. Rihanna também iria adorar participar dessa faixa, é bem o estilo dela. Para animar, Sean Kingston chega com Eenie Meenie no talo, outra ótima misturinha de R&B com pop dance – vale destaque. Up é bem retrô tambem, no estilo No Doubt da palavra, baladinha com batida de guitarras tristes. Pra finalizar, That Should Be Me vem com um violão solado com violino suave, até pra fugir um pouco do foco do álbum.

Sem dúvida o Justin Bieber investe muito em baladinhas e está sempre conquistanto mais fãs. Eu continuo gostando de algumas músicas dele, as mais dance pop, claro.

Veja o clipe de Somebody To Love

Eenie Meenie

Os diamantes da Marina

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Marina And The Diamonds, é pseudônimo Marina Diamandis, uma cantora britânica que deu o que falar em renomados festivais de musica, entre eles o Big Weekend da BBC e o Glastonbury. Marina está sendo considerada uma nova promessa para a música pop em 2010 que acabou de lançar seu álbum debut intitulado The Family Jewels, que vou falar já!

As músicas do cd tem um estilo comum de pop, porém com uma pegada totalmente ousada. Marina tem uma voz constante. Ora grave, ora aguda. Isso que diferencia muito uma faixa da outra, sem contar que todas começam num ritmo e terminam em outro totalmente incerto. Outro detalhe é que a maioria das músicas começam como se fossem aquelas músicas antigas, que parecem ser da corte inglesa, etc. Todas as faixas no álbum é uma mistura muito bem feita de influências da música eletrônica e pop, não tem como não gostar!

O cd começa com Are you Satisfied, que é muito suave até o pop rock prevalecer. Shampain chega com uma bateria eletrizada e uma batida totalmente pop, essa faixa merece destaque. I Am Not a Robot é tão bonitinha, agudinhos e piano combinam muito. O refrão é tão gostoso de ouvir. Acorda do sonho e vem dançar a eletrizante Girls, e depois viajar em Mowgli’s Road que tem uma batida mais rock, mas nada demais. Obsessions é uma baladinha muito triste no começo, mas depois anima e parece que um dia cinza foi ficando colorido, que nem em musicais, sabe? Hollywood é um pop com violinos e uma voz mais grave, o refrão foge do ritmo e ataca num tecladinho eletrônico. The Outsider outra baladinha que começa simplória e se transforma numa batida bem alegre, quase chega a ser um synth. Calma, você chegou num cabaré ou coisa assim? Não, é Hermit the Frog vindo com aquela safadeza toda e aquele charme das bailarinas. O refrão também é converso e cheio de piano. Pra continuar animado, Oh No! vem toda batidão com uma pegada bem Mika e conquista nossos corações. Rootless foge um pouco do ritmo quando coloca um órgão com um piano e faz uma faixa no mínimo estranha. Numb balada super dark essa, mas muito boa, pois o vocal está perfeito… bem angelical, sabe? Guilty fecha o album com chave de ouro. Mais uma faixa nada comum e bem dirty que quase deixou a voz em segundo plano. 💡

Veja o clipe de Oh No!:

Hollywood

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