Arquivos mensais: outubro 2010

Videoteca da Semana

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Um vídeo foi lançado ou bombou nessa semana? Pode ter certeza que se ele for bom, e eu gostar, vai ser postado aqui com aquela crítica nossa de cada dia.


1º: Katy Perry – Firework

Se eu tenho uma diva de videoclipes, essa é Madonna. Mas ela ultimamente tá enferrujada e as suas “seguidoras” estão dando conta do recado. Katy Perry é uma delas: quando o assunto é produzir um videoclipe, Katy tira de letra desde Hot ‘n’ Cold, Waking Up In Vegas, California Gurls e o recem lançado Firework. O clipe não tem uma super produção e nem um roteiro diferente e exótico, e sim uma responsabilidade clichê e emociante. Com tanto dilema junto, Dona Perry fica feliz e começa a soltar fogos de artifícios pelos peitos e contagia o lugar tornando as pessoas mais felizes também. Simples assim.


2º: Nicole Scherzinger – Poison

Quando saiu um sneak peek da música, eu gostei tanto que fiquei sem dedo com tanta ansiedade. Ainda mais quando soube que quem havia produzido a faixa era Red One, e meio que não tinha como não ser boa. Nicole vem buscando o seu ‘lugar ao sol’, mas tá dificil. A música, na minha opinião, já é HIT. Dai vem um clip desse e faz tudo perder. Joseph Kahn foi o responsável pelo filminho em que a Nicow é tipo uma super-mulher e uma vilã ao mesmo tempo: tudo num chromakey, muitos efeitinhos visuais e dancinhas a la PCD. Eu gostei, mas cadê o VENENO da Scherzy nisso tudo? Ficou guardado ou essa Nicole não é perigosa o bastante pra dar o bote?


3º: Darin – Lovekiller

Eu tomei um banho de água fria quando baixei o cd novo do Darin e não tive muita vontade de ouvi-lo mais como o álbum debut, Flashback. Dessa vez, Darin está todo sentimental e trabalhado nas baladas, na quais eu não gostei muito. Mas enfim, o videoclipe da faixa-titulo do álbum foi lançado e o clipe bem que me deixou mais animado. Com uma vibe de CSI e Deja Vu, Dari faz uma viagem e vê sua morte e a sentença de sua assassina, porém no sentido amoroso da coisa.


4º: Robyn – Indestructible

Ultimamente eu ando muito feliz com as descobertas que ando fazendo, e umas delas foi a Robyn que não me decepciona nunca. Eui acho que nunca falei dela aqui porque tô esperando ela lançar a última parte do seu projeto Body Talk pra fazer um combo. No clipe, Robyn tá toda voyeur e observando o povo se amar com um vestido cheio de mangueiras transparentes simbolizando as veias do corpo, sei lá, meio que indestrutivel para combater. A música é tão boa e bem remixada, que todo o clipe vale a pena.

E aí? O que você achou desses clipes? Pra mim foram os mais relevantes.

Recap: Glee 2×05 RHGS

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Esse post será dedicado a minha amiga Rohh que é uma viciada em The Rocky Horror Picture Show e em Glee. Tal junção se deu a um episódio cult na série. Eu como amo essas misturas, não podia deixar essa passar despercebida. :mrgreen:

Na verdade eu nunca tinha assistido o filme até a série prestar uma homenagem, mas sempre ouvia falar e também sempre via nas promoções de DVDs do Submarino. Quando baixei as músicas, fiquei curioso demais pra saber do que se tratava e corri pro Google e meu interesse aumentou ainda mais. Tanto que baixei o filme e a trilha sonora
Resultado: fiquei vidrado durante as duas semanas e só conseguia imaginar a versão glee. Tanto que chegou o dia de assistir e só tenho a dizer que gostei muito da homenagem, porém a história continua murcha.

Tudo bem que rolou uma historinha de amor não resolvido entre Emma e Will, ciúmes da parte do Carl, traumas de infância da Sue e narcisismo do lado másculo do grupo, mas tipo, esse nem é o foco da série em si. Mas enfim, ficou legal demais a montagem e curti muito todos os figurinos. As versões das músicas ficaram impecáveis, tanto que jurei de pé junto que Touch A Touch A Touch Me era cantada pela April (Kristin Chenoweth).

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2ª faixa: Nem Freud explica

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Se tem uma coisa que andei percebendo enquanto ouço música, é que em quase todos os álbuns, a segunda faixa tende a ser boa. Meio que um fullgás para o ouvinte.

Por causa disso, preparei essa seção em que vamos ver em quais álbuns a segunda música se deu bem. Pra começar, um sucessão de 2010:


Tik Tok – Ke$ha

Pra carreira da novata Ke$ha deslanchar, não foi preciso muito né? A aparência tô bebada, suja e com vontade de cantar chamou a atenção, porém sua música é um convite pra pista de dança. Tanto o ritmo, quanto o sing-talk conquistou o player de muita gente pelo mundo.

E aí? Qual a segunda música que você curte e fez sucesso? Conta pra mim!! 😆

Promo GaGa Oh La La!

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Gente, tá na área mais uma promoção pra vocês!

O FP.Org fez uma parceria com o Original Tune e estamos sorteando uma t-shirt da Lady GaGa. :smile:

Pra participar é fácil e vocês já estão acostumados com o esquema né?
Vcs precisam ter uma conta no Twitter, seguir o @frutoproibido e o @andersonrvs e postar a mensagem abaixo:

GAGA OH LA LA http://bit.ly/9KnUCP #promogaga

Fácil não? Qualquer um pode participar, desde que resida no Brasil.

Pode postar a frase quantas vezes você quiser, e quanto mais twittar, mais chanches terá 😀

O resultado será feito pelo sorteie.me dia 05/11, e o ganhador terá 3 dias para entrar em contato conosco. Caso contrário a t-shirt será sorteada novamente.

BOA SORTE! Quero ver todos participando! :)

Mortinha, porém DIVA

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Estava entendiado e com todas minhas séries em dia. Precisava de algo pra ir assistindo durante os recessos e eis que me lembrei da dica do Rodrigo, corri e comecei a baixar…

Drop Dead Diva é uma série de drama e comédia, que conta a história de Deb, uma linda (e burra) aspirante a modelo que sofre um acidente de carro fatal e fica frente a frente com um dos porteiros do Céu, Fred, que declara que sua vida foi média e que não tinha saldo algum de coisas boas ou ruins. Deb fica surpresa e tenta convencer Fred a deixá-la voltar para sua vida fútil. Com o pedido negado, Deb aperta um botão de retorno no teclado do computador de Fred e volta a Terra, porém reincarnada no corpo de Jane Bingum, uma advogada brilhante e gordinha. Jane tem uma assistente leal e sempre viveu à sombra de seus colegas atraentes – enquanto Deb vivia de aparências. Agora, por causa de uma reviravolta do destino e uma pitada de intervenção divina, Deb deve aprender a viver no corpo tamanho GG de Jane e conciliar seus modos de diva e seu novo cérebro, totalmente inteligente.
Fonte

Pela sinopse dá pra imaginar o rolo que não é a estória, né? Mas vale muito a pena pois conforme a gente vai assistindo, a gente se esquece da Deb e só vê a Jane e acaba esquecendo que aquela loirinha ali é quem está no corpo. Muito estranho falar isso.
Como Jane é advogada, a cada episódio ela tem um caso pra resolver; logo, a série fica interessante pois Deb usa suas memórias com a inteligência da Jane para resolve-los e provarem que seus clientes são inocentes. — Veja o trailer da série:


Jane: Você é meu anjo da guarda… me deixe magra!
Fred: Sou um anjo da guarda, não um mágico!!

A trilha sonora é muito moderna e bem eclética. Os atores são todos desconhecidos, porém são todos convincentes e cheios de carisma, a começar pela própria interprete da Jane, que é gordinha e por mais que o script a desdenhe, ela sempre representa muito bem. Como se fosse uma magra num corpo que não é seu.

Apesar do lado sério e cheio de tabus, Jane tem momentos de discontração com os dilemas de sua amiga Stacy, sua assistente Teri, seu anjo da guarda Fred, e com seu antigo namorado, Greyson.

Vale a pena assistir gente, é muito boa a série e a cada episódio tem uma liçãozinha escondida pro nosso dia a dia. #FICADICA


Clique aqui para baixar a série em RMVB legendado

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