Sobre Andrei Santos

Querendo ser escritor. Sendo um pouco cineasta. Me formando jornalista. Gaúcho, leonino, 23 anos. O adulto com alma de menino, que ama música, cinema, séries, literatura e tudo que a cultura oferece.

Escritos por: Andrei Santos:

A incrível história de Adaline

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Que Blake Lively é uma atriz extraordinária, todos estão cansados de saber. Serena foi épica e ao lado de Blair comandavam e roubavam todas as cenas de Gossip Girl. A atriz sabe como se adaptar aos papeis e conseguir até mesmo ter destaque quando outras atrizes não teriam essa capacidade, como foi em Lanterna Verde onde seu papel não era tão relevante, mas ainda sim simpatizamos mais com Carol Ferris (Blake) do que com o protagonista Hal Jordan.

Começo assim essa resenha para falar que a incrível história de Adaline é, sem sombra de dúvida, ser interpretada por Blake Lively. Que está elegantérrima e maravilhosa no papel.

Adaline Bowman é uma mulher que após sofrer um acidente de carro perdeu a capacidade de envelhecer. Desde o dia em que seu carro caiu de uma ponte dentro de um lago gelado e foi atingido por um raio ela nunca mais envelheceu, parando na idade de 28 anos. Adaline teve que mudar de nome e de cidade diversas vezes em função de seus perseguidores, nunca teve um amor, pois sabia que nunca poderia ter futuro com eles, mas isso muda ao conhecer Ellis e finalmente se permitir, porém, conhecer a família dele pode mudar tudo isso.

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Muito parecida com o Curioso Caso de Benjamim Button, feito por Brad Pitt, “The Age of Adaline”, na versão em inglês, só tem semelhança mesmo na questão temporal. O filme traz uma narrativa delicada e sensível sobre a vida e o quanto a possibilidade de um futuro é importante para qualquer pessoa e o quanto esperar pela morte, que virá em algum momento, é algo que faz parte e, acima de tudo, precisa fazer parte da vida.

Blake mostra um lado seu ao dar vida a Adaline que não estávamos acostumados a ver. Ela é mãe de uma mulher que tem idade para ser sua avó e convence o público magistralmente que a relação é invertida. Você sofre com Adaline da maneira que sofreria com qualquer pessoa sem uma perspectiva de futuro. Como sofreria com uma pessoa condenada a não chegar a lugar algum.

Você sofre, pois Adaline quer ter uma vida e o destino lhe tirou esse direito. E o espectador espera que ela possa ter isso, o espectador espera que Adaline ame e seja amada e possa ficar com essa pessoa, pois a cena em que ela está dentro do táxi e vê o seu amado segurando um anel de noivado que ela não pode aceitar é de cortar o coração. Ela queria aquilo, mas não podia ter.

Enfim, “A incrível história de Adaline” poderia ser um filme caído em todos os clichês básicos de qualquer história com essa temática, não é uma trama nova, mas ele vai além e mostra forma e consistência se tornando um filme de qualidade impressionante e dando a Blake Lively um posto de grande atriz que poucas podem dizer que tem.

O que esperar de “Supergirl”

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Supergirl

Há alguns dias vazou na internet o episódio piloto de “Supergirl”, nova aposta da CBS no universo dos heróis da DC Comic’s seguindo a onda da The CW que já conta com “Arrow” e “The Flash” e em janeiro de 2016 estreia “Legends of Tomorrow”, assim como Warner que conta com a sombria “Gotham”, todas muito dominadas por homens.

“A história fala de Kara Zor-El, prima de Kal-El, ou Clark Kent, ou Super-Man. A garota de 14 anos tem como missão, diante da iminente destruição de Krypton, seguir a nave do primo até a Terra e cuidar do bebê. Porém, Kara teve a nave arrastada para dentro da Zona Fantasma, uma área do Universo onde o tempo não passa e onde fica a prisão com os maiores criminosos do Universo. 24 anos depois, misteriosamente, a nave consegue deixar a Zona Fantasma e quando Kara pousa na Terra, Kal-El não só é um adulto como já mostrou-se ao mundo como o poderoso Super-Man. Adotada pelos Danvers, Kara passa a levar uma vida normal e esconder seus poderes do resto do mundo, passando a trabalhar para Cat Grant, no melhor estilo “The Devil Wears Prada”. Até que o avião de sua irmã adotiva está prestes a cair e ela acaba se mostrando ao mundo para salvá-lo, nascendo assim a SUPERGIRL”

A crítica, dos fãs, veio em peso sobre a série. Depois do trailer de 6 minutos, as pessoas reclamaram da história parecer muito “comédia romântica” e, sim, muito “O Diabo Veste Prada” SACRILÉGIO. Porém, o que vejo, é uma série promissora. Melissa Benoist veio de “Glee”, onde interpretou a “nova Rachel”, Marley. Assim como Grant Gustin, o Flash. O que sabemos, gera um preconceito irritante sobre os atores.

Apesar disso, apenas no piloto, notamos que Melissa está comprometida. É claro, quem sabe ela ainda não tenha se dado conta da personagem que tem nas mãos e de toda a história que tem por trás de Kara Zor-El. Chloe Bennet também não tinha ao iniciar sua jornada como Skye/Daisy Johnson/Quake em “Agent’s of S.H.I.E.L.D.”, e ainda sim se tornou uma personagem indispensável galgando um posto de extrema importância na história, o que deixa Melissa com uma oportunidade ainda maior, levando em consideração o fato de que ela é a protagonista isolada da trama.

Melissa também pode fazer isso. Supergirl pode ser a precursora para grandes heróinas femininas terem destaque na TV e no cinema. Logo teremos “AKA Jessica Jones”, no Netflix, além dos filmes de solo de “Capitã Marvel” e “Mulher Maravilha”, mas, é bom lembrar que nessa fase, tudo começou com Kara Zor-El e tudo começa com Melissa Benoist. “Supergirl” é uma série que terá, assim como suas co-irmãs, adolescentes como público alvo, logo, ela é trabalhada e feita para esse grupo.

Além disso, é importante ressaltar que o machismo deve ser deixado de lado. “Melissa não é gostosa o suficiente para ser a Kara”, foi uma das frases que li recentemente, algo que também foi dirigido a Gal Gadot que viverá Mulher- Maravilha. É uma série que enaltece o “Girl Power”, ou seja, mostra a força das mulheres e mostra como elas podem sim ser grandes e fortes e não precisam da interferência dos homens para tomarem decisões. Então, no fim, elas não serem “gostosas”, não é algo relevante, se elas podem dar boas surras em alguns vilões. E Supergirl mostrou que pode fazer isso.

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Atente para o elenco: primeiro temos os pais adotivos de Kara. Helen Slater, a mãe de Kara, já é uma velha conhecida desse universo. Ela foi a Supergirl no filme de 1984 e a mãe de Clark em “Smallville”. Já Dean Cain, o pai, era Clark na série “Lois & Clark” e fez o vilão Dr. Curtis Knox, em “Smallville”. Jeremy Jordan (o Jimmy de “Smash”) faz Winslow Scott, mais conhecido nos quadrinhos como o vilão Homem-Brinquedo. Além do personagem Hank Henshaw, que nas HQs se torna o vilão Superciborgue.

O ponto é: os personagens escolhidos para aparecem no primeiro ano da série abrem um leque de possibilidades para “Supergirl”, que não foi feito em outras séries. Temos que lembrar que “The Flash” iniciou uma temporada fraca e acabou alcançando patamares de uma produção de muita qualidade, dando a Grant crédito com fãs que já pedem para vê-lo viver o Velocista Escarlate no cinema. As oportunidades para “Supergirl” são imensas. As mitologias que podem ser mostradas, os personagens que podem ser apresentados e, claro, a imensa vastidão de mundos e realidades que a série “The Flash” abriu para todos os próximos projetos da DC para a televisão, criam expectativas muito amplas do que se pode fazer com esse produto em especial.

Daqui a seis meses estreia, definitivamente, “Supergirl” e então poderemos  ver o que mais a CBS está guardando para nós. A expectativa é alta visto que Andrew Kreisberg é o criador de “The Flash” e “Arrow” e o “pai” de “Supergirl”. E sabemos o que ele fez com o Velocista Escarlate e a temporada excelente que entregou lá pros lados da The CW, assim como os três anos que vem trabalhando nas histórias de Oliver Queen e companhia. Por isso, não faça a linha revoltado, assista “Supergirl”, assista a temporada inteira, deixe-se envolver pela trama, pesquise os easter-eggs, veja as referências, conheça a fundo os personagens e suas histórias. Faça como eu fiz quando iniciei “Arrow” e acredite, o resultado é surpreendente, pois passamos a ver a série e história de uma maneira muito melhor.

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EASTER-EGG BÁSICO

– “Supergirl” se passa em uma realidade alternativa a de “The Flash” e “Arrow”, porém, para quem assiste ambas, sabe que o season finale do Velocista Escarlate trouxe a oportunidade de viagens entre as realidades e os Universos, logo, JÁ QUERO CROSSOVER COM BARRY ALLEN E OLIVER QUEEN PARA ONTEM. OBRIGADO. DE NADA.

Confere aí o trailer e, se quiser, dá uma procurada no piloto que já está zanzando por aí esperando ser baixado.

Minhas cinco queens favoritas da sétima temporada de RPDR

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Com o final da sétima temporada de RuPaul’s Drag Race se aproximando e depois de diversos momentos de raiva que passei (e, acredito, todos passamos) durante essa season conturbada e muitas vezes dita como “fraca”, o Top 4 não é, nem de longe, o que eu esperava no início dessa nova corrida. Eu não tenho certeza de quem seria meu Top 4, muito menos meu Top 3, mas aqui vão as minhas cinco queens favoritas com as quais o final da temporada seria incrível.

 

KATYA ZAMOLODCHIKOVA

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A nossa russa-que-não-é-russa conquistou o coração desse que vos escreve e de uma outra legião de fãs. Simpática, consistente, engraçada e linda, Katya foi a surpresa (pelo menos para mim) da Season 7. Nos primeiros trailers eu não acreditava muito nela e jamais poderia imaginar que ela cairia na minha graça, felizmente isso aconteceu e pude ver tudo que KATERINA PETROVA ZAMOLODCHIKOVA tinha à mostrar (apesar de achar que não vimos nem metade do que o furacão russo tinha)

Infelizmente ela não chegou ao Top 3, mas acredito que seja dela o posto de Miss Congeniality da temporada.

 

VIOLET CHACHKI

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Confesso que não era fã da Violet no início da temporada. Acreditem em mim, eu gosto de uma Queen que saiba ser Shade na hora certa (saudades Bianca), mas Violet não me descia exatamente por ser Shade a todo momento.

Isso, obviamente, ficou no passado no episódio seguinte ao DESPY AWARDS em que foi eleita a “Mais Shade” da temporada e realmente me doeu perceber que ela não queria aquela posto. Depois disso foi só amor, sua interpretação de Michelle no “Ru-Hollywood Stories”, a incrível Alyssa Edwards do “Snatch Game”, a união incrível com a Max no “Conjoined Queens”, o Tango-Vogue inesquecível com a Katya em “Prancing Queens” e sua Hello Violet de “Hello, Kitty Girls” mostraram que Violet merece a coroa.

 

PEARL

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Então chegamos a Pearl. Uma das Queens mais bonitas da temporada e, diga-se, o colírio aos olhos do WorkRoom quando estava em Out of Drag. A Queen começou a temporada morna, para não dizer gelada. Pandora Boxx poderia usar sua frase (direcionada a Raven na season 2) nessa temporada, pois era fácil ver pinguins circulando o pólo de Pearl.

Mas isso ficou no passado e Pearl passou a mostrar que estava sim viva na competição após vencer o DESPY Awards. Palmas para sua interpretação de Michelle, sua Big Ang e sua união com a Trixie no “Conjoined Queens”. Pearl merece estar onde está, se merece mais do que Katya ou Max? Não sabemos, mas, para mim, ela estará no Top 3.

 

MAX

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Depois da Raven perder a coroa duas vezes na história de RuPaul’s Drag Race e Nina Flowers não vencer a season 1, não acreditava que alguma coisa fosse me chatear tanto novamente na competição. Porém, eu estava enganado. Max foi a minha Queen favorita desde o início, desde os trailers da season. Seu estilo elegante e sua desenvoltura na maioria dos desafios me fazia amá-la incondicionalmente.

Sua eliminação depois de vir tendo uma temporada consistente me doeu na alma. Vê-la ir embora e depois vê-la não voltar no desafio das “Conjoined Queens” me fez perder a fé em Mama Ru. Mas, infelizmente, nada podemos fazer, apesar disso ela segue sendo a minha Queen favorita e entra para o meu Hall da Fama que incluí uma gama grande de Queens.

 

JAIDYNN DIORE FIERCE

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É um tanto contraditório eu falar da Max e logo depois dizer que aquela que a eliminou também é uma das minhas favoritas, mas, a culpa não é dela. Jaidynn foi ótima no Lipsync e, entre nós, teria eliminado a Ginger se não tivesse a Tempest grudada nas suas costas.

Dias atrás ela me respondeu no Twitter dizendo que esperava vir ao Brasil em breve e muitos para quem mostrei falaram mal da Queen. É claro que não deixarei meu Shade transparecer ao dizer que essas pessoas apenas acham que tem propriedade para falar de uma Queen, mesmo o mundo sabendo que elas não tem… Oops, o Shade saiu. Sorry.

Por mim, Jaidynn para ontem no Brasil.

Top 5: Performances de Glee

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Com o fim da sexta e última temporada de Glee (todos choram), eu me peguei lembrando de grandes e bons momentos da série. Sua qualidade pode ter caído nos últimos tempos, mas é inegável que Glee foi um fenômeno mundial e ainda é, até hoje, um dos principais seriados musicais do mundo. Por isso, confira minha lista de cinco performances preferidas por temporada.

5 – I’LL STAND BY YOU – THE PRETENDERS

(FINN – SEASON 1)
Um momento de silêncio para Cory Monteith. Pronto.
Eu escolhi essa música da primeira temporada pelo simples e único fato de que a cenas que a ilustraram foram incríveis. Finn estava junto com Quinn enquanto essa esperava o bebê que, mais tarde, viria a se descobrir que era de Puck. No episódio tributo ao ator Mercedes deu um show ao apresentar novamente essa música, mas foi a versão original que me fez escolher para o Top 5.


4 – RAISE YOUR GLASS – PINK

(BLAINE E WARBLERS – SEASON 2)
Não é segredo para quem me conhece que Blaine Anderson é meu personagem favorito de Glee. E ao cantar uma música da minha cantora favorita ele elevou o nível de paixão que eu tenho por ele. Fora que a apresentação é incrível e digna de estar nesse Top 5.


3 – ROOTS BEFORE BRANCHES – ROOM FOR TWO

(RACHEL – SEASON 3)
Deixar o amor da sua vida ir embora para viver seu sonho em uma cidade gigantesca e maravilhosa e, pasmem, não ir junto fez de Finn o homem perfeito. Rachel entendeu isso quando o então noivo a deixou na estação de trem para Nova York para que ela começasse a 4ª temporada de Glee. Muito suor masculino saindo dos meus olhos enquanto Finn corria com o trem quando Rachel se despedia.


2 – AMERICANO / DANCE AGAIN – LADY GAGA/ J. LO

(KASSANDRA – SEASON 4)
Diva. Gostosa. Loira. Má. Kate Hudson.
Quando Rachel achava que seria a grande estrela de NYADA ao entrar na faculdade vem a sua professora de dança Kassandra July e mostrou que ela estava na cidade grande e não mais na pequena escola de Lima, Ohio. Uma mashup daqueles dignos de ver e rever.


1 – MAKE YOU FEEL MY LOVE – VERSÃO DA ADELE

(RACHEL – SEASON 5)
Ok. Esse episódio por si só já é demais e me fez chorar, literalmente, do começo ao fim. Porém, há muito mais coisa envolvida quando Rachel canta essa canção. Não é apenas a Rachel personagem que canta pela morte do Finn personagem, mas a Lea Michelle cantando e chorando pela pessoa que ela amava Cory Monteith. E o resto do Glee Club chorando. Foi uma performance incrível.


MENÇÃO HONROSA: DON’T STOP BELIEVIN’ – JOURNEY

(GLEE CLUB – SEASON 1)
Essa não é apenas uma menção honrosa, essa canção não entra na lista do Top 5 pelo simples fato de que ela está acima de qualquer outra performance de Glee. Essa é a música da qual todos os Gleeks lembram quando falam da série. Ela foi reproduzida outras duas vezes durante essas cinco temporadas, mas a original é sempre a original.

Bom, essa são as que não consigo esquecer e as acho inigualáveis.
Mas quero saber as de vocês: quais foram as performances que vocês mais gostaram e vão pra sempre ficarem na sua memória? Diga aí nos comentários.

12 queens para RPDR Allstars 2

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Estava pensando nesse texto há dias, só não havia escrito (cof cof), mas vamos lá. Com a proximidade da estreia da Season 7 de RuPaul’s Drag Race e nada de All Stars 2 antes da oitava temporada, provavelmente, decidi fazer a minha lista das 12 queens desde a Season 1 que eu gostaria que estivessem disputando a coroa novamente.

Ongina

Primeira pergunta: porque Ongina ficou de fora da Season 1 de All Stars? Não faço ideia. Teria trocado a Tammie Brown e até mesmo a Shannel por ela.
Ongina era uma das minhas favoritas na Season 1 e quando ela foi eliminada pela Bebe fiquei sem chão. Felizmente ela foi mandada para casa pela vencedora. Agora é a chance de Ongina mostrar mais e quem sabe abocanhar a coroa ou, pelo menos, ficar no Top 3 que, para mim, é seu lugar de direito.

Rebecca Glasscock

Eu sei o que todos estão pensando, mas convenhamos, toda temporada precisa de uma Queen Bitch e essa é, claramente, a função de Rebecca Glasscock. Imagine ela com as Queens de temporadas mais bem produzidas, afinal, todos sabemos que a primeira temporada foi um teste para o programa e que as grandes Drag Queen vieram depois. Além disso, Rebecca foi Top 3 de sua temporada (mesmo que isso seja questionável).

Morgan McMichaels

Morgan estava entre algumas das minhas Queens favoritas da Season 2, até fazer a Pink no Snatch Game. Triste verdade, porém, perdoei a Queen e dei meu voto de confiança pelo fato de ter decidido fazer minha cantora favorita e agora quero vê-la novamente na disputa, dessa vez mais polida. E já sabemos que Morgan é uma queen que arrasa no lipsync né? Impossível esquecer a performance de Two Of Hearts onde ela derrotou a bela Sonique.

Jessica Wild

Preciso dizer que escolher duas Queens da Season 2, sem poder escolher Jujubee e Raven foi difícil. Não simpatizo com grande parte da temporada, porém Jessica Wild é uma Queen que eu gostaria de rever. O bate-cabelo de Jessica era algo incrível e adoraria um novo desafio onde ela precisasse beber vodka durante a gravação. “Oh. I love this Absolut Aça…assa…açaíií”.

Delta Work

Primeira pergunta (parte 2): o que Mimi Imfurst estava fazendo em All Stars e por qual motivo Delta Work não estava? Juro que jamais vou entender. Bom, chegou a hora de redimir esse erro e colocar Delta no cast. Ela era uma das minhas favoritas da Season 3 e seu grupinho das Heathers era, claro, formado pelas melhores da temporada. Não há mais o que dizer é Delta no All Stars e pronto.

Shangela

Talvez eu seja crucificado por isso, mas a verdade é que Shangela mereceu esse Top 12. Eu coloquei ela aqui representando a Season 3, pois foi a temporada em que ela, de verdade, participou. Shangela, na Season 3, mostrou que evoluiu. Erros aconteceram sim, mas a primeira eliminada da segunda temporada venceu dois desafios e chegou ao Top 5 da temporada eliminando Carmen Carrera em um grande Lipsync. Por isso, Shangela merece estar no All Stars… Halleloo!

Willam

Quero deixar claro que não sou muito fã da Willam, mas não há como negar que a Queen era das boas. Claro, cometeu seus erros (vomitar no palco. Horrível, mas entrou para a história. Ser expulsa então). Apesar disso, Willam seria outra Bitch na temporada e eu iria amar vê-la nas disputas e ainda por cima na mesma temporada que Rebecca, duas bitches juntas? Quero ver o circo (e os untucked’s) pegando fogo.

Dida Ritz

SIM. EU QUERO DIDA RITZ EM ALL STARS. Dida podia deixar passar erros grotescos durante as disputas, mas eu adorava sua perseverança e a maneira como conseguiu ir adiante na competição. Além disso, seu lipsync contra a The Princess está na minha lista de favoritos e eu quero vê-la agora disputando novamente o RPDR.

Alaska

Eu, apaixonado que sou pela Sharon Nedlees, confesso que via Alaska como apenas uma Queen que achava que podia ser alguém, pois namorava a última vencedora. Como estava errado. Alaska mostrou a que veio e conseguiu mostrar seu poder sozinha. O que foi o show de comédia? Gente. Pasmo até hoje. Para mim, Alaska no All Stars era vitória certa.

Detox

Agora é a vez da Detox. A Queen sabia fazer as coisas e, para mim, era do nível da Chad Michaels na Season 5. Eu, como apaixonado que sou pela Jinkx Monsoon, fiquei feliz quando Detox foi eliminada, pois se não fosse, minha favorita teria saído, mas, apesar disso, queria tê-la visto no Top 3. Agora é a chance de colocar Detox no seu lugar de direito na realeza Drag.

Adore Delano

É mais do que óbvio que eu queira Adore Delano no All Stars, com Alaska na mesma temporada? Eu olho para o PC e não sei o que dizer, só sentir. Adore era minha favorita disparada na Season 6 e quero muito vê-la em All Stars. Mas, agora, eu me contradigo, pois com Adore na disputa, não sei mais se a vitória de Alaska seria certa. PARTY.

BenDeLaCreme

Por favor, DeLa merecia estar no Top 4 e não ter sido eliminada pela Darienne Lake. Além de linda, BenDeLa era um exemplo de que se pode vencer e de que se pode fazer as coisas darem certo. Sua história sobre sua infância me comoveu, mas esse não é o motivo para eu querer a Queen em All Stars, meu motivo é DeLa sendo uma das Queens mais bem polidas da temporada. E sua representação de Maggie Smith, BITCH, PLEASE.

Menção Honrosa: Courtney Act, Alyssa Edwards e Mariah.

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