Sobre Andrei Santos

Querendo ser escritor. Sendo um pouco cineasta. Me formando jornalista. Gaúcho, leonino, 23 anos. O adulto com alma de menino, que ama música, cinema, séries, literatura e tudo que a cultura oferece.

Escritos por: Andrei Santos:

Review: Kelly Clarkson – Piece by Piece

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Ariana Grande
Nota: 3,0

    Artista: Kelly Clarkson

    Álbum: Piece by Piece
    Gênero: Pop

Kelly Clarkson, uma das ex-participantes do American Idol que mais amamos, retorna. Depois de “Wrapped in Red” lá em 2013 (faz quase dois anos gente), ela voltou aos holofotes e mostra porque é uma das nossa artistas favoritas. Longe de grandes disputas como Lady Gaga, Madonna, Katy, Rihanna, Beyonce e afins, que hoje são as grandes do mundo pop e por quem os fãs se estapeiam.

O novo ábum, “Piece By Piece” é algo que esperávamos de Kelly. Na medida, delicioso de se ouvir e com boas amostras do poder vocal que sabemos que ela tem. Nada de extraordinário, mas sem dúvida um trabalho que não pode passar despercebido no mundo pop.

HEARTBEAT SONG: Foi o primeiro single e traz uma melodia gostosa com uma letra tão boa quanto. O clipe, por sua vez, fez jus à música. Não é algo conceitual ou uma super produção, mas cumpre o papel de ilustrar uma boa música.

INVENCIBLE: Batidas intensas da bateria, um pouco de violinos ao fundo e a voz da Kelly destacada sobre toda essa atmosfera quase lírica. Uma das canções mais poderosas do álbum, não tão deliciosa de se ouvir quanto o single, mas dá boa sequência.

SOMEONE: Então chegamos à terceira música do álbum e temos outra canção para mostrar poderes. Porém, diferente de “Invencible”, “Someone” chega com um proposta onde destaca mais a voz de Kelly com o instrumental não tão poderoso lembrando, me corrijam se estiver errado, “Because of you”.

TAKE YOU HIGH: A música já começa com algo que Taylor Swift abusou (e deu certo) no seu último ábum: sintetizadores. A música é um aumento no ritmo, porém sutilmente e tem um refrão poderoso. Não é, nem de longe, a melhor do álbum, mas cumpre o papel de manter a qualidade.

PIECE BY PIECE: Chegamos a canção que dá nome ao álbum. “Piece by Piece” completa a subida de ritmo iniciada em “Take you high” e traz uma balada gostosa de se ouvir, sem ser chiclete ao ponto de incomodar. Cumpre o papel de assinar o trabalho e mostra uma Kelly que sempre amamos sem medo de mostrar voz poderosa, mas também de saber manter o tom.

RUN, RUN, RUN: Sem dúvida minha favorita desse álbum. A canção é um cover da música do Tokio Hotel e tem a participação do John Legend. Não preciso dizer nada mais.

I HAD A DREAM: Chiclete, essa é a palavra que define “I Had a Dream”. Dá pra ver, na minha humilde opinião, um pouco da Kelly de “Breakaway”, não é uma música ruim, mas deixa a desejar depois de uma sequência de canções poderosas.

LET YOUR TEARS FALL: Deixe suas lágrimas caírem”, isso é direcionado aos haters de Kelly. Apenas isso.

TIGHTROPE: Então Kelly decide diminuir o ritmo novamente. Coloca um piano de fundo e mostra sua voz em uma balada linda de suave. Deliciosa.

WAR PAINT: De volta ao pop propriamente dito. “War Paint” traz sintetizadores, batidas animadas e uma canção digna, apenas. Uma sequência interessante para uma balada lenta como “Tightrope”, mas muito bem colocada.

DANCE WITH ME: Pop com voz poderosa e uma combinação que poderia ter dado errado, mas Kelly não deixou. O refrão é muito grudento, acredite, ainda estou cantando “C’mon and Dance With Me”, é claro que pode ser daquelas canções que você enjoa depois de três ou quatro vezes que escuta, mas por agora amei.

NOSTALGIC: “Nostalgic” me deixou exatamente isso: nostálgico. É uma canção muito Kelly início de carreira o que, obviamente, não é algo ruim, mas com a qualidade superior do álbum e uma Kelly Clarkson amadurecida e talentosa, “Nostalgic” fica um tanto perdida num mar com força suficiente para arrastá-la para o fundo.

GOOD GOES THE BYE: Não sei se sou eu, mas “Good goes the bye” está longe da qualidade do restante do trabalho. Parece que Kelly perdeu força na finaleira do processo e isso se refletiu na música que acaba se tornando maçante depois de um tempo escutando.

BAD REPUTATION: Kelly, amor, que cê fez? “Bad Reputation” teve uma sonoridade que não é ruim, mas, no meu ponto de vista destoou do restante do álbum e vir logo depois de “Good goes the bye” deixou as coisas ainda mais complicadas.

IN THE BLUE: Boa. Não é muito, mas é tudo que posso falar sobre “In the blue”, novamente fraca comparada a outras canções do álbum, mas não chega a ser uma música ruim. Ela quase encerra o álbum, mas não tapa os buracos de “Good goes the bye” e “Bad Reputation”

SECOND WIND: O álbum encerra com “Second Wind” e encerra bem apesar dos percalços do final. É uma balada com boa batida e Kelly exibindo sua voz em uma canção interessante, nada de extraordinário, mas ainda sim boa.

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Para concluir, Kelly sempre esteve fora do meio pop realeza, porém sempre foi lembrada por todos por seu talento e qualidade. O álbum está longe, convenhamos, de um Grammy e Kelly de ser tão lembrada e aclamada quanto Beyonce. Apesar disso, vejo um futuro tão bom para Kelly, não apenas por ser fã desde o início de sua carreira, mas porque eu gosto de ver o quanto algumas cantoras conseguem permanecer dentro daquilo que gostam e daquilo pelo que foram conhecidas fazendo ainda que isso lhes custe prêmios e/ou status.

Não me entendam mal, gosto de artistas que se reinventam e saem de sua zona de conforto, fato. O que não gosto são aqueles que perdem sua identidade para vender mais e Kelly não perdeu isso. Ela é se reinventou na medida e ainda assim manteve um brilho da Kelly que conhecemos após o American Idol e a qual amamos.

Fall Out Boy: o que esperar do novo álbum

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Eu, fã assumido do Fall Out Boy desde os meados do “From Under the Cork Tree”, de 2005, fiquei muito triste quando a banda anunciou uma parada após lançar o álbum “Falie a Deux”, em 2008. Para mim, a banda iria terminar e não teria mais nada de Pete e companhia. Seria outra banda que eu gostava muito que me deixaria orfão (mal sabia eu que My Chemical Romance faria isso comigo mais para frente).

Qual não foi minha surpresa quando os garotos de Chicago voltaram com tudo, quase cinco anos depois, com um álbum incrivelmente bem feito. Diferente do que era o som anterior da banda e com uma proposta, no mínimo, arriscada.

“Save Rock and Roll” chegou em 2013 com músicas que entraram na cabeça facilmente, além de parcerias inesperadas como Elton John e Courtney Love. Além de trazer a proposta de fazer um clipe para cada faixa, juntar tudo e então criar um curta metragem musical que é, para dizer o mínimo, surpreendentemente maravilhoso: a “Young Blood Chronicles”

Menos de um ano depois o FOB volta aos holofotes com um álbum novo (ao que parece eles estão compensando a parada). “American Beauty/American Psycho” é o 9º álbum da banda se contar o “Live in Phoenix”, de 2008 e o EP “My heart will always be the B-Side to my tongue”, de 2004.

A primeira faixa liberada foi “Centuries” e o que tenho a dizer sobre isso é: “Como uma banda pode fazer dois álbuns incríveis em um espaço de tempo tão curto?”. Depois veio “The Kids Aren’t Alright” e, recentemente, lançou “American Beauty/American Psycho”, que dá nome ao CD.

Apenas com essas três já dá para saber o quanto o novo trabalho vai ser bom. E, o que espero desse CD, no fim de todo esse relato? Um grande álbum de uma banda que nunca deveria ter parado de trabalhar, mas que conseguiu tirar o melhor proveito do tempo parada.

Top 3: Séries que não deveriam ter sido canceladas

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Se tem uma coisa que eu detesto é quando estou acompanhando uma série e a emissora decide cancelar a mesma, principalmente se a cancelam ainda na primeira temporada. Isso me aconteceu várias vezes nessa minha “carreira” de fã. Porém, três séries que tiveram seu fim, me deixaram muito irritado quando isso aconteceu e queria muito que todas tivessem uma segunda chance.

3ª – THE NEW NORMAL

Séries

A série da Fox criada por Ryan Murphy (de Glee e American Horror Story), teve uma temporada. A história narra a trajetória de Bryan e David, um casal gay que decide ter um filho. É aí que entra Goldie, que serve de barriga de aluguel para o casal. Com ela vem a filha Shania e a avó Jane que se juntam a hilária Rocky. A série segue todos os passos do tempo de Goldie como barriga de aluguel e fala também de preconceito de uma forma leve e bem humorada.
Sinto que deveria ter continuado, queria ver como as coisas ficariam depois, visto que durante a primeira temporada Shania, David, Goldie, Bryan, David, Rocky e até mesmo Jane acabaram por formar uma família enquanto o bebê se desenvolvia e merecia uma segunda chance para saber como seria depois da chegada da criança.

2ª – THE SECRET CIRCLE

Séries

A série criada pela autora de The Vampire Diaries tinha tudo para ser um sucesso como sua irmã, porém não foi. As bruxas e bruxos de The Secret Circle eram estilosos, jovens, bonitos e com histórias incríveis como as de TVD, mas, infelizmente, não vingaram. A história fala de Cassie, a última integrante de um clã de bruxos que, após perder a mãe em um misterioso incêndio acaba indo morar com a avó em Chance Harbor e lá as coisas começam a ficar estranhas após os bruxos unirem seu círculo de magia.
A atriz Phoebe Tolkin, que viveu Faye, hoje faz sucesso em The Originals e Britt Robertson, que fez Cassie estava em Under The Dome. A série tem um motivo, além de outros, extremamente relevante para ter uma segunda chance: a chegada dos irmãos de Cassie, outros bruxos, que compunham um clã secundário que poderia ou não ser maligno.

1ª – THE TOMORROW PEOPLE

Séries

Minha mais recente decepção por causa de um cancelamento. A série da CW falava sobre Stephen, um integrante dos “seres do amanhã”, pessoas com habilidades especiais de teletransporte, telecinese e telepatia. Ele conhece Cara e John e outros seres que vivem escondidos, fugindo da Ultra, uma organização que quer exterminá-los. A série é um remake e não teve boa aceitação na emissora.
Apesar disso, a série merecia uma segunda chance, visto que o final de temporada foi incrível. O novo poder de Stephen e mudança de lado de John foram insanidade e que poderia dar um gás genial para a série em uma segunda temporada. Infelizmente, com a grande quantidade de novos programas que a CW faz, foi melhor cancelar a fazê-la disputar espaço.

MENÇÃO HONROSA: Touch, Smash e Bloodlines (spin-off de Supernatural que nem chegou a ser iniciada).

O que achei de The Maze Runner – Correr ou morrer

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“Cruel é bom”

Em uma época em que distopias colocando adolescentes como protagonistas está em alta, vemos “Jogos Vorazes” chegando ao seu final e “Divergente” recém emergindo e galgando um sucesso tremendo. Porém, não é sobre nenhuma das duas que falarei hoje e sim sobre “The Maze Runner – Correr ou Morrer”, primeira parte da saga de James Dashner.

A história gira em torno de Thomas que, ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho. Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos.

Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar – chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo. Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito.

Fiquei muito surpreso com o nível do filme. Com tantas distopias surgindo, era de se supor que a tentativa de uma tentar ser melhor que a outra pudesse fazer a produção cometer erros. Isso não aconteceu com “Maze Runner”. Além de uma história muito bem amarrada, os cenários do labirinto são surpreendentemente bem feitos. A qualidade gráfica gera uma vertigem gigante nas cenas de ação e os Verdugos, monstro que habitam o interior do local, são realmente bem feitos.

Ponto também para as atuações de Dylan O’Brien, como Thomas e Kaya Scodelario, como Teresa, que foram muito bem e tem tudo para se tornarem os novos queridinhos dos aficionadas por distopias, agora que “Jogos Vorazes” está dando adeus. Eles têm mesmo tudo para galgar esse sucesso.

Por fim, mas não menos importante, a história excelente foi tão bem nas bilheterias que a parte dois, “Prova de Fogo”, já foi confirmada para 17 de setembro do ano que vem e partirá de onde “Correr ou Morrer” parou, ou seja, será incrível, pois o final foi muito bom. Então, é esperar para ver.

★★★★☆

TOP 3: Séries que não consigo deixar de assistir

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Séries

Você, assim como eu e assim como todos as pessoas que acompanham séries, deve ter suas favoritas. Mas, você também deve ter aquelas que, por mais que tente, não consegue abandonar de forma alguma. Seja pelos personagens, pela história ou pelas temporadas que decaem muito em qualidade. Conheçam as séries que não consigo deixar de lado.

3º – PRETTY LITTLE LIARS

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Quem acompanha as lindas mentirosas sabe que há muito tempo a série tem enrolado demais na solução de suas tramas. A cada dia é uma pessoa diferente e isso se tornou irritante, porém, é inegável que, ainda sim, seja muito difícil não se arrepiar com a abertura da série e ainda sim acompanhá-la na esperança de que as revelações comecem a aparecer.
Apesar disso, algumas vezes me pego pensando que eles devem deixar pontas soltas e ganchos para que a série continue, pois eu gosto tanto que não quero que acabe.

2º – SUPERNATURAL

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Tá aí uma série que vive relações de amor e ódio com os fãs. Muitos deixaram de assistir Supernatural depois que foram incluídos os anjos na trama. Eu, por outro lado, acompanho assiduamente. Acredito que essa adição foi muito bem pensada, pois não haveria tanta assombração e monstro para dez temporadas. Tanto que, ainda hoje, eles repetem diversos seres.
Apesar dos problemas que a trama tem tido em roteiro e tudo mais, acredito que a série está ótimo, porém, sou adepto do pensamento de que a décima temporada deve ser a última, passando disso as coisas ficarão maçantes demais.

1º – THE VAMPIRE DIARIES

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Talvez receberei pedras, mas The Vampire Diaries é o grande amor da minha vida nas séries. Apesar de ter tidos temporadas tensas em seus últimos anos, TVD foi a primeira série que acompanhei e é quase impossível me desapegar dela e de seus personagens.
Apesar disso, acredito que a série sobreviva, no máximo, até uma sétima temporada.

P.S.: Seu Spin-off incrível, The Originals, pode acabar tendo o mesmo destino se os produtores acabarem errando onde erraram em TVD. Primeira regra, matou, por favor, deixe morto.

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