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Os 10 Melhores Filmes de 2014

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2014 foi um ano bem agitado no mundo das Telonas. As Super Produções nunca estiveram tão implacáveis. O Cinema alternativo borbulhou de grandes nomes, os festivais estiveram super acirrados. O Oscar consagrou novos e grandes nomes e criou um dos maiores memes do ano. Essa é minha pequena lista do que 2014 teve de melhor no cinema Mundial.

10 -The Babadook

O representando da Categoria Terror é um filme Australiano que me causou pesadelos por longos 3 dias. Se trata de um Terror psicológico, tecnicamente falando eu achei a atmosfera dos ambientes em que o filme se passa tão sombrios quanto toda história. Um mãe e um filho por um acaso encontram um livro (bem alá “Samara” de O Chamado) que após ser lido invoca uma criatura que pretende matar seu filho. Enfim ele filme de terror bom pra mim deve botar medo, com certeza Babadook fez isso e garanto que não vai ser só em mim. O filme não estreou oficialmente no Brasil ainda, mas você acha se procurar.

9 – Boyhood – Da Infância à Juventude

Incrível seria a melhor palavra para defini-lo. O que existe de especial nesse filme? O elenco, não que seja cheio de grandes nomes, antes fosse isso durante os 12 anos de gravação de Boyhood o elenco foi o mesmo, marcando as transformações dos atores e as aplicando nos personagens, não deixando nenhuma falha durante o passar dos anos. Um filme com um enredo que mostra a realidade de algumas famílias modernas, a profundidade das pessoas normais. Um filme simples, mas extremamente satisfatório. OS: Como não amar um filme em que uma das personagens Ama Lady Gaga?

8 – Capitão America: O Soldado Invernal

Sim. Um dos melhores filmes de 2014. Enredo impecável, os efeitos simplesmente destruidores, a típica franquia de Herói que em cativou esse ano foi Capitão América. Um típico mocinho, que luta contra todos inclusive o próprio amigo. As cenas de perseguições são eletrizantes. Sem contar que qualquer filme com Scarlett Johansson deve ser exaltado por ter em seu elenco tamanha beleza. Como um filme de ação nato ele cumpre seu objetivo, lhe instiga até o ultimo minuto. E ainda abre todos os pontos para as possíveis continuações.

7 – Malévola

Como ignorar o que pra mim foi o melhor filme de fantasia do ano? Foi extremamente lindo. A clássica história de A Bela Adormecida está recheada de efeitos visuais estão presentes em todo o filme. E eu particularmente amo a atmosfera escura presente na Fotografia e em todo ambiente do filme. Para Completar tínhamos Lana Del Rey cantando Once Upon a Dream e Angelina Jolie no papel da grande Bruxa. O filme é um prato cheio aos olhos, contudo só senti falta do Humor comumente presente nas produções da Disney.

6 – Vidas ao Vento

A biografia de um importante engenheiro japonês que trouxe grandes avanços durante o período da Segunda Guerra Mundial. Certo como uma animação com esse tema pode estar numa lista sobre os 10 melhores filmes de 2014? Simples é uma animação do renomado Estúdio Ghibli, e ainda por cima é dirigido por Hayao Miyazaki. Particularmente as animações atuais estão muito divididas em contos de fadas e heroísmo. Vidas ao Vento é um filme delicado, tem um trilha sonora única, e acima de tudo fica próximo a Boyhood por ser um filme real, com pessoas reais. O Estúdio Ghibli ganhou Oscar de melhor animação em 2001 com um filme com o mesmo diretor. Classifica-lo como uma das melhores animações de 2014 não é um erro mas, um verdadeira ousadia. Garanto lagrimas e uma animação diferente de toda essa coisa de fantasias e poderes.

5 – Hoje eu Quero Voltar Sozinho

Já foi citado sim aqui no FP. Mas eu seria um carrasco se o colocasse na minha lista de melhores de 2014. Com a temática LGBT super em alta no Cinema Nacional, o filme segue de forma leve e delicada, com super a super atuação do protagonista que faz um garoto cego que se apaixona por seu amigo. Um filme de extrema ternura e otimismo. O Diretor encaixa tudo de forma tão natural e bonita, a fotografia do filme é toda adocicada e trilha sonora que de acordo com uma amiga é super “amorzinho”. É um filme intimo singelo e carinhoso que cativa com facilidade.

4 – Clube de Compras Dallas

Foi uma grande duvida escolher entre The Normal Heart e Clube de Compras Dallas, contudo cheguei a conclusão que Jared Letto superou muito minhas expectativas para não merecer um pequeno lugarzinho na minha lista. Não o filme não gira só entorno da AIDS. O Diretor Jean-Marc Vallée soube muito bem fazer da doença um verdadeiro plano de fundo para cada personagem e para profundidade de cada um deles. O Filme que aborda a busca pela sobrevivência no meu ponto de vista é muito mais que político ou até mesmo muito mais que um drama é um filme de Perseverança Humana, Vale ressaltar as super transformações dos atores para viverem os personagens que eram diagnosticados com a doença e lutarem para que as medicações necessárias fossem usadas mesmo que pra isso fosse necessário burlar a lei. É um filme inspirador, comovente cheio de atuações incríveis até nas menores participações.

3 – O Grande Hotel Budapeste

A Estética desse filme é incrível, é de arrepiar só de se lembrar. Temos uma história dentro de uma história dentro de outra história e isso em nenhum momento prejudica o enredo. Pra mim um filme só é bom quando você se apega aos personagens. Wes Anderson sabe fazer isso como ninguém, um cenário incrível, fotografia com atenção especial à Simetria (traço clássico em grande maioria dos filmes do Diretor), figurino incrível. É um daqueles filmes que simplesmente traz nostalgia para qualquer um que assiste.

2 – A Esperança (Parte 1)

É difícil falar desse filme sem me empolgar. Primeira parte do capitulo final da Saga Jogos Vorazes, foi um grande sucesso. É necessário entender que não é só um filme de saga adolescente, existe um crítica por traz dele, uma sensibilidade velada pelos protagonista e pela EXCELENTE Trilha Sonora. O filme abandona as grandes arenas e batalhas para introduzir o psicológico dos personagens após os últimos acontecimentos. Claro que alguns pontos foram apagados na adaptação do livro para o filme, contudo nada realmente comprometedor. Jennifer Lawrence sendo feroz e mostrando a fragilidade de sua personagem é o ponto auto do filme. A Trilha Sonora foi realmente a cereja no topo do bolo, Lorde soube fazer com maestria e transmitir toda a tensão, dor e conflito desse primeiro capitulo em suas canções. Aguardamos agora a Parte 2.

1 – 12 Anos de Escravidão

Eu tenho um experiência muito especial com esse filme. E o considero o melhor por inúmeros motivos. O que me levou a assisti-lo foi a presença de Sarah Paulson, mas os motivos para eu adora não se dão só a presença da querida e imortal Lana Banana. Não achei um adjetivo que simplesmente fosse ao nível para classifica-lo. A Direção é uma das poucas que me comoveu, cativou instantaneamente Steve McQueen sempre foi muito talentoso, mas em 12 anos de escravidão ele chegou ao ápice de seu talento. É um filme tocante que traz a querida e linda Lupita Nyong’o, Michael Fassbender, e o incrível (me arrepio só de escrever e lembrar todas as cenas) Chiwetel Ejiofor. A fotografia do filme é impecável, sem nada de excêntrico clássica, esbanja com perfeição o clima de cada local citada nos livros. 12 anos de escravidão não é um filme em que só se assiste é um filme que se sente, que se comove e que se envolve sendo o melhor de 2014.

Bônus: Yves Saint Laurent

Aos amantes do Mundo da Moda um prato cheio, recheado de fotografia de extrema qualidade, atuações marcante, Um Figurino ao nível do titulo do filme, a uma trilha sonora que se encaixa como uma luva no enredo. A Direção é o ponto auto do filme pra mim, Jalil consegue se aprofunda no grande estilista e em cada desfiladeiro e trauma do grande ícone que ele foi e sempre será. Um filme Fashion, um filme sensível, meu filme preferido de 2014.

Foi um grande ano para o cinema! Com filmes que foram realmente incríveis mesmo não entrando para lista com Os Guardiões da Galáxia, The Normal Heart, Frozen – Uma Aventura Congelante, Ninfomaníaca 1 e 2, Ela, Interestelar, Mommy e Garota Exemplar, Anabelle, Será Que?, A Culpa é das Estrelas entre tantos outros. O ano se despede agradando com satisfação a todos os gostos, desde os mais populares até os mais alternativos e com isso aguardamos que 2015 seja tão cheio de grandes filmes quando seu antecessor. Que o Oscar esteja tão incrível quando ultimo.

Feliz Ano Novo a todos amantes da Sétima Arte.

Top 3: Séries que não deveriam ter sido canceladas

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Se tem uma coisa que eu detesto é quando estou acompanhando uma série e a emissora decide cancelar a mesma, principalmente se a cancelam ainda na primeira temporada. Isso me aconteceu várias vezes nessa minha “carreira” de fã. Porém, três séries que tiveram seu fim, me deixaram muito irritado quando isso aconteceu e queria muito que todas tivessem uma segunda chance.

3ª – THE NEW NORMAL

Séries

A série da Fox criada por Ryan Murphy (de Glee e American Horror Story), teve uma temporada. A história narra a trajetória de Bryan e David, um casal gay que decide ter um filho. É aí que entra Goldie, que serve de barriga de aluguel para o casal. Com ela vem a filha Shania e a avó Jane que se juntam a hilária Rocky. A série segue todos os passos do tempo de Goldie como barriga de aluguel e fala também de preconceito de uma forma leve e bem humorada.
Sinto que deveria ter continuado, queria ver como as coisas ficariam depois, visto que durante a primeira temporada Shania, David, Goldie, Bryan, David, Rocky e até mesmo Jane acabaram por formar uma família enquanto o bebê se desenvolvia e merecia uma segunda chance para saber como seria depois da chegada da criança.

2ª – THE SECRET CIRCLE

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A série criada pela autora de The Vampire Diaries tinha tudo para ser um sucesso como sua irmã, porém não foi. As bruxas e bruxos de The Secret Circle eram estilosos, jovens, bonitos e com histórias incríveis como as de TVD, mas, infelizmente, não vingaram. A história fala de Cassie, a última integrante de um clã de bruxos que, após perder a mãe em um misterioso incêndio acaba indo morar com a avó em Chance Harbor e lá as coisas começam a ficar estranhas após os bruxos unirem seu círculo de magia.
A atriz Phoebe Tolkin, que viveu Faye, hoje faz sucesso em The Originals e Britt Robertson, que fez Cassie estava em Under The Dome. A série tem um motivo, além de outros, extremamente relevante para ter uma segunda chance: a chegada dos irmãos de Cassie, outros bruxos, que compunham um clã secundário que poderia ou não ser maligno.

1ª – THE TOMORROW PEOPLE

Séries

Minha mais recente decepção por causa de um cancelamento. A série da CW falava sobre Stephen, um integrante dos “seres do amanhã”, pessoas com habilidades especiais de teletransporte, telecinese e telepatia. Ele conhece Cara e John e outros seres que vivem escondidos, fugindo da Ultra, uma organização que quer exterminá-los. A série é um remake e não teve boa aceitação na emissora.
Apesar disso, a série merecia uma segunda chance, visto que o final de temporada foi incrível. O novo poder de Stephen e mudança de lado de John foram insanidade e que poderia dar um gás genial para a série em uma segunda temporada. Infelizmente, com a grande quantidade de novos programas que a CW faz, foi melhor cancelar a fazê-la disputar espaço.

MENÇÃO HONROSA: Touch, Smash e Bloodlines (spin-off de Supernatural que nem chegou a ser iniciada).

O que esperar de American Horror Story: Freak Show

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A queridinha do publico Cult das séries está voltando com sua 4° Temporada que promete ser a mais assustadora e selvagem temporada de todas: American Horror Story – Freak Show estreia dia 08 de Outubro na Fox se existe alguma duvida sobre assistir ou não, nós vamos exterminar todas!

American Horror Story: Freak Show começa seu conto na sonolenta e tranquila aldeia de Jupiter, na Flórida. O ano é 1952. Uma trupe de curiosidades acaba de chegar à cidade, coincidindo com o estranho aparecimento de uma entidade maligna que selvaticamente ameaça a vida dos freaks e dos habitantes da cidade. Esta é a história dos artistas em sua jornada desesperada pela sobrevivência em meio ao mundo agonizante da experiência carnavalesca Americana.

A sinopse acima deixa os fãs e até daqueles que não conhecem a série com um gostinho de quero mais na boca. Criada por Ryan Murphy, American Horror Story ou AHS, está em sua 4° Temporada com mais um novo enredo o “Show de Aberrações”. Temos Jessica Lange, Kathy Bates, Matt Bomer, Angela Basset e Patti LaBelle tá bom pra vocês? Essa é só uma parte do super elenco que ainda é composto por figurinhas carimbadas das outras temporadas como Evan Peters, Sarah Paulson Frances Conroy e Denis O’Hare.

AHS é marcada por algumas características que os fãs esperam todos os anos: os teasers que são o estopim para a histeria dos fanáticos pelas séries. Dessa vez, trouxe várias pernas, palhaços, cabeças, línguas bifurcadas, mulheres dentro de gaiolas e tudo sempre emoldurado pelo lindo, digo, sinistro mundo do circo. Bem a clássica figura de terror deste ano será Twisted Clown, um palhaço assassino que irá por em risco todos os Freaks. Ele será interpretado por Jonh Carroll Lynch e de acordo com as mais recentes entrevistas até pessoas da produção tem tido pesadelos com o que Ryan denominou como “O Palhaço mais Assustador de todos os tempos”. Teremos os clássicos episódios de Halloween chamados respectivamente de “Edward Mordrake, Pt. 1“ e “Edward Mordrake, Pt. 2“ (para os mais ansiosos não colocaremos muitos spoilers, mas uma pesquisa no Google sobre Edward Mordrake revela bastante.) E como Freak Show está bem próxima do período de tempo em que Asylum foi ambientada (1970) teremos a volta de uma das personagens mais queridas Pepper (Naomi Grossman) e também dos números musicais de Jessica Lange.

Falando em música assunto que nós do Fruto Proibido adoramos, recentemente uma Fã tuitou para Ryan dizendo que não assistiria a temporada por estar apavorada como Palhaço Twisted, ele em resposta disse se ela não gostaria de ver Jessica Lange cantando uma canção de Lana Del Rey? Quais são suas apostas sobre tal canção? Nós adoraríamos e ainda tem mais: algumas fontes dizem que Jessica canta no primeiro episódio Life on Mars do David Bowie. Não podemos esquecer de citar Melanie Martinez que viralizou nas ultimas semanas nas redes sociais com sua canção “Carousel” que fez parte da trilha sonora do primeiro Promo oficial que mostrava algum dos personagens principais junto com suas peculiaridades. A musica é incrível e traz aquele mundo bem circense entoando pela voz super fofa da cantora que lança o clipe da canção na mesma data de estreia da série.

Tão perto da estreia, os teasers e as promos para vocês conferirem os últimos detalhes. Contudo AHS: Freak Show só chega à Fox Brasil em Janeiro de 2015. Aos mais ansiosos, nada que uma busca em sites de séries online não os acalme. Ontem tivemos a premieré da série em Nova York, e sabemos que Ryan nunca traz somente o enredo, e sim toda uma experiência sobre o mundo de cada temporada, em Freak Show a Fox libera pequenos vídeos em que os atores contam parte de suas experiências e suas vidas cada qual com sua característica antes e durante a série.

Já os Fãs participam todos os anos da famosa experiência real sobre AHS, que na sua primeira temporada levou alguns fãs a casa assombrada por espíritos, logo depois ao sanatório vivendo como verdadeiros pacientes e ano passado vivenciaram a encenação de ritos e sacrifícios do Coven. Esse ano algumas informações sobre o Show de Aberrações promete deixar os sortudos de cabelo em pé.
American Horror Story: Freak Show promete um elenco de matar, fotografia e efeitos especiais de primeira qualidade, posters cheio de anomalias e cor, trilha sonora estonteante e sustos acompanhados do que promete ser a melhor temporada de todos os tempos. Nós estamos super ansiosos por AHS: Freak Show e vocês?

 

Gabriel Félix
Aspirante a escritor, emocionalmente vintage, Mineiro, leonino, 16 anos. Apaixonado por musica, livros, moda, filmes e séries, fotografia e teatro.

 

O que achei de The Maze Runner – Correr ou morrer

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“Cruel é bom”

Em uma época em que distopias colocando adolescentes como protagonistas está em alta, vemos “Jogos Vorazes” chegando ao seu final e “Divergente” recém emergindo e galgando um sucesso tremendo. Porém, não é sobre nenhuma das duas que falarei hoje e sim sobre “The Maze Runner – Correr ou Morrer”, primeira parte da saga de James Dashner.

A história gira em torno de Thomas que, ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho. Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos.

Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar – chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo. Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito.

Fiquei muito surpreso com o nível do filme. Com tantas distopias surgindo, era de se supor que a tentativa de uma tentar ser melhor que a outra pudesse fazer a produção cometer erros. Isso não aconteceu com “Maze Runner”. Além de uma história muito bem amarrada, os cenários do labirinto são surpreendentemente bem feitos. A qualidade gráfica gera uma vertigem gigante nas cenas de ação e os Verdugos, monstro que habitam o interior do local, são realmente bem feitos.

Ponto também para as atuações de Dylan O’Brien, como Thomas e Kaya Scodelario, como Teresa, que foram muito bem e tem tudo para se tornarem os novos queridinhos dos aficionadas por distopias, agora que “Jogos Vorazes” está dando adeus. Eles têm mesmo tudo para galgar esse sucesso.

Por fim, mas não menos importante, a história excelente foi tão bem nas bilheterias que a parte dois, “Prova de Fogo”, já foi confirmada para 17 de setembro do ano que vem e partirá de onde “Correr ou Morrer” parou, ou seja, será incrível, pois o final foi muito bom. Então, é esperar para ver.

★★★★☆

A Rhythm Nation de Janet Jackson

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Janet Jackson

O ano era 1989 e Janet Jackson lançava uma relíquia intitulada ‘Janet Jackson’s Rhythm Nation 1814’. Eu me lembro da primeira vez que escutei o álbum, e pensei: “o que é isso?”. As melodias eram completamente diferentes do que eu já tinha ouvido, pareciam remixes com batidas fortes e alguns vocais distorcidos. Sensacional!

Todo esse som era uma mistura do new jack swing com o R&B, que mais tarde se popularizaria com o disco Dangerous, do seu irmão, Michael Jackson. As letras – na primeira parte do álbum – falam principalmente sobre injustiças sociais. Racismo e até capitalismo são tratados e colocados de uma forma para que todos possam compreender (alguns exemplos: Rhythm Nation, State Of The World e The Knowledge). Já na segunda parte quando Janet diz: “Get the point? Good, let’s dance!”, você sabe que não conseguirá ficar parado (Miss You Much, Alright e Black Cat exemplificam isso)! E para fechar com chave de ouro, somos presentados com três lindas baladas: Lonely, Come Back To Me e Someday Is Tonight. Inclusive Come Back To Me fez muito sucesso no Brasil.

Uma música em especial, Escapade, merece uma atenção maior. É a melhor música do álbum, e com certeza uma das melhores da carreira da cantora. Ela contém sintetizadores bem sonorizados e uma letra fofinha.

O sucesso de Rhythm foi tão grande, que ele foi considerado o álbum do ano, colocando sete músicas no top 5 da Billboard, e vendendo mais de 15 milhões de cópias mundialmente.

Se você está à procura de um bom som, lhe recomendo este CD. Cada música é única, valendo a pena rodar pelas vinte faixas!

E como Janet bem diz: ‘Nós fazemos parte da NAÇÃO DO RITMO’!


Janet Jackson’s Rhythm Nation 1814 (1989)
1. “Interlude: Pledge”
2. “Rhythm Nation”
3. “Interlude: T.V.”
4. “State of the World”
5. “Interlude: Race”
6. “The Knowledge”
7. “Interlude: Let’s Dance”
8. “Miss You Much”
9. “Interlude: Come Back”
10. “Love Will Never Do (Without You)”
11. “Livin’ in a World (They Didn’t Make)”
12. “Alright”
13. “Interlude: Hey Baby”
14. “Escapade”
15. “Interlude: No Acid”
16. “Black Cat”
17. “Lonely ”
18. “Come Back to Me”
19. “Someday Is Tonight”
20. “Interlude: Livin’…In Complete Darkness”

Carlos Paranhos
Um futuro jornalista de 18 anos. Pisciano fascinado por cinema, música, e arte pop em geral. Tentando ser a mudança que quero ver no mundo.

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