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TOP 3: Séries que não consigo deixar de assistir

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Você, assim como eu e assim como todos as pessoas que acompanham séries, deve ter suas favoritas. Mas, você também deve ter aquelas que, por mais que tente, não consegue abandonar de forma alguma. Seja pelos personagens, pela história ou pelas temporadas que decaem muito em qualidade. Conheçam as séries que não consigo deixar de lado.

3º – PRETTY LITTLE LIARS

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Quem acompanha as lindas mentirosas sabe que há muito tempo a série tem enrolado demais na solução de suas tramas. A cada dia é uma pessoa diferente e isso se tornou irritante, porém, é inegável que, ainda sim, seja muito difícil não se arrepiar com a abertura da série e ainda sim acompanhá-la na esperança de que as revelações comecem a aparecer.
Apesar disso, algumas vezes me pego pensando que eles devem deixar pontas soltas e ganchos para que a série continue, pois eu gosto tanto que não quero que acabe.

2º – SUPERNATURAL

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Tá aí uma série que vive relações de amor e ódio com os fãs. Muitos deixaram de assistir Supernatural depois que foram incluídos os anjos na trama. Eu, por outro lado, acompanho assiduamente. Acredito que essa adição foi muito bem pensada, pois não haveria tanta assombração e monstro para dez temporadas. Tanto que, ainda hoje, eles repetem diversos seres.
Apesar dos problemas que a trama tem tido em roteiro e tudo mais, acredito que a série está ótimo, porém, sou adepto do pensamento de que a décima temporada deve ser a última, passando disso as coisas ficarão maçantes demais.

1º – THE VAMPIRE DIARIES

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Talvez receberei pedras, mas The Vampire Diaries é o grande amor da minha vida nas séries. Apesar de ter tidos temporadas tensas em seus últimos anos, TVD foi a primeira série que acompanhei e é quase impossível me desapegar dela e de seus personagens.
Apesar disso, acredito que a série sobreviva, no máximo, até uma sétima temporada.

P.S.: Seu Spin-off incrível, The Originals, pode acabar tendo o mesmo destino se os produtores acabarem errando onde erraram em TVD. Primeira regra, matou, por favor, deixe morto.

No iPod: Meghan Trainor – All About That Bass

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Uma fofinha vem chamado à atenção dos charts nos últimos meses, principalmente do complicado mercado norte-americano. Meghan Trainor é uma cantora estadunidense de vinte anos, que há algum tempo atrás, lançou uma delícia chamada ‘All About That Bass’. A música serve como crítica a quem acha que para ter beleza e gingado tem que ser tamanho 36!

“Porque cada centímetro de você é perfeito / De baixo até o topo” são um dos versos entoados na música, que apesar de parecerem clichês, se encaixam perfeitamente com a mensagem que é passada. A canção já tem feito um burburinho, morando no topo cinco do iTunes desde seu lançamento, além de ficar na posição #4 da Billboard.

Então se mexa, porque Meghan está trazendo as curvas e o boom boom de volta!

Carlos Paranhos
Um futuro jornalista de 18 anos. Pisciano fascinado por cinema, música, e arte pop em geral. Tentando ser a mudança que quero ver no mundo.

Resenha: “Quem é você, Alasca?”, de John Green

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Foto: Google - Se essa foto for sua, entre em contato

Dias atrás fui à Sebo Só Ler de Porto Alegre. Lá, troquei alguns livros e encontrei o maravilhoso “Quem é você, Alasca?” do escritor norte americano John Green – para quem não vive nesse mundo e não conhece, o cara que escreveu “A Culpa é das Estrelas”. Eu estava atrás deste livro em especial havia algum tempo e ao consegui-lo desisti de outras leituras, caindo no universo de Green.

A trama narra a história de Miles Halter, um garoto da Flórida viciado em “célebres últimas palavras” que decidi ir para a escola interna Culver Creek, no Alabama em busca do seu “Grande Talvez”. Chegando lá conhece Coronel, que acaba por ser seu primeiro amigo de verdade e a bela e enigmática Alasca Young. Miles, que sempre foi CDF e contido se vê em um universo totalmente diferente. Aprendendo que a vida é muito mais do que ele sempre imaginou e que ele está muito perto de encontrar seu “Grande Talvez”.

É incrível como muitos de nós podem se identificar com Miles e, ao mesmo tempo, querer ser Alasca. A garota imprevisível, impulsiva e enigmática é o revés de muitos – o meu, inclusive -, ela sabe o que quer. É dela as duas frases mais interessantes – na minha humilde opinião, durante o livro: “vocês fumam por prazer. Eu fumo para morrer”. Em outro momento, Alasca cita as últimas palavras do General Simón Bolívar, no livro “O general no seu labirinto”, de Gabriel García Marquez: “como sairei deste labirinto?”, pergunta essa que paira pelo livro.

A divisão em duas partes, em que Miles mostra como era antes e depois de Alasca, é uma sacada muito boa de Green. Mostrar como você pode ser antes que alguém mude sua vida e o que você se torna depois. Esse foi o primeiro romance do autor. Muito antes de trazer “A Culpa é das Estrelas” ou “Cidades de Papel” ao mundo, ele já trazia uma história que te faz ir dos risos às lagrimas com uma facilidade sublime.

O livro está para se tornar filme, acredito que demoraram para que isso acontecesse. Depois de perceber que sabem adaptar John Green para o cinema, pela excelente adaptação de “A Culpa é das Estrelas”, meu coração bate forte sempre que vejo uma notícia sobre esta história em especial. Ainda não tem nada definido, além da roteirista que será Sarah Polley. É esperar para ver.

★★★★★

A Dama Fatal de 2014: Eva Green

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Aos queridinhos da 7ª Arte o trocadilho foi um tanto quanto bem pensado já que o filme Sin City: A Dama Fatal, que estreia em agosto é só mais um dos trabalhos que me fazem acreditar que você deve saber um pouco mais sobre Eva Green.

“Eva Green é tão linda que chega a ser indecente.”
-Bernardo Bertolucci, que a lançou para o estrelato em 2003.

Geminiana, nascida em Paris Eva Gaëlle Green, ou somente Eva Green é a nova queridinha do cenário “Cinema-Tv” 2014. Com 34 anos, filha da Atriz Marlène Jobert com dentista Sueco Walter Green passou boa parte de sua infância na Terra da Rainha. Quando com 14 anos sua veia artística floresceu após assistir o filme A História de Adele H, resolveu seguir os passos de sua mãe se tornando atriz dos palcos e se polindo aos poucos. Mas foi somente com 23 anos que Bernardo Bertolucci lançou Eva como sua Lolita sensual no filme Os Sonhadores (vale a pena conferir) que causou polêmica por suas inúmeras cenas de nudez a alfinetadas peculiares ao cinema Americano, que ficou chocado com o erotismo do filme.

Em 2007 ela tem o ápice para ser condensar como Sex Symbol chegando ao estrelato internacional como Bond Girl em Cassino Royale, ser extremamente sexy e envolvente não foi tarefa difícil pra Eva e seu vestido Berinjela numa das melhores cenas do filme onde contracenava com o Ator Daniel Craig. No mesmo ano atuou ainda com ele em A Bússola de Ouro. Em 2012 contracenou com Johnny Depp no divertidíssimo ‘Sombras da Noite’. Onde Interpretou uma bruxa com as suas madeixas loiras e com um clássico batom vermelho que enchia cada cena obscura dos clássicos filmes de Tim Burton.


Tendo mais alguns trabalhos em todo esse tempo foi em 2014 que Eva Green realmente se tornou figurinha carimbada nas grandes produções. Primeiro em 300: Ascensão de um Império interpretando a poderosa Artemisia. Mas minha atenção realmente foi capturada quando Penny Dreadfull foi lançada, a série trouxe Eva Green como protagonista, consagrando-à de uma vez por todas como uma majestosa figura das artes dramáticas. Eva Green nasceu para ser Bruxa Sombras da Noite foi um verdadeiro aperfeiçoamento para que futuramente o denso enredo de Penny Dreadfull do canal Showtime, mas que é exibida pela HBO no Brasil lhe caísse como uma luva. Ela é a misteriosa Vanessa Ives que em uma Londres suja e escura de um século passado, lida com forças sobrenaturais e criaturas sombrias de toda a natureza. Pra os amantes de Antologias do Terror clássico bordado por um enredo Psicossexual como eu, a série é um prato cheio, já no cenário mundial e no ponto de vista dos Críticos a série ”Lacrou” a concorrência do primeiro Semestre.

Eva Green ainda tem o lançamento do polemico Sin City: A Dama Fatal, onde o cartaz foi censurado por conter a moça seminua. Penny Dreadfull depois de ser aclamada pela critica e pelos Fãs tem sua Segunda Temporada confirmada. A mais recente novidade aos fãs da atriz é a possibilidade de estrelar ‘O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares’ dirigido por Tim Burton, previsto para chegar aos cinemas em 2015. A Atriz ainda é musa do Calendário Campari 2015 uma das obras artísticas mais badaladas e exclusivas do mundo da Moda.


Amada por grifes como Armani, Christian Dior e Lancôme,  classificada como a 4° maior Bond Girl de todos os tempos pela revista Entertainment Weekly. Queridinhas de nomes como Tim Burton e Tarantino, ovacionada pela crítica, compositora de musicas em Flauta e Piano. a moça é sinônimo de bom gosto, estilo e beleza. Eva Green é um pacote completo, peculiar e extremamente raro nos tempos de estrelas vazias nas grandes telas.

Se talvez todos os motivos listados acima não o tenha convencido de que ela é o grande nome de 2014, faça por si mesmo e confira o trabalho da francesa e tire suas conclusões. Sobre 2015 posso garantir que você ainda vai ouvir muito o nome de Eva Green (se pronuncia gren não grin ok?).

 

Gabriel Félix
Aspirante a escritor, emocionalmente vintage, Mineiro, leonino, 16 anos. Apaixonado por musica, livros, moda, filmes e séries, fotografia e teatro.

 

O terceiro álbum

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Bons artistas sempre tentam expressar suas emoções, mas isto não é muito fácil no começo de carreira. Há pressão da gravadora, e até do público para que eles continuem seguindo na mesma linha e ‘hitando’. Até que chega o terceiro álbum, quando os mesmos já têm fãs e nome de peso: a combinação perfeita para finalmente cantar o que sentem. E para falar a verdade, esses são os melhores. Vamos ver alguns exemplos?

BRITNEY SPEARS - BRITNEY (2003)
Cansada de ter a sua imagem igualada a de uma menina pura e virgem, Britney decide lançar seu terceiro álbum de estúdio e contrariar tudo. ‘I’m A Slave 4 U’, o primeiro single, veio para demonstrar que ela não estava de brincadeira. Uma música e vídeo sexys fizeram parte da promoção, além de uma icônica performance no VMA da mesma segurando uma cobra. Outras canções pessoais como ‘I’m Not A Girl, Not Yet A Woman’ e ‘Overprotected’ estavam no pacote, dando a cantora uma visão mais madura.

MADONNA – TRUE BLUE (1986)
Um marco da cultura pop! Madonna nunca foi uma ‘ratinha de gravadora’, mas foi com esse álbum que ela evoluiu para ser a Rainha que é. ‘Open You Heart’, ‘Papa Don’t Preach’ e ‘Live To Tell’ se tornaram clássicos, contendo letras pessoais e controversas. Tem como não deixar de citar?

MICHAEL JACKSON – BAD (1987)
Se contarmos o ‘Off The Wall’, como o primeiro álbum solo do Michael (pois todos os outros ainda vinham com o selo dos Jackson 5), ‘Bad’ é seu terceiro álbum, e o mais autoral. Nove das onze faixas do disco foram escritas pelo cantor, demonstrando sua visão do mundo, o amor e suas excentricidades. ‘Leave Me Alone’ é um grande exemplo disso. A faixa título, ‘Man In The Mirror’, ‘The Way You Make Me Feel’, ‘I Just Can’t Stop Loving You’ e ‘Dirty Diana’ foram direto para o topo, fazendo do disco outro clássico.

LADY GAGA – BORN THIS WAY (2011)
O mais recente dos citados, mas não menos importante. O álbum veio com uma missão de espalhar a tolerância sexual, religiosa e racial. Além disso, expressa dores e alegrias vividas pela artista ao longo de sua jornada até a fama. ‘Born This Way’, ‘Hair’ e ‘The Edge Of Glory’ são destaques.

Poderíamos citar álbuns como: ‘Control’ da Janet Jackson (1986), ‘I Am… Sasha Fierce’ da Beyoncé (2008), ‘Unbroken’ da Demi Lovato (2011), e outros.

E vocês, conhecem algum? Comentem!

Carlos Paranhos
Um futuro jornalista de 18 anos. Pisciano fascinado por cinema, música, e arte pop em geral. Tentando ser a mudança que quero ver no mundo.

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