Crítica

Review: Ariana Grande – My Everything

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Ariana Grande
Nota: 5,0

    Artista: Ariana Grande

    Álbum: My Everything

    Gênero: Pop

Antes de começar a ler essa resenha, gostaria que você soubesse que:

1) O FrutoProibido.Org nunca foi, e nunca será um portal sobre música com a obrigatoriedade de se manter imparcial ou de contar com especialistas no assunto. É um blog onde a nossa opinião prevalece acima de tudo. Você não precisa concordar, mas já fique sabendo que é o que, eu e meus colaboradores pensamos.

2) Quem acompanha o blog sabe muito bem que sempre postei essas resenhas com o intuito de, apenas, compartilhar minha opinião e criar debates sobre as postagens. Não sou formado em música e divido o que sinto ao ouvir os trabalhos de meus artistas favoritos.

3) E pra finalizar, não recebi nenhum feedback negativo sobre isso, mas estou preparando vocês para essa postagem sobre o álbum novo da Ariana Grande, que não me agradou como um todo. Leia abaixo e saiba por quê.

Ariana Grande não é uma diva. Ainda! Mas canta como uma e vende como dez. Conquistando fãs com uma facilidade incrível, a menina pode até ser nova no showbizz, mas acredito que seu “balacobaco” é tudo que já estamos cansados de “ver” em outros nomes consagrados.

Incomodando com seu visual cansado, Ariana é chamada de cópia por uns e outros; mas é impossível não a chamar de pequena notável. De mansinho conquistou seu espaço e fez jus ao seu sobrenome: com um timbre poderoso que espanta as adeptas do playback e autotune.

Bom, já havia ouvido Ariana Grande de seu primeiro trabalho e confesso que não havia achado nada de especial. Para mim soava mais um álbum rnb de uma Mariah qualquer. O destaque veio quando seu nome começou a ser associado com a loira queridinha do momento: Iggy Azalea. Um dueto entre as duas sairia em alguns dias e até parecia ser algo interessante.

Quando tocou “Problem” pela primeira vez em um show da Ariana, um fã gravou a apresentação e no mesmo momento colocou no youtube. Pirei quando ouvi. Não que desse para ouvir muito da música, mas o que dava para ouvir, soava com uma batida pop dance diferente. Após algumas semanas o single saiu e uma porta se abriu para Ariana Grande.


Seu nome rodou o mundo e caiu nas graças de muita gente. A música alcançou o #1 em diversos países e se deu bem, ficando em boas posições rendendo às duas cantoras uma repercussão gigantesca. Só se falava em “Problem”. Só se cantava “Problem”. Concluí que Ariana merecia uma chance, pois saiu de sua zona de conforto e foi parar diretamente nas pistas de dança.

“Ari” não podia ficar presa em “Problem” e aproveitou a onda do mar para pescar mais peixes. Produzida pelo top Dj Zedd, “Break Free” foi lançada na internet e o resultado foi estrondoso. Uma mistura de pop com synth e um dub, fizeram com que aqueles que não tinham se rendido a Ariana, dançarem freneticamente. A faixa teve um desempenho tão bom que ganhou um clipe. Não o melhor da história pop, mas um dos mais decepcionantes. Teve gente que gostou, mas…


Enfim, depois de dois hits esmagadores, eu na minha inocência esperei que seu álbum fosse uma continuação das músicas anteriores e para minha surpresa, não foi. Ouvi o álbum todo esperando mais músicas pop dançantes e menos músicas que me fizessem querer mudar de faixa. Ficamos empolgados com o início do álbum e depois da faixa 5 a empolgação vai se acabando e se tornando em um momento aconchegante.

“One Last Time” é uma baladinha certeira. No ponto! Essa fórmula funciona e com uma letra intimista. O refrão tem uma batidinha pop que gruda. Assim como na seguinte, “Why Try” que é o pop que tem uma pitadinha do rnb, mas o teclado bem intenso toma conta. O timbre está perfeito e com um tom que ora está grave, ora está agudo. Destaco também “Love Me Harder” por ser outra faixa que devia ter sido replicada pois começa tranqüila e explode com um refrão hipnótico.

“Best Mistake” é excelente. Se não tivesse tanta referência pop, eu até diria que é um rnb contemporâneo. O feat. de Big Sean só complementa a canção porque ela está tendo um relacionamento com ele, senão eu iria dispensar. Assim como “Just a Little Bit of Your Heart” e “My Everything” que apesar de obterem o máximo do potencial vocal de Ariana, não me impressionam como um todo. Não me deixa com nenhum sentimento de novidade.

“Be My Baby”, “Hands On Me” e “Break Your Heart Right Back” são faixas de segurança. São aquelas músicas que Ariana fez no primeiro álbum e que agradou. Mas não tiro o mérito delas, pois são o ritmo quente que o álbum precisava para cortar a atmosfera pop eletrônica. É como se fosse um balde de água fria, mas no bom sentido.


Concluo essa resenha admirando muito o talento de Ariana Grande e que achei algumas músicas interessantes, outras nem tanto. Admito que queria mais Problem e menos Be My Baby. Com o passar do tempo posso mudar de ideia, até porque tem dias que a gente quer dançar, e tem dias que queremos deitar na cama e ouvir Adele enquanto chove lá fora. My Everything pode ser tudo de bom pra Ariana, mas pra gente vai ficar sendo um my more or less, my playfair ou até mesmo, my lucky day. Enfim… temos um Problem a menos para enfrentar…

Review: La Roux – Trouble In Paradise

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Tropicaliente, Elly Jackson segue em frente e acalma nossa euforia com uma viagem no tempo, que ainda não fizemos.

La Roux
Nota: 5,0

    Artista: La Roux

    Álbum: Trouble In Paradise

    Gênero: Pop

Quando se fala em La Roux, o que vem na sua mente? Bom, na minha vem a imagem de Elly Jackson com um topete ruivo e rígido em um cenário futurístico e cheio de cores pastéis cantando a frenética “Bulletproof”. Foi assim que conheci o (até então) duo inglês que não demorou muito e dominou todo o universo indie underground, fazendo de seu primeiro álbum um sucesso entre os mais descolados. Com tal sucesso, o La Roux ganhou espaço na cena mainstream e aí foi um abraço. Todo mundo cantava loucamente os hits “I’m Not Your Toy” e “In For The Kill”.

Problemas pessoais, shows cancelados e incompatibilidade criativa fizeram com que o duo entrasse em conflito. O La Roux se separou e Elly decidiu continuar com o nome e seguir um novo horizonte musical. Cansada da batida oitentista e sintética de suas músicas, ela decidiu se inspirar em algo que lembrasse um ritmo quente e sensual, e ao mesmo tempo que se mantesse calmo e intenso. E digo que sim! Após cinco anos sem gravar material inédito, Elly conseguiu e estamos aficionados por tal trabalho.

“Trouble In Paradise” é aquele álbum que 2014 estava precisando para respirar. Em meio a essa onda pop e rnb que tomou todo nosso cenário musical, era improvável que La Roux voltaria e nos presentearia com músicas que fazem a imaginação percorrer lugares inéditos. Não brinco, a musicalidade trazida no novo cd é peculiar e inteligente. Saindo do meio retro-eletrônico, Elly busca sua paz nos gêneros tropicais e latinos dos anos 70 e no início da era disco. Prova real disso que a maioria das canções você pode perceber uma guitarra destoada a la David Bowie que encanta e faz com que a batida lenta da bateria se sobresaia sobre todo o gingado formado pelo new wave.

Com um tracklist de nove faixas, “Trouble in Paradise” parece ser uma miséria de conteúdo enquanto outros artistas se vangloriam de lançar seus álbuns contendo no mínimo vinte músicas. Mas de verdade, sou do time em que o que vale é a qualidade, quantidade nem tanto. E vamos combinar que com apenas nove músicas, esse álbum é uma abundância de qualidade.

Começa com um bloco incrível contendo “Uptight Downtown”, “Kiss And Not Tell” e a direta “Cruel Sexuality” que vão te fazer dançar tranqüilo e sem precisar bater o cabelo. Bem discreto.. sendo sexy sem ser vulgar. Seguindo a linha apresentada acima, as três são trabalhadas com new wave com destaque na tropicalidade dos anos 70. Ouça (e assista ao clipe de) “Kiss And Not Tell”.


Quando começa “Paradise Is You” você pode esquecer a sensualidade das anteriores e se jogar numa declaração de amor envolvente e que vai te fazer cantar e chorar junto. Até que a bateria novamente toma espaço, trazendo “Sexotheque” e “Tropical Chancer ” que ambas são latinas tropicais, e lembra um oásis no havaí, com palmeiras fazendo sombra na areia e cores, muitas cores, assim como na capa do álbum.

A viagem com drinks e paetês não dura muito, pois “Silent Partner” traz a influência de Michael Jackson, David Bowie e Grace Jones em uma música só. Inusitado e possível, Elly flerta num refrão oitentista chiclete e pedindo silêncio com um bate estaca bem suave no background.

Mas a cereja do bolo vem mesmo em “Let Me Down Gently” quando o álbum se tranforma em uma mistura do folk com o pop contemporâneo e com quase três minutos de música corridos, “Let Me Down Gently” acontece e mostra a que veio. BOOM. A música explode em um synthpop maravilhoso e continua com o título de melhor faixa do “Trouble”.


Depois de ser extasiado com “Let Me Down Gently”, nada mais justo que fechar a conta e lacrar com chave de ouro. “The Feeling” é áquela música que parece que veio de algum clube dos anos 80. Cheia de energia e com uma letra onde Elly diz que tem o sentimento que a pessoa estará a esperando, pois ambos tem o sentimento de se amarem. Encerra aqui o álbum e já corremos para ouvir tudo novamente.

– – – –
Concluindo, todo o tempo de espera valeu a pena. Quando Elly cantou algumas músicas do novo álbum em um show há um tempo atrás, todos vibraram e ficamos com gostinho de quero mais. Fui um dos que queria a música em alta qualidade em minha casa no mesmo minuto. O que não aconteceu, pois só pude ouvir essa onda tropical quando o álbum foi lançado.

Achei que foi um trabalho inspirador. Fazer aquilo que quer, deve, ama e pagar o preço alto. Elly não se sentiu intimidada e nem ficou presa ao som que a consagrou e sim, foi lá e fez um som novo com referências que estavam até então, esquecidas. Deu seu toque ao gênero e o trouxe com um frescor e com uma vibe atualizada. Além da estética, Elly Jackson tomou as rédeas do La Roux e fez um trabalho de aplaudir de pé. Um álbum curto para ser degustado aos poucos e sentir a essência de cada faixa com cuidado e medida.

Fica aqui a dica, pois se esse review e a classificação de cinco estrelas não forem o suficiente para você se convencer, eu sinto muito. Para todos os efeitos, há álbuns com sonoridade “atual” que irá te agradar muitíssimo. Basta clicar aqui e se agradar com algum.

Taylor Swift está de volta e “Shaking It Off”

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Dois anos depois de “Red”, Taylor Swift está de volta! A queridinha do charts está voltando com o seu novo álbum, 1989 e diz: “Estive trabalhando nele por dois anos, e gosto disso, porque é um tempo para crescer e mudar suas prioridades, seu cabelo, suas influências… E mudar sua música. Esse é oficialmente meu primeiro álbum pop.”

Figurinha carimbada em premiações e no topo da parada da Billboard a ex-cantora country vinha dando pistas que, na ultima segunda–feira (18) iria através da sua videoconferência na ABC, em parceria com o Yahoo; liberar seu novo single. Muito se falava sobre o possível adiamento do novo álbum de Taylor, já que outra estrela teen está para fazer o lançamento de seu novo álbum (Ariana Grande) que também são da mesma gravadora. Mas nada impediu aparentemente que Taylor lançasse “Shake It Off”, que é produzida por dois já conhecidos do último trabalho da loira: Shellback e Max Martin; que tem em seus currículos nomes como Britney Spears, Kesha, Katy Perry, Usher e Maroon 5, e hits como “Baby One More Time”, “Scream” e “One More Night” .

A música tem aquela clássica e gostosinha batida pop e grande destaque no trompete. Na letra, Taylor realmente brinca com a visão que as pessoas possuem dela, deixando-a realmente leve, chiclete e divertida. Com oito anos no mercado fonográfico, ela aprendeu a não se levar tão a sério e “Shake It Off” está fadada ao sucesso. Veja o clipe:

Com novo corte de cabelo e linda como sempre, Taylor disponibilizou o clipe em sua conta na Vevo e é isso: agita em vários estilos de dança, brinca no Ballet, se sente no Hip Hop, vai de Contemporânea á Líder de Torcida, Ginástica Rítmica ao Eletro e se rende até ao queridinho do momento, o Twerk! Simplesmente se divertindo e sendo Taylor em todas as caracterizações, a sutileza e descontração presente faz você perder a conta de quantas vezes assistiu o clipe e até pode se pegar dançando.

Seja conhecida por seus inúmeros namorados famosos, seus milhares de prêmios (mais de 150 indicações), sua carreira de sucesso, sua beleza indiscutível, seu talento como cantora ou compositora, sua paixão pelos fãs ou pelas suas turnês de sucesso, Taylor Swift está de volta mais Pop, mais anos 80, mais audaciosa do que nunca me arrisco até a dizer que já é o “come back” do Ano.

Uma certeza? Os Haters vão odiar, odiar, uhum, uhum…


“I’m back! More pop than never!”

Gabriel Félix
Aspirante a escritor, emocionalmente vintage, Mineiro, leonino, 16 anos. Apaixonado por musica, livros, moda, filmes e séries, fotografia e teatro.

Resenha: “Quem é você, Alasca?”, de John Green

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Dias atrás fui à Sebo Só Ler de Porto Alegre. Lá, troquei alguns livros e encontrei o maravilhoso “Quem é você, Alasca?” do escritor norte americano John Green – para quem não vive nesse mundo e não conhece, o cara que escreveu “A Culpa é das Estrelas”. Eu estava atrás deste livro em especial havia algum tempo e ao consegui-lo desisti de outras leituras, caindo no universo de Green.

A trama narra a história de Miles Halter, um garoto da Flórida viciado em “célebres últimas palavras” que decidi ir para a escola interna Culver Creek, no Alabama em busca do seu “Grande Talvez”. Chegando lá conhece Coronel, que acaba por ser seu primeiro amigo de verdade e a bela e enigmática Alasca Young. Miles, que sempre foi CDF e contido se vê em um universo totalmente diferente. Aprendendo que a vida é muito mais do que ele sempre imaginou e que ele está muito perto de encontrar seu “Grande Talvez”.

É incrível como muitos de nós podem se identificar com Miles e, ao mesmo tempo, querer ser Alasca. A garota imprevisível, impulsiva e enigmática é o revés de muitos – o meu, inclusive -, ela sabe o que quer. É dela as duas frases mais interessantes – na minha humilde opinião, durante o livro: “vocês fumam por prazer. Eu fumo para morrer”. Em outro momento, Alasca cita as últimas palavras do General Simón Bolívar, no livro “O general no seu labirinto”, de Gabriel García Marquez: “como sairei deste labirinto?”, pergunta essa que paira pelo livro.

A divisão em duas partes, em que Miles mostra como era antes e depois de Alasca, é uma sacada muito boa de Green. Mostrar como você pode ser antes que alguém mude sua vida e o que você se torna depois. Esse foi o primeiro romance do autor. Muito antes de trazer “A Culpa é das Estrelas” ou “Cidades de Papel” ao mundo, ele já trazia uma história que te faz ir dos risos às lagrimas com uma facilidade sublime.

O livro está para se tornar filme, acredito que demoraram para que isso acontecesse. Depois de perceber que sabem adaptar John Green para o cinema, pela excelente adaptação de “A Culpa é das Estrelas”, meu coração bate forte sempre que vejo uma notícia sobre esta história em especial. Ainda não tem nada definido, além da roteirista que será Sarah Polley. É esperar para ver.

★★★★★

A Dama Fatal de 2014: Eva Green

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Aos queridinhos da 7ª Arte o trocadilho foi um tanto quanto bem pensado já que o filme Sin City: A Dama Fatal, que estreia em agosto é só mais um dos trabalhos que me fazem acreditar que você deve saber um pouco mais sobre Eva Green.

“Eva Green é tão linda que chega a ser indecente.”
-Bernardo Bertolucci, que a lançou para o estrelato em 2003.

Geminiana, nascida em Paris Eva Gaëlle Green, ou somente Eva Green é a nova queridinha do cenário “Cinema-Tv” 2014. Com 34 anos, filha da Atriz Marlène Jobert com dentista Sueco Walter Green passou boa parte de sua infância na Terra da Rainha. Quando com 14 anos sua veia artística floresceu após assistir o filme A História de Adele H, resolveu seguir os passos de sua mãe se tornando atriz dos palcos e se polindo aos poucos. Mas foi somente com 23 anos que Bernardo Bertolucci lançou Eva como sua Lolita sensual no filme Os Sonhadores (vale a pena conferir) que causou polêmica por suas inúmeras cenas de nudez a alfinetadas peculiares ao cinema Americano, que ficou chocado com o erotismo do filme.

Em 2007 ela tem o ápice para ser condensar como Sex Symbol chegando ao estrelato internacional como Bond Girl em Cassino Royale, ser extremamente sexy e envolvente não foi tarefa difícil pra Eva e seu vestido Berinjela numa das melhores cenas do filme onde contracenava com o Ator Daniel Craig. No mesmo ano atuou ainda com ele em A Bússola de Ouro. Em 2012 contracenou com Johnny Depp no divertidíssimo ‘Sombras da Noite’. Onde Interpretou uma bruxa com as suas madeixas loiras e com um clássico batom vermelho que enchia cada cena obscura dos clássicos filmes de Tim Burton.


Tendo mais alguns trabalhos em todo esse tempo foi em 2014 que Eva Green realmente se tornou figurinha carimbada nas grandes produções. Primeiro em 300: Ascensão de um Império interpretando a poderosa Artemisia. Mas minha atenção realmente foi capturada quando Penny Dreadfull foi lançada, a série trouxe Eva Green como protagonista, consagrando-à de uma vez por todas como uma majestosa figura das artes dramáticas. Eva Green nasceu para ser Bruxa Sombras da Noite foi um verdadeiro aperfeiçoamento para que futuramente o denso enredo de Penny Dreadfull do canal Showtime, mas que é exibida pela HBO no Brasil lhe caísse como uma luva. Ela é a misteriosa Vanessa Ives que em uma Londres suja e escura de um século passado, lida com forças sobrenaturais e criaturas sombrias de toda a natureza. Pra os amantes de Antologias do Terror clássico bordado por um enredo Psicossexual como eu, a série é um prato cheio, já no cenário mundial e no ponto de vista dos Críticos a série ”Lacrou” a concorrência do primeiro Semestre.

Eva Green ainda tem o lançamento do polemico Sin City: A Dama Fatal, onde o cartaz foi censurado por conter a moça seminua. Penny Dreadfull depois de ser aclamada pela critica e pelos Fãs tem sua Segunda Temporada confirmada. A mais recente novidade aos fãs da atriz é a possibilidade de estrelar ‘O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares’ dirigido por Tim Burton, previsto para chegar aos cinemas em 2015. A Atriz ainda é musa do Calendário Campari 2015 uma das obras artísticas mais badaladas e exclusivas do mundo da Moda.


Amada por grifes como Armani, Christian Dior e Lancôme,  classificada como a 4° maior Bond Girl de todos os tempos pela revista Entertainment Weekly. Queridinhas de nomes como Tim Burton e Tarantino, ovacionada pela crítica, compositora de musicas em Flauta e Piano. a moça é sinônimo de bom gosto, estilo e beleza. Eva Green é um pacote completo, peculiar e extremamente raro nos tempos de estrelas vazias nas grandes telas.

Se talvez todos os motivos listados acima não o tenha convencido de que ela é o grande nome de 2014, faça por si mesmo e confira o trabalho da francesa e tire suas conclusões. Sobre 2015 posso garantir que você ainda vai ouvir muito o nome de Eva Green (se pronuncia gren não grin ok?).

 

Gabriel Félix
Aspirante a escritor, emocionalmente vintage, Mineiro, leonino, 16 anos. Apaixonado por musica, livros, moda, filmes e séries, fotografia e teatro.

 

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