Rotina

Depois dos dezoito…

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Foto: bobsiregar.tumblr.com

Há pessoas que dizem que o nosso paladar muda de dez em dez anos. As coisas que você comia uma década atrás, não te agrada mais como antes. Porém não só o paladar muda. Vejamos, as coisas que você costumava fazer a dez anos, não cabem ao seu cotidiano. As pessoas com quem você costumava conviver, não estão disponíveis para você. Tudo que girava em torno de você nessa época, hoje não existe ou não importa mais. A mudança é diária. Coisas antigas dão lugar a coisas novas.

A vida é fácil e tranquila quando somos novos, pois não há muito o que se preocupar. No máximo, as preocupações giram em torno de qual presente ganhar no aniversário ou natal. O tempo vai passando e as nossas vontades e idéias vão crescendo e mudando constantemente. É muito bom o amadurecimento, mas até chegar nele os desejos são os mais fulos, comparados a hoje em dia para nós, jovens. Não adultos.

Pra falar a verdade, eu não gosto de me denominar adulto. A palavra em si carrega um peso né? Eu acho que adulto é uma pessoa mais velha que eu, e que se acha careta a ponto de não se misturar com a juventude. Sim, tenho complexo de idade. Sim, eu não gosto dos números que equivalem meus anos vividos. Conversando com minha mãe sobre o fim do ano chegando, ela disse que logo será meu aniversário de vinte e três anos. E o susto que tomei? Pensei comigo e morri de vontade de corrigir minha mãe, mas ela estava certa.

Depois que completei dezoito anos, a minha vida que era muito sossegada, começou a tomar um rumo mais acelerado. Aquela idade aumentou a velocidade dos momentos que vivia e quando percebia, o dia já havia virado noite. E a noite havia se tornado outro dia ensolarado e cheio de correria. E até hoje é assim. Se não, pior! Junto vieram as responsabilidades e os clichês da idade. Digamos que fazer dezoito anos me fez perder a ilusão do aniversário. A minha vontade é sempre pular a data e fingir que ainda tenho dois números a menos que o real.

Então se você tem menos que dezoito, aí vai um conselho brega: carpe diem.
Bom, pela primeira vez na vida, carpe diem fez sentido em alguma coisa.

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E um beijo pra Bruna, do Depois do Quinze :*
Espero que não se importe com a inspiração no título, rs.

3 dicas musicais para inspiração

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Source: Student Time Management

Como todo mundo sabe, sou designer gráfico e por mais satisfatório que esse trabalho seja, a pressão em alguns jobs e ter sempre a criatividade pronta para uso nos cansa a cabeça um pouco. Para relaxar e inspirar, eu ouço bastante música pra tudo fluir facilmente. A música certa nos alegra e nos dá sensações mais prazerosas e influencia em nossos trabalhos; nos permitindo desenvolver novas idéias e fazer o cliente sorrir de orelha a orelha.

Baseado em minha vida criativa, reuni três dicas de que ouço de vez em quando e quero compartilhar com vocês e saber o que vocês ouvem quando estão precisando de um gás para trabalhar mais animado. Eis as minhas:

1. Lily Allen

Já a indiquei aqui no baú pop e não me canso dos álbuns dela (dois, apenas) e acho ela essencial para meu dia. Não tem um só dia de trabalho que não ouço o It’s Not Me, It’s You completo. Se não o faço, parece que falta alguma coisa. Sério. Lily Allen tem uma voz calma e muito gostosa de ouvir e as melodias de suas músicas pop nos faz parar para prestar atenção a cada instrumento que tem seu destaque e as vezes passa despercebido.

2. Gossip

De pop ao indie underground do Gossip, me rendo totalmente aos vocais insandecidos de Beth Ditto, dos arranjos rocks tresloucados de Brace Paine e as batidas uptempo de Hannah Blilie. Esse é o Gossip que ouço diariamente e me ajuda a relaxar e criar algumas idéias pra lá de animadas. Também com uma discografia curta, o grupo norte americano não deixa a desejar. Ouço bastante o Music For Men e o último lançado, A Joyful Noise, que também é excelente e não sai do meu player. Apesar de indie, o Gossip também tem músicas eletrônicas e que agita todo o lugar, impossível ficar parado ou tentar acompanhar Betinha com seus powers vocals.

3. Coldplay

Se meu coração fosse um cd, com certeza seria algum do Coldplay. Amo muito todas as músicas e apesar da sonoridade tranquila e intrinseca, o grupo todo consegue chamar a atenção e conquistar novos fãs cada dia que passa. Eu confesso que os ouvia esporadicamente, mas depois que lançaram o Mylo Xyloto, minha admiração floresceu e desde então não larguei mais. Passei a ouvir os outros álbuns com o mesmo anseio e ficando mais surpreso com a soma de uma boa melodia e letras profundas. Vale a pena escutar para ter idéias brilhantes.

E você? O que costuma ouvir para se sentir inspirado??
Me conte e indique seus favoritos!

Quando eu crescer, quero ser veterinário!

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Veterinário

Bom, eu duvido que a maioria das pessoas que estão lendo esse post não quiseram serem veterinários para poderem cuidar de gato e cachorro quando crianças. Eu fui uma delas. Mas quando somos crianças tudo é fácil e cheio de fantasias, e não temos aquela noção do que é ser um veterinário de verdade e que não dá só pra cuidar de animais domésticos. Depois de um tempo amadurecendo a ideia, percebi que aquilo seria muito difícil porque teria que cuidar de vaca, cavalo, cobra… e desisti. Esqueci.

Sempre fui aquele aluno bem esperto e inteligente. Por ser filho único e ficar a maior parte do tempo sozinho fazendo arte, minha mãe achou melhor me colocar numa escolinha. A melhor decisão dela, pois lá eu conheci amiguinhos e aprendi muita coisa. Até inglês. Por ser uma escolinha particular, logo atingi a idade do pré escolar e tive que ir para uma escola pública. Eu gostava porque ia de ônibus e os coleguinhas eram bem diversos. Mas a minha professora me odiava. Eu era muito inteligente perto dos outros e lembro de uma vez que ficou marcado para sempre em minha memória.

Lembro que ela escreveu no quadro a palavra PIPOCA, e antes dela terminar de escrever o A eu já gritei lá do meu lugar: “PIPOCA”. Ela me olhou feio e falou alguma coisa que era como se fosse uma represália. Fiquei sem graça e a bobinha apagou a palavra e escreveu de novo. PIPOCA. Como a gente era muito obediente, fiquei quieto e não falei nada. Mas não me recordo bem, mas lembro que minha mãe contava que a professora várias vezes mandava bilhetinho reclamando que eu fazia minhas atividades e ficava conversando, atrapalhando os coleguinhas.

A partir dali fui crescendo e aproveitando a infância. Brincava muito na rua e fazia minhas lições a noite. Com os graus subindo, fui ficando mais malandro ainda. Porém nunca fui reprovado. Virei um aluno de média. E quando foi chegando o 1º ano do Ensino Médio fui entendendo o que era faculdade de fato. Não queria fazer, porque na minha cabeça faculdade era coisa de gente rica ou de gente que queria ser médico. Eu não era rico e nem queria ser médico, logo fui rejeitando a idéia cursar uma faculdade.

Ganhei meu primeiro computador aos 15 anos e ao contrário do povo da minha idade, eu não gostava só de ficar no orkut ou msn, brisando e apertando F5. Eu tinha curiosidade de saber como se fazia as montagens, gifs e sites. E desde então fui fuçando e procurando como se fazia. No ano seguinte eu já estava com um flog bombado cheio de cacarecos. Com o tempo fui me aperfeiçoando e aprendendo a mexer em programas mais avançados. O ápice da minha alegria foi quando comprei um cd do Photoshop (piratão) aqui na minha cidade e comecei a fuçar e fazer coisas legais. Tomei gosto pelo design sem saber.

O tempo foi passando e logo chegou o 3º ano e me deparei com o ENEM. O fiz mas acreditava não ter talento nenhum e nem vontade pra estudar mais. Bom, eu tinha flog e blog; amava criar posts e mexer com imagens. Logo pensei; “hmmm posso ser jornalista ou escritor”. Fiz alguns vestibulares para Comunicação Social e passei nas que prestei, mas no meu coração eu não sentia a vontade de ir. Aproveitei que a faculdade era longe e meus pais aceitaram eu esperar o ano seguinte. Mas não aconteceu. Comecei a investir no meu blog (esse que vocês leem) e fazia layouts por encomenda. Não rendia muito $$ mas já era uma ocupação. Vendo meu “talento”, meu pai arrumou um emprego numa gráfica da cidade e nossa: eu não sabia nada! O que eu sabia não me serviu nadinha. Apenas o meu conhecimento por fontes, que se eu tenho uma qualidade essa é saber nome de fonte. Os quatro anos que “perdi” sem estudar, ganhei na técnica e no aprendizado real. Aprendi muita coisa, porém com o tempo que fui ficando lá, já havia sugado tudo que podia desenvolver e me senti parado e sem foco. Graças a essa oportunidade, hoje eu tenho certeza o que quero cursar: Publicidade e Propaganda.

Claro que não é 100%, mas eu sei que serei feliz no curso pois quero muito aprender novas técnicas e descobrir o que minha criatividade é capaz. Esse post era pra ser algo sobre escolhas e o que ser quando crescer. Sei que fugi do foco, mas foi bom tirar um pouco disso pra fora. Até porque é vida nova e nada do que histórias antigas darem lugar a novas histórias.

Um abraço.

5 dicas de decoração

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Para o ano que vem já fiz algumas metas e mudanças literalmente. Estou decidido a me mudar para a cidade grande, só não sei qual ainda. Irei fazer alguns vestibulares e ainda contarei com a ajuda do Prouni para poder conseguir uma bolsa de estudos, pois quero muito aprender mais sobre a área que quero trabalhar: Publicidade. Mas aqui na cidade onde moro não tem um mercado de trabalho que valoriza e nem dá boas perspectivas de vida. Decidido, estou super animado e já estou olhando alguns apartamentos e a decoração já está me fazendo pirar.

Claro que não tenho $$ para ficar comprando tudo novo e chique, então o jeito é improvisar com o que tenho ou tentar dar um upgrade em algo não tão novo. E fico babando na criatividade do pessoal e estou salvando quase tudo para o meu futuro lar. Vejam algumas idéias que estou pensando em adotar, rs.


1. Decorar uma parede com muitos quadros e moldurinhas deixa o ambiente bem interessante. Gostei e já estou providenciando alguns. Detalhe, os quadros não podem ficar bagunçados pois deve haver um esquadro.


2. Almofadas coloridas. Além de colorir o ambiente é super aconchegante.


3. Estantes suspensas com livros e uma máquina de escrever.
Achei muito legal e com certeza irei fazer.Organiza e decora.


4. Para um apartamento pequeno onde não cabe quase nada, reformar aquela mesinha que aço que está perdida lá no seu porão não é uma má idéia. Nessa até colocaram uma almofadinha nas cadeiras. Curti!


5. E essa mesa com vidro e cavalete? Já vi uma na internet só com cavaletes, mas essa idéia com um gaveteiro também é ótima. E sem contar aquela cadeira antiga com uma cor super vibrante.

Bom, essas são umas das idéias que curti e que quis compartilhar com vocês que também estão com planos de mudança para o ano que vem. Espero que tenham gostado, e há diversos blogs especializados com ótimos posts, dos quais indico:

Dcoração – blog especializado em decoração e posts variados com dicas para a casa toda.

Morando Sozinha – dicas e ótimos tutoriais para você fazer a sua decoração ficar muito mais bonita.

Referans – coluna da Revista Glamour com muitas idéias para você adaptar.

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