Séries

Eu aprovo: Jane By Design

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Jane By Design

Com os finais de temporadas das minhas séries favoritas, procurei um refúgio numa série muito bonitinha que estou assistindo atualmente: Jany By Design.

A série conta a vida da adolescente Jane Quimby, que é uma garota comum que leva uma vida normal. Mora com seu irmão que logo fica desempregado, e ela se sente na obrigação de conseguir um estágio para ajudar nas contas da casa. Na procura, ela consegue uma vaga de assistente da famosa designer Gray Chandler Murray, que é como uma Miranda Priestly (O Diabo Veste Prada). A megera da série é tão exótica quanto Priestly e faz a assistente dar nó em pingo d’agua para continuar com o emprego. Para não perder tal oportunidade, Jane tem que conciliar vida de adolescente indo a escola durante a manhã com a de adulta durante a tarde ajudando Gray.

A série é bem cativante e a simpatia de Jane conquista o telespectador. Os plots são bem juvenis e as vezes soam clichês até demais. Mas no mais é uma série bem nos moldes High School americanos. Porém prefiro as cenas em que Jane está no trabalho com seus colegas designers, onde aparece “a cidade” de Nova York.

Jane By Design é uma série de comédia e drama do canal americano ABC Family, que foi criada por April Blair. Inspirada em “O Diabo Veste Prada”, a série é bem maleável e Gray não chega aos pés de Miranda Priestly no quesito “big boss”. Andie MacDowell, interprete de Gray, até que se esforça, mas a atuação de Meryl Streep ganha disparado pois as vezes soa uma cópia mal feita, mas deixo o destaque para a vilã (que na verdade é boa) de marca maior da série: India Jourdain. A morena é o típico colega de trabalho que quer a todo custo puxar seu tapete e fazer você partir pro ataque. Mas no caso dela, é tudo questão de ambição. Então nesse caso a gente releva, rs. Na série também tem outros personagens que se destacam, tipo Billy, melhor amigo de Jane, que a ajuda em todas as aventuras para continuar no trabalho sem perder as aulas.

Jane By Design

No mais é uma série bem bacana para se assistir com a família toda nesse recesso, sem contar que tem uma trilha sonora espetacular! A cada dia descubro novas canções e fico mais viciado nelas. Vale a pena assistir!

Eu aprovo: Smash

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Smash

Cansado das mesmas séries de sempre, fui procurar alguma diferente para começar acompanhar. Não passava dos episódios pilotos, já que nenhuma me chamava a atenção. Dai me lembrei de Smash que o pessoal no twitter comentava muito. Fui atrás da sinopse e fiquei com a pulga atrás da orelha, pois é uma série musical com Anjelica Houston e Katharine McPhee. Baixei o piloto e não demorou muito para eu querer continuar assistindo.

Smash conta a história dos bastidores de um novo musical da Broadway sobre Marilyn Monroe e todos os dramas que os produtores, diretores e atores são submetidos ás dificuldades de vender tal projeto. Para viver o ícone Monroe, estão cotadas duas garotas que farão de tudo para conseguir tal papel. A série apresenta músicas em alguns momentos do episódio, ora elas originais, ora regravações. Só resta saber se esse musical irá seguir em frente com todas as barreiras.

Sim, eu adorei Smash pelo fato dela ser musical, mas o tema de backstage me chamou muito a atenção. Apesar de estar sendo muito comparado a Glee, acho que a nova série se diferencia por ter plots mais adultos, e uma outra abordagem e deixando a trilha sonora livre de agradar ou não o público juvenil.

Smash

Para mim foi uma surpresa muito boa assistir Katharine atuando, até então só tinha visto ela cantar no American Idol. Na série a sua personagem é muito inocente que chega a até irritar. Dá vontade de dar um sacode e falar: ACORDA! rs Os outros personagens também tem seus destaques, mas eu gosto muito da outra Marilyn, Megan Hilty. Ela é toda gostosona, tem os trejeitos da própria Monroe e canta lindamente. Fico muito fascinado com as performances dela.

No mais, Smash é como uma outra série qualquer: cheia de drama. Todos os personagens tem algum problema que se estende ao rolar da trama e de certa forma acaba afetando a produção do musical. Vale muito a pena assistir, veja um preview da série abaixo.

Smash é uma série de Theresa Rebeck, com produção executiva de Steven Spielberg, e conta com os compositores Marc Shaiman e Scott Wittman (Hairspray) e exibida pela NBC. No Brasil a série está sendo exibida pela Universal Channel.

Recap: Glee 2×05 RHGS

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Esse post será dedicado a minha amiga Rohh que é uma viciada em The Rocky Horror Picture Show e em Glee. Tal junção se deu a um episódio cult na série. Eu como amo essas misturas, não podia deixar essa passar despercebida. :mrgreen:

Na verdade eu nunca tinha assistido o filme até a série prestar uma homenagem, mas sempre ouvia falar e também sempre via nas promoções de DVDs do Submarino. Quando baixei as músicas, fiquei curioso demais pra saber do que se tratava e corri pro Google e meu interesse aumentou ainda mais. Tanto que baixei o filme e a trilha sonora
Resultado: fiquei vidrado durante as duas semanas e só conseguia imaginar a versão glee. Tanto que chegou o dia de assistir e só tenho a dizer que gostei muito da homenagem, porém a história continua murcha.

Tudo bem que rolou uma historinha de amor não resolvido entre Emma e Will, ciúmes da parte do Carl, traumas de infância da Sue e narcisismo do lado másculo do grupo, mas tipo, esse nem é o foco da série em si. Mas enfim, ficou legal demais a montagem e curti muito todos os figurinos. As versões das músicas ficaram impecáveis, tanto que jurei de pé junto que Touch A Touch A Touch Me era cantada pela April (Kristin Chenoweth).

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Mortinha, porém DIVA

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Estava entendiado e com todas minhas séries em dia. Precisava de algo pra ir assistindo durante os recessos e eis que me lembrei da dica do Rodrigo, corri e comecei a baixar…

Drop Dead Diva é uma série de drama e comédia, que conta a história de Deb, uma linda (e burra) aspirante a modelo que sofre um acidente de carro fatal e fica frente a frente com um dos porteiros do Céu, Fred, que declara que sua vida foi média e que não tinha saldo algum de coisas boas ou ruins. Deb fica surpresa e tenta convencer Fred a deixá-la voltar para sua vida fútil. Com o pedido negado, Deb aperta um botão de retorno no teclado do computador de Fred e volta a Terra, porém reincarnada no corpo de Jane Bingum, uma advogada brilhante e gordinha. Jane tem uma assistente leal e sempre viveu à sombra de seus colegas atraentes – enquanto Deb vivia de aparências. Agora, por causa de uma reviravolta do destino e uma pitada de intervenção divina, Deb deve aprender a viver no corpo tamanho GG de Jane e conciliar seus modos de diva e seu novo cérebro, totalmente inteligente.
Fonte

Pela sinopse dá pra imaginar o rolo que não é a estória, né? Mas vale muito a pena pois conforme a gente vai assistindo, a gente se esquece da Deb e só vê a Jane e acaba esquecendo que aquela loirinha ali é quem está no corpo. Muito estranho falar isso.
Como Jane é advogada, a cada episódio ela tem um caso pra resolver; logo, a série fica interessante pois Deb usa suas memórias com a inteligência da Jane para resolve-los e provarem que seus clientes são inocentes. — Veja o trailer da série:


Jane: Você é meu anjo da guarda… me deixe magra!
Fred: Sou um anjo da guarda, não um mágico!!

A trilha sonora é muito moderna e bem eclética. Os atores são todos desconhecidos, porém são todos convincentes e cheios de carisma, a começar pela própria interprete da Jane, que é gordinha e por mais que o script a desdenhe, ela sempre representa muito bem. Como se fosse uma magra num corpo que não é seu.

Apesar do lado sério e cheio de tabus, Jane tem momentos de discontração com os dilemas de sua amiga Stacy, sua assistente Teri, seu anjo da guarda Fred, e com seu antigo namorado, Greyson.

Vale a pena assistir gente, é muito boa a série e a cada episódio tem uma liçãozinha escondida pro nosso dia a dia. #FICADICA


Clique aqui para baixar a série em RMVB legendado

Recap: Glee 2×02 Britney/Brittany

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E aí pessoal? Essa semana fiquei por conta do novo layout do blog e a princípio só iria postar quando o mesmo estivesse pronto. Mas como vocês sabem o seriado Glee homenageou uma das minhas cantoras preferidas, Britney Spears e eu não poderia deixar passar em branco não é?

O episódio foi muito legal e as versões para as músicas ficaram muito boas e nem passaram a qualidade da original. rs Por isso vou fazer um recap como da última vez. Se você não curte SPOILER, não leia esse post.


HAHAHA Já no começo a Santana faz um trocadilho. Todo mundo se lembra do menino (?) que protegia a Britney no Youtube? Então, a frase dele virou bordão, relembre aqui.


A Emma pediu pra seu namorado, o dentista Carl, a dar uma orientação na escola. Do glee os que não foram aliviados foram Rachel (por genética judaica), Artie (por não ocnseguir se enxergar no espelho e fazer uma escovação precária) e Brittany (por escovar os dentes e enxaguar a boca com Dr. Pepper – um refrigerante).


Na performance de I’m Slave 4u resolveram misturar os clipes de Oops!… I Did It Again, Toxic e a épica apresentação com a cobra. A Heather Morris arrebentou, pois dançou pra caramba.

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