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Eu aprovo: 2 Broke Girls

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Ultimamente minha vida está tão corrida que nem estou tendo muito tempo de acompanhar todas as séries que foram lançadas. Apenas assistia Glee, até o Miguel vir comentar comigo dessa série que vou recomendar a todos: 2 Broke Girls

A série é quase um drops, de tão curtinha que é. São quase trinta minutos por episódio e não foi só pelo motivo de ser fast que fiquei interessado, e sim, pelo simples enredo que a série segue. Max (Kat Dennings – que parece muito com a Hilary Duff) é uma garota comum que trabalha como garçonete numa lanchonete no subúrbio do Brooklyn. Sua personalidade forte não agrada a todos e quando é necessário, ela não pensa duas vezes para dar uma boa resposta.

Tudo vai normal até a ex-bilionária Caroline (Beth Behrs – que já é a cara da Lea Michele, só que loira) entrar em cena preenchendo a vaga da outra garçonete. O pai de Caroline deu um golpe na cidade toda e acabou sendo preso, deixando a patricinha sem privilégio algum. Disposta a caminhar com as próprias pernas, a patricinha deixou a vida glamourosa pra conquistar tudo aquilo que ainda quer.

Por ironia do “destino”, Max se vê obrigada a ajudar Caroline, tanto que a leva para sua casa e a abriga. A amizade vai florescendo e ambas decidem abrir uma confeitaria (para fazerem cupcakes). O problema é que essas duas não tem um tostão furado e terão que aturar o patrão Han, o cozinheiro tarado Oleg e alguns clientes para levantar a grana para esse sonho ser realizado. Sem contar as grandes encrencas que essas duas irão aprontar ao ter novas idéias e verem que sem grana não é possivel fazer muita coisa.

No mais a estória é essa. Se você achou meio confuso, eu recomendo assistir ao “preview” abaixo para ter uma idéia de como é.

Eu achei que o humor dessa série é bem direto e apesar de não ser 100% lógico, é engraçado pelas situações em que elas se encontram. E todo o visual da série é bem interessante, apesar de bem simples e nada glamouroso. Não é porque é do mesmo produtor de Sex and The City que vão repetir a dose né?

A cada novo que assisti, fui gostando mais das personagens e fui me acostumando com cada um. Um humor leve, e com algumas sátiras… a que mais gosto é essa do primeiro episódio:

SUPER RECOMENDADO!! Se quiserem baixar, é só clicar aqui. E nem adianta vir com a desculpa que não tem tempo…

Baú Pop: Natasha Bedingfield – Unwritten

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Nessa categoria vai ser postado curiosidades, dicas e notícias que foram arquivadas á muito tempo, mas que não deixam de ser pop.

Oi pessoal. Eu queria muito estreiar essa categoria, mas não achava nada interessante para compartilhar. Durante o sábado estava assistindo tv e eis que mudando de canal, encontrei o programa do Raul Gil, que estava apresentando o quadro Jovens Talentos. Eu nunca gostei do programa dele, mas sempre assistia esse quadro. O pessoal canta bem e não tem aquela coisa de não cantar música internacional. Btw, tava passando uma menina cantando Loca, da Shakira e depois outra cantou Unwritten, da Natasha Bedingfield.

Linda não? Achei perfeita a música, corri pro Youtube ver como era a versão original e tipo: eu já ouvi essa música. Dai eu lembrei que eu tinha um preconceito contra a Natasha porque achava que ela cantava música estilo Colbie Caillat e eu nem sou muito fã daquele estilo, apesar de ter lindas músicas também. Enfim, eu baixei a música e fiquei com vontade de mais. Corri e baixei o cd, de 2004 e gostei muito e posso dizer que todo mundo devia ter esse cd e que eu sou um tolo por não ter a conhecido antes.


1. These Words
2. Single
3. I’m a Bomb
4. Unwritten
5. I Bruise Easily
6. If You’re Gonna…
7. Silent Movie
8. We’re All Mad
9. Frogs & Princes
10. Drop Me in the Middle
11. Wild Horses

O álbum segue a linha do pop misturado com R&B, coisa que os britânicos adotaram e exploram muito bem. Tem muitos hits como a faixa-titulo Unwritten, Single, These Words e I Bruise Easily. Apesar de não ter ganhado muitos prêmios, esse álbum foi bem vendido e bem recebido pela crítica, nada mal para um debut album.

Recap: Glee 2×05 RHGS

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Esse post será dedicado a minha amiga Rohh que é uma viciada em The Rocky Horror Picture Show e em Glee. Tal junção se deu a um episódio cult na série. Eu como amo essas misturas, não podia deixar essa passar despercebida. :mrgreen:

Na verdade eu nunca tinha assistido o filme até a série prestar uma homenagem, mas sempre ouvia falar e também sempre via nas promoções de DVDs do Submarino. Quando baixei as músicas, fiquei curioso demais pra saber do que se tratava e corri pro Google e meu interesse aumentou ainda mais. Tanto que baixei o filme e a trilha sonora
Resultado: fiquei vidrado durante as duas semanas e só conseguia imaginar a versão glee. Tanto que chegou o dia de assistir e só tenho a dizer que gostei muito da homenagem, porém a história continua murcha.

Tudo bem que rolou uma historinha de amor não resolvido entre Emma e Will, ciúmes da parte do Carl, traumas de infância da Sue e narcisismo do lado másculo do grupo, mas tipo, esse nem é o foco da série em si. Mas enfim, ficou legal demais a montagem e curti muito todos os figurinos. As versões das músicas ficaram impecáveis, tanto que jurei de pé junto que Touch A Touch A Touch Me era cantada pela April (Kristin Chenoweth).

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Recap: Glee 2×01 Auditions

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Oi gente!! Nossa, nem creio que setembro chegou e nós estamos aqui, com nossa saudade sanada, até porque depois de tanto tempo sem Glee, eu pensei que iria surtar.
Enfim, como sempre eu baixo e assisto na quarta-feira, mas por motivo de cansaço maior, deixei pra comentar sobre o episódio de comeback hoje. Vamos lá?


O episódio começa com um resumo da segunda parte da primeira temporada e com um ‘noticiário’ apresentado pelo Jacob ~estranho~ perguntando e instigando sobre os gleeks. E tipo, ele até que falou muito né? Daqui uns dias ele tá cantando e dançando. (ops, isso já aconteceu e não deu certo! rs)


Eu fiquei em choque, porque tipo, o Artie foi chifrado pela XTina com o Mike, que nem canta……. mas dança muito. Coisa que o Artie não pode fazer :'(


Kurt fazendo a r3b3lde quando não sigo os demais e leva essa raspadinha na cara, coitado. E o mais chocante: ele entra no banheiro masculino. rs


E essa Susan Boyle de olhos azuis, Brasil? Fiquei até com medo. Imagina só um dueto das duas valentonas de Glee? Que must ~pensei em inglês, produção!~


Sunshine e Rachel dublando e fazendo pokerface no banheiro… hmmm… rs
Nem precisa dizer que foi minha música preferida do episódio, né? rkkkkkk


Ivete faz show em NYC e quem arrasa em Glee é a Claudinha Leitte. -n Esse loirinho aí, que tem uma boca maior que a da LiLo depois do botox, vai ser o novo namoradinho do Kurt. Será que vai prestar????
PS: A música cantada foi Billionaire, do Travis McCoy. A Claudia Leitte que fez uma versão da música. Não acredite nas minhas lorotas… por favor!


Legal né? A mãe da Rachel (que parece mais com a Isabella Fiorentino) adotou a filha da Quinn e a loira já tá toda gata e popular de novo. Assim é fácil né Ryan Murphy!!!!! Cadê os bons costumes????


Solinho bonito e muito bem cantado pela Sunshine. O melhor é que não adiantou a Rachel se rebelar e fazer o diabo a quatro. SUE SYLVESTER RULES!


O Finn e a Rachel estão namorando e só vão dar o primeiro BEIJO quando o episódio está acabando. Isso porque tanto o Finn com a Quinn e a Rachel com o Jesse se pegavam toda hora, e tipo, deu no que deu. Ryan Murphy está deixando muita coisa aleatória no ar.


O mais triste de todos os finais: ARTIE, O CORNO MANSO SOLITÁRIO!!!!!

Bem, as outras músicas e momentos foram mais do mesmo. Foi muito bom as performances, mas eu preciso ser correto e 10 tópicos estão super bem escolhidos e ressaltados.
Só queria dizer também que adorei o episódio, tudo que disse acima foi pra descontrair, pro post não ficar chato. Semana que vem é o episódio que terá as músicas da Britney, pelo promo parece que vai ser melhor que o The Power Of Madonna. Mas o que tudo indica só parece. Vamos torcer pra que seja o melhor (yn).


Atenção: Essa categoria, Recap, foi inspirada nos posts do RSFD. 😀

Um toque de vida

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Esses dias atrás estive doente, e dormi a tarde toda e durante a noite, fiquei sem sono. Daí liguei a tv no SBT e estava passando Fringe e fiquei assistindo. Logo acabou e começou uma série tão coloridinha, bonitinha e muito engraçadinha. Era Pushing Daisies!

Assisti o episódio piloto e em seguida veio o segundo episódio. Eu adorei tanto que fiquei com vontade de assistir mais e vim na internet procurar e acabei baixando a temporada toda e indico pra todo mundo assistir.

Pushing Daisies conta a história do garoto Ned, um garoto que descobre que tem o dom de trazer mortos (sejam eles animais, frutas ou pessoas) de volta à vida. Porém, ele descobre que há consequências para o uso do seu incrível dom: se ele tocar a pessoa que ele reviveu novamente, essa pessoa morreria para sempre. E se por acaso ele deixasse essa pessoa viver por mais de 60 segundos, outra pessoa que está próxima morreria em seu lugar.

A história de desenrola a partir do momento em que sua mãe sofre um aneurisma e cai dura no chão, e ele a toca e ela volta á vida. No mesmo minuto, o pai de Chuck, sua namoradinha e vizinha, cai ao chão e morre. Tudo vai bem até a mãe de Ned dar lhe um beijo de boa noite e morrer novamente (que confuso!), assim descobrindo que o segundo toque depois da ‘ressureição’ é fatal. Ambos órfãos, Chuck e Ned se separam e cada segue sua vida.

Herdando talentos culinários de sua mãe, Ned se torna um confeiteiro que possui um restaurante chamado “Toca da Torta”, que conta com a ajuda da garçonete Olive Snook (Kristin Chenoweth, a April de Glee). A vida de Ned toma novos rumos quando o investigador Emerson Cod descobre acidentalmente seu dom e oferece-lhe uma proposta: Ned traz temporariamente vítimas de assassinatos de volta à vida, permitindo a Emerson obter informações sobre as circunstâncias da sua morte, e resolver rapidamente o caso e dividir o dinheiro da recompensa com ele.

Ned fica surpreso quando uma das vítimas que precisa tocar é Chuck e deixa o sentimento da infância falar mais alto e a deixa viva, provocando que outra pessoa morra em seu lugar. Mas o mais dificil vai ser não tocá-la, pois se houver o segundo toque, Chuck morre para sempre.

(Fonte: Wikipédia)

O enredo é bem interessante e a história tem momentos engraçados e de certo suspense. Sem contar que tem um narrador que toda hora diz que tal pessoa tem tantos anos, tantos meses, tantos dias, tantas horas e tantos segundos de vida; bem no estilo de Baby, o porquinho atrapalhado.

Enfim, se você tá afim de preencher o vazio de alguma série que está em hiato, baixe Pushing Daisies correndo!! 😀


Em sátira ao quadro em que Deus toca Adão.

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