Vida Nova

E agora? O que fazer?

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Para mim não há mais época mais tenebrosa do que o começo do ano, em que todo mundo passa em faculdade ou consegue um bom emprego ou apenas vão seguir um caminho diferente e vão embora. E eu estou me sentindo deixado para trás, mais uma vez. Eu sou aquela pessoa que anima todo mundo e encoraja para abrir as asas e voar, mas eu mesmo continuo aqui, criando raízes. E isso me deixa mal, pois eu quero mais do que tudo a minha liberdade. Porém eu fico sempre dependendo de algo, ora os estudos, ora o trabalho.

Ano passado fiquei me programando para que em 2014 eu pudesse seguir um novo rumo, mas tudo tende a não dar certo. Sim, quem vê pensa que eu fico aqui só reclamando e esperando as coisas cair no meu colo. Mas não, eu tentei e muito, mas eu vou ter que aceitar em ficar aqui mais um tempinho.

Além de alguns problemas, eu preciso terminar um curso de inglês e tirar minha carteira de habilitação, e para isso precisarei de seis meses. Talvez vou ter que adiar a minha nova vida fora na cidade grande por enquanto. Mas espero que nesse tempo eu não fique sentindo a tristeza em ver meus amigos partirem. Até porque eu não posso viver a vida deles, eu quero viver a minha. Ter as minhas escolhas.

Eu queria botar pra fora essa minha frustração, e apesar de ser chato, precisava ser aqui no meu espaço. As vezes eu esteja apenas visando o que eu quero, e esquecendo de aceitar a vontade de Deus. Claro que eu quero muito fazer faculdade, conhecer gente nova e trabalhar em um lugar totalmente diferente, porém eu esqueço que se eu for nesse estado que me encontro, estarei arriscando e tudo vai dar mais errado ainda. Só tenho que aceitar e me convencer disso.

Preciso de um placebo ou uma razão para aceitar esse tempo aqui.
Preciso amadurecer as idéias e me preparar.
Preciso juntar uma graninha para poder viver tranquilo.
Preciso me convencer que tenho x coisas para terminar antes de ir.
Preciso não sofrer com isso.

Depois dos dezoito…

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Foto: bobsiregar.tumblr.com

Há pessoas que dizem que o nosso paladar muda de dez em dez anos. As coisas que você comia uma década atrás, não te agrada mais como antes. Porém não só o paladar muda. Vejamos, as coisas que você costumava fazer a dez anos, não cabem ao seu cotidiano. As pessoas com quem você costumava conviver, não estão disponíveis para você. Tudo que girava em torno de você nessa época, hoje não existe ou não importa mais. A mudança é diária. Coisas antigas dão lugar a coisas novas.

A vida é fácil e tranquila quando somos novos, pois não há muito o que se preocupar. No máximo, as preocupações giram em torno de qual presente ganhar no aniversário ou natal. O tempo vai passando e as nossas vontades e idéias vão crescendo e mudando constantemente. É muito bom o amadurecimento, mas até chegar nele os desejos são os mais fulos, comparados a hoje em dia para nós, jovens. Não adultos.

Pra falar a verdade, eu não gosto de me denominar adulto. A palavra em si carrega um peso né? Eu acho que adulto é uma pessoa mais velha que eu, e que se acha careta a ponto de não se misturar com a juventude. Sim, tenho complexo de idade. Sim, eu não gosto dos números que equivalem meus anos vividos. Conversando com minha mãe sobre o fim do ano chegando, ela disse que logo será meu aniversário de vinte e três anos. E o susto que tomei? Pensei comigo e morri de vontade de corrigir minha mãe, mas ela estava certa.

Depois que completei dezoito anos, a minha vida que era muito sossegada, começou a tomar um rumo mais acelerado. Aquela idade aumentou a velocidade dos momentos que vivia e quando percebia, o dia já havia virado noite. E a noite havia se tornado outro dia ensolarado e cheio de correria. E até hoje é assim. Se não, pior! Junto vieram as responsabilidades e os clichês da idade. Digamos que fazer dezoito anos me fez perder a ilusão do aniversário. A minha vontade é sempre pular a data e fingir que ainda tenho dois números a menos que o real.

Então se você tem menos que dezoito, aí vai um conselho brega: carpe diem.
Bom, pela primeira vez na vida, carpe diem fez sentido em alguma coisa.

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E um beijo pra Bruna, do Depois do Quinze :*
Espero que não se importe com a inspiração no título, rs.

Quando eu crescer, quero ser veterinário!

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Veterinário

Bom, eu duvido que a maioria das pessoas que estão lendo esse post não quiseram serem veterinários para poderem cuidar de gato e cachorro quando crianças. Eu fui uma delas. Mas quando somos crianças tudo é fácil e cheio de fantasias, e não temos aquela noção do que é ser um veterinário de verdade e que não dá só pra cuidar de animais domésticos. Depois de um tempo amadurecendo a ideia, percebi que aquilo seria muito difícil porque teria que cuidar de vaca, cavalo, cobra… e desisti. Esqueci.

Sempre fui aquele aluno bem esperto e inteligente. Por ser filho único e ficar a maior parte do tempo sozinho fazendo arte, minha mãe achou melhor me colocar numa escolinha. A melhor decisão dela, pois lá eu conheci amiguinhos e aprendi muita coisa. Até inglês. Por ser uma escolinha particular, logo atingi a idade do pré escolar e tive que ir para uma escola pública. Eu gostava porque ia de ônibus e os coleguinhas eram bem diversos. Mas a minha professora me odiava. Eu era muito inteligente perto dos outros e lembro de uma vez que ficou marcado para sempre em minha memória.

Lembro que ela escreveu no quadro a palavra PIPOCA, e antes dela terminar de escrever o A eu já gritei lá do meu lugar: “PIPOCA”. Ela me olhou feio e falou alguma coisa que era como se fosse uma represália. Fiquei sem graça e a bobinha apagou a palavra e escreveu de novo. PIPOCA. Como a gente era muito obediente, fiquei quieto e não falei nada. Mas não me recordo bem, mas lembro que minha mãe contava que a professora várias vezes mandava bilhetinho reclamando que eu fazia minhas atividades e ficava conversando, atrapalhando os coleguinhas.

A partir dali fui crescendo e aproveitando a infância. Brincava muito na rua e fazia minhas lições a noite. Com os graus subindo, fui ficando mais malandro ainda. Porém nunca fui reprovado. Virei um aluno de média. E quando foi chegando o 1º ano do Ensino Médio fui entendendo o que era faculdade de fato. Não queria fazer, porque na minha cabeça faculdade era coisa de gente rica ou de gente que queria ser médico. Eu não era rico e nem queria ser médico, logo fui rejeitando a idéia cursar uma faculdade.

Ganhei meu primeiro computador aos 15 anos e ao contrário do povo da minha idade, eu não gostava só de ficar no orkut ou msn, brisando e apertando F5. Eu tinha curiosidade de saber como se fazia as montagens, gifs e sites. E desde então fui fuçando e procurando como se fazia. No ano seguinte eu já estava com um flog bombado cheio de cacarecos. Com o tempo fui me aperfeiçoando e aprendendo a mexer em programas mais avançados. O ápice da minha alegria foi quando comprei um cd do Photoshop (piratão) aqui na minha cidade e comecei a fuçar e fazer coisas legais. Tomei gosto pelo design sem saber.

O tempo foi passando e logo chegou o 3º ano e me deparei com o ENEM. O fiz mas acreditava não ter talento nenhum e nem vontade pra estudar mais. Bom, eu tinha flog e blog; amava criar posts e mexer com imagens. Logo pensei; “hmmm posso ser jornalista ou escritor”. Fiz alguns vestibulares para Comunicação Social e passei nas que prestei, mas no meu coração eu não sentia a vontade de ir. Aproveitei que a faculdade era longe e meus pais aceitaram eu esperar o ano seguinte. Mas não aconteceu. Comecei a investir no meu blog (esse que vocês leem) e fazia layouts por encomenda. Não rendia muito $$ mas já era uma ocupação. Vendo meu “talento”, meu pai arrumou um emprego numa gráfica da cidade e nossa: eu não sabia nada! O que eu sabia não me serviu nadinha. Apenas o meu conhecimento por fontes, que se eu tenho uma qualidade essa é saber nome de fonte. Os quatro anos que “perdi” sem estudar, ganhei na técnica e no aprendizado real. Aprendi muita coisa, porém com o tempo que fui ficando lá, já havia sugado tudo que podia desenvolver e me senti parado e sem foco. Graças a essa oportunidade, hoje eu tenho certeza o que quero cursar: Publicidade e Propaganda.

Claro que não é 100%, mas eu sei que serei feliz no curso pois quero muito aprender novas técnicas e descobrir o que minha criatividade é capaz. Esse post era pra ser algo sobre escolhas e o que ser quando crescer. Sei que fugi do foco, mas foi bom tirar um pouco disso pra fora. Até porque é vida nova e nada do que histórias antigas darem lugar a novas histórias.

Um abraço.

5 dicas de decoração

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Para o ano que vem já fiz algumas metas e mudanças literalmente. Estou decidido a me mudar para a cidade grande, só não sei qual ainda. Irei fazer alguns vestibulares e ainda contarei com a ajuda do Prouni para poder conseguir uma bolsa de estudos, pois quero muito aprender mais sobre a área que quero trabalhar: Publicidade. Mas aqui na cidade onde moro não tem um mercado de trabalho que valoriza e nem dá boas perspectivas de vida. Decidido, estou super animado e já estou olhando alguns apartamentos e a decoração já está me fazendo pirar.

Claro que não tenho $$ para ficar comprando tudo novo e chique, então o jeito é improvisar com o que tenho ou tentar dar um upgrade em algo não tão novo. E fico babando na criatividade do pessoal e estou salvando quase tudo para o meu futuro lar. Vejam algumas idéias que estou pensando em adotar, rs.


1. Decorar uma parede com muitos quadros e moldurinhas deixa o ambiente bem interessante. Gostei e já estou providenciando alguns. Detalhe, os quadros não podem ficar bagunçados pois deve haver um esquadro.


2. Almofadas coloridas. Além de colorir o ambiente é super aconchegante.


3. Estantes suspensas com livros e uma máquina de escrever.
Achei muito legal e com certeza irei fazer.Organiza e decora.


4. Para um apartamento pequeno onde não cabe quase nada, reformar aquela mesinha que aço que está perdida lá no seu porão não é uma má idéia. Nessa até colocaram uma almofadinha nas cadeiras. Curti!


5. E essa mesa com vidro e cavalete? Já vi uma na internet só com cavaletes, mas essa idéia com um gaveteiro também é ótima. E sem contar aquela cadeira antiga com uma cor super vibrante.

Bom, essas são umas das idéias que curti e que quis compartilhar com vocês que também estão com planos de mudança para o ano que vem. Espero que tenham gostado, e há diversos blogs especializados com ótimos posts, dos quais indico:

Dcoração – blog especializado em decoração e posts variados com dicas para a casa toda.

Morando Sozinha – dicas e ótimos tutoriais para você fazer a sua decoração ficar muito mais bonita.

Referans – coluna da Revista Glamour com muitas idéias para você adaptar.

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