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No iPod: Tokio Hotel – Love Who Love You Back

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Para quem não sabe, Tokio Hotel é uma banda com origem alemã e que ficou muito famosa em meados de 2007 com seu rock alternativo e que chamava a atenção pela imagem andrógina de seu vocalista, Bill Kaulitz. Em 2009, a banda foi afinando seu estilo, e lançando posteriormente o álbum “Humanoid” com referências eletrônicas e com um som pouco diferente do antecessor, mas contudo foi um grande sucesso.

Depois de cinco anos sem lançar um álbum de estudio, o Tokio Hotel volta com tudo em um álbum que grita novidade. A real prova é o single “Love Who Love You Back” que apesar de ter sido lançado em setembro, só fui ouvir agora e claro, estou vi-ci-a-do! Primeiramente porque a pegada da música é toda retro com elementos oitentistas e ao mesmo tempo futurísticas. Com a produção assinada pelo time Rock Mafia, “Love” é uma faixa em que diz de fato, para amar quem te ama.

Adorei a pegada da música e o clipe é um tanto quanto sexy. Vejam!

3 motivos para amar 7/11 da Beyoncé

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Que Beyoncé é a dona do mundo, todos nós já estamos carecas de saber. Mas a mulher está descontrolada!
Há um ano atrás, a Queen B lançou um álbum de surpresa e dominou 2014 com todas suas “músicas visuais” e nos fez querer ir na turnê mais desejada de todas.

Aí, agora ela lança uma versão de platina de seu álbum e contendo duas faixas inéditas, uma não lançada e vários remixes com participações especiais. Mas o que nos chamou atenção foi o single 7/11 que assim que saiu, veio junto com ele um clipe que uns chamaram de caseiro e outros amador. Mas vindo de Beyoncé, a definição não importa.

Tanto a música quanto o vídeo não fazem muito sentido. Eis aqui uns motivos para amar (ou não) o novo single da Bionça:

1. Música chiclete

Quer música com letra e sentimento? Ouça Jealous ou Pretty Hurts! 7/11 é uma música chiclete que vai fazer você cantarolar e ficar com a batida frenética na cabeça por horas. E sim, impossível não ficar batendo palma enquanto ela diz “clap, clap, clap, clap, clap it”. Apesar de ter dedo de Jay Z, Nicki Minaj, Pharell Williams e Kanye West por tudo que leva o nome de Beyoncé, 7/11 não foi produzida por nenhum produtor saturado. Bobby Johnson é o responsável pela magia do novo single, e já tem gente da mídia especializada que o nome do alemão veio para ficar. Vamos ver né, porque a faixa é diferente mas não é nada inovador né?

2. Louca? Bêbada?

Bem a vontade com um moleton e uma “cueca”, Beyoncé dança largada e sem compromisso de nada. A meio a loucura, se junta com outras mulheres e dançam, fazem gracinhas e bebem algo dando a impressão que estão festejando algo. Um lado divertido que nem vemos muito nos vídeos da cantora né? Pois sempre ela está contando alguma história de amor, fazendo a mulher incompreendida ou apenas querendo nos hipnotizar com suas coreografias épicas.

3. Vídeo conceitual

História para boi dormir foi essa de que o vídeo foi gravado sem nenhuma produção e conceito. As cenas podem até ser sido gravadas “naturalmente”, mas a coreografia está certinha e a edição muito perfeita. Dizer que foi feito de qualquer jeito e ser “amador”, com certeza não faz sentido. Uma coisa é filmar em casa e jogar na internet. Beyoncé não é boba, e as vezes cansada de tanto tema e histórias que abordou no álbum, quis apenas relaxar e se divertir. Viu a oportunidade e agarrou. Mas resta saber se dessa vez ela saiu na frente…

Enfim, se você ainda não ouviu ou viu o vídeo, tirem suas conclusões:

Top 3: Séries que não deveriam ter sido canceladas

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Se tem uma coisa que eu detesto é quando estou acompanhando uma série e a emissora decide cancelar a mesma, principalmente se a cancelam ainda na primeira temporada. Isso me aconteceu várias vezes nessa minha “carreira” de fã. Porém, três séries que tiveram seu fim, me deixaram muito irritado quando isso aconteceu e queria muito que todas tivessem uma segunda chance.

3ª – THE NEW NORMAL

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A série da Fox criada por Ryan Murphy (de Glee e American Horror Story), teve uma temporada. A história narra a trajetória de Bryan e David, um casal gay que decide ter um filho. É aí que entra Goldie, que serve de barriga de aluguel para o casal. Com ela vem a filha Shania e a avó Jane que se juntam a hilária Rocky. A série segue todos os passos do tempo de Goldie como barriga de aluguel e fala também de preconceito de uma forma leve e bem humorada.
Sinto que deveria ter continuado, queria ver como as coisas ficariam depois, visto que durante a primeira temporada Shania, David, Goldie, Bryan, David, Rocky e até mesmo Jane acabaram por formar uma família enquanto o bebê se desenvolvia e merecia uma segunda chance para saber como seria depois da chegada da criança.

2ª – THE SECRET CIRCLE

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A série criada pela autora de The Vampire Diaries tinha tudo para ser um sucesso como sua irmã, porém não foi. As bruxas e bruxos de The Secret Circle eram estilosos, jovens, bonitos e com histórias incríveis como as de TVD, mas, infelizmente, não vingaram. A história fala de Cassie, a última integrante de um clã de bruxos que, após perder a mãe em um misterioso incêndio acaba indo morar com a avó em Chance Harbor e lá as coisas começam a ficar estranhas após os bruxos unirem seu círculo de magia.
A atriz Phoebe Tolkin, que viveu Faye, hoje faz sucesso em The Originals e Britt Robertson, que fez Cassie estava em Under The Dome. A série tem um motivo, além de outros, extremamente relevante para ter uma segunda chance: a chegada dos irmãos de Cassie, outros bruxos, que compunham um clã secundário que poderia ou não ser maligno.

1ª – THE TOMORROW PEOPLE

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Minha mais recente decepção por causa de um cancelamento. A série da CW falava sobre Stephen, um integrante dos “seres do amanhã”, pessoas com habilidades especiais de teletransporte, telecinese e telepatia. Ele conhece Cara e John e outros seres que vivem escondidos, fugindo da Ultra, uma organização que quer exterminá-los. A série é um remake e não teve boa aceitação na emissora.
Apesar disso, a série merecia uma segunda chance, visto que o final de temporada foi incrível. O novo poder de Stephen e mudança de lado de John foram insanidade e que poderia dar um gás genial para a série em uma segunda temporada. Infelizmente, com a grande quantidade de novos programas que a CW faz, foi melhor cancelar a fazê-la disputar espaço.

MENÇÃO HONROSA: Touch, Smash e Bloodlines (spin-off de Supernatural que nem chegou a ser iniciada).

O que esperar de American Horror Story: Freak Show

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A queridinha do publico Cult das séries está voltando com sua 4° Temporada que promete ser a mais assustadora e selvagem temporada de todas: American Horror Story – Freak Show estreia dia 08 de Outubro na Fox se existe alguma duvida sobre assistir ou não, nós vamos exterminar todas!

American Horror Story: Freak Show começa seu conto na sonolenta e tranquila aldeia de Jupiter, na Flórida. O ano é 1952. Uma trupe de curiosidades acaba de chegar à cidade, coincidindo com o estranho aparecimento de uma entidade maligna que selvaticamente ameaça a vida dos freaks e dos habitantes da cidade. Esta é a história dos artistas em sua jornada desesperada pela sobrevivência em meio ao mundo agonizante da experiência carnavalesca Americana.

A sinopse acima deixa os fãs e até daqueles que não conhecem a série com um gostinho de quero mais na boca. Criada por Ryan Murphy, American Horror Story ou AHS, está em sua 4° Temporada com mais um novo enredo o “Show de Aberrações”. Temos Jessica Lange, Kathy Bates, Matt Bomer, Angela Basset e Patti LaBelle tá bom pra vocês? Essa é só uma parte do super elenco que ainda é composto por figurinhas carimbadas das outras temporadas como Evan Peters, Sarah Paulson Frances Conroy e Denis O’Hare.

AHS é marcada por algumas características que os fãs esperam todos os anos: os teasers que são o estopim para a histeria dos fanáticos pelas séries. Dessa vez, trouxe várias pernas, palhaços, cabeças, línguas bifurcadas, mulheres dentro de gaiolas e tudo sempre emoldurado pelo lindo, digo, sinistro mundo do circo. Bem a clássica figura de terror deste ano será Twisted Clown, um palhaço assassino que irá por em risco todos os Freaks. Ele será interpretado por Jonh Carroll Lynch e de acordo com as mais recentes entrevistas até pessoas da produção tem tido pesadelos com o que Ryan denominou como “O Palhaço mais Assustador de todos os tempos”. Teremos os clássicos episódios de Halloween chamados respectivamente de “Edward Mordrake, Pt. 1“ e “Edward Mordrake, Pt. 2“ (para os mais ansiosos não colocaremos muitos spoilers, mas uma pesquisa no Google sobre Edward Mordrake revela bastante.) E como Freak Show está bem próxima do período de tempo em que Asylum foi ambientada (1970) teremos a volta de uma das personagens mais queridas Pepper (Naomi Grossman) e também dos números musicais de Jessica Lange.

Falando em música assunto que nós do Fruto Proibido adoramos, recentemente uma Fã tuitou para Ryan dizendo que não assistiria a temporada por estar apavorada como Palhaço Twisted, ele em resposta disse se ela não gostaria de ver Jessica Lange cantando uma canção de Lana Del Rey? Quais são suas apostas sobre tal canção? Nós adoraríamos e ainda tem mais: algumas fontes dizem que Jessica canta no primeiro episódio Life on Mars do David Bowie. Não podemos esquecer de citar Melanie Martinez que viralizou nas ultimas semanas nas redes sociais com sua canção “Carousel” que fez parte da trilha sonora do primeiro Promo oficial que mostrava algum dos personagens principais junto com suas peculiaridades. A musica é incrível e traz aquele mundo bem circense entoando pela voz super fofa da cantora que lança o clipe da canção na mesma data de estreia da série.

Tão perto da estreia, os teasers e as promos para vocês conferirem os últimos detalhes. Contudo AHS: Freak Show só chega à Fox Brasil em Janeiro de 2015. Aos mais ansiosos, nada que uma busca em sites de séries online não os acalme. Ontem tivemos a premieré da série em Nova York, e sabemos que Ryan nunca traz somente o enredo, e sim toda uma experiência sobre o mundo de cada temporada, em Freak Show a Fox libera pequenos vídeos em que os atores contam parte de suas experiências e suas vidas cada qual com sua característica antes e durante a série.

Já os Fãs participam todos os anos da famosa experiência real sobre AHS, que na sua primeira temporada levou alguns fãs a casa assombrada por espíritos, logo depois ao sanatório vivendo como verdadeiros pacientes e ano passado vivenciaram a encenação de ritos e sacrifícios do Coven. Esse ano algumas informações sobre o Show de Aberrações promete deixar os sortudos de cabelo em pé.
American Horror Story: Freak Show promete um elenco de matar, fotografia e efeitos especiais de primeira qualidade, posters cheio de anomalias e cor, trilha sonora estonteante e sustos acompanhados do que promete ser a melhor temporada de todos os tempos. Nós estamos super ansiosos por AHS: Freak Show e vocês?

 

Gabriel Félix
Aspirante a escritor, emocionalmente vintage, Mineiro, leonino, 16 anos. Apaixonado por musica, livros, moda, filmes e séries, fotografia e teatro.

 

O que achei de The Maze Runner – Correr ou morrer

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“Cruel é bom”

Em uma época em que distopias colocando adolescentes como protagonistas está em alta, vemos “Jogos Vorazes” chegando ao seu final e “Divergente” recém emergindo e galgando um sucesso tremendo. Porém, não é sobre nenhuma das duas que falarei hoje e sim sobre “The Maze Runner – Correr ou Morrer”, primeira parte da saga de James Dashner.

A história gira em torno de Thomas que, ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho. Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos.

Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar – chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo. Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito.

Fiquei muito surpreso com o nível do filme. Com tantas distopias surgindo, era de se supor que a tentativa de uma tentar ser melhor que a outra pudesse fazer a produção cometer erros. Isso não aconteceu com “Maze Runner”. Além de uma história muito bem amarrada, os cenários do labirinto são surpreendentemente bem feitos. A qualidade gráfica gera uma vertigem gigante nas cenas de ação e os Verdugos, monstro que habitam o interior do local, são realmente bem feitos.

Ponto também para as atuações de Dylan O’Brien, como Thomas e Kaya Scodelario, como Teresa, que foram muito bem e tem tudo para se tornarem os novos queridinhos dos aficionadas por distopias, agora que “Jogos Vorazes” está dando adeus. Eles têm mesmo tudo para galgar esse sucesso.

Por fim, mas não menos importante, a história excelente foi tão bem nas bilheterias que a parte dois, “Prova de Fogo”, já foi confirmada para 17 de setembro do ano que vem e partirá de onde “Correr ou Morrer” parou, ou seja, será incrível, pois o final foi muito bom. Então, é esperar para ver.

★★★★☆

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