Cher Lloyd, prazer em conhece-la!

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Eu já falei tanto, mas tanto da Cher Lloyd aqui no blog, que vocês já estão se achando íntimo dela. Tanto que não demorou muito e o álbum de estréia, Sticks + Stones já caiu na net e todo mundo já está ouvindo sem parar. E só temos que dizer que foi um prazer conhece-la!

Para quem achava Cher imatura e sem personalidade durante toda a sua estada no X-Factor, mal poderá julga-la no seu debut. A menina não faz feio e mostra que tem muita atitude e que pode sim, ser irreverente com toda sua pequena experiência.

O álbum por sua vez não é fraco, porém não chega a soar como uma obra prima moldada ao sucesso. Para começar temos faixas energéticas e que coloca toda alegria no ambiente. Essas são Grow Up (feat. Busta Rhymes) e Want U Back. Em contra partida, chega With Ur Love (feat. Mike Posner) que é toda meiga, tranquila e bem chiclete. Swagger Jagger foi o seu cartão de visita, e causou opiniões controversas e ao mesmo tempo polêmicas. Mas causando ou não, conquistou o #1 nos charts britânicos. Balanceando o clima, a baladinha Beautiful People (feat. Carolina Liar) garante um vocal mais delicado e introspectivo.

Com a maioria das músicas e demos vazadas, o álbum não trouxe muitas surpresas, mas fiquei muito impressionado com a versão finalizada de Playa Boi, que ficou jovem e numa batida urban bem marcante. Superhero também tem seu charme, mas não passa de mais uma música pop clichê. Aproveitando o máximo os ritmos dos seus produtores, Over the Moon saiu um resultado disso: tem pop, electro e dubstep… tudo junto e misturado. Agora, uma que achei ótima e intrigante foi Dub on the Track (feat. Mic Righteous, Dot Rotten & Ghetts). O dubstep nessa faixa é mais presente do que na anterior, e o jeito que Cher mistura a melodia é impresionante. Ora canta, ora faz seus raps. O refrão é hipnotizante. Uma das minhas preferidas. E pra fechar com chave de ouro, End Up Here é a baladinha feita pra finalizar o álbum. Bem suave e muito bonitinha e até parece vir direto de um conto europeu.

Apesar de ser um álbum curto, Cher Lloyd não pescou e garantiu um dos melhores times de produtores que poderia ter em seu álbum de estréia. “Chamou” Red One, Toby Gad e até Shellback, que foi responsável (junto com Max Martin) pelo Femme Fatale da Britney. Cher co-escreveu todas as músicas e está se empenhando o máximo que pode na divulgação. Acredito que no começo será dificil para os britânicos aceitarem Cher Lloyd, mas pelo menos por aqui ela já está em nossos corações.

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