Recap: Glee 2×05 RHGS

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Esse post será dedicado a minha amiga Rohh que é uma viciada em The Rocky Horror Picture Show e em Glee. Tal junção se deu a um episódio cult na série. Eu como amo essas misturas, não podia deixar essa passar despercebida. :mrgreen:

Na verdade eu nunca tinha assistido o filme até a série prestar uma homenagem, mas sempre ouvia falar e também sempre via nas promoções de DVDs do Submarino. Quando baixei as músicas, fiquei curioso demais pra saber do que se tratava e corri pro Google e meu interesse aumentou ainda mais. Tanto que baixei o filme e a trilha sonora
Resultado: fiquei vidrado durante as duas semanas e só conseguia imaginar a versão glee. Tanto que chegou o dia de assistir e só tenho a dizer que gostei muito da homenagem, porém a história continua murcha.

Tudo bem que rolou uma historinha de amor não resolvido entre Emma e Will, ciúmes da parte do Carl, traumas de infância da Sue e narcisismo do lado másculo do grupo, mas tipo, esse nem é o foco da série em si. Mas enfim, ficou legal demais a montagem e curti muito todos os figurinos. As versões das músicas ficaram impecáveis, tanto que jurei de pé junto que Touch A Touch A Touch Me era cantada pela April (Kristin Chenoweth).

O ep. começou como no filme, com uma boca bem vermelha cantando Science Fiction, Double Feature pela Santana, no qual mandou bem pra caramba. Depois veio There’s a Light e o cenário ficou bem parecido com o original, até o castelo ficou igual. Só achei o Finn muito desengonçado como sempre, rs. Depois vem o drama e uma conversinha entre Will e Emma, dali sai a ideia pro musical. Ao escolherem os papeis, Kurt recusa ser o doce travesti da história e o ex-figurante Mike aceita o desafio para ter mais destaque. Por ter poucos papeis femininos, as garotas iriam revezar entre Columbia e Magenta. O grupo ensaia Damn It, Janet, que eu achei super legal também, ficou bem parecido com o original. Carl faz o teste pra entrar no musical e canta Whatever Happened To Saturday Night.

Sue faz seu quadro polêmico na tv sobre Halloween, e eis que chega a ser intimada por dois homens. Esses dois aí não apareceram só pra alimentar o ódio da Sue pelo Halloween não! Sabe quem são eles??? São Brad e Eddie da versão original de Rocky Horror Picture Show. 😀 Eu reconheci o Barry Bostwick porque ele também fez uma pontinha em um ep. de Cold Case no qual citava o filme. Já o MeatLoaf passou despercebido. Mas gostei do feat deles.

Becky se fantasia de Sue. Eu adoro muito as participações dela e meio que morro de rir das falas dela. Sempre do lado mal da Sue.

O ápice do episódio é Mercedes cantando Sweet Transvestite. Muito diva né? Eu fiquei pensando como se ela fosse um traveco de verdade, que nem o Frank do filme, rs. O melhor é o pessoal dançando com ela.

Touch A Touch A Touch A Touch Me foi uma esfregação que só. Brittany e Santana não ficaram de fora. rs Nem vou falar da obsessão do Sam para ser hot e nem sobre a vergonha do Finn em usar uma samba-canção, ok? E depois o Mr. Schue ficou meio confuso e como sempre faz o episódio terminar numa tristeza só.

Mas o coral iria poder fazer Time Warp só para se divertir. E essa diversão até que valeu a pena. Kurt e Quinn embalaram a música com tanta energia que nem percebi muito os outros. Só achei ruim dar as partes agudas pro Finn até porque nessa música o personagem dele não canta. 😡 O solo da Columbia foi dividido em dois e tanto Brit como Tina cantaram afinadinho e esbanjaram beleza com suas peruquinhas ruivas.

Pra finalizar, foi um ótimo episódio com uma produção muito realista e fora do normal. Mas faltou um drama maior e com mais cimento, né? Nada me chocou, foi mais uma homenagem ou um pretexto para cantarem tais músicas. Vocês já estão acostumados com as idéias do Ryan Murphy né?

E aí? O que você achou?? Lady GaGa tá tão animada que quer participar.

Os nomes das músicas regravadas pela série não estão corretas de acordo com o filme. Deixei o nome das músicas que foram registradas no cd, ok?

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