Robô domesticado

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Pra quem é fã da Disney, sabe muito bem quem é Miley Cyrus. Ou melhor, a Hannah Montana. Bom, o que importa é que a Miley está se cansando da imagem e do status que sua personagem a continua dando. Não que não seja bom, mas ela quer ser ela mesma. Alguem não domesticada, dentro dos limites… alguem padrão Disney de ser. E para expressar esse desejo, ela decidiu trabalhar mais a fundo, e gravar um álbum genuíno, chamado Can’t Be Tamed que traduzido é, “não posso ser domesticado”.

Miley se dedicou bastante ao novo trabalho, tanto que maioria das faixas foram escritas e produzidas por ela. O álbum está muito bom e existe poucos erros. Eu dei quatro estrelas pois gostei muito do cd, porém há algumas exceções que acho super válidas a fazer.

Segue abaixo, um vídeo de um audio-preview do cd novo. Dá o play e acompanhe com o review. :smile:

P

rimeiramente o cd começa bem energético, “Não viva uma mentira, essa sua vida é única”, com esse trecho Miley chega arrebentando com Liberty Walk, que é um pop parecido com aqueles que a gente ouvia algumas boybands fazerem em 1999, sabe? Mas eu adorei, o refrão é chiclete, não sai da cabeça. Who Owns My Heart é mais electropop, ótimo refrão.. super dançante. Para não sai dos trilhos, Can’t Be Tamed vem com uma batida intensa do começo ao fim, a musica-titulo não deixa a desejar. Para amenizar a energia causada nas faixas anteriores, Every Rose Has It’s Thorn cai como uma luva, pois não é uma balada envolvente com uns solinhos de guitarras. Pronto, quando você relaxou, você é obrigado a sair do transe e voltar pra animação de Two More Lonely People, que também merece destaque, apesar de ter alguns violões e violinos, não faz jus a ser chamada de country. Forgiveness and Love é uma balada que vem em péssima hora, mas a música é linda e Miley não se perde ao canta-la. Logo vem Permanent December, que é muito pop e dá vontade de sair pra rua dançando… que nem em musicais. Muito boa essa faixa, merece destaque também. Stay é outra balada, porém essa foi escrita pro Liam, o namorado da Miley. É linda a música, toda trabalhada no piano, mas achei que a voz da Miley ficou muito dramática e abafada. Depois da tristeza de Stay, vem Scars que também vem pro time de animadas do álbum. O refrão também é ótimo, bem pop rock. Take Me Along não traz nada que mereça destaque, faixa fraca. Porém logo em seguida vem Robot que é o pop-rock-dance com mais gás do álbum. Miley a canta com sentimento, a letra é bem profunda, o que a torna o super destaque. E pra fechar com chave de ouro, My Heart Beats For Love é uma balada muito boa, envolvente. Gostei muito, ótima faixa pra deixar com gostinho de quero mais.

Enfim, o álbum nada domesticado da Hannah Montana não saiu nada do normal. Teve os destaques, porém não teve nada que a gente não tivesse ouvido e, ou não conhecia. Gostei bastante das músicas e dos arranjos. Mereceu as quatro estrelinhas, o nível da cantora subiu muito desde seu ultimo trabalho, o Breakout. O link do novo álbum vai estar nos comentários, seguindo o método do Samir.


– Eu cresci agora, e sou mulher!

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