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Era uma vez uma Beyoncé

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Se engana quem pensa que Beyoncé não ralou para se tornar a diva que é hoje em dia. No começo de sua carreira, Queen B teve que superar os desafios de fazer seu álbum solo ser aceito pela gravadora e assim, conquistar um legado que até hoje nenhuma de suas companheiras do Destiny’s Child chegaram perto.

Com a pausa do grupo, as filhas do Destino decidiram explorarem suas carreiras solos e verem no que davam. Beyoncé se empenhou em manter as origens e trabalhar em cima do seu já conhecido R&B, enquanto suas amigas tentaram novos estilos. Com a ajuda de grandes nomes, seu trabalho solo ficou rico em boas produções e trouxe para “aquela época” uma sonoridade mais sexy e provocante.

O single Crazy In Love foi esmagador. Até hoje ficamos com vontade de sair dançando quando ouvimos o início da música com o trompete (?) e o Jay-Z anunciando Beyoncé. Esse single tem cara de hit e ainda tem um refrão que gruda e o mínimo que se deve fazer é cantar e dançar.

O álbum em si é dividido em músicas animadas e com um apelo sexy, como o lead single Crazy In Love, Baby Boy e Naughty Girl. O restante das músicas na sua maioria são baladas que soam uma mistura de Destiny’s Child com Mariah Carey. O unico problema foi terem “separado” o álbum, pois você se anima com as músicas, mas depois cai no tédio com as baladas. Deveriam o ter balanceado um pouco melhor. No mais o debut é maravilhoso e com ótimos singles.

Beyoncé – Dangerously In Love (2003)
1. Crazy In Love ( Featuring Jay-Z)
2. Naughty Girl
3. Baby Boy (Featuring Sean Paul)
4. Hip Hop Star
5. Be With You
6. Me, Myself And I
7. Yes
8. Signs
9. Speechless
10. That´s How You Like It
11. The Closer I Get To You
12. Dangerously In Love 2
13. Beyoncé Interlude
14. Gift From Virgo
15. Work It Out

Agradecimento: Renan pela foto em SUPER HQ, rs. Obrigado amigo!

Speak Lindsay… speak!!!

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Da safra Disney, Lindsay Lohan é a que mais gostei e sempre acompanhei em tudo que era trabalho. Claro que fiquei muito triste quando ela começou a se envolver com drogas e viu sua carreira evaporar. Mas pra nossa sorte, LiLo deixou um legado de filmes e músicas que sempre fazem a nossa alegria.

Hoje tirei do baú pop, um dos dois álbuns que Lindsay gravou enquanto explorava o máximo de sua extensa paleta de talentos. E não é que a ruiva canta bem e fez um cd digno de popstar? Claro que por trás de uma estrela sempre tem bons produtores, e nesse caso não foi diferente. A hitmaker Kara DioGuardi e John Shanks foram responsáveis por essa idéia de fazer Speak se realizar. Rumors foi o primeiro single e fez muito sucesso, mas não atingiu bons indices nos charts. Mas tocava bastante nas rádios, eu pelo menos lembro e adorava.

O álbum é todo rock pop com uma pegada bem jovem. Lindsay tem uma voz bem suave e que se destaca entre as músicas e as deixam bem suaves. Apesar do álbum começar rock pop, ao desenrolar vai passando por ritmos mais calmos e com pianos e violões, até chegar a músicas pop dance com sintetizadores bem aguçados. Speak não é mais que um álbum produzido para o público que LiLo conquistou durante os anos.

Adoro todas as faixas desse álbum, mas não posso deixar de destacar a faixa-titulo Speak, First, Rumors, To Know Your Name, e a dramática Over.

Lindsay Lohan – Speak (2004)
1. First
2. Nobody ‘Til You
3. Symptoms of You
4. Speak
5. Over
6. Something I Never Had
7. Anything But Me
8. Disconnected
9. To Know Your Name
10. Very Last Moment in Time
11. Rumors

Vale muito a pena tirar do baú pop… sempre.

O X de Kylie Minogue

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No início de 2007 enquanto trabalhava ouvindo Jovem Pan (bons tempos em que essa rádio era relevante), o locutor deu uma notícia que até então eu não sabia: “Kylie Minogue irá lançar um novo álbum, intitulado X”. Na hora fiquei muito feliz, e a partir daquele dia esperei o comeback da Kylie como se não houvesse amanhã. Pra quem não sabe, ela havia sido diagnosticada com câncer de mama, e graças a Deus tudo deu certo e ela ficou “novinha” em folha. E super disposta a voltar com tudo!!

“X” marca uma nova fase na vida de Kylie Minogue, que até então não lançava nada desde 2003. Para o álbum, ela contou com nada mais… nada menos que Calvin Harris e a dupla Bloodshy & Avant para moldarem mais um sucesso de sua carreira. Todo trabalhado no pop dance, X não deixa barato e faz todos quererem dançar loucamente e entoar as letras que sempre falam de amores não resolvidos ou alguma vingancinha. O primeiro single foi 2 Hearts que conquista a todos pela batida envolvente e uma bateria marcante. O clipe é todo sexy e mostra uma Kylie bem madura e volátil, rs.

O álbum é todo elétrico, com momentos de uma adrenalina dance que são controladas com doces baladas pop. Deixo como destaque Like a Drug, Speakerphone, The One, Stars e a sensual Nu-di-ty. Sem dúvidas esse é um dos álbuns da Kylie que mais gosto e ouço sem pular nenhuma faixa. Incrivel como os produtores soubem balancear os ritmos entre as faixas, logo ficou um trabalho único e não cansamos ao ouvir. Muito menos dá vontade de trocar, rs.

Kylie Minogue – X (2007)
1. 2 Hearts
2. Like A Drug
3. In My Arms
4. Speakerphone
5. Sensitized
6. Heart Beat Rock
7. The One
8. No More Rain
9. All I See
10. Stars
11. Wow
12. Nu-di-ty
13. Cosmic

Vale muito a pena tirar do baú pop… sempre.

Não sou eu, é você!!

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Sim. Hoje o baú pop está resgatando Lily Allen, que apareceu no mundo musical meio que na surdina, em meados de 2005, quando postava suas músicas no Myspace. Conforme o passar do tempo, ganhou notoriedade bastante para fechar um contrato com uma gravadora e emplacar um hit esmagador, Smile!

A partir daí só foi surgindo grandes oportunidades e Lily caiu no gosto popular. Não demorou muito e seu talento foi colocado a prova: O LANÇAMENTO DO SEGUNDO ÁLBUM. Sim, o segundo álbum que determina se o cantor é realmente talentoso ou apenas deu sorte. Nesse caso a segunda opção não foi questionada, porém causou certa polêmica.

Para quem tinha adorado toda a liberdade de Lily no seu debut, estranhou o posicionamento da garota no novo álbum. It’s Not Me, It’s You é um álbum totalmente diferente e ao mesmo tempo saturado pelos sintetizadores e baladas mela cueca. A voz de Lily está intacta, porém com um apelo mais introspectivo e preocupado com cada sentimento solto nas músicas. Confuso né? Mas foi isso que senti quando ouvi esse álbum. Apesar de ser muito bem entoado, não tem um ponto que faça o álbum sair da atmosfera criada. Não tem exageros, escrachos e soa muito intimo. Digamos que é um álbum quase politicamente correto.

Começa animado e com muito gás, parece um carro acelerado e cheio de adrenalina. Ao decorrer do caminho, o carro vai perdendo o combustível e quando vemos, ele está totalmente imóvel. Mas isso não tira o brilho das faixas que mais fizeram sucesso no meio disso tudo, que foram The Fear, 22 e a mais rebeldezinha fofa, F*ck You.

Lily Allen – It’s Not Me, It’s You (2009)
1. Everyone’s at It
2. The Fear
3. Not Fair
4. 22
5. I Could Say
6. Back to the Start
7. Never Gonna Happen
8. F*ck You
9. Who’d Have Known
10. Chinese
11. Him
12. He Wasn’t There

Apesar de não ser um álbum que mereça cinco estrelas douradas, é um trabalho que ouço esporadicamente quando enjoo de tudo que rola ultimamente. É sempre bom ter uma dose de Lily Allen em nossos ouvidos. E falando em Lily, por onde anda essa mulher??? (assunto para um outro post, rs)

Cher Lloyd, prazer em conhece-la!

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Eu já falei tanto, mas tanto da Cher Lloyd aqui no blog, que vocês já estão se achando íntimo dela. Tanto que não demorou muito e o álbum de estréia, Sticks + Stones já caiu na net e todo mundo já está ouvindo sem parar. E só temos que dizer que foi um prazer conhece-la!

Para quem achava Cher imatura e sem personalidade durante toda a sua estada no X-Factor, mal poderá julga-la no seu debut. A menina não faz feio e mostra que tem muita atitude e que pode sim, ser irreverente com toda sua pequena experiência.

O álbum por sua vez não é fraco, porém não chega a soar como uma obra prima moldada ao sucesso. Para começar temos faixas energéticas e que coloca toda alegria no ambiente. Essas são Grow Up (feat. Busta Rhymes) e Want U Back. Em contra partida, chega With Ur Love (feat. Mike Posner) que é toda meiga, tranquila e bem chiclete. Swagger Jagger foi o seu cartão de visita, e causou opiniões controversas e ao mesmo tempo polêmicas. Mas causando ou não, conquistou o #1 nos charts britânicos. Balanceando o clima, a baladinha Beautiful People (feat. Carolina Liar) garante um vocal mais delicado e introspectivo.

Com a maioria das músicas e demos vazadas, o álbum não trouxe muitas surpresas, mas fiquei muito impressionado com a versão finalizada de Playa Boi, que ficou jovem e numa batida urban bem marcante. Superhero também tem seu charme, mas não passa de mais uma música pop clichê. Aproveitando o máximo os ritmos dos seus produtores, Over the Moon saiu um resultado disso: tem pop, electro e dubstep… tudo junto e misturado. Agora, uma que achei ótima e intrigante foi Dub on the Track (feat. Mic Righteous, Dot Rotten & Ghetts). O dubstep nessa faixa é mais presente do que na anterior, e o jeito que Cher mistura a melodia é impresionante. Ora canta, ora faz seus raps. O refrão é hipnotizante. Uma das minhas preferidas. E pra fechar com chave de ouro, End Up Here é a baladinha feita pra finalizar o álbum. Bem suave e muito bonitinha e até parece vir direto de um conto europeu.

Apesar de ser um álbum curto, Cher Lloyd não pescou e garantiu um dos melhores times de produtores que poderia ter em seu álbum de estréia. “Chamou” Red One, Toby Gad e até Shellback, que foi responsável (junto com Max Martin) pelo Femme Fatale da Britney. Cher co-escreveu todas as músicas e está se empenhando o máximo que pode na divulgação. Acredito que no começo será dificil para os britânicos aceitarem Cher Lloyd, mas pelo menos por aqui ela já está em nossos corações.

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