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ROAR é lindo! Aplausos!

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A divulgação da nova era musical de Katy Perry está sendo pesada! Para “Prism”, Katy está investindo bastante em uma imagem menos conceitual e mais livre. Já teve vários teasers, dentre eles mostrava que a california gurl havia morrido, e que Katy agora seria selvagem. Daí saiu a tão esperada ROAR e todo só conseguiu pensar no quão Brave a música era. Apesar da polêmica, a música continuou linda no topo dos charts, barrando Lady Gaga com sua Applause. Ontem foi lançado o clipe de ROAR e é estilo um filme do Indiana Jones. Vem ver!

“- Divertido. ”
“- Emocionante. O clipe passa uma idéia de superação da mulher que sozinha domina a selva.”
“- Eletrizante.”

Katy Perry pode ter diversos defeitos e não ser a queridinha do pop, mas vamos combinar que a gata sabe como fazer videoclipes. Não é de hoje que os clipes da moça chamam a atenção. Todos muito criativos e impecáveis. O clipe de ROAR não ficou totalmente genial, mas a fotografia é belíssima e a atuação de Perry é sensacional, muito natural inclusive a interação dela com os animais.

Vamos combinar: Katy é a rainha da selva! Só da selva porque né…

No iPod: Flatline – Mutya Keisha Siobhan

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Para quem é novo, Mutya Keisha Siobhan são apenas nomes estranhos na balada, mas pra galerinha oldschool Mutya Keisha Siobhan significa Sugababes.

Bom, quando se fala em girlgroups a gente sempre se lembra de Spice Girls, as percursoras de uma era picante e atrevida na história da música pop. Mas logo mais vieram as Sugababes, que contava com as inglesas Mutya Buena, Keisha Buchanan e Siobhán Donaghy. Elas eram sucesso no Reino Unido e atingiram bom desempenho com as músicas Overload, Run for Cover e New Year. Mas como todo grupo, o Suga não resistiu a muito tempo e logo Siobhan deu no pé querendo seguir carreira na moda. Heidi Range entrou no lugar e o barco seguiu. O sucesso foi estrondoso lá pela terra da rainha, mas também não durou muito pois Mutya ficou doente e teve que dar goodbye ao sonho pop. Outras formações do Sugababes foram colocadas a prova, mas nenhuma rendeu tanto como a inicial e desde então o nome do grupo beirou o fim, flopando até não poder mais. Triste fim? Que nada! O grupo continua em hiato mas MKS chegou.

Em 2012 as integrantes da formação inicial decidiram se juntar novamente para voltar, mas a antiga gravadora tem os direitos autorais do nome Sugababes e não quiseram o liberar para o trio. Pensando que iriam desistir, as meninas foram ousadas e se lançaram como Mutya Keisha Siobhan, que digamos tem muito mais impacto e soa novo ao invés de renovado.

O grupo chegou de fininho e com um “comeback” espetacular e vamos combinar que todo mundo ficou ouriçado quando disseram que essas três estavam junto novamente. E não demorou muito e a faixa Lay Down In Swimming Pools foi postada no soundcloud do produtor das moças e não agradou tanto quando deveria. Mas não foi por menos e Flatline foi postada e tomou conta da atmosfera toda e a gente só respirava essa música. Flatline virou o hit entre os fãs e não fãs do grupo.

A sonoridade não é tão alegre, porém é dramatica e impactante. O som oitentista da bateria predomina e faz juz a batida retrô com o britpop que as meninas já exploraram bastante. Sem contar alguns elementos R&B e dá a impressão que a música sobe e desce. Sensacional. Ouça e veja o clipe da música:

Vintage demais, o clipe é simples e lindo. Ótimo para não criar muitas expectativas e manter uma vibe saudosista. Estava esperando a Lana Del Rey aparecer do nada naquele carro dela…. hahaha

Mutya Keisha Siobhan estão animadas e preparadas para retomar de onde pararam. O single será lançado o dia 1 de setembro e o topo é o mínimo que estão querendo. Mas vamos torcer para que não termine tão cedo, pois estamos órfãos de girlgroups. O álbum de estréia/comeback ainda não foi divulgado e nem sabemos se virá nesse ano, mas vamos torcer para que tenha muitas Flatline, né?

Espero que tenham gostado da música e aguardem o novo FrutoProibido.Org.
Tá 50% pronto! :)

Sem dúvidas o No Doubt voltou!

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No Doubt

Quando Gwen Stefani andou falando em seu twitter que havia possibilidades do No Doubt voltar, começou toda uma expectativa em cima do comeback do grupo, que desde então havia lançado seu último trabalho em 2003. Logo mais, os rumores se tornaram reais e os mais saudosistas comemoraram com maior fervor a notícia: O NO DOUBT VOLTARIA!

O álbum Push and Shove está sendo produzido faz tempo, tanto que os próprios integrantes do grupo não se sentiram pressionados em terminar-lo rápido. Tudo está sendo feito com o maior cuidado e perfeccionismo. Diplo, o hitmaker mais exótico do momento está envolvido nesse projeto e dessa vez ele foi criativo e não reciclou nenhuma música antiga (como fez com Beat Of My Drum e Run The World) e deixou o single de “retorno” refrescante com pitadas de flashback. Ouça no player abaixo!

Minhas considerações sobre o novo single. Achei:
1. África + Hakuna Matata
2. O Rei Leão meets. Gwen Stefani
3. Reggae e batuque eletrônico
4. Seis minutos de puro rock clássico do No Doubt
5. Dançante e meloso
6. Nostálgico
7. Ska dos anos 90
8. Pronto para conquistar o #1 nos charts. Mas não vamos nos precipitar, certo?

Agora vamos esperar pelo vídeo, porque pelo que já vimos no teaser, não será uma coisa muito diferente e nova, apenas amigos se reencontrando e fazendo uma festinha particular.

Vi no OhMyRock

Madonna – Versão 2012

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Durante toda a carreira de Madonna, a primeira audição de seus álbuns eram marcos na história da música pop. Seja lá qual ele for, a rainha arrancava suspiros e interjeições surpresas de seus ouvintes a cada nova música que começava. É inevitável não se surpreender com cada material novo que ela lança no mercado fonográfico, tanto que a cada vez é mais lógico esperar pelo melhor e inovador dela.

Nos últimos anos, Madonna foi muito questionada sobre a responsabilidade de manter o “reinado” com a idade avançando números maiores que cinco dezenas. Ela com todo o talento e experiência deixou bem claro que está sim, cada vez mais preparada para empenhar o melhor em seu trabalho, que pra nós é apenas entretenimento.

Em 2012, a eterna Material Girl resolveu retomar o seu posto e apresentar ao mundo um novo trabalho, o MDNA, que nada mais é que seu DNA atualizado ás tendências de hoje com muitas influências do passado.

A cada trabalho lançado, Madonna tenta inovar e sempre trazer ritmos novos ou abortar assuntos polêmicos para não soar repetida. Em MDNA não foi diferente: ela escalou um time de peso para produzir seu álbum e não teve medo em arriscar em parcerias (até então) duvidosas.

Madonna

Com a produção dividida entre Martin Solveig, Indigo e o duo Benassi, o disco veio pronto para as pistas, que é aonde Madonna se sente em casa. Regado ao ritmo da atualidade, o electropop viaja por diversos outros gêneros que não o faz monótono. MDNA vem balanceado entre a perdição de matar um namorado á declarações de amores de relacionamentos fracassados.

Colocando o cd para tocar, temos o prazer de ouvir Madonna recitando um pedido de perdão (lembrando vagamente a inesquecível Dita Parlo) que é entoado pela batida suave de Girl Gone Wild que nos leva a um refrão animado. Em seguida somos intimidados ao suspense de Gang Bang com sons de armas sendo engatilhadas e com uma mulher vingativa que canta os seus planos sórdidos. I’m Addicted chega e deixa o clima mais animado, porém não menos tenso. Essa faixa é ótima e tem uma influência tecnológica com efeitos que hipnotizam. Turn Up the Radio quebra toda a tensão e deixa um clima alegre e descontraído. O refrão é ótimo e com uma batida electro muito gostosa. Depois chega a juvenil e espevitada Give Me All Your Luvin’ que de brinde contém o featuring de Nicki Minaj e de M.I.A. Eu já falei muito dessa faixa por aqui, mas continuo gostando muito, pois a energia dela me contagia. L-U-V MADONNA!

A intro de Some Girls é tão fantástica que até a coloquei para ser meu toque do celular. A música é toda perfeita e com sintetizadores constantes e Madonna está com um autotune excelente para tal produção. Gosto muito dessa, e o refrão dela me faz lembrar da I Like It Rough da Gaga. Superstar é aquela música que é tão bonitinha que devia ser single só para ganhar um clipe fofo. Sim, eu amo Superstar e essa batidinha farofa do Martin. O refrãozinho dela me conquistou… uh la la! I Don’t Give A é urban, é retro, é Madonna 2012! A música é cantada no estilo singtalk e o refrão é uma intimidação a parte e é um cala a boca para muitos. Nem precisa falar o quão importante é o rap da Nicki Minaj, né? “Há apenas uma rainha, e é Madonna, sua vadia!” Eu gosto bastante de I’m a Sinner, mas é uma faixa que eu descarto facilmente da reprodução. Essa música soa clichê e com uma batida bem enxugada das que ouvimos todos os dias nos rádios. Eu a trocaria pela bonus track Beautiful Killer.

O destaque de todo o álbum na minha opinião fica na faixa Love Spent. Simplesmente por ela começar com um banjo, se desenvolver no electro e finalizar o brigde numa balada digna de holofotes. É como vejo essa faixa, bem diferente e com diferenciais que deveriam ter sido mais explorados no álbum todo.

Com a temática de amor no ar, Masterpiece é a balada que conquista todos pela profundidade da letra, até porque Madonna a fez baseada em seus relacionamentos passados. Mas eu prefiro bem mais a Falling Free pela individualidade do ritmo que ela desenvolve. É uma balada com influência erudita e que me lembra aquela época de reis e rainhas. Uma completa viagem.

Cortando o clima sonhador, Beautiful Killer vem com uma energia matadora. Essa faixa é tão boa que foi um pecado ficar de fora do tracklist standart. Tem uma batida animada e com um refrão ótimo, me lembrou bastante a era Music. I Fucked Up eu ignoro, não gosto muito dela. Não sei, acho melancólica e tediosa e a sinto enfiando uma carta de desculpas goela abaixo. Mereceu ficar de fora.
B-Day Song é divertida, engraçada e juvenil, uma Madonna bem diferente. O featuring da M.I.A. é bem interessante, principamente quando ela canta “I’m a happy gal”, rs. Best Friend não é nada demais, mas tem uma produção interessante, que me recordou bastante do Hard Candy.

Conclusões finais:

Madonna quis pegar o barco das modinhas e fez um álbum excelente para seus fãs, que estavam sedentos por algo novo. Com músicas fortes e outras nem tanto, ela conseguiu subir mais um degrau de sua escala, mas não é nada que deva se orgulhar. A divulgação e a escolha dos “carros chefes” ficaram a desejar, já que muitas canções deviam ter sido negadas e outras acatadas sem nem pestanejar. Acredito que a mudança de gravadora fez com que Madonna colocasse mais a mão na massa, mas faltou um pouco de certeza e confiança por parte dos produtores. Martin Solveig fez um trabalho excelente, mas podia ter criado algo novo, ao invés de reciclar suas antigas melodias. O feat com Nicki Minaj foi interessante e no mínimo surpreso, mas não é nada demais perto da imensidão que é Madonna. MDNA é um álbum refrescante e feito para se divertir, não tem pretensões e muito menos veio rotulado como o melhor da década, mas consegue se destacar na carreira da rainha. Mas não chega a ser o preferido, pelo menos pra mim.

No iPod: Dose dupla

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Sexta é o dia mais feliz da semana-expediente. Para comemorar tal dia, decidi deixar duas dicas de músicas que foram lançadas essa semana, que se você já não está ouvindo loucamente, deve fazer isso já!!!


Gossip – Perfect World
Se há uma banda que eu gosto, admiro e tô sempre na cola, essa é o Gossip. Não sei porque, mas a voz aguda e ao mesmo tempo marcante da Beth Ditto me hipnotiza a cada música que ouço. Nessa semana foi lançado o novo single, Perfect World que marcará a volta do grupo, que não lança nada desde 2009. Desde então só Beth lançou um trabalho solo, mas nada muito grande. O novo álbum, A Joyful Noise, está sendo produzido pela equipe Xenomania e com as grandes idéias do brilhante Mark Ronson, e já está marcado para ser lançado em maio desse ano. A músicalidade do Gossip continua a mesma: rockpop com pitadas de indie. Estou encantado por essa música e a cada vez que ouço, ela fica melhor.



Kerli – Zero Gravity
Sumida desde o estouro de Army Of Love, Kerli também voltará a cena musical com um comeback tecnológico e revolucionário. Pelo menos é isso que ela tem em mente, e ouvindo seu mais novo single, Zero Gravity temos a impressão que ela tende a se dar muito bem, já que se rendeu ao electropop. Eu sempre gostei do lado gótico da Kerli, mas essa sonoridade animada e dançante faz muito mais meu estilo. Ouça abaixo a música que parece uma balada mas tem toda um dubstep explosivo que promete tomar as pistas de dança.

Bom, deixo essas duas dicas para vocês que querem ouvir algo diferente no final de semana.

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