Bau Pop

Speak Lindsay… speak!!!

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Da safra Disney, Lindsay Lohan é a que mais gostei e sempre acompanhei em tudo que era trabalho. Claro que fiquei muito triste quando ela começou a se envolver com drogas e viu sua carreira evaporar. Mas pra nossa sorte, LiLo deixou um legado de filmes e músicas que sempre fazem a nossa alegria.

Hoje tirei do baú pop, um dos dois álbuns que Lindsay gravou enquanto explorava o máximo de sua extensa paleta de talentos. E não é que a ruiva canta bem e fez um cd digno de popstar? Claro que por trás de uma estrela sempre tem bons produtores, e nesse caso não foi diferente. A hitmaker Kara DioGuardi e John Shanks foram responsáveis por essa idéia de fazer Speak se realizar. Rumors foi o primeiro single e fez muito sucesso, mas não atingiu bons indices nos charts. Mas tocava bastante nas rádios, eu pelo menos lembro e adorava.

O álbum é todo rock pop com uma pegada bem jovem. Lindsay tem uma voz bem suave e que se destaca entre as músicas e as deixam bem suaves. Apesar do álbum começar rock pop, ao desenrolar vai passando por ritmos mais calmos e com pianos e violões, até chegar a músicas pop dance com sintetizadores bem aguçados. Speak não é mais que um álbum produzido para o público que LiLo conquistou durante os anos.

Adoro todas as faixas desse álbum, mas não posso deixar de destacar a faixa-titulo Speak, First, Rumors, To Know Your Name, e a dramática Over.

Lindsay Lohan – Speak (2004)
1. First
2. Nobody ‘Til You
3. Symptoms of You
4. Speak
5. Over
6. Something I Never Had
7. Anything But Me
8. Disconnected
9. To Know Your Name
10. Very Last Moment in Time
11. Rumors

Vale muito a pena tirar do baú pop… sempre.

O X de Kylie Minogue

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No início de 2007 enquanto trabalhava ouvindo Jovem Pan (bons tempos em que essa rádio era relevante), o locutor deu uma notícia que até então eu não sabia: “Kylie Minogue irá lançar um novo álbum, intitulado X”. Na hora fiquei muito feliz, e a partir daquele dia esperei o comeback da Kylie como se não houvesse amanhã. Pra quem não sabe, ela havia sido diagnosticada com câncer de mama, e graças a Deus tudo deu certo e ela ficou “novinha” em folha. E super disposta a voltar com tudo!!

“X” marca uma nova fase na vida de Kylie Minogue, que até então não lançava nada desde 2003. Para o álbum, ela contou com nada mais… nada menos que Calvin Harris e a dupla Bloodshy & Avant para moldarem mais um sucesso de sua carreira. Todo trabalhado no pop dance, X não deixa barato e faz todos quererem dançar loucamente e entoar as letras que sempre falam de amores não resolvidos ou alguma vingancinha. O primeiro single foi 2 Hearts que conquista a todos pela batida envolvente e uma bateria marcante. O clipe é todo sexy e mostra uma Kylie bem madura e volátil, rs.

O álbum é todo elétrico, com momentos de uma adrenalina dance que são controladas com doces baladas pop. Deixo como destaque Like a Drug, Speakerphone, The One, Stars e a sensual Nu-di-ty. Sem dúvidas esse é um dos álbuns da Kylie que mais gosto e ouço sem pular nenhuma faixa. Incrivel como os produtores soubem balancear os ritmos entre as faixas, logo ficou um trabalho único e não cansamos ao ouvir. Muito menos dá vontade de trocar, rs.

Kylie Minogue – X (2007)
1. 2 Hearts
2. Like A Drug
3. In My Arms
4. Speakerphone
5. Sensitized
6. Heart Beat Rock
7. The One
8. No More Rain
9. All I See
10. Stars
11. Wow
12. Nu-di-ty
13. Cosmic

Vale muito a pena tirar do baú pop… sempre.

Não sou eu, é você!!

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Sim. Hoje o baú pop está resgatando Lily Allen, que apareceu no mundo musical meio que na surdina, em meados de 2005, quando postava suas músicas no Myspace. Conforme o passar do tempo, ganhou notoriedade bastante para fechar um contrato com uma gravadora e emplacar um hit esmagador, Smile!

A partir daí só foi surgindo grandes oportunidades e Lily caiu no gosto popular. Não demorou muito e seu talento foi colocado a prova: O LANÇAMENTO DO SEGUNDO ÁLBUM. Sim, o segundo álbum que determina se o cantor é realmente talentoso ou apenas deu sorte. Nesse caso a segunda opção não foi questionada, porém causou certa polêmica.

Para quem tinha adorado toda a liberdade de Lily no seu debut, estranhou o posicionamento da garota no novo álbum. It’s Not Me, It’s You é um álbum totalmente diferente e ao mesmo tempo saturado pelos sintetizadores e baladas mela cueca. A voz de Lily está intacta, porém com um apelo mais introspectivo e preocupado com cada sentimento solto nas músicas. Confuso né? Mas foi isso que senti quando ouvi esse álbum. Apesar de ser muito bem entoado, não tem um ponto que faça o álbum sair da atmosfera criada. Não tem exageros, escrachos e soa muito intimo. Digamos que é um álbum quase politicamente correto.

Começa animado e com muito gás, parece um carro acelerado e cheio de adrenalina. Ao decorrer do caminho, o carro vai perdendo o combustível e quando vemos, ele está totalmente imóvel. Mas isso não tira o brilho das faixas que mais fizeram sucesso no meio disso tudo, que foram The Fear, 22 e a mais rebeldezinha fofa, F*ck You.

Lily Allen – It’s Not Me, It’s You (2009)
1. Everyone’s at It
2. The Fear
3. Not Fair
4. 22
5. I Could Say
6. Back to the Start
7. Never Gonna Happen
8. F*ck You
9. Who’d Have Known
10. Chinese
11. Him
12. He Wasn’t There

Apesar de não ser um álbum que mereça cinco estrelas douradas, é um trabalho que ouço esporadicamente quando enjoo de tudo que rola ultimamente. É sempre bom ter uma dose de Lily Allen em nossos ouvidos. E falando em Lily, por onde anda essa mulher??? (assunto para um outro post, rs)

Baú Pop: Fergie – The Dutchess

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Em meados de 2006, Fergie estava super em alta com o Black Eyed Peas. Por conta dessa popularidade toda, resolveu lançar um álbum solo para fazer um estilo diferente e tomar frente de todas suas músicas. Chamou o will.i.am para o time de produtores e eis criaram o The Dutchess, que levou esse nome por conta de uma referência a Duquesa de York, que é xará de Fergie.

As músicas continuavam R&B, porém com uma pegada sexy e toda indecente. O álbum subestimou muitas pessoas que não colocavam fé alguma na loira de olhos claros, mas ele rendeu grandes hits: Fergalicious, London Brigde, Glamourous, Clumsy e o que ganhou maior destaque no mundo todo, a balada Big Girls Don’t Cry. Quem se lembra?

Eu adoro todos os singles e principalmente a sensacional Mary Jane Shoes que tem participação especial de Rita Marley, que é a viúva do Bob Marley. Eu também adoro a London Brigde por ser toda urban e que lembra muito Gwen Stefani. E a engraçadinha Clumsy, que ganhou um clipe tão bonitinho quanto…

Dizer que sinto saudade da Fergie seria mentira, pois amo sua performance no BEP, mas afirmo que morro de saudade dessa época e desse álbum. As músicas me trazem lembranças boas, e o com o The Dutchess não é diferente. Fergie é brilhante do começo ao fim, não consigo deixar de ouvir nenhuma música e cada uma delas soam atuais e deliciosamente pop. A comparo atualmente com Jessie J, basta ouvir ambos albuns para tirarem suas conclusões… mas acredito que terão a mesma que eu.

Fergie – The Dutchess (2006)
1. Fergalicious
2. Clumsy
3. All That I Got (The Make Up Song)
4. London Bridge
5. Pedestal
6. Voodoo Doll
7. Glamorous
8. Here I Come
9. Velvet
10. Big Girls Don’T Cry (Personal)
11. Mary Jane Shoes
12. Losing My Ground
13. Finally
14. Get Your Hands Up

E aí? Gostou de relembrar da era solo da Fergie?? Qual é o álbum “antigo” que você mais gosta e acha que sempre é necessário tirar-lo do baú pop?? Conte para mim…

E se eu pudesse escapar??

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Se eu pudesse escapar, não sei se sairia fugindo e cantando com o Akon…

É impossivel não se lembrar dessa música que tanto tocou em 2007, quando Gwen Stefani era a platinada mais doida da musica pop. Eu amo a carreira solo dela e já postei várias vezes aqui no blog. E claro que tô trazendo a vocalista do No Doubt mais uma vez pra tag Baú Pop.

No clipe, Gwen está toda trabalhada na riqueza enjaulada. Tudo reluz a ouro e é tudo de muito bom gosto. Akon a ajuda em sua doce fugidinha, mas tudo não se passa de um sonho. Ou não???

A música ficou por conta de Akon mesmo, que tomou a liberdade de criar algo bem moderno com influências do No Doubt. Não deu outra: sucesso na certa. Amo demais essa canção e toda vez que a ouço fico mais animado.

Sem falar que “ressucitaram” a música colocando no comercial do novo Sandero 2011. UAU!!!!

– Tell me boy now wouldn’t that be sweet?

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