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Mamãe Beyoncé

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Beyonce

Como o blog estava em contagem regressiva, não pude comentar sobre a inesperada gravidez da Beyoncé. No VMA todos os holofotes se viraram para a “queen B” que no fim de sua apresentação da música “Love On Top” confirmou o que era até então um boato.

Quando a Beyoncé lançou o “4”, todo mundo torceu o nariz e disseram que o álbum era morto, chato e não tinha nenhum hit dançante e esmagador, como Crazy In Love ou Single Ladies.
Eu continuo com minha opinião, e admirando muito esse álbum que é uma mistura do passado e presente do R&B. Mas agora com essa gravidez de supetão, tudo faz sentido: ela quer moleza!

Claro, quem sou eu pra exigir que Bey fique pulando pra cima e pra baixo arriscando sua gravidez só pra satisfazer os fãs? Creio que agora ela vai descansar sem perder seu brilho de diva. Pois é, lançando as faixas mais tranquilas como single, Beyoncé vai poder ficar bem sossegada e fazendo lindas performances como todas as outras que já fez. Só fico triste pelo fato de nossas esperanças por End Of Time ser lançado como single irem para o brejo.

Bom, o jeito é ficar feliz por ela e pelo Jay-Z. Vamos esperar novidades…

5 motivos para “End Of Time” ser single

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1. Também foi produzida por Diplo.

2. É melhor que Run The World (Girls).

3. Contém influência Afrobeat, que é um batuque envolvente, que lembra Olodum.

4. Já conquistou o coração de todos e até ganhou flashmob.

5. Vai bombar nas pistas se ganhar um remix bem gabaritado.

Quando saiu a demo dessa música, eu gostei e vibrei por causa do rumor de ser o segundo single. Infelizmente não foi o que aconteceu, porém podemos torçer pra End Of Time virar o 4º single do “4” e então ganhar um clipe bem BEYONCÉ, se é que me entendem, rs.

Deu um apertozinho no coração quando foi anunciado na internet que o próximo single seria “Party” e que estava sendo gravado até um clipe. D: Vamos esperar pra essa música não ficar de fora dos lançamentos (yn).

Enfim, o que você acha? POP ou FLOP?

Baú Pop: Rihanna – GGGB

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Em 2007, Jay Z trouxe Rihanna no colo para o mainstream da música internacional. E quem diria que ali, ela criaria raízes e ficaria até nos dias de hoje, firme e forte? Tudo começou quando foi lançado “Umbrella“, um dos hits da década, que tinha a participação do rapper. Logo a música estourou nas rádios e em pouco tempo ficou conhecida nos quatro cantos do mundo. Todos queriam mais dela e foram se lembrar que ela era aquela menina que cantava SOS e Pon de Replay.

O álbum por sua vez, carregado com R&B e uma pitada de dance music, foi produzido por Evan Rogers, e conta com a colaboração de Timbaland e Stargate (responsável pelos sucessos de Beyoncé). Traz participações especiais do já citado Jay Z, Neyo, Justin Timberlake e até Chris Brown (que também deu seu pitaco).

Após Umbrella, Rihanna emplacou “Shut Up And Drive“, “Don’t Stop the Music” (que tem o sample de Wanna Be Startin’ Something, de Michael Jackson) e “Hate That I Love You” (com participação de Ne-Yo, que foi quem também escreveu a música). “Take a Bow” foi lançada já no relançamento do álbum. “If I Never See Your Face Again” foi lançado pelo Maroon 5, pois tinha o feat de Rihanna. Enfim “Disturbia“, escrita por Chris Brown e RiRi, chegou e ficou durante muito tempo nas paradas, assim ganhando um clipe polêmico. Com um feat minúsculo de Justin Timberlake, “Rehab” foi lançada e finalizando assim, as atividades do álbum que rendeu sete singles, todos eles muito bem sucedidos.

1.Umbrella
2. Push Up On Me
3. Don’t Stop The Music
4. Breakin Dishes
5. Shut Up And Drive
6. Hate That I Love You
7. Say It
8. Sell Me Candy
9. Lemme Get That
10. Rehab
11. Question Existing
12. Good Girl Gone Bad
13. Take A Bow
14. Disturbia
15. If I Never See Your Face Again

Adoro esse álbum, e desde que ouvi Umbrella pela primeira vez, fiquei fascinado pelo som que Rihanna estava fazendo. Fico muito feliz pelo sucesso que ela fez e só lamento pelo episódio Chris Brown, mas rendeu também o Rated R, que é um álbum totalmente reverso e brilhante. Passa todos os sentimentos que Rihanna sentia… mas isso é assunto para outro post.

Sai Sasha Fierce, entra Beyoncé!

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Destemida, Beyoncé decola do electropop direto para o R&B retrô!

Eu apostei todas as minhas fichas nessa nova investida da Beyoncé, e acho que foi um bom negócio. Mas tem gente torcendo o nariz por aí e pedindo para Sasha Fierce voltar com aquele som regado á muita energia. Quando os singles foram lançados e algumas faixas vazadas, eu senti que a Queen B estava numa fase mais emocional e retrô. Assim que o álbum todo caiu na net, pude comprovar que tudo era verdade.


Dê play aí e acompanhe o review

“4” é um álbum expressivo e cheio de melodias com influências de rhythm and blues lá dos anos 70, ou muito menos, quem sabe. O cd resume em instrumentais que tem uma pegada de “perai, parece que já ouvi isso antes” e a voz da Beyoncé com todo o poder que tem. As vezes dá a impressão que ela quis dar mais prioridade as suas “origens” e cantar aquilo que tem vontade do que emplacar diversos hits que soam mais como tudo que já está ocupando os charts, sei lá.

O álbum começa com a já conhecida 1+1, que como já comentei no post anterior, a faixa é melosa e totalmente emocional. O instrumental é só um detalhe perto da voz poderosa de Beyoncé. O som soa como um R&B puro… das antigas. I Care começa introvertida com desabafos em forma de versos, e o refrão contagia com uma batida mais animada. Na mesma linha melosa, I Miss You conquista pela simplicidade dos arranjos e da voz que chega quase ser classificada como acústica. Com um piano intimista e uma batida á la Beyoncé, Best Thing I Never Had não é uma das melhores do álbum a toa. Cantando sobre uma desilusão amorosa, ela diz que esse seu amor era a melhor coisa que ela nunca teve. Party começa com um rap do sem noção Kanye West, mas depois uma batida bem R&B retrô toma conta, e a mistura começa ali. Bey não fica atrás e canta muito, com direito a backing vocals e tudo, inclusive a participação do Andre 3000 (aquele do Outkast, lembra?).

Rather Die Young continua na viagem retrô e a vibe acústica tambem continua. O refrão me lembrou Diana Ross. Start Over já chega animadinha, mas nem promete o dance comotion, mas deixa um refrão muito bom, e com uns gritinhos nervosos da Honey B. A delicinha Love On Top é tão retrô anos 60 que dá vontade de ouvir a bateria ao fundo e imaginar o pessoal daquela época que usava conjuntinhos e o cabelo com muito laquê, fazendo me lembrar mais ainda do Hairspray. Também uma das minhas favoritas do álbum. Outra que adorei foi Countdown, que tem um sample na contagem regressiva do Boyz II Men, mas no caso fiquei mais viciado nessa música pelo ritmo da bateria e dos trompetes e a vibe alegria. Outra que está no topo das favoritas é End of Time que foi produzida pelo Diplo e tem um batidão envolvente e algumas influencias soul durante a música, o refrão é energético e cheio de gingado, ora me lembrou Janelle Monaé. I Was Here quebra o clima de felicidade alheia e deixa o black moment tomar conta com uma balada muito triste e muito bonita porém depressiva. E por fim, ela… Run the World (Girls) que todo mundo já conhece e já saiu dançando e gritando “who run this motha? GIRLS”. Também produzida por Diplo, não teve o feedback necessário para o comeback da Queen B, talvez por ser uma reciclagem da já malhada Pon de Floor. Enfim, eu adoro o batidão e toda as referências funkeiras nessa música.

Bom, “4” pegou muita gente de calça curta e deixou muitas delas com gostinho de quero mais. Classifiquei o álbum como 4 estrelas pois achei que faltou mais novidade e menos deja vu. Por mais que a musicalidade do álbum seja impecável, ficou muito repetitiva e o que tinha de diferente não pode matar nossa sede de Beyoncé. Entendo que ela estava a fim de gravar algumas músicas nesse estilo, mas podia pelo menos ter deixado aquela Sasha Fierce ir embora de fininho e não a francesa, se é que me entendem.

Enfim, me contem o que vocês estão achando dessa nova era e o que acharam do “4”. 😀

Beyoncé desflopando

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Bom, primeiro quero dizer que Beyoncé jamais foi motivo de flop alheio, mas desde que ela deixou a Sasha Fierce ir embora, meio que nada que ela lançava estava superando as expectativas dos sucessos anteriores.

Logo de cara, pra escancarar o comeback, Bey se jogou no batidão do Major Lazer e fez uma versão pra lá de feminista e envolvente de Pon de Floor. “Run This World (Girls)” chegou marcando território, mas quem não estava esperando um batuque desses acabou estranhando o som e o rejeitou com todas as forças. No começo eu achei nada a ver, mas depois fui me acostumando. Quando saiu o clipe então, gostei mais ainda. Veja:

Extasiada pelo batidao on fire, Queen B resolveu jogar “1 + 1” na roda e ver se dava conta de dominar o mundo com uma baladinha como sempre. Para o delírio dos fãs, a faixa é melosa e totalmente emocional. O instrumental é só um detalhe perto da voz poderosa de Beyoncé. O som soa como um R&B puro… das antigas. Ouça abaixo a faixa:

Não satisfeita com essa música de cortar os pulsos, Beyoncé ainda lançou essa semana o single “Best Thing I Never Had” que atingiu todos os corações despedaçados, pois é esse tipo de música que caracteriza a Beyoncé romântica (pelo menos na minha opinião). Cantando sobre uma desilusão amorosa, ela diz que esse seu amor era a melhor coisa que ela nunca teve. Uma linda balada, ouça:

Agora sim Beyoncé conseguiu mostrar ao mundo quem manda nessa porr*. Em breve o novo cd, intitulado “4”, chegará ao nosso poder aí sim vamos ver o que nossa artista do milênio nos preparou. Talvez uma série de hits (yn).

Abaixo, a capa e o tracklist do quarto álbum:

1.1+1
2. I Care
3. I Miss You
4. Best Thing I Never Had
5. Party (feat. Andre 3000)
6. Rather Die Young
7. Start Over
8. Love On Top
9. Countdown
10. End Of Time
11. I Was Here
12. Run The World (Girls)

Vamos aguardar pelo melhor, como sempre.
GO BEY!

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