cd

3 Words: Cheryl é demais

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Cheryl Cole

Estava eu fuçando em meus cds e achei em um mp3 o primeiro álbum solo da Cheryl Cole, que era integrante da única e inesquecível Girls Aloud. Na época eu não a conhecia muito e só baixei por indicação de um amigo que estava falando muito bem dele. O álbum se chamava “3 Words” e gostei muito, logo na primeira vez que ouvi. E aos poucos fui ouvindo e tentando saber quem era Cheryl Cole. Mais pra frente eu me apaixonei pelo Girls Aloud e daí aqui estou.

Enfim, 3 Words é um álbum pop eletrônico que fez muito sucesso em terras britânicas pois Cheryl é bem conhecida por lá. Participar do juri do X Factor fez com que sua fanbase aumentasse consideravelmente, pois todo mundo sabe quem sempre foi a queridinha do Girls Aloud né? rs Mas Cheryl foi atrás de seu sucesso solo e trouxe um álbum redondinho e cheio de músicas boas. E ela deixou a produção do álbum toda nas mãos de Will.I.Am que naquela época não era tão farofa e fez um trabalho de respeito. Para mim é o melhor trabalho de Will em produções, pois o álbum todo conversa e as faixas são ótimas para ouvir em qualquer ocasião. O que me irrita é que mesmo se a faixa não tem o “featuring” escrito o nome dele, ele está lá fazendo algum verso ou coro.

Mas uma coisa eu não posso reclamar: a mulher arrebenta! Canta e dança demais… e sem contar o quanto ela é linda. Eu fico babando, sério. Ela nem é muito grande mas ela exala poder e sedução. E não ia ser diferente em suas músicas e videoclipes né? Para começar, a música de maior sucesso do álbum, “Fight For This Love”, que com certeza você ouviu lá em 2009.

Alem de “Fight” foram lançados mais dois singles, “3 Words” e “Parachute” esse último teve um clipe que é um dos meus favoritos. Das músicas favoritas, “Rain On Me” e “Heaven” que são muito pop e destaco “Stand Up” que foi composta por Taio Cruz e é uma club banger que não dá pra ficar parado. E o feat do Will.I.Am nessa é indispensável, pois ficou muito legal ele dizendo “Ok Cheryl, last dance!”.

Bom, a dica foi dada! Procure um site de ouvir música que você goste e ouça esse álbum. Eu amo e espero que vocês também gostem e o tirem do baú de vez em quando.

Cheryl Cole – 3 Words (2009)
1. 3 Words (feat. Will.i.am)
2. Parachute
3. Heaven (feat. Will.i.am)
4. Fight For This Love
5. Rain On Me
6. Make Me Cry
7. Happy Hour
8. Stand Up
9. Don’t Talk About This Love
10. Boy Like You (feat. Will.i.am)
11. Heartbreaker

Lista: 10 álbuns de 2013

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Como é tradição da blogosfera, estou aqui para postar sobre os 10 álbuns que mais ouvi e com uma opinião do que achei do álbum. 2013 veio com uma safra pop muito boa e eu claro elegi os meus de acordo com o tanto que me agradou por completo. Seguem eles:

10º THE ELECTRIC LADY
Janelle Monaé

Janelle Monaé veio com álbum eletrizante e bem forte nas parcerias, incluindo Prince, Erykah Badu e Miguel. Acrescentou uma batida eletrônica a pegada soul e “The Electric Lady” me ganhou e ouvi bastante. Destaque para as introduções em forma de estações de rádios antigas.
Eu amo: Q.U.E.E.N., Givin’ Em What They Love e Dance Apocalyptic
Música delicinha: Primetime

9º AVRIL LAVIGNE
Avril Lavigne

Avril é aquela atitude rock ‘n’ roll sonorizada em pop. O álbum homônimo traz músicas bem comuns e nem os clipes conseguiram salvar essa era. As músicas são boas, eu gosto da maioria delas porém eu enjoei fácil. Mas vale a ouvida.
Eu amo: Rock n Roll, Hello Kitty, 17 e Heres To Never Growing Up
Música delicinha: Let Me Go

8º BRITNEY JEAN
Britney Spears

Britney quis inovar e gravar um álbum biográfico e mais íntimo. Chamou Will.I.Am e deixou com que ele comandasse a produção. O primeiro single causou furor mas foi só isso. Sem divulgação nenhuma, o álbum está amargando nos charts. A qualidade é impecável e as músicas foram bem produzidas, mas parece que a Britney não quer workar de jeito nenhum. Aposentadaney.
Eu amo: Work Bitch, Alien, Passenger e Body Ache
Música delicinha: Perfume

7º PURE HEROINE
Lorde

Ela nem bem chegou e já está causando! Desde que “estorou” no meio underground com a sua Royals, Lorde vem crescendo e tomando um espaçinho nessa escada musical. Seu álbum de estréia é ótimo e tem uma qualidade bem parecida com o single de estréia. Mas a gata está fissurada em aparecer, e não poupa “elogios” a outras cantoras da atualidade. Mas se tratando de música, Pure Heroine é viciante e vai fazer você querer mais e mais dessa mocinha.
Eu amo: Royals, Team e Tennis Court
Música delicinha: A World Alone

6º BANGERZ
Miley Cyrus
Se eu pudesse descrever 2013 em uma cantora, com certeza eu iria dizer Miley Lingua Cyrus. A ex-Hannah Montana veio abusada e com uma atitude bem safada para lançar seu novo álbum. Com uma sonoridade mais puxada para o RnB, Miley conquistou todos e fizeram a engolir a força. Até porque se você não gostou, creio que vai ficar pior! hahahaha Eu esperei algo mais pop, e achei que o álbum ficou saturado com tanta música parecida. Mas mesmo assim foi um arraso. Ponto pra Miley!
Eu amo: Wrecking Ball, We Can’t Stop e Adore You
Música delicinha: Do My Thang

5º TROUBLE
Natalia Kills
Natalia Kills também foi outra que quis levar sua vida para o showbiz e lançou o seu Trouble todo carregado no drama familiar. As músicas tem letras pesadas e sinceras, mas a produção fez tudo soar mais degustável. Se você se deixar levar pela batida, mal percebe que a música em si é triste. Mas Natalia foi feliz em optar por esse caminho, pois conseguiu várias críticas positivas e um feedback mais coerente.
Eu amo: Saturday Night, Daddys Girl e Problem
Música delicinha: Outta Time

4º ALIVE
Jessie J
Esbanjando simpatia, Jessie J conquistou muitos brasileiros que a não conhecia no Rock In Rio desse ano. Eu acompanho a moça desde quando ela tava colhendo os louros de “Do It Like a Dude” e “Price Tag”, mas o sucesso na terra da rainha não bastou e Jessie quis ampliar seu som. E Alive é um álbum refrescante e com várias músicas que vão do dance ao rnb.
A mulher raspou a cabeça para uma campanha e ficou mais poderosa. Parece até que nasceu outra Jessie J e com uma inspiração quente. Ouvi muito!!
Eu amo: Daydreamin’, Wild, Square One e Unite
Música delicinha: Thunder

3º MUSIC TO MAKE BOYS CRY
Diana Vickers
Só de ver o rostinho sereno de Diana eu já fico nas nuvens. Fofa, Vicko demorou um tempo para lançar um cd novo, porém veio com um álbum bem a cara dela: LINDO! Eu sei que sou fanzoca e tudo que ela faz eu amo. Mas as músicas são 100% pop britânicas e ela não se rendeu as modinhas dos produtores da atualidade. Se as músicas não tivesse sido vazadas aos poucos e ter demorado tanto pra sair, estaria no topo.
Eu amo: Cinderella, Boy In Paris, Mad At Me e Music To Make Boys Cry
Música delicinha: Lightning Strikes

2º ARTPOP
Lady Gaga
“My artpop could be anything”. Lady Gaga prometeu como sempre. Entregou 50% meio sem fé mas mesmo assim agradou muito a todos nós. E claro, eu sou fã e tudo que saía eu ouvia e amava. Quando o álbum saiu ouvi durante horas e ainda ouço, porém as músicas foram vazando e foi perdendo aquela novidade toda. Mas ARTPOP foi sim um dos melhores do ano. Lady Gaga continua sendo a melhor em tudo. Desculpem haters.
Eu amo: G.U.Y., Venus, Donatella, Fashion, Sexx Dreams, Gypsy, Applause, Do Want U Want, Manicure, Swine, Dope, Mary Jane Holland, Aura…
Música delicinha: Gypsy

1º PRISM
Katy Perry
E o samba mesmo ficou por conta da Katy, que apesar de prometer um album dark e meio rebelde, veio com um Teenage Dream 2.0, mas também cheio de hits. Eu não botava muita fé, mas depois que saiu o preview do álbum, eu comecei a esperar mais desse álbum. Prism virou meu vício! A cada dia que ouço escolho uma música favorita. E é o primeiro álbum que ouço sem pular nenhuma faixa. E claro, vou esperar que a Katy lance todas como single e lance aqueles vídeos impecáveis que só ela sabe fazer!
Eu amo: Roar, Legendary Lovers, Dark Horse, Ghost, Unconditionally, Birthday, Walking On Air, This is How We Do, International Smile, Spriritual, Love Me e This Moment
Música delicinha: Double Rainbow


DESTAQUE: BEYONCÉ
Beyoncé
E essa mulher que do nada lança álbum, lança trocentos vídeos e conquista o #1 lugar em vários países da noite pro dia? Eu não me conformei quando acordei e encontrei esse mundo de coisa dela. E como Beyoncé é sinônimo de rainha da música, ela não deixou esse título para trás. Das 14 músicas, amei as 15, pois inclui a demo de Grown Woman. rs E tipo, estou viciado em Pretty Hurts e já imagino essa música tocando por aí logo logo. O album chegou nos últimos segundos do segundo tempo e ainda marcou um golaço! Isso aí Queen B! Obrigado por existir!!

E bom, não podia deixar de mencionar os comebacks incríveis de Justin Timberlake, Sara Bareilles e Cher, o álbum das The Saturdays para tentar a carreira internacional, o segundo (e frustrante) álbum das Little Mix e os pop teen de Demi Lovato e Selena Gomez.

2013 rendeu né?
E para você?? Qual são os melhores deste ano??

Review: Katy Perry – Prism

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O álbum colorido e reluzente de Katy Perry superou expectativas e é uma safra de novos hits, porém não houve inovação.

Prism
Nota: 4,0

    Artista: Katy Perry

    Álbum: Prism

    Gênero: Pop

2013 iria ser o ano do comeback de Katy Perry, que depois de destrinchar seu Teenage Dream todinho, iria vir com um álbum novo e cheio de drama e atitude. Bom, esse marketing falhou pois Katy Perry não veio rebelde como imaginavamos, porém trouxe um álbum na medida e bem mais maduro. Na minha opinião o melhor de toda sua carreira.

Prism é como uma viagem no tempo. Depois de trazer toda a doçura da adolescência, Katy foi além e como um prisma, deixou a luz bruta entrar e refletir suas próprias cores. O álbum passeia entre vários estilos e as faixas conversam entre si. Façam o teste: coloquem o álbum para tocar e deixe no modo aleatório. A sintonia entre as músicas continuam a mesma? Bom, eu achei que sim. Uma parece complementar a outra e você pode até dizer que Prism é igual. Mas eu discordo, se você parar para ouvi-lo com atenção, vai notar o quão são diferentes.

Em time que está ganhando não se mexe, e Katy não mudou muito do lineup de produtores. Os hitmakers Dr Luke, Max Martin, Cirkut e Bonnie McKee continuaram intactos. As novidades ficaram por conta das colaborações com Sia, Emeli Sandé e o seu amado John Mayer, que segundo ela foi o responsável pelo nome do álbum. Se você ainda não ouviu o álbum, peço que faça já. Ou pelo menos as prévias, basta dar play abaixo:

Prism dá partida em Roar, que dispensa apresentações. Eu sei que você já cansou de ouvir o rugido da Katy por aí. E claro, já postamos aqui também. Foi uma boa escolha começar com Roar, pois é bom que já dá pra ver que essa música já deve ser descartada logo. Legendary Lovers chega com a temática oriental nas veias. Com o arranjo inspirado em Bollywood, a música se desenvolve ao meio hindu. Tem um refrãozinho chiclete e já a detectamos como uma 2ª faixa. Estonteante, Birthday começa com gostinho de disco music, onde todo mundo dançava nas discotecas com roupas extravagantes e estilosas. Uma faixa pop e com uma letra bem fofa. Na mesma viagem ao tempo, Katy traz o gosto dos anos 90 na frenética Walking On Air, que me lembra muito minha infância onde todos as músicas dance havia essa batida. Unconditionally é a primeira baladinha e vem para tranquilizar um pouco. Essa música tem muito a cara da Katy e o refrão dela é bem intenso.

A intro de Dark Horse é fantástica. Hipnotiza e eu queria muito que tivesse mais dessa bizarrice na música. A participação de Juicy J é interessante e eleva a música outro padrão. Antes do álbum sair, era a minha preferida e de longe a mais diferente do Prism, por ter uma batida nigga e com um refrão melódico. Falando em favoritas, estou amando This Is How We Do como se não houvesse amanhã. Com uma pegada urban e uma batida desprentensiosa, “This…” tem um refrão marcante e que estou com ele na cabeça desde a primeira vez que ouvi. Destaque para o fade onde Katy diz: “What? Wait. No, no, no… Bring the beat back, that’s right” e a música volta a tocar. International Smile parece que veio importada do Teenage Dream, soa como a continuação de Part Of Me, inclusive quando entra um arranjo que lembra o saxofone de Last Friday Night, o que não a faz ser ruim.. pois é ótima. Tem uma vibe tão conhecida, que faz lembrarmos que a Katy das antigas ainda está ali. O começo de Ghost começa muito triste e obscuro, mas o refrão é animadinho e manda o fantasma da tristeza embora. Mas essa música fica ali, mas não marca presença. Saindo da zona de conforto, Love Me é uma baladinha produzida pelos suecos Bloodshy & Avant. E como é marca registrada da dupla, a batida frenética não podia faltar. Vocais no ponto, espero que se ela for a cantar ao vivo, que mantenha o tom.

Anos 80, é como descrevo This Moment que me lembra PetShop Boys, League Human e toda as percursoras do synthpop que com certeza inspirou Stargate e Benny Blanco a produzir essa faixa. Gostei bastante e está entre minhas favoritas. Double Rainbow é uma música da Sia e eu aposto que será single. Ninguem é louco de gravar algo dela e não lançar, é tipo comprar um pote de sorvete e comer sozinho. A faixa é a balada mais intimista do álbum e tem aquele Q de hit, a julgar pelo refrão mainstream. Autobiografica, By the Grace of God é a música de agradecimento a Deus por uma nova vida, linda por sinal e fecha o álbum standard com chave de ouro. Uma baladinha que não tem potencial para single.

Só queria saber porque Spiritual ficou de fora do tracklist e entrou como bônus. O que é essa música? Perfeita! Com um arranjo incrível puxado pro synth moderno, a faixa tem a colaboração de John Mayer e é uma das melhores e mais produzidas. Assim como It Takes Two que é uma baladinha intensa e bem Katy também, porém escrita pela nossa amada Emeli Sandé. E para finalizar, a envolvente e enigmática Choose Your Battles, que mostra o quanto o álbum é misto em estilos e Katy não se deixa uniformizar.


Katy Perry – Walking on Air [SNL] por eidurrasmussen

Katy Perry enterrou a Katy doce e colorida, mas o espirito dela continua vivo. Houve muita evolução da cantora em Prism, mas o medo de pensar fora da caixa foi maior e o álbum soou mais um da Katy Perry. O trabalho está impecável e não consegui desaprovar nenhuma das músicas e acho que esse álbum irá sim ser um marco na carreira dela, porém não fez nem cócegas em relação a história do pop. Gostei de tudo? Sim, porém não dei 5 estrelas pelo fato de não acha-lo envolvente e novo. No fim tudo foi reformado e misturado com antigas referências, mas nada realmente que seria novidade.

Obrigado Katy por um álbum recheado de hits e espero que você trabalhe bastante nele. Pois o álbum está impecável em cada detalhe. Te amamos, gatinha. ROAR!

Paris Hilton só quer curtir

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Paris Hilton

A vida de Paris Hilton deve ser muito chata e monótona né? A loira já foi modelo, atriz, escritora, cantora, presa, estilista e agora anda atacando de dj. Como dinheiro não é problema para ela, Paris tava cansada de viver nos shoppings e tratou logo de ressucitar a sua carreira de cantora. Como alguns sabem, a socialite já lançou um álbum que apesar de não ser relevante, adoramos e já até postamos aqui no blog, porém o sucessor de “Paris” promete ser feito para as baladas e pista de dança sendo todo trabalhado na house music.

Good Time, foi escolhido como primeiro single e o clipe já circula na net. A música foi escrita pela própria Paris Hilton e conta com o feat. (indispensável) de Lil Wayne. A música foi produzida por Afrojack, que é um dos produtores de Pitbull. Com apelo eletrônico, a patricinha não pensou duas vezes em botar um feat médio com um produtor bacana para seu single de retorno.

Apesar do arranjo soar perfeito, a voz de Paris não tem presença e não se destaca em momento algum. Good Time tem uma batida que nos anima porém a letra não é nada demais que lixo. Paris só quer curtir esse momento com muita festa e badalação. O clipe não podia ser diferente da música…

Vou considerar essa música chiclete: sem conteúdo e gruda na cabeça. Eu estou ouvindo a música há bastante tempo, e acho o que me hipnotiza é essa voz despretensiosa da Paris não querendo ser Mariah, e sim, ela mesma. E o clipe é bem bonito, lembra bem o verão e quem não gosta de ver a loira só de biquini sensualizando na piscina com seus “amigos”?

Agora vamos esperar e ver se esse cd sai ou não sai… porque se depender de $$, a gente sabe que esse álbum será #1.

Review: Cher – Closer To The Truth

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Após 12 anos sem álbum novo, Cher volta com novos e velhos ritmos. Mas nada que seja novo, literalmente.

Closer To The Truth
Nota: 3,0

    Artista: Cher

    Álbum: Closer To The Truth

    Gênero: Dance

Dias, anos, décadas, séculos se passaram e o novo cd de Cher nunca saia da gaveta. Com o tempo passando, seu material “novo” ficava cada vez mais ultrapassado e o medo do flop a afrontava. Mas parece que 2013 é o ano da sorte para ela, pois Holy Cher resolveu enfrentar o pop da atualidade e se jogar nas tendências e quebrar o hiatus de 12 anos.

Closer To The Truth foi divulgado e veio com uma capa sensual em que Cherzona está toda loira fatal mostrando pro mundo que tá enxuta e pronta para colocar as poderosas no bolso. Antes de ser lançado, a gravadora liberou o streaming e a gente correu para ouvir. Para variar a voz continua a mesma, mas a qualidade das músicas seguiu a linha mainstream com a essência dance que já tocou muito nas vitrolas de seus fãs. (brincadeira).

O álbum é ótimo, cheio de músicas dance e no estilo que estamos acostumados e que nos faz querer dançar. Baladinhas para se ouvir em dias de chuva também foram incluídas e para a produção das músicas, Cher foi esperta e chamou novos e antigos parceiros, até porque não se mexe em time que está ganhando.

Bom, não crie tantas expectativas em relação ao frescor das músicas; “Closer” não chega a ser o álbum da geração porém também não beira o marasmo de tendências. É como se pegasse o útlimo álbum dela e remixasse com produtores atuais. Claro que dentre tanto clichê, há músicas que merecem atenção e um repeat eterno. Alem da excelente Woman’s World, que tem composição assinada por P!nk e Timbaland, listei abaixo as faixas que mais gostei e despertou em mim uma sensação tão boa que corri para escrever sobre elas.

Take It Like A Man:
Não soa novo, porém tem tanto autotune que eu já amo! Lembra Believe e ainda tem um feat. quase inperceptivel de Jake Shears no refrão e alguns corinhos. Sem contar que é uma 2ª Faixa!

Dressed To Kill:
Essa faixa é pop dance do jeito que gosto. Com intro trabalhada no retro disco, com middle8 carregado e tem um refrão chiclete e autotune, claro. Cher está vestida para matar, e vai matar todas as outras faixas, porque eu só quero ouvir ela!

Red:
”All I see is red now”. Maravilhosa, essa faixa tem uma batida muito boa. Com refrãozinho jogativo e que dá pra fazer passinhos até. Parece aquelas produções do RedOne.

I Walk Alone:
Country Cher! Foi a primeira coisa que me veio a cabeça. Com um banjo afinado, uma batidinha vem chegando e toma conta com um refrão pop dance! Essa música está na medida.. se mexesse em alguma coisa, piorava. E pra melhorar essa música foi composta pela P!nk. OMG!

I Don’t Have to Sleep to Dream:
Dance dance dance! Composta por nossa amada Bonnie McKee e produzida por Timbaland. Uma delícia de música com uma batida pop e que com certeza a versão original era mais lenta. Não sei porque essa faixa ficou de fora do tracklist standard.

Quem curte baladas, pode ouvir a partir de Sirens pois não se decepcionará. Destaque para I Hope You Find It.
Ouçam o streaming liberado pela gravadora aqui:

Para ser sincero eu não estava esperando esse comeback, mas desde que foi lançado Woman’s World eu sabia que Cher ia voltar atualizada (assim como Madonna faz todo ano) porém quando saiu os previews das músicas, fiquei bem animado. Todas são ótimas mas são tão iguais que enjooa. As vezes tenho a impressão que estou ouvindo apenas pelo arranjo e a produção que foi bem feita, mas pra mim nem importa que seja a CHER. Mas é isso aí, vamos ver qual será o próximo single e torcer para que alguma das que gostei ganhe um clipe bacaninha.

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