cd

Madonna gone wild

Por em |

Para esse final de semana, resolvi postar o novo single da Madonna para o MDNA.
Girl Gone Wild é uma produção dos irmãos Benassi e é uma faixa dance, pronta para as pistas.

Madonna deixou a animação de torcida em Give Me All Your Luvin’ e se entregou ao batidão farofa que está dominando ultimamente. Com um refrão bem chiclete, Madge diz que as garotas só querem se divertir e que elas vão ficar descontroladas.

Achei a música boa, porém esperei um segundo single mais marcante e ousado. Senti que com a rejeção e da polêmica de Give Me, Madonna quis reconquistar com algo bem agradável, mas nada diferente.

Agora só nos resta esperar que o MDNA esteja por aí, pronto para nosso desfrute.
Até lá vamos ouvindo muito esses dois singles que vieram pra conquistar 2012. Ou não. rs

Baú pop: Ashlee Simpson

Por em |

Se você já tem mais de duas décadas de vida, com certeza vai saber de quem vamos falar hoje. Mas para quem não sabe ou ainda não lembrou quem é, vou fazer a minha parte.

Ashlee Simpson é uma cantora de pop que ficou famosa em meados de 2004 com seu single de estréia, Pieces Of Me, que chegou ao Top 5 em diversos países. A música também foi uma das 10 mais tocadas no verão norte-americano. Ash também é irmã de Jéssica Simpson, que deu todo um suporte para que essa carreira fosse bem sucedida. Fonte

Ao longo da carreira, Ashlee nunca foi a mais notável do show bizz, mas eu gostava muito dos singles e dos seus clipes rebeldes. A voz estranha e ao mesmo tempo gostosa de ouvir, chamou muito a minha atenção. Deixo o destaque para as ótimas Boyfriend e LaLa.

Minha paixão mesmo só foi se dar em 2008 quando ela lançou o Bittersweet World, que é uma produção mais madura e com batidas electropop com influências R&B. Até então o ritmo estava se popularizando, tanto que Madonna lançou meses depois o seu Hard Candy. Produzido por Timbaland, o álbum foi um sucesso e por causa da gravidez de Ashlee a divulgação e qualquer lançamento posterior de singles foram descartados. O primeiro single, a dançante “Outta My Head (Ay Ya Ya)” trouxe novidades e refrescou a memória de muitas pessoas. Eu gostei na mesma hora que ouvi e tanto que não a larguei mais. O clipe também é diferente e mostra Ash numa fantasia que acabou sendo transformada em loucura.

A faixa homônima “Bittersweet World”, “Rulebreaker”, “Murder” e a animada “Boys” merecem o play. Bom, o álbum todo vale o play e o replay, rs. Eu o considero um dos melhores de 2008, e continuo com a mesma opinião daquele ano: músicas agressivas, porém com um toque de pop que todo mundo adora.

Ashlee Simpson – Bittersweet World (2008)
1. Outta My Head (Ay Ya Ya)
2. Boys
3. Rule Breaker
4. No Time For Tears
5. Little Miss Obsessive
6. Ragdoll
7. Bittersweet World
8. What I’ve Become
9. Hot Stuff
10. Murder
11. Never Dream alone
12. Invisible

Espero que Ashlee Simpson retome a sua carreira musical logo, pois já estou com saudade.

Não sou eu, é você!!

Por em |

Sim. Hoje o baú pop está resgatando Lily Allen, que apareceu no mundo musical meio que na surdina, em meados de 2005, quando postava suas músicas no Myspace. Conforme o passar do tempo, ganhou notoriedade bastante para fechar um contrato com uma gravadora e emplacar um hit esmagador, Smile!

A partir daí só foi surgindo grandes oportunidades e Lily caiu no gosto popular. Não demorou muito e seu talento foi colocado a prova: O LANÇAMENTO DO SEGUNDO ÁLBUM. Sim, o segundo álbum que determina se o cantor é realmente talentoso ou apenas deu sorte. Nesse caso a segunda opção não foi questionada, porém causou certa polêmica.

Para quem tinha adorado toda a liberdade de Lily no seu debut, estranhou o posicionamento da garota no novo álbum. It’s Not Me, It’s You é um álbum totalmente diferente e ao mesmo tempo saturado pelos sintetizadores e baladas mela cueca. A voz de Lily está intacta, porém com um apelo mais introspectivo e preocupado com cada sentimento solto nas músicas. Confuso né? Mas foi isso que senti quando ouvi esse álbum. Apesar de ser muito bem entoado, não tem um ponto que faça o álbum sair da atmosfera criada. Não tem exageros, escrachos e soa muito intimo. Digamos que é um álbum quase politicamente correto.

Começa animado e com muito gás, parece um carro acelerado e cheio de adrenalina. Ao decorrer do caminho, o carro vai perdendo o combustível e quando vemos, ele está totalmente imóvel. Mas isso não tira o brilho das faixas que mais fizeram sucesso no meio disso tudo, que foram The Fear, 22 e a mais rebeldezinha fofa, F*ck You.

Lily Allen – It’s Not Me, It’s You (2009)
1. Everyone’s at It
2. The Fear
3. Not Fair
4. 22
5. I Could Say
6. Back to the Start
7. Never Gonna Happen
8. F*ck You
9. Who’d Have Known
10. Chinese
11. Him
12. He Wasn’t There

Apesar de não ser um álbum que mereça cinco estrelas douradas, é um trabalho que ouço esporadicamente quando enjoo de tudo que rola ultimamente. É sempre bom ter uma dose de Lily Allen em nossos ouvidos. E falando em Lily, por onde anda essa mulher??? (assunto para um outro post, rs)

Cher Lloyd, prazer em conhece-la!

Por em |

Eu já falei tanto, mas tanto da Cher Lloyd aqui no blog, que vocês já estão se achando íntimo dela. Tanto que não demorou muito e o álbum de estréia, Sticks + Stones já caiu na net e todo mundo já está ouvindo sem parar. E só temos que dizer que foi um prazer conhece-la!

Para quem achava Cher imatura e sem personalidade durante toda a sua estada no X-Factor, mal poderá julga-la no seu debut. A menina não faz feio e mostra que tem muita atitude e que pode sim, ser irreverente com toda sua pequena experiência.

O álbum por sua vez não é fraco, porém não chega a soar como uma obra prima moldada ao sucesso. Para começar temos faixas energéticas e que coloca toda alegria no ambiente. Essas são Grow Up (feat. Busta Rhymes) e Want U Back. Em contra partida, chega With Ur Love (feat. Mike Posner) que é toda meiga, tranquila e bem chiclete. Swagger Jagger foi o seu cartão de visita, e causou opiniões controversas e ao mesmo tempo polêmicas. Mas causando ou não, conquistou o #1 nos charts britânicos. Balanceando o clima, a baladinha Beautiful People (feat. Carolina Liar) garante um vocal mais delicado e introspectivo.

Com a maioria das músicas e demos vazadas, o álbum não trouxe muitas surpresas, mas fiquei muito impressionado com a versão finalizada de Playa Boi, que ficou jovem e numa batida urban bem marcante. Superhero também tem seu charme, mas não passa de mais uma música pop clichê. Aproveitando o máximo os ritmos dos seus produtores, Over the Moon saiu um resultado disso: tem pop, electro e dubstep… tudo junto e misturado. Agora, uma que achei ótima e intrigante foi Dub on the Track (feat. Mic Righteous, Dot Rotten & Ghetts). O dubstep nessa faixa é mais presente do que na anterior, e o jeito que Cher mistura a melodia é impresionante. Ora canta, ora faz seus raps. O refrão é hipnotizante. Uma das minhas preferidas. E pra fechar com chave de ouro, End Up Here é a baladinha feita pra finalizar o álbum. Bem suave e muito bonitinha e até parece vir direto de um conto europeu.

Apesar de ser um álbum curto, Cher Lloyd não pescou e garantiu um dos melhores times de produtores que poderia ter em seu álbum de estréia. “Chamou” Red One, Toby Gad e até Shellback, que foi responsável (junto com Max Martin) pelo Femme Fatale da Britney. Cher co-escreveu todas as músicas e está se empenhando o máximo que pode na divulgação. Acredito que no começo será dificil para os britânicos aceitarem Cher Lloyd, mas pelo menos por aqui ela já está em nossos corações.

Baú Pop: Fergie – The Dutchess

Por em |

Em meados de 2006, Fergie estava super em alta com o Black Eyed Peas. Por conta dessa popularidade toda, resolveu lançar um álbum solo para fazer um estilo diferente e tomar frente de todas suas músicas. Chamou o will.i.am para o time de produtores e eis criaram o The Dutchess, que levou esse nome por conta de uma referência a Duquesa de York, que é xará de Fergie.

As músicas continuavam R&B, porém com uma pegada sexy e toda indecente. O álbum subestimou muitas pessoas que não colocavam fé alguma na loira de olhos claros, mas ele rendeu grandes hits: Fergalicious, London Brigde, Glamourous, Clumsy e o que ganhou maior destaque no mundo todo, a balada Big Girls Don’t Cry. Quem se lembra?

Eu adoro todos os singles e principalmente a sensacional Mary Jane Shoes que tem participação especial de Rita Marley, que é a viúva do Bob Marley. Eu também adoro a London Brigde por ser toda urban e que lembra muito Gwen Stefani. E a engraçadinha Clumsy, que ganhou um clipe tão bonitinho quanto…

Dizer que sinto saudade da Fergie seria mentira, pois amo sua performance no BEP, mas afirmo que morro de saudade dessa época e desse álbum. As músicas me trazem lembranças boas, e o com o The Dutchess não é diferente. Fergie é brilhante do começo ao fim, não consigo deixar de ouvir nenhuma música e cada uma delas soam atuais e deliciosamente pop. A comparo atualmente com Jessie J, basta ouvir ambos albuns para tirarem suas conclusões… mas acredito que terão a mesma que eu.

Fergie – The Dutchess (2006)
1. Fergalicious
2. Clumsy
3. All That I Got (The Make Up Song)
4. London Bridge
5. Pedestal
6. Voodoo Doll
7. Glamorous
8. Here I Come
9. Velvet
10. Big Girls Don’T Cry (Personal)
11. Mary Jane Shoes
12. Losing My Ground
13. Finally
14. Get Your Hands Up

E aí? Gostou de relembrar da era solo da Fergie?? Qual é o álbum “antigo” que você mais gosta e acha que sempre é necessário tirar-lo do baú pop?? Conte para mim…

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...