Crítica

5 motivos para assistir a “A Aposta do Cavalheiro”

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1. É um curta-metragem da Johnnie Walker Blue Label.

2. Os atores Jude Law e Giancarlo Giannini estão nele.

3. Dirigido pelo aclamado diretor britânico, Jake Scott.

4. As Ilhas Virgens Britânicas, Londres e Caribe foram os cenários escolhidos para o filme.

5. Tem um final surpreendente.

A história de um homem em busca de uma experiência rara

“A Aposta do Cavalheiro” conta a história de uma aposta entre dois homens lutando para o progresso pessoal, através da busca de uma experiência verdadeira e única.

A história se desenrola a partir do momento em que Jude Law, que interpreta um homem ambicioso, juntamente a Giancarlo Giannini estão bebendo uísque Johnnie Walker Blue Label em um barco no meio do oceano e apesar de já ter conquistado tudo, desafia-se a lutar por algo que ele almeja e não há dinheiro que compre.

Comentando sobre o seu papel e envolvimento no filme, Jude diz: “O filme é sobre a melhoria e progresso e isso é algo que eu tento fazer no meu trabalho e na minha vida cotidiana. Trabalhar com Jake e com Giancarlo, estar nesses lugares que visitei e sem contar todo o aprendizado, fez dessa experiência um momento verdadeiramente raro.

James Thompson, diretor administrativo da Diageo Reserve diz estar feliz com o resultado do curta e ressalta: “Estamos muito satisfeitos em lançar ‘A Aposta do Cavalheiro’. Para nós, Jude encarna o espírito progressista que a marca Johnnie Walker Blue Label se identifica e celebra, por isso estamos muito contentes que ele assumiu o papel principal do filme e estamos ansiosos para continuar a trabalhar com ele no futuro.”

Eu Sou do CBBlogers

Resenha: “Quem é você, Alasca?”, de John Green

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Foto: Google - Se essa foto for sua, entre em contato

Dias atrás fui à Sebo Só Ler de Porto Alegre. Lá, troquei alguns livros e encontrei o maravilhoso “Quem é você, Alasca?” do escritor norte americano John Green – para quem não vive nesse mundo e não conhece, o cara que escreveu “A Culpa é das Estrelas”. Eu estava atrás deste livro em especial havia algum tempo e ao consegui-lo desisti de outras leituras, caindo no universo de Green.

A trama narra a história de Miles Halter, um garoto da Flórida viciado em “célebres últimas palavras” que decidi ir para a escola interna Culver Creek, no Alabama em busca do seu “Grande Talvez”. Chegando lá conhece Coronel, que acaba por ser seu primeiro amigo de verdade e a bela e enigmática Alasca Young. Miles, que sempre foi CDF e contido se vê em um universo totalmente diferente. Aprendendo que a vida é muito mais do que ele sempre imaginou e que ele está muito perto de encontrar seu “Grande Talvez”.

É incrível como muitos de nós podem se identificar com Miles e, ao mesmo tempo, querer ser Alasca. A garota imprevisível, impulsiva e enigmática é o revés de muitos – o meu, inclusive -, ela sabe o que quer. É dela as duas frases mais interessantes – na minha humilde opinião, durante o livro: “vocês fumam por prazer. Eu fumo para morrer”. Em outro momento, Alasca cita as últimas palavras do General Simón Bolívar, no livro “O general no seu labirinto”, de Gabriel García Marquez: “como sairei deste labirinto?”, pergunta essa que paira pelo livro.

A divisão em duas partes, em que Miles mostra como era antes e depois de Alasca, é uma sacada muito boa de Green. Mostrar como você pode ser antes que alguém mude sua vida e o que você se torna depois. Esse foi o primeiro romance do autor. Muito antes de trazer “A Culpa é das Estrelas” ou “Cidades de Papel” ao mundo, ele já trazia uma história que te faz ir dos risos às lagrimas com uma facilidade sublime.

O livro está para se tornar filme, acredito que demoraram para que isso acontecesse. Depois de perceber que sabem adaptar John Green para o cinema, pela excelente adaptação de “A Culpa é das Estrelas”, meu coração bate forte sempre que vejo uma notícia sobre esta história em especial. Ainda não tem nada definido, além da roteirista que será Sarah Polley. É esperar para ver.

★★★★★

O terceiro álbum

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Bons artistas sempre tentam expressar suas emoções, mas isto não é muito fácil no começo de carreira. Há pressão da gravadora, e até do público para que eles continuem seguindo na mesma linha e ‘hitando’. Até que chega o terceiro álbum, quando os mesmos já têm fãs e nome de peso: a combinação perfeita para finalmente cantar o que sentem. E para falar a verdade, esses são os melhores. Vamos ver alguns exemplos?

BRITNEY SPEARS - BRITNEY (2003)
Cansada de ter a sua imagem igualada a de uma menina pura e virgem, Britney decide lançar seu terceiro álbum de estúdio e contrariar tudo. ‘I’m A Slave 4 U’, o primeiro single, veio para demonstrar que ela não estava de brincadeira. Uma música e vídeo sexys fizeram parte da promoção, além de uma icônica performance no VMA da mesma segurando uma cobra. Outras canções pessoais como ‘I’m Not A Girl, Not Yet A Woman’ e ‘Overprotected’ estavam no pacote, dando a cantora uma visão mais madura.

MADONNA – TRUE BLUE (1986)
Um marco da cultura pop! Madonna nunca foi uma ‘ratinha de gravadora’, mas foi com esse álbum que ela evoluiu para ser a Rainha que é. ‘Open You Heart’, ‘Papa Don’t Preach’ e ‘Live To Tell’ se tornaram clássicos, contendo letras pessoais e controversas. Tem como não deixar de citar?

MICHAEL JACKSON – BAD (1987)
Se contarmos o ‘Off The Wall’, como o primeiro álbum solo do Michael (pois todos os outros ainda vinham com o selo dos Jackson 5), ‘Bad’ é seu terceiro álbum, e o mais autoral. Nove das onze faixas do disco foram escritas pelo cantor, demonstrando sua visão do mundo, o amor e suas excentricidades. ‘Leave Me Alone’ é um grande exemplo disso. A faixa título, ‘Man In The Mirror’, ‘The Way You Make Me Feel’, ‘I Just Can’t Stop Loving You’ e ‘Dirty Diana’ foram direto para o topo, fazendo do disco outro clássico.

LADY GAGA – BORN THIS WAY (2011)
O mais recente dos citados, mas não menos importante. O álbum veio com uma missão de espalhar a tolerância sexual, religiosa e racial. Além disso, expressa dores e alegrias vividas pela artista ao longo de sua jornada até a fama. ‘Born This Way’, ‘Hair’ e ‘The Edge Of Glory’ são destaques.

Poderíamos citar álbuns como: ‘Control’ da Janet Jackson (1986), ‘I Am… Sasha Fierce’ da Beyoncé (2008), ‘Unbroken’ da Demi Lovato (2011), e outros.

E vocês, conhecem algum? Comentem!

Carlos Paranhos
Um futuro jornalista de 18 anos. Pisciano fascinado por cinema, música, e arte pop em geral. Tentando ser a mudança que quero ver no mundo.

Dê uma chance (ou uma segunda) para “Salem”

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Não é fácil ver outra série iniciar quando você já assiste mais de dez ao mesmo tempo. Porém, minha paixão pelo sobrenatural e a curiosidade de conhecer novos trabalhos falaram mais alto e me fizeram iniciar a saga de “Salem”, a nova atração da WGN America. E qual não foi minha surpresa quando percebi que tinha feito uma ótima escolha.

“A série é ambientada em Salem, nos Estados Unidos do século 17 e acompanha John Alden (Shane West), um guerreiro que retorna após sete anos e descobre que a cidade está em meio a uma grande histeria de bruxas, enquanto Mary, agora casada com um dos homens mais influentes da cidade e um amor do passado de John, é uma das principais e muito poderosa bruxa do clã. Em meio a isso, as bruxas conseguem colocar inocentes em seu lugar na forca, atitude essa que faz com que John e o reverendo Cotton Mather (Seth Gabel) decidam trabalhar juntos. ”

Confesso que no início da divulgação da série, algo que vi em diversos sites, não tinha grandes expectativas. Acreditava que seria mais uma daquelas séries sombrias que apela para a utilização de muito sangue, maquiagem de caracterização bem elaborada e efeitos incríveis para esconder falhas gritantes no roteiro. Okay. Existe um pouco disso sim, porém o enredo se desenrola de uma maneira tão bem amarrada que se torna impossível não se apegar.


Os comentários sobre o início da série eram de um começo maçante. Muitos abandonaram “Salem” antes do terceiro episódio. A realidade nisso é de que foi difícil se encontrar. E aí está o que valei no parágrafo anterior, o roteiro não iniciou tão bem e por isso os efeitos foram usados para apaziguar isso. Mas, quem abandonou, por favor, volte. A série deu uma guinada maravilhosa após o terceiro e o quarto episódio e melhorou muito.

Sempre digo que, quando uma série consegue te fazer se afeiçoar pelos personagens, você já está rendido. E é assim em Salem. Por mais que eu saiba que Mary não é do bem, não quero que nada de ruim aconteça a ela. Por mais que eu saiba que John deve ser o mocinho da história, a minha afeição por Cotton é maior, por ele ser incompreendido e não poder lutar contra um amor que só poderá lhe trazer problemas. Não. Não pensem que não tem partes irritantes. Tem. As aparições de Mercy (Elise Eberle), que no início eram de grande importância, mas que acabaram caindo na chatiação depois de um tempo.

Enfim, “Salem”, merece uma chance, não só pelo enredo, não só pelo elenco, não só pela história. Outras séries tinham tudo isso e não conseguiram ir longe, mas ela merece uma chance, pois pode te fazer se afeiçoar rapidamente. E, também, pela excelente abertura.

P.S.: A série encerrou a primeira temporada no último domingo (13), então você tem algum tempo para conhecer até a chegada do segundo ano.

#TGIF: as mais ouvidas da semana

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Todo mundo curte bastante as músicas novas que posto aqui e me pedem muito no twitter para apresentar mais e mais. Dessa vez resolvi escolher três músicas das que mais ouvi esses dias e postar na sexta, para que todos ouçam e dêem aquele gás no fim de semana. Não irei por os links para download, mas nada que uma googleada básica não resolva né?

Algumas musicas nem são novidades, mas não saem da minha playlist diária. Lá vem elas:

Ariana Grande – Break Free (feat. Zedd)

Depois do estouro que foi Problem, impossível não amar Ariana Grande que não me convenceu muito no seu debut Yours Truly, sendo até chamada de “nova” Mariah. Para mim já basta uma. Aí a moçoila se juntou a Iggy Azalea e deu uma sambada na cara de todos. Com sede de mais músicas assim, Ariana lança em parceria com Zedd a pop chiclete Break Free que permanece desde o dia que foi lançada intacta na minha playlist diária. Essa música é meio farofa, mas como resistir a esse refrão? “THIS IS THE PART WHEN I BREAK FREE…”

Nicole Scherzinger – Your Love

A gente tá cansado de saber quem é Nicole Scherzinger e sua persistência em fazer sua carreira solo alçar vôo. Ela tenta, tenta, tenta e vai parar na praia. Bom, pelo menos é assim em seu clipe, para a maravilhosa Your Love, que tem a fórmula para o sucesso: foi escrita e produzida pelo top produtor The-Dream, responsável por hits como Umbrella e Single Ladies. Mas se não der certo, é só rezar um pai nosso e tentar novamente. Pelo menos podemos esperar mais músicas boas como essa vindo de Nic Scherzy!

Chlöe Howl – Disappointed

Carne “nova” no pedaço! Descobri Chlöe por acaso, estava ouvindo as rádios do Last.fm quando começou a tocar Disappointed. Resultado: fiquei apaixonado. Com apenas 19 anos, sua voz é uma mistura de Adele com Lorde e seu gênero musical é o pop rock britânico com synthpop. Diferente né? Porém esse mix todo é muito bom. Infelizmente (por enquanto) Chlöe não tem disco lançado, mas tem um EP que já estou ouvindo muito também. Vale a pena acompanhar!

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