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7 músicas para cantar no karaokê

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“Nada do que foi será… de novo do jeito que já foi um dia.”

E é assim que eu começo o post de hoje, relembrando uma das muitas músicas que já cantei no karaokê. O post de hoje é sobre isso sim! Para a minha alegria, um dos temas do mês no Rotaroots (grupo de blogagem coletiva que participo) é postar 7 músicas para cantar no karaokê.

Agradeço aos japoneses por essa ideia brilhante de criar um aparelho onde podemos soltar o gogó e ainda admirar lindas paisagens. Desde a sua popularização no Brasil, eu sou um amante do karaokê e além de Lulu Santos, já cantei muito A Lenda e Pense em Mim. Grandes clássicos ein.. duvido que você já não tenha cantado uma delas.

Vocês cantam, eu dou show! É assim… me empolgo e sempre me sinto a Ione do Shopping e dependendo do meu desempenho faço que nem a Flora e mando todo mundo aplaudir, até porque eu não sou obrigado. Mas hoje deixarei aqui o setlist do meu show, que logo estará percorrendo todo o Brasil. Nem anunciei e já fiquei sabendo que já se esgotaram os ingressos. hahaha

Meu show no karaokê funcionará assim: Ato 1: A solidão | Ato 2: A rebeldia
Começo assim:

1. Adele – Hometown Glory


2. Heart – Alone


3. Pitty – Na Sua Estante


4. Michael Jackson – Man In The Mirror


5. The Temptations – My Girl


6. Cassia Eller – Malandragem


7. Guns n’ Roses – Sweet Child O’mine


Bom, essas são as minhas escolhas. Algumas inusitadas, outras clichês. Mas são as que mais gosto e que nem desafino tanto. Mas eu quero saber de vocês, que estão lendo.. qual música gostam de cantar no karaokê?

Comente por aqui ou pelo facebook, mas não deixe de falar.. quero saber!

Grande abraço!
Pedro

Taylor Swift está de volta e “Shaking It Off”

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Dois anos depois de “Red”, Taylor Swift está de volta! A queridinha do charts está voltando com o seu novo álbum, 1989 e diz: “Estive trabalhando nele por dois anos, e gosto disso, porque é um tempo para crescer e mudar suas prioridades, seu cabelo, suas influências… E mudar sua música. Esse é oficialmente meu primeiro álbum pop.”

Figurinha carimbada em premiações e no topo da parada da Billboard a ex-cantora country vinha dando pistas que, na ultima segunda–feira (18) iria através da sua videoconferência na ABC, em parceria com o Yahoo; liberar seu novo single. Muito se falava sobre o possível adiamento do novo álbum de Taylor, já que outra estrela teen está para fazer o lançamento de seu novo álbum (Ariana Grande) que também são da mesma gravadora. Mas nada impediu aparentemente que Taylor lançasse “Shake It Off”, que é produzida por dois já conhecidos do último trabalho da loira: Shellback e Max Martin; que tem em seus currículos nomes como Britney Spears, Kesha, Katy Perry, Usher e Maroon 5, e hits como “Baby One More Time”, “Scream” e “One More Night” .

A música tem aquela clássica e gostosinha batida pop e grande destaque no trompete. Na letra, Taylor realmente brinca com a visão que as pessoas possuem dela, deixando-a realmente leve, chiclete e divertida. Com oito anos no mercado fonográfico, ela aprendeu a não se levar tão a sério e “Shake It Off” está fadada ao sucesso. Veja o clipe:

Com novo corte de cabelo e linda como sempre, Taylor disponibilizou o clipe em sua conta na Vevo e é isso: agita em vários estilos de dança, brinca no Ballet, se sente no Hip Hop, vai de Contemporânea á Líder de Torcida, Ginástica Rítmica ao Eletro e se rende até ao queridinho do momento, o Twerk! Simplesmente se divertindo e sendo Taylor em todas as caracterizações, a sutileza e descontração presente faz você perder a conta de quantas vezes assistiu o clipe e até pode se pegar dançando.

Seja conhecida por seus inúmeros namorados famosos, seus milhares de prêmios (mais de 150 indicações), sua carreira de sucesso, sua beleza indiscutível, seu talento como cantora ou compositora, sua paixão pelos fãs ou pelas suas turnês de sucesso, Taylor Swift está de volta mais Pop, mais anos 80, mais audaciosa do que nunca me arrisco até a dizer que já é o “come back” do Ano.

Uma certeza? Os Haters vão odiar, odiar, uhum, uhum…


“I’m back! More pop than never!”

Gabriel Félix
Aspirante a escritor, emocionalmente vintage, Mineiro, leonino, 16 anos. Apaixonado por musica, livros, moda, filmes e séries, fotografia e teatro.

Sem Disney: As princesinhas cresceram

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Se você, assim como eu, é do tipo que passa horas na frente da televisão assistindo os seriados de comédia do Disney Channel sabe que o canal tem tradição em lançar artistas completos, em sua grande maioria. Justin Timberlake, Britney Spears e Christina Aguilera estão aí para provar isso. Com o tempo, porém, você também consegue notar que os artistas passam a deixar para trás o estilo “menina de família” e “bom moço” que o canal exige.

Como era de se esperar, o mais recente grupo de princesas Disney a deixar as origens de lado e assumir posturas completamente diferentes, foram as protagonistas daqueles que, para mim, eram as melhores séries do canal: Demi “Sunny entre Estrelas” Lovato, Selena “Feiticeiros de Waverly Place” Gomez e Miley “Hannah Montana” Cyrus. Elas deixaram os rostinhos inocentes, os cabelos comportados e as posturas do tipo “sou um exemplo para os adolescentes” para trás e assumiram suas posições como divas da música pop.

Demi Lovato A intérprete de Sunny Monroe na comédia “Sunny entre Estrelas” teve diversos problemas, foi para a reabilitação e acabou sendo o assunto favorito por um bom tempo, porém não da forma boa. Mas não há como negar, Demi tem muito talento. Depois de deixar os problemas para trás, lançou “Unbroken” e deu seu grito de vitória na ótima “Skyscraper”. Recentemente lançou “Demi” e fez história com um álbum tão maduro a ponto de fazer muitos de nós esquecer que ela veio da Disney. Demi “Really don’t Care” com o que falam dela.



Selena Gomez Talvez aquela que mais demorou para deixar o canal do camundongo para trás. Seu show “Feiticeiros de Waverly Place” foi o último dos três a ser finalizado e, nesse meio tempo, lançou seu álbum em parceria com o The Scene, que apesar de soar bom, tem muito do conceito Disney. Foi então que tudo mudou, ela deu um tempo, fez alguns filmes e voltou com o super bem comentado “Stars Dance”. A faixa “Birthday” é tudo o que queríamos dela, mas é em “Come and get it” que SG mostra o quanto pode ser incrível.



Miley Cyrus Sem dúvida a ex-Disney mais comentada do momento. A eterna Hannah Montana não quer mais ser lembrada como a garota que usava peruca e cantava country. Ela agora é a b***, agora é doida. Agora ela mostra língua, faz clipe sensual e nua, derrubando tudo com uma bola de demolição. Seu “Bangerz” superou de longe o antecessor que, ainda que tivesse um estilo diferenciado, ainda não era um desligamento total. Quando Miley lançou “We Can’t Stop” soubemos que Hannah havia morrido. “Adore you” foi a cerimônia de cremação.


Agora resta saber quais serão as próximas mocinhas a se rebelarem e darem seus gritos de independência. Enquanto isso não acontece, vamos aproveitando tudo que essas três poderosas acima tem a oferecer.

Dê uma chance (ou uma segunda) para “Salem”

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Não é fácil ver outra série iniciar quando você já assiste mais de dez ao mesmo tempo. Porém, minha paixão pelo sobrenatural e a curiosidade de conhecer novos trabalhos falaram mais alto e me fizeram iniciar a saga de “Salem”, a nova atração da WGN America. E qual não foi minha surpresa quando percebi que tinha feito uma ótima escolha.

“A série é ambientada em Salem, nos Estados Unidos do século 17 e acompanha John Alden (Shane West), um guerreiro que retorna após sete anos e descobre que a cidade está em meio a uma grande histeria de bruxas, enquanto Mary, agora casada com um dos homens mais influentes da cidade e um amor do passado de John, é uma das principais e muito poderosa bruxa do clã. Em meio a isso, as bruxas conseguem colocar inocentes em seu lugar na forca, atitude essa que faz com que John e o reverendo Cotton Mather (Seth Gabel) decidam trabalhar juntos. ”

Confesso que no início da divulgação da série, algo que vi em diversos sites, não tinha grandes expectativas. Acreditava que seria mais uma daquelas séries sombrias que apela para a utilização de muito sangue, maquiagem de caracterização bem elaborada e efeitos incríveis para esconder falhas gritantes no roteiro. Okay. Existe um pouco disso sim, porém o enredo se desenrola de uma maneira tão bem amarrada que se torna impossível não se apegar.


Os comentários sobre o início da série eram de um começo maçante. Muitos abandonaram “Salem” antes do terceiro episódio. A realidade nisso é de que foi difícil se encontrar. E aí está o que valei no parágrafo anterior, o roteiro não iniciou tão bem e por isso os efeitos foram usados para apaziguar isso. Mas, quem abandonou, por favor, volte. A série deu uma guinada maravilhosa após o terceiro e o quarto episódio e melhorou muito.

Sempre digo que, quando uma série consegue te fazer se afeiçoar pelos personagens, você já está rendido. E é assim em Salem. Por mais que eu saiba que Mary não é do bem, não quero que nada de ruim aconteça a ela. Por mais que eu saiba que John deve ser o mocinho da história, a minha afeição por Cotton é maior, por ele ser incompreendido e não poder lutar contra um amor que só poderá lhe trazer problemas. Não. Não pensem que não tem partes irritantes. Tem. As aparições de Mercy (Elise Eberle), que no início eram de grande importância, mas que acabaram caindo na chatiação depois de um tempo.

Enfim, “Salem”, merece uma chance, não só pelo enredo, não só pelo elenco, não só pela história. Outras séries tinham tudo isso e não conseguiram ir longe, mas ela merece uma chance, pois pode te fazer se afeiçoar rapidamente. E, também, pela excelente abertura.

P.S.: A série encerrou a primeira temporada no último domingo (13), então você tem algum tempo para conhecer até a chegada do segundo ano.

#TGIF: as mais ouvidas da semana

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Todo mundo curte bastante as músicas novas que posto aqui e me pedem muito no twitter para apresentar mais e mais. Dessa vez resolvi escolher três músicas das que mais ouvi esses dias e postar na sexta, para que todos ouçam e dêem aquele gás no fim de semana. Não irei por os links para download, mas nada que uma googleada básica não resolva né?

Algumas musicas nem são novidades, mas não saem da minha playlist diária. Lá vem elas:

Ariana Grande – Break Free (feat. Zedd)

Depois do estouro que foi Problem, impossível não amar Ariana Grande que não me convenceu muito no seu debut Yours Truly, sendo até chamada de “nova” Mariah. Para mim já basta uma. Aí a moçoila se juntou a Iggy Azalea e deu uma sambada na cara de todos. Com sede de mais músicas assim, Ariana lança em parceria com Zedd a pop chiclete Break Free que permanece desde o dia que foi lançada intacta na minha playlist diária. Essa música é meio farofa, mas como resistir a esse refrão? “THIS IS THE PART WHEN I BREAK FREE…”

Nicole Scherzinger – Your Love

A gente tá cansado de saber quem é Nicole Scherzinger e sua persistência em fazer sua carreira solo alçar vôo. Ela tenta, tenta, tenta e vai parar na praia. Bom, pelo menos é assim em seu clipe, para a maravilhosa Your Love, que tem a fórmula para o sucesso: foi escrita e produzida pelo top produtor The-Dream, responsável por hits como Umbrella e Single Ladies. Mas se não der certo, é só rezar um pai nosso e tentar novamente. Pelo menos podemos esperar mais músicas boas como essa vindo de Nic Scherzy!

Chlöe Howl – Disappointed

Carne “nova” no pedaço! Descobri Chlöe por acaso, estava ouvindo as rádios do Last.fm quando começou a tocar Disappointed. Resultado: fiquei apaixonado. Com apenas 19 anos, sua voz é uma mistura de Adele com Lorde e seu gênero musical é o pop rock britânico com synthpop. Diferente né? Porém esse mix todo é muito bom. Infelizmente (por enquanto) Chlöe não tem disco lançado, mas tem um EP que já estou ouvindo muito também. Vale a pena acompanhar!

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