Lady GaGa

No Ipod: Little Mix – Wings

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Little Mix

Nesse fim de semana lindo, vou deixar aqui o meu vicio da vez: Little Mix!

Para quem não conhece, o grupo Little Mix é formado por Perrie Edwards, Jesy Nelson (minha favorita, rs), Leigh-Anne Pinnock and Jade Thirlwal e elas foram as vencedoras da última temporada do X Factor UK, onde a terra da rainha está sempre nos apresentando novos e ótimos talentos. As meninas conquistaram o público e ressucitou o termo “girl group” que até então se manteve instável desde o hiato das Girls Aloud. Cantando um repertório atual e notório, as Little Mix foram crescendo no programa e conquistando o seu espaço. Para o primeiro single, as meninas escolheram um cover de Cannonball, de Damien Rice. E claro que o cover ficou lindo, macio e delicioso de ouvir, mas hoje nossos ouvidos tem que estar voltados para Wings.

Como sou muito chato, esperei o vídeo oficial sair para poder comentar o quanto a junção de uma melodia extraordinária com vozes incríveis poderia dar um resultado tão brilhante. Ok, chega de rasgação de seda e vamos a uma das novas maravilhas do mundo.

Wings é de fato, O single das Little Mix. Alegre e ousado, as garotas disseram que se inspiraram em Michael Jackson e Beyoncé durante a gravação e produção do single. Claro que essas inspirações somadas ao talento delas daria um bom caldo, fazendo todos ficarem boquiabertos com tal música que é um mix de britpop com R&B e o atual dance. Citada por uns como a “Born This Way” teen, a letra da música segue o mesmo molde do lead-single da Lady Gaga e traz uma mensagem para não perder tempo e pegar as asinhas e sair batendo por aí, voando e aproveitando o que a vida tem de bom.

O clipe é todo colorido e com uma pegada vintage. Adorei a tela repartida em quatro partes e todas elas cantando juntas. Sem contar a coreografia cheia de atitude que elas dançaram junto com a galera. Adorei cada segundo e apesar de clichê, ficou bem legal e com um gostinho de quero mais Little Mix. 😀 O álbum de estreia será lançado até o final do ano, enquanto isso só nos resta aproveitar o single e as lindas performances no X Factor, né?

Adam Lambert invadindo geral

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Adam Lambert

Trespassing
Nota: 5,0

Artista: Adam Lambert

Álbum: Trespassing

Gênero: Pop

Depois de muito ouvir o novo álbum do Adam Lambert, vim aqui dar meu pitaco sobre o mesmo. Se pudesse resumi-lo em uma só palavra, esta seria “ÉPICO”. Mas como o blog é meu e posso escrever muito mais que uma palavra, vou descreve-lo em muitas outras, como ele merece, rs.

Se Adam Lambert se tornou um ícone pop dos últimos anos, ele deve agradecer aos produtores do seu debut “For Your Entertainment” por tal feito. Não podemos deixar de lado que sua popularidade por conta do American Idol é notória, mas o bom conteúdo de um cd é bem mais importante e agrega mais fãs do que a simpatia em um reality show. O seu álbum de estréia teve tanto valor em sua carreira que foi resultado de parcerias certas que rendeu bons frutos, como a homônima “For Your Entertainment” e “If I Had You” produzidas pelo hitmaker Max Martin, “Whatya Want From Me” composta por Pink, “Fever” por Lady Gaga e a colaboração de grandes nomes como Kara DioGuardi, Sam Sparro e até Mathew Bellamy.

Por outro lado, Adam Lambert conquistou um público fiel que querem mais e mais do cantor pop. Tal fidelidade foi colocada a prova nesse novo álbum, já que todos esperaram um trabalho nos moldes do primeiro, porém com um diferencial e seguindo as tendências do mercado atual. E essa tarefa foi cumprida perfeitamente, sem nenhum tipo de reclamação ou desaprovação. O novo álbum é cheio de hits e é uma invasão mesmo, como o nome diz, Adam invade e te faz dançar até cansar e chorar com as baladinhas cheias de emoção.

O álbum segue o padrão dance muito e depois vai descansar! A energia rola solta com a batida trabalhada no baixo, que Pharell Williams criou para “Trespassing” com direito á palminhas e tudo! Já “Cuckoo”, uma das minhas preferidas (desde os primeiros previews em baixa qualidade) é uma faixa ímpar e é toda pop industrial com dubsteps bem ligeiros no bridge. “Shady” é embalada pelo riff de guitarra bem tímido, mas o refrão vem pra quebrar tudo. Amo demais a animação dessas faixas e Adam não poupa nos vocais. “Never Close Our Eyes” é envolvente e apesar de ser composição de Bruno Mars, não se parece nem um pouco com seu ritmo. O refrão é puro electro/dance, mais conhecido como farofa. Eu gosto, então nem acho ruim, muito pelo contrário.

Logo chega “Kickin’ In”, outra obra do mestre Pharell Williams, que deixa essa faixa com um ritmo bem a cara dele, cheio de arranjos com eco e instrumentos caleidoscópicos. “Naked Love” é moderada, não tende ao lado freak, e transmite uma melodia alegre e festiva enquanto a letra diz coisas românticas e ousadas. “Pop That Lock” vem para fechar o quadro das músicas dançantes, e como o nome diz, é pop! Pop electro para ser mais exato, bem na medida e para todos os gostos, rs. Excelente produção e com um refrão bem chiclete e com bridge dubstep.

“Better Than I Know Myself” inicia a segunda parte (que eu separei, rs), a balada mais profunda do álbum. Depois vem minha favorita, a introspectiva “Broken English” que é obscura e misteriosa no começo e desabrocha um refrão de arrepiar… sem contar o bridge lírico. Recomendo ouvir essa faixa nos fones de ouvido. “Underneath” é um apelo de Adam guiado por um piano, muito bonita também. “Chokehold” é uma balada que é muito rebelde e se mostra muito agressiva. Sim, é excelente e o refrão mostra que Adam domina muito bem esse álbum. Os arranjos passeiam por seu timbre. “Outlaws of Love” é a típica baladinha “acústica” que todo cantor deve fazer deixando sua voz em evidência. Nem precisa dizer o quão brilhante é, né?

Bônus: “Runnin” segue o mesmo molde de Chokehold, inclusive também tem influências industrial, e o mais interessante nessa faixa é que no refrão, a bateria reproduz uma sequência como se a pessoa estivesse correndo. “Take Back” é excelente por muitos motivos, o principal é que ela não ultrapassa o poprock e o deixa num estilo único no álbum. Mas por um lado se destoa do mesmo, talvez seja esse o motivo de ter ficado de fora da lista standart. “Nirvana” tem piano e um dub bem do atrevido querendo tomar conta da música. O refrão é bem tranquilo e clichê, mas tem sua beleza. Uma ótima faixa por sinal, mas não merece tanto destaque assim.

Adam Lambert

Já considero Trespassing um dos melhores do ano, ultrapassando o tão esperado (e frustrado) MDNA. Adam nos mantém focados nesse álbum que mostra seu talento e como consegue manter o timbre grave e ir ao agudo sem se perder ou desafinar. Claro que há retoques e correções, mas ao se ver as apresentações ao vivo, percebe-se que ele reproduz todos os falsetes perfeitamente. Nesse álbum as parcerias certas também elevaram Adam a outro nível. Um trabalho bem envolvente e que agradou todos aqueles que esperavam ansiosamente algo desse nível do senhor Lambert.

Agora só nos resta dar play novamente em Trespassing e curtir mais uma vez um dos melhores álbuns do ano.

Madonna gone wild

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Para esse final de semana, resolvi postar o novo single da Madonna para o MDNA.
Girl Gone Wild é uma produção dos irmãos Benassi e é uma faixa dance, pronta para as pistas.

Madonna deixou a animação de torcida em Give Me All Your Luvin’ e se entregou ao batidão farofa que está dominando ultimamente. Com um refrão bem chiclete, Madge diz que as garotas só querem se divertir e que elas vão ficar descontroladas.

Achei a música boa, porém esperei um segundo single mais marcante e ousado. Senti que com a rejeção e da polêmica de Give Me, Madonna quis reconquistar com algo bem agradável, mas nada diferente.

Agora só nos resta esperar que o MDNA esteja por aí, pronto para nosso desfrute.
Até lá vamos ouvindo muito esses dois singles que vieram pra conquistar 2012. Ou não. rs

Retrospectiva Musical 2011

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2011 foi um ano de muitas surpresas e novidades no mundo musical. Eu me surpreendi com muita coisa boa que foi lançada e muito decepcionado com outras que não me agradaram tanto. Para essa retrospectiva, resolvi fazer diferente dos outros anos, em que digo quais foram os dez álbuns que mais ouvi ao longo do ano. Irei listar 5 cantores (e seus álbuns) que mais ouvi e 5 álbuns lançados nesse ano que mais gostei. Certo?

5 cantores/álbuns mais ouvidos

5 cantores/álbuns mais ouvidos

Lady Gaga – Born This Way
Porque? Porque Gaga prometeu um álbum bem diferente e músicas bem íntimas e com assuntos polêmicos. Autobiográfico, Born This Way é um trabalho com diversos estilos e nenhum pouco saturado. Seus hits contagiam a todos e a cada música é um convite para dançar.

Melhor música? Dificil escolher, mas eu gosto muito de Bloody Mary ultimamente. Mas Born This Way me anima muito mais.

Nicola Roberts – Cinderella’s Eyes
Porque? Porque Nicola Roberts até então era uma das Girls Aloud com menos preferência do público. Seu álbum trouxe um pop britânico com pitada de eletronico e algumas letras, tambem, autobiograficas. O timbre de “Nicão” se diferencia de todos e isso que me chamou a atenção nesse trabalho.

Melhor música? Beat Of My Drum

Britney Spears – Femme Fatale
Porque? Porque Britney Spears comandou toda uma geração e eu cresci a ouvindo e acompanhando toda a vida dela. Para o “comeback”, Brit não abriu mão dos seus hitmakers e apostou tudo nas novas tendências pop. Destaque para o dubstep que fez muito sucesso em seu single, Hold It Against Me. O álbum também é destinado as pistas de dança e não há um momento que você desanima ouvindo.

Melhor música? I Wanna Go

Diana Vickers – Songs from the Tainted Cherry Tree
Porque? Porque a conheci no fim do ano passado e a partir dai foi amor a primeira ouvida, rs. Diana faz um pop britânico juvenil e deliciosamente ingenuo que me conquistou de uma forma exagerada. O seu timbre também é doce e suave, o que faz do cd um prazer de ouvir.

Melhor música? The Boy Who Murdered Love

Madonna – Discografia Completa
Porque? Porque antes de sofrer o acidente, havia me dado uma vontade louca de ouvir o “Confessions”. E como não o achei (por conta da mudança) aproveitei e baixei a discografia da Madonna toda em alta qualidade. Durante o ano foi inevitável não ouvi e recordar o como Madonna é versátil e ousada em todos os trabalhos.

Melhor música? Hung Up (pelo menos foi a que mais ouvi de todas)

5 álbuns que mais se destacaram

5 álbuns que mais se destacaram

Wanessa – DNA
Porque? Porque Wanessa não conseguia emplacar seus singles em inglês, até lançar um ep que prometia bons frutos. Não demorou muito e ela logo lançou o cd e para nosso bem, o cd é excelente e não tem defeitos. Foi um dos que mais ouvi e me surpreendi com as produções do DNA.

Melhor música? Empate técnico entre Sticky Dough e High

Nicole Scherzinger – Killer Love
Porque? Porque Nicole foi esperta e chamou Red One para guinar seus passos e dar sorte pra ex-pussycatdoll que só flopava. Deu certo e apesar de não ter feito muito sucesso nos solos americanos, Nic pode se sentir vitoriosa e com ótimos singles. O álbum é ótimo e com uma pegada bem mainstream.

Melhor música? Poison – dance. Don’t Hold Your Breath – balada.

Jennifer Lopez – Love?
Porque? Porque outra que flopava mais que tudo era a Jennifer Lopez. Nada que a gata lançava era bom o suficiente. Red One também ficou encarregado de deixar JLo a ponto de bala e reinar nas pistas: On The Floor virou um hit! Dominou mesmo, ainda mais com samples de lambada. O álbum segue a mesma linha do Killer Love, porém com o tempero latino de JLo.

Melhor música? On The Floor

Aqua – Megalomania
Porque? Porque o Aqua tinha acabado e voltou. E voltou com tudo!!! Influenciados pelo electropop, o grupo dinamarquês fez de Megalomania um álbum carregado de músicas dançantes e de bom gosto. Lene e sua voz aguda freak deixaram esse trabalho como qualquer outro do Aqua, porém com uma roupagem moderna.

Melhor música? No Party Patrol

Adele – 21
Porque? Porque Adele conquistou o mundo com suas músicas de fossa e mágoa eterna. Se tá triste, é só o ouvir que tudo piora, rs. Bom, 21 superou todas as expectativas e trouxe uma Adele mais produzida e com mais sentimentos. O álbum tem músicas animadas e com um apelo mais doce, porém tem outras que desmoronam qualquer um. Excelente, e ao mesmo tempo único.

Melhor música? Set Fire To The Rain

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Bom, esse foi meu top 10. Agora quero saber o que vocês mais ouviram e o que mais gostaram dos lançamentos nesse ano.
Vamos esperar por 2012 e ver o que de bom o mercado fonográfico tem a nos oferecer, já que é impossivel viver sem música!!

Eu aprovo: Glam Nation Live

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Gostaram do cartaz de divulgação acima? Pois bem, fui eu quem fiz para participar de uma promoção do fã site do Adam Lambert no Brasil. Fiquei muito feliz em ter sido escolhido e ganho o dvd “Glam Nation Live“, que é um show que sempre estou ouvindo o cd e que nunca assisti. Preferi esperar sair em dvd e pra melhorar: ganhei.

Assim que chegou corri para assistir e me surpreendi com a simplicidade do show. Parece aqueles shows em casa noturna onde todo mundo assiste a apresentação e no final pede bis. Não é uma super produção, mas é bem prazeroso de assistir e não cansa. O setlist é basicamente o primeiro álbum do Adam. Destaques para Fever, que é composição de Lady Gaga; Whataya Want From Me que é composição de Pink e Aftermath, que é do próprio Adam.

Para quem não conhece, Adam Lambert ficou em segundo lugar na oitava edição do American Idol, perdendo pro sem graça Chris Allen, que flopou mais que qualquer “idolo” das edições brasileiras. Adam conseguiu notoriedade ao expor sua sexualidade (que nunca foi segredo pra ninguem) e ter um carisma fora do normal. Ele pode não ter ganhado a competição, mas de sua edição foi o que mais conseguiu bons êxitos. A sua sonoridade ora pop, ora glam rock conquistou todo o público e não houve dúvidas que Adam só iria crescer e adquirir mais admiradores.

O dvd, apesar de ter um nome sugestivo não tem uma produção glamourosa e é bem intimo e simples. Talvez a intenção do Adam era essa mesmo, mostrar que a nação glam é simples e bem obejetiva. Tanto que Adam faz sua parte com muita competência e sua animação e presença de palco é excepcional. Com certeza é um show excêntrico, porém bem especial. Não cansa e o principal sobresai: as músicas. ★★★★★

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