Lady GaGa

Videoteca da Semana

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Que essa semana foi corrida e passou num piscar de olhos, nem é novidade. Mas de novo o que teve foram os vídeos das queridinhas do Pedro aqui. Distintos e com áureas diferentes, os dois clipes não deixam a desejar.

Nicola Roberts – Yo-Yo
Quando fiz o review do Cinderella’s Eyes, não pude conter o quão gostei dessa música. Simples e com um pop chiclete que adoro. Quando a Nicola anunciou que Yo-Yo seria o terceiro single, quase morri. Claro que imaginei um clipe todo diferente e bem no estilo dos anteriores, mas Miss Roberts me surpreendeu e fez o mesmo que fez com a música: algo simples. Mas tem muito sofrimento, nossa. Fiquei até com dó dela, até tomar banho de roupa ela tomou. hahaha Mas nada supera ela tentando achar a roupa perfeita e ficou com aquele vestidinho e cabelão. Bem chique.

Lady GaGa – Marry The Night
Como se não bastasse dirigir o próprio videoclipe, Gaga decidiu fazer dele um curta metragem e inserir toda sua história antes da fama. Tem muito drama e parece que ela realmente exagerou um pouco, mas tudo para dar aquele peso. Ficou muito complexo e ao mesmo tempo pertubador. A edição está bagunçada e Gaga continua com a mania de mil referências que não fazem sentido ao fim das contas. Mas se peneirarmos o vídeo, vamos ter um dos melhores do ano. A transformação de Stefani Germanotta em Lady Gaga é muito interessante e apesar de tanta dificuldade que ela passou, é uma história de superação. Fico muito feliz de acompanhar a Lady Gaga desde os primórdios e a cada dia me surpreendo mais com essa artista, que tem altos e baixos, como qualquer outro.

Let’s Bounce!

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Sei que não é sexta feira, mas estou vivendo numa correria ultimamente que vocês não fazem idéia. Ok, fazem sim! Até porque não está fácil pra ninguem…

Enfim, estou trabalhando, estudando, fazendo aulas práticas, fazendo “meus bons bicos” e criando um novo layout para cá. Pois é, não está bolinho… logo, convoquei um time feminino de primeira e criei uma remixtape diferente e pra balançar o esqueleto!

A qualidade da mix melhorou e agora dá pra baixar em mp3 e sair curtindo no seu pc, celular, iPod e por ai vai! 😀

Espero que gostem e se tiverem sugestões para as próximas mixs, fale agora ou cale-se para sempre.

Começamos com a japonesa Koda Kumi, passando pelo swing de Cher Lloyd e o batidão da Leona Lewis. Neon Hitch chega marcando presença apresentando logo após Lady GaGa. Pixie Lott não deixa por menos e abala com seu britpop até Emily Osment chegar toda eletrica e trabalhada nos sintetizadores. Finalizamos com as matadoras do dubstep: Hyuna vs. Britney Spears.

Deu pra notar o meu forte por essas mulheres né?

Baú Pop: Paris Hilton

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Se tem uma celebridade que eu acho que nasceu para a fama, essa é Paris Hilton! A loira não mede esforços para estar sempre na mídia, ora causando com seus relacionamentos, seu estilo estravagante, sua fama de patricinha, seus delitos e suas detenções, suas publicações, seus filmes e reality shows e principalmente suas músicas. SIM, PARIS TAMBÉM CANTA!

Mas para poupar todo o serviço de ir atrás de uma gravadora que apostasse em seu projeto, Srta. Hilton achou mais fácil fundar uma, a Heiress Records. Assim, contratou um time de alto escalão para ajudar a tirar o sonho de cantora do papel. A produção foi formada por nada mais, nada menos que Dr. Luke (Britney Spears), Fernando Garibay (Lady GaGa), Scott Storch (Beyoncé e Mariah Carey), Kara DioGuardi (Christina Aguilera). Em 2006, o álbum estava finalizado e pronto para as paradas.

Inicialmente, a proposta do álbum era um ritmo voltado para o pop rock, mas Paris achou mais adequado investir no pop com influências hip hop. O cd é muito bom de ouvir, e tem muitas batidas que dá vontade de sair dançando. Os singles lançados foram a balada “Stars Are Blind” que foi uma das músicas da Paris que mais fizeram sucesso. “Turn It Up” foi um single nos moldes do hip hop da época, ótima produção e com um refrão no ponto.

A pulsante “Nothing in This World“, foi lançada em seguinte e é outra que tem sua batida animada e tem uma levada pop-rock. O interessante desta faixa é que ela conta com os backing vocals da Ke$ha (antes da fama, claro). O clipe tem seu charme pois conta a historia de um loser que tem o prazer de ser vizinho da Paris.

Pra finalizar os singles, “Screwed” foi lançada e também não deixa a desejar. Uma música que tem guitarras bem inseridas e com uma batidinha bem leve no fundo. Sem contar um refrão excelente. Uma das minha preferidas, dentre outras como “Jealousy” e “Not Leaving Without You”, que são todas provinientes de um plastic pop.

1. Turn it Up
2. Fightin’ Over Me
3. Stars Are Blind
4. I Want You
5. Jealousy
6. Heartbeat
7. Nothing in this World
8. Screwed
9. Not Leaving Without You
10. Turn You On
11. Do Ya Think I´m Sexy

Paris” é mais um álbum pop com muita qualidade e pouco respaldo. Quando veem o nome da herdeira Hilton já acham que é algo supercial. Mas é isso mesmo, não há nada que fará Paris Hilton a ter outro rótulo. Nem mesmo uma super produção de um álbum poderá dizer que ela foi feita para isso, pois ainda há um certo preconceito. Mas bobos aqueles que não vem ouvir, e compartilhar mais um guilty pleasure regado a pop chiclete e autotunes à la Britney Spears.

ZoomBoom: a remixtape da semana

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Com um feriadão em plena quinta, essa semana foi no mínimo estranha: tivemos duas sextas feiras. E pra comemorar, fiz uma remixtape com alguns lançamentos da semana, e claro que vou comentá-los abaixo. Dê play nessa bagaça e vem curtir esse som que mixei só pra você!

Intro: Daft Punk vs. SOS: Reach Out
Toda mixtape tem que começar com algo relevante. Escolhi o começo da música do Daft Punk, mesclada com “Reach Out” da Hilary Duff e “SOS” da Rihanna, que ambas tem o sample de “Personal Jesus”, do Depeche Mode.

Wanessa – Sticky Dough
Como já tinha comentado aqui, essa música é uma mistura de funk com electro pop. Achei ousado, mas ao mesmo tempo farofa, já que dubstep virou modinha e tudo que é artista está fazendo. Mas enfim, tô botando fé nessa nova era da Wanessa e acho que o cd novo vai ser bom demais. Vai bombar bastante nas pistas.

The Saturdays – Not That Kinda Girl
Bside novinha do grupo feminino que mais gosto ultimamente: as Sábadas. A música é muito pop europeu, e tem um refrão delicinha, muito chiclete e tudo aquilo que a gente curte.

Lady GaGa – Marry The Night
Um trechinho de MTN porque achei a melodia da anterior IGUAL a esse single da Gaga. No mais.

Nadine Coyle – Sweetest High
Nossa, ta aí uma que flopa bonito. Mas flopa bem, sabe? Nadine é muito injustiçada, uma vez que era uma das que mais se destacava no Girls Aloud, e hoje esta aí, a beira do flop alheio. Tudo que ela faz não vinga, apesar de ser tudo de muita qualidade. Falta mais veneno talvez, sei lá. Achei esse novo single bom, porém não chega perto de algumas músicas do Insatiable. Vamos rezar pra Nadine tomar um rumo, ou parar com essa vontade de emplacar música que estamos cansados de ouvir.

Wynter Gordon – Don’t Stop Me
Taí uma que deu sorte: Wynter Gordon chegou de mansinho e tá conquistando geral com sua dance music. Pra lá de oitentista, o som da moça não deixa a desejar, e uma das melhores faixas do seu debut é essa. Que lembra muito Ke$ha…

Ke$ha – We R Who We R
Uma das minhas preferidas ever. Dispensa apresentações.

Justin Timberlake – Summer Love
Voltando pra 2007, resgatei essa música que tocou muuuuuuuuuuuuito naquele ano. O ano de Justin Timberlake no R&B dance, rs.

Selena Gomez – Outlaw + Love You Like a Love Song
Misto de duas faixas do novo álbum da Selena Gomez que vazou esses dias e que é muito bom. Apesar de ser clichê demais, as músicas são bem produzidas e merecem um review, que logo será postado.

Nicola Roberts – Dance To Beat Of My Porcelain Heart
Enfim, nossa diva Branca de Neve que está toda toda na nossa versão do mês. Só com Porcelain Heart e Beat Of My Drum dá pra perceber o quanto esse trabalho da Nicola vai ser interessante. Principalmente pela voz esganiçada dela. Detalhe pro master grito que ela dá no finalzinho da música: “please don’t break my porcelain heaaaaart…”

Cadê a glória em “The Edge Of Glory”?

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Enfim nossa freak diva, Lady GaGa lançou o clipe para o sucesso The Edge Of Glory, que foi um dos singles do Born This Way que mais agradou o pessoal. De quebra a música tem um solo de saxofone que arrebenta e faz a música ser uma das mais diferente dela. Sem dúvida seria um single que precisava de um clipe á altura, mas não foi o que aconteceu.

O clipe foi dirigido pela Mother Monster e seu Haus Of Gaga, e por mais simples que seja, não conquistou o coração de alguns little monsters. Acostumados com sua exagerada mistura de referências e roupas pra lá de diferentes, os fãs estranharam um pouco a produção nada extravagante de “The Edge Of Glory”. Mas em compensação, o clipe não é nada demais: é só Lady GaGa cantando na janela e dançando numa escada. O começo lembra Billie Jean, mas não é nada parecido, pois nem coreografia teve. Ahhh, e o saxofone meio que morreu ali, com aquele cara tocando. Não senti um pingo de emoção, em relação a música.

Consideração final: o clipe tem seu charme, mas não foge da essência da Lady GaGa. Eu prefiro ela cheia de figurinos macabros e videoclipes com historinhas polêmicas. Esse video parece mais uma seleção de cenas deletadas de um clipe que poderia ser o melhor. Mas optaram pelo ditado: menos é mais. Eu achei que ficou muito tediante e a cada minuto esperava Gaga surtar e pular daquele prédio.

Sou mais essa versão aqui, que apesar de comercial, rendeu mais expectativa e uma Gaga muito mais interessante

E aí? O que achou do clipe??

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