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Let’s Bounce!

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Sei que não é sexta feira, mas estou vivendo numa correria ultimamente que vocês não fazem idéia. Ok, fazem sim! Até porque não está fácil pra ninguem…

Enfim, estou trabalhando, estudando, fazendo aulas práticas, fazendo “meus bons bicos” e criando um novo layout para cá. Pois é, não está bolinho… logo, convoquei um time feminino de primeira e criei uma remixtape diferente e pra balançar o esqueleto!

A qualidade da mix melhorou e agora dá pra baixar em mp3 e sair curtindo no seu pc, celular, iPod e por ai vai! 😀

Espero que gostem e se tiverem sugestões para as próximas mixs, fale agora ou cale-se para sempre.

Começamos com a japonesa Koda Kumi, passando pelo swing de Cher Lloyd e o batidão da Leona Lewis. Neon Hitch chega marcando presença apresentando logo após Lady GaGa. Pixie Lott não deixa por menos e abala com seu britpop até Emily Osment chegar toda eletrica e trabalhada nos sintetizadores. Finalizamos com as matadoras do dubstep: Hyuna vs. Britney Spears.

Deu pra notar o meu forte por essas mulheres né?

Baú Pop: Rihanna – GGGB

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Em 2007, Jay Z trouxe Rihanna no colo para o mainstream da música internacional. E quem diria que ali, ela criaria raízes e ficaria até nos dias de hoje, firme e forte? Tudo começou quando foi lançado “Umbrella“, um dos hits da década, que tinha a participação do rapper. Logo a música estourou nas rádios e em pouco tempo ficou conhecida nos quatro cantos do mundo. Todos queriam mais dela e foram se lembrar que ela era aquela menina que cantava SOS e Pon de Replay.

O álbum por sua vez, carregado com R&B e uma pitada de dance music, foi produzido por Evan Rogers, e conta com a colaboração de Timbaland e Stargate (responsável pelos sucessos de Beyoncé). Traz participações especiais do já citado Jay Z, Neyo, Justin Timberlake e até Chris Brown (que também deu seu pitaco).

Após Umbrella, Rihanna emplacou “Shut Up And Drive“, “Don’t Stop the Music” (que tem o sample de Wanna Be Startin’ Something, de Michael Jackson) e “Hate That I Love You” (com participação de Ne-Yo, que foi quem também escreveu a música). “Take a Bow” foi lançada já no relançamento do álbum. “If I Never See Your Face Again” foi lançado pelo Maroon 5, pois tinha o feat de Rihanna. Enfim “Disturbia“, escrita por Chris Brown e RiRi, chegou e ficou durante muito tempo nas paradas, assim ganhando um clipe polêmico. Com um feat minúsculo de Justin Timberlake, “Rehab” foi lançada e finalizando assim, as atividades do álbum que rendeu sete singles, todos eles muito bem sucedidos.

1.Umbrella
2. Push Up On Me
3. Don’t Stop The Music
4. Breakin Dishes
5. Shut Up And Drive
6. Hate That I Love You
7. Say It
8. Sell Me Candy
9. Lemme Get That
10. Rehab
11. Question Existing
12. Good Girl Gone Bad
13. Take A Bow
14. Disturbia
15. If I Never See Your Face Again

Adoro esse álbum, e desde que ouvi Umbrella pela primeira vez, fiquei fascinado pelo som que Rihanna estava fazendo. Fico muito feliz pelo sucesso que ela fez e só lamento pelo episódio Chris Brown, mas rendeu também o Rated R, que é um álbum totalmente reverso e brilhante. Passa todos os sentimentos que Rihanna sentia… mas isso é assunto para outro post.

Cadê a glória em “The Edge Of Glory”?

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Enfim nossa freak diva, Lady GaGa lançou o clipe para o sucesso The Edge Of Glory, que foi um dos singles do Born This Way que mais agradou o pessoal. De quebra a música tem um solo de saxofone que arrebenta e faz a música ser uma das mais diferente dela. Sem dúvida seria um single que precisava de um clipe á altura, mas não foi o que aconteceu.

O clipe foi dirigido pela Mother Monster e seu Haus Of Gaga, e por mais simples que seja, não conquistou o coração de alguns little monsters. Acostumados com sua exagerada mistura de referências e roupas pra lá de diferentes, os fãs estranharam um pouco a produção nada extravagante de “The Edge Of Glory”. Mas em compensação, o clipe não é nada demais: é só Lady GaGa cantando na janela e dançando numa escada. O começo lembra Billie Jean, mas não é nada parecido, pois nem coreografia teve. Ahhh, e o saxofone meio que morreu ali, com aquele cara tocando. Não senti um pingo de emoção, em relação a música.

Consideração final: o clipe tem seu charme, mas não foge da essência da Lady GaGa. Eu prefiro ela cheia de figurinos macabros e videoclipes com historinhas polêmicas. Esse video parece mais uma seleção de cenas deletadas de um clipe que poderia ser o melhor. Mas optaram pelo ditado: menos é mais. Eu achei que ficou muito tediante e a cada minuto esperava Gaga surtar e pular daquele prédio.

Sou mais essa versão aqui, que apesar de comercial, rendeu mais expectativa e uma Gaga muito mais interessante

E aí? O que achou do clipe??

Fofoquinhas adocicadas

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Pois é, a Koda Kumi lança mais singles do que a Paris Hilton troca de roupa. E vamos combinar que os singles são muito melhores que os trapinhos da socialite. Enfim, eu gosto muito de J-POP e desde quando o Junnior me apresentou a Kumi eu nunca mais parei de ouvir e gostar mais ainda dela. Eu tambem gosto de outras cantoras e bandas, mas a Koda é minha preferida.

Bom, o novo single é bem animadinho e bem dançante. A capa é bem divertida, mostra uma Koda bem despreocupada comendo um cupcake toda glamourosa e sensual. As músicas são todas em japonês, com alguns trechos em inglês. Como não fui alfabetizado em japonês /sashafeelings, não soube destinguir totalmente o que a Koda cantava. Podia até ser palavrão que eu ainda estaria gostando. -n Chega de blá blá blá, e vamos ao review. Eu encontrei um preview ótimo do single, mas a coleguinha q postou o vídeo bloqueou a incorporação. Então ouça clicando aqui, ou acompanhe os vídeos abaixo.

Começamos numa batida bem pop em Lollipop, e com refrão fácil e bem chiclete, do jeito que a gente gosta! O clipe é bem interessante, a Koda tá toda “Ana Raio” chique e oriental na borda de um rio, e com umas coleguinhas que dançam com ela.

Inside Fishbowl é toda alegre e bem agudinha, nessa faixa a Koda conta como é bom viver livremente e sem controle. O clipe é todo colorido e cheio de vibrações animadas. Rola até uma dancinha fofa.

Outside Fishbowl tem a mesma melodia de Inside, porém é o contrário da outra faixa. Assim como a voz da Kumi, os instrumentos estão mais graves, e a letra é mais efusiva e tem um apelo maior a lberdade e o tédio que é envelhecer cheio de limites. O clipe tem uma historinha em que a Koda aparece toda controlada e com regras a seguir. Daí ela foge e um monte de monstro aparecem e ela dança toda animada e obscena. 👿

For you é a baladinha, dá vontade de chamar alguem só pra dançar de rosto coladinho. É muito amor no dancefloor… Para sempre eu espero que você continue caminhando ao lado de mim.

E por fim, pra você aproveitar o seu par, é hora de discotecar! Sim, Got To Be Real veio direto da era disco, e trata-se de um cover da Cheryl Lynn, e que ficou super gostoso de ouvir e fazer aqueles passinhos do John Travolta em Embalos de Sábado a noite.

Quer baixar o cd/single? Então clica aqui e baixa correndo pra não deixar esse album no repeat.

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