Música

No iPod: Tove Lo – Habits (Stay High)

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Eu me considero garimpeiro da música pop atual, e eu estou sempre tentando ouvir coisas novas, sonoridades diferentes do que estamos acostumados no mainstream dos charts. Numa dessas minhas buscas em 2014, eu descobri a sueca Tove Lo de 28 anos. Nascida em Estocolmo, a moça já tinha composto canções para alguns artistas como Icona Pop, Lea Michele e Girls Aloud.

Habits (Stay High) foi a prova que ela não seria só mais um compositora que decide se jogar no mercado musical e simplesmente desaparecer. A sueca simplesmente tem mais de 17 milhões de visualizações com as duas versões do vídeo da música no Youtube. Com batidas e um letra totalmente chiclete, “Habits” está desde o meio do ano passado até hoje como uma das minhas executadas da minha playlist.

Com seu mais recente trabalho Queen of the Clouds, Tove Lo vem se consagrando no mercado internacional e contagiando todos com hits como o já citado Habits, Talking Body e Not on Drugs. O sucesso da moça é tão grande que rendeu até um evento entre os milhões de eventos fakes do Facebook nomeado “MUTIRÃO PARA STAY HIGH ALL THE TIME” que já conta com 24 mil confirmados.

Dê o play no videoclipe da música e prepare-se para ficar viciado na música, assim como eu.

Review: Kelly Clarkson – Piece by Piece

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Ariana Grande
Nota: 3,0

    Artista: Kelly Clarkson

    Álbum: Piece by Piece
    Gênero: Pop

Kelly Clarkson, uma das ex-participantes do American Idol que mais amamos, retorna. Depois de “Wrapped in Red” lá em 2013 (faz quase dois anos gente), ela voltou aos holofotes e mostra porque é uma das nossa artistas favoritas. Longe de grandes disputas como Lady Gaga, Madonna, Katy, Rihanna, Beyonce e afins, que hoje são as grandes do mundo pop e por quem os fãs se estapeiam.

O novo ábum, “Piece By Piece” é algo que esperávamos de Kelly. Na medida, delicioso de se ouvir e com boas amostras do poder vocal que sabemos que ela tem. Nada de extraordinário, mas sem dúvida um trabalho que não pode passar despercebido no mundo pop.

HEARTBEAT SONG: Foi o primeiro single e traz uma melodia gostosa com uma letra tão boa quanto. O clipe, por sua vez, fez jus à música. Não é algo conceitual ou uma super produção, mas cumpre o papel de ilustrar uma boa música.

INVENCIBLE: Batidas intensas da bateria, um pouco de violinos ao fundo e a voz da Kelly destacada sobre toda essa atmosfera quase lírica. Uma das canções mais poderosas do álbum, não tão deliciosa de se ouvir quanto o single, mas dá boa sequência.

SOMEONE: Então chegamos à terceira música do álbum e temos outra canção para mostrar poderes. Porém, diferente de “Invencible”, “Someone” chega com um proposta onde destaca mais a voz de Kelly com o instrumental não tão poderoso lembrando, me corrijam se estiver errado, “Because of you”.

TAKE YOU HIGH: A música já começa com algo que Taylor Swift abusou (e deu certo) no seu último ábum: sintetizadores. A música é um aumento no ritmo, porém sutilmente e tem um refrão poderoso. Não é, nem de longe, a melhor do álbum, mas cumpre o papel de manter a qualidade.

PIECE BY PIECE: Chegamos a canção que dá nome ao álbum. “Piece by Piece” completa a subida de ritmo iniciada em “Take you high” e traz uma balada gostosa de se ouvir, sem ser chiclete ao ponto de incomodar. Cumpre o papel de assinar o trabalho e mostra uma Kelly que sempre amamos sem medo de mostrar voz poderosa, mas também de saber manter o tom.

RUN, RUN, RUN: Sem dúvida minha favorita desse álbum. A canção é um cover da música do Tokio Hotel e tem a participação do John Legend. Não preciso dizer nada mais.

I HAD A DREAM: Chiclete, essa é a palavra que define “I Had a Dream”. Dá pra ver, na minha humilde opinião, um pouco da Kelly de “Breakaway”, não é uma música ruim, mas deixa a desejar depois de uma sequência de canções poderosas.

LET YOUR TEARS FALL: Deixe suas lágrimas caírem”, isso é direcionado aos haters de Kelly. Apenas isso.

TIGHTROPE: Então Kelly decide diminuir o ritmo novamente. Coloca um piano de fundo e mostra sua voz em uma balada linda de suave. Deliciosa.

WAR PAINT: De volta ao pop propriamente dito. “War Paint” traz sintetizadores, batidas animadas e uma canção digna, apenas. Uma sequência interessante para uma balada lenta como “Tightrope”, mas muito bem colocada.

DANCE WITH ME: Pop com voz poderosa e uma combinação que poderia ter dado errado, mas Kelly não deixou. O refrão é muito grudento, acredite, ainda estou cantando “C’mon and Dance With Me”, é claro que pode ser daquelas canções que você enjoa depois de três ou quatro vezes que escuta, mas por agora amei.

NOSTALGIC: “Nostalgic” me deixou exatamente isso: nostálgico. É uma canção muito Kelly início de carreira o que, obviamente, não é algo ruim, mas com a qualidade superior do álbum e uma Kelly Clarkson amadurecida e talentosa, “Nostalgic” fica um tanto perdida num mar com força suficiente para arrastá-la para o fundo.

GOOD GOES THE BYE: Não sei se sou eu, mas “Good goes the bye” está longe da qualidade do restante do trabalho. Parece que Kelly perdeu força na finaleira do processo e isso se refletiu na música que acaba se tornando maçante depois de um tempo escutando.

BAD REPUTATION: Kelly, amor, que cê fez? “Bad Reputation” teve uma sonoridade que não é ruim, mas, no meu ponto de vista destoou do restante do álbum e vir logo depois de “Good goes the bye” deixou as coisas ainda mais complicadas.

IN THE BLUE: Boa. Não é muito, mas é tudo que posso falar sobre “In the blue”, novamente fraca comparada a outras canções do álbum, mas não chega a ser uma música ruim. Ela quase encerra o álbum, mas não tapa os buracos de “Good goes the bye” e “Bad Reputation”

SECOND WIND: O álbum encerra com “Second Wind” e encerra bem apesar dos percalços do final. É uma balada com boa batida e Kelly exibindo sua voz em uma canção interessante, nada de extraordinário, mas ainda sim boa.

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Para concluir, Kelly sempre esteve fora do meio pop realeza, porém sempre foi lembrada por todos por seu talento e qualidade. O álbum está longe, convenhamos, de um Grammy e Kelly de ser tão lembrada e aclamada quanto Beyonce. Apesar disso, vejo um futuro tão bom para Kelly, não apenas por ser fã desde o início de sua carreira, mas porque eu gosto de ver o quanto algumas cantoras conseguem permanecer dentro daquilo que gostam e daquilo pelo que foram conhecidas fazendo ainda que isso lhes custe prêmios e/ou status.

Não me entendam mal, gosto de artistas que se reinventam e saem de sua zona de conforto, fato. O que não gosto são aqueles que perdem sua identidade para vender mais e Kelly não perdeu isso. Ela é se reinventou na medida e ainda assim manteve um brilho da Kelly que conhecemos após o American Idol e a qual amamos.

(+18) Sextape

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Não, não é a sextape da Kim Kardashian… e muito menos da Paris Hilton!
E sim, a minha! haha
Calma gente, não precisa fechar a página não!! É brincadeirinha!!

Não necessáriamente minha, até porque estão nela Britney Spears, Madonna, Justin Timberlake e até a Dita Von Teese. Fazendo uma brincadeira com o nome, Sextape é uma mixtape que fiz, onde reuni clássicos da música pop que são relacionadas a sensualidade! “Uma mixtape sexy sem ser vulgar”, porém o início eu recomendo apenas aos maiores de 18 anos. Ok?

Espero que gostem e ouçam bastante essa mixtape abusada.

(+18) Sextape by Frutoproibido on Mixcloud

O que deve ficar em 2014

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2014 foi um ano muito bom e teve muita coisa memorável, assim como a Eleições, onde a Dilma ganhou por míseros votos a frente, deixando Aécio Neves só na vontade. Bom, eu não vou ficar falando disso até porque nem de política eu gosto muito. Enfim… conversando com meu amigo João C. sobre as coisas que devem ficar em 2014, e bem, chegamos a essa conclusão:

1. Pau de Selfie

Essa “modinha” nem bem começou mas já deve parar. Acho muito legal tirar fotos com o extensor em paisagens bonitas e que devem ser admiradas, mas juntar uns 45 amigos no meio da balada pra tirar a foto é totalmente dispensável.

2. O forninho da Giovana

O vídeo que é de 2012 e só veio a conhecimento do povo agora, foi um dos memes mais executados e repetidos nesse ano. Apesar de engraçado, vamos deixar a Giovana seguir em frente.

3. O óculos da Juliana

“Ei coisinha, vá devagar!”, “Meu óculos! Ninguém sai!”, “Juliana está desmaiada”, “Chama o Xamu”… os bordões que também dominaram 2014. Essa dublagem inusitada fez sucesso e já saturado deve descansar junto com a “Giovana” e o “Taca Le Pau nesse carrinho Marcos” para que em 2015 venham mais outros.

4. Ice Bucket Challenge

Desafio do Balde de Gelo aqui no brasil, foi aquela ação em que até os famosos entraram para chamar a atenção das pessoas a doença ELA. Foi bacana e ajudou bastante nas pesquisas da doença, mas infelizmente a ação vai ficar em 2014.

5. O vexame do 7×1

Bom. Não precisa falar mais nada né? E faz outro favor? Pega aquela música ridícula da copa e some com ela também? Obrigado.

Músicas que devem ser esquecidas em 2014

1. Happy – Pharell Williams


Pharrell, parábens pela música. Mas. Já. Deu!

2. Chandelier – Sia


Sia é uma hitmaker, disso ninguém duvida mais.

3. Fancy – Iggy Azalea (feat. Charli XCX)


Bastou um clip com uma referência que todos amam pra música bombar.
Até porque ninguém sabia quem era Iggy Azalea e Charli XCX.

4. Summer – Calvin Harris


“Quando te conheci no verão…”

5. Domingo de manhã – Marcos & Belutti


Música chata do caralh*. E se você gosta, bem… não tem como te defender amigo!

É isso. Dê um joinha aí se você curtiu o post e compartilhe com os amigos também.
Grande abraço! 😉

Lista: 10 álbuns de 2014

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Vocês se deram conta que 2014 acabou? Bom, eu não. Pra mim tudo passou muito rápido e quando percebi estava montando minha árvore de natal e vendo todo mundo ouvir o cd da Simone.

Enfim, como é tradição aqui no blog, todo ano venho postar os 10 álbuns que mais ouvi, gostei, recomendei, cansei e enjoei ao longo desses doze meses. Vamos começar?

10º Xscape
Michael Jackson
Nunca fui muito a favor de discos póstumos e quando fiquei sabendo que a Sony iria lançar mais um do meu ídolo Michael Jackson achei que a casa ia cair. Primeiro que MJ era super perfeccionista e se não lançou essas músicas, era porque achava que não estavam a sua altura. Mas até que a gravadora teve uma sacada interessante: chamou alguns produtores (djs/mixers) e os deram as demos para que eles as deixassem contemporâneas e dessem uma roupagem nova ao som único do Rei do Pop. Me surpreendi com a qualidade das novas “produções”, mas esse álbum me ganhou mesmo por conter as músicas originais e com aquele jeitinho de Jackson. E um single com a participação de Justin Timberlake dominou o ano, tocando em tudo quanto é canto.
Eu amo: Xscape, Love Never Felt So Good e Do You Know Where Your Children Are
Música delicinha: Loving You

9º Broke With Expensive Taste
Azealia Banks

Se Azealia Banks pudesse ter um outro nome, com certeza seria Guerreira. Passando por tantos perrengues, músicas vazadas, mixtapes lançadas, singles flopados, o descaso da gravadora, brigas, barracos e mais brigas… o seu tão sonhado álbum saiu nesse ano. E posso dizer? A espera valeu a pena. Zezé pegou o suprasumo de suas 10245801 demos e transformou em um dos melhores álbuns de 2014. Digamos que andou jogando poeira no olho de muita veterana aí ein.
Eu amo: Chasing Time, 212 e Luxury
Música delicinha: Ice Princess

8º Louder
Lea Michele

Rachel Berry foi considerada a personagem favorita da série Glee, e isso foi o suficiente para que Lea Michele lançasse um álbum para seus fãs cantando músicas próprias. Estorou e agradou a todos. Seu álbum é pop e romântico, leve e cheio de amor e baladas envolventes. Impossível não amar logo na primeira audição. Eu fiquei preso por dias com You’re Mine em minha cabeça. Você pode ler o review completo aqui.
Eu amo: Cannonball, On My Way, Don’t Let Go e Louder
Música delicinha: You’re Mine

7º Born Naked
RuPaul

Quando alguém fala RuPaul todo mundo se lembra da “corrida” mais louca da televisão. Sim, estou falando do reality show “RuPaul’s Drag Race” que a cada dia conquista mais e mais fãs das dragqueens mais talentosas e divertidas da América. Há três anos conheci a série e me apaixonei, mas de tudo o que mais me chamou a atenção foi a trilha sonora, na qual RuPaul mesmo cantava as músicas. Baixei todos os álbuns e em 2014 a nossa Mama Ru lançou o novo trabalho que serviu de trilha sonora para a temporada que também foi exibida nesse ano. Com participações especiais e uma produção a la Britney Spears, RuPaul fez um álbum que conquistou muitos por aí.
Eu amo: Sissy That Walk, Fly Tonight, Born Naked e Feel Like Dancing
Música delicinha: Can I Get An Amen

6º 1000 Forms Of Fear
Sia

Depois de Happy, Chandelier foi a música que você mais deve ter ouvido nesse ano né? Bom, eu ouvi muito e por livre e espontânea vontade. Sia não se tornou a querida dos produtores a toa. Com uma mente incrível e com sua habilidade em fazer hits, a mulher simplesmente dominou o ano: seja com composições em sua voz ou “emprestando” para outros artistas. O álbum que tem um conceito complexo, mora desde o dia que foi lançado em meu coração e aqui irá continuar, pois esse cd fala por si. Uma obra de arte. Você pode ler o review completo aqui.
Eu amo: Big Girls Cry, Chandelier e Free The Animal
Música delicinha: Eye Of The Needle

5º The New Classic
Iggy Azalea

Sabe aquela artista que bombou na hora certa? Então, essa foi a chance que Iggy Azalea teve e fez bonito! Botou seu single “Fancy” no topo das paradas e se garantiu. Como uma das músicas mais tocadas, o seu álbum foi um dos mais esperados e não ficou devendo. Com seu rap com uma pegada eletrônica, Iggy se tornou um dos icones do ano e exalou sensualidade por onde passou. Eu mesmo me rendi a loira e não consigo mais soltar.
Eu amo: Black Widow, Fancy, Bounce e Work
Música delicinha: Don’t Need Y’all

4º Trouble in Paradise
La Roux

Quando postei o review sobre o álbum do La Roux, eu já estava viciado nele há algum tempo, até porque demorei um pouco para postar, pois estava tentando ser o mais específico possível para descrever o novo trabalho. Creio que ainda me falta palavras para isso, mas só digo uma coisa: o ouçam sempre e nos encontramos no show deles ano que vem!
Eu amo: Kiss and Not Tell, Cruel Sexuality, Sexoteque, Paradise is You, Tropical Chancer e Uptight Downtown
Música delicinha: Let Me Down Gently

3º 1989
Taylor Swift

Chegando perto do fim do ano, Taylor Swift enfim deu as caras e nos deu de presente o álbum 1989. Para ela, o seu renascimento na carreira e sua nova aposta 100% pop. Chamou produtores especialistas no gênero e arrasou nas letras (até porque ela tem muito material inspirador, rs) e nos colocou pra dançar, para cantar, para se declarar, para curar dor de amor e até atacar as inimigas com algumas indiretas. Taylor veio com um cabelinho curto lindo e muita juventude a mostra. Eu até diria que esse álbum é o melhor do ano, porém não o considerei em primeiro lugar porque saiu muito tarde e teve outro que ouvi e me identifiquei mais.
Eu amo: Style, Blank Space, Shake It Off, Bad Blood, Out Of The Woods, Welcome To New York…
Música delicinha: I Know Places

2º Glorious
Foxes

Muita gente pode não conhecer a Foxes, mas com certeza já ouviu muito sua participação na música Clarity do Dj Zedd. Mas eu a conheci por acaso, procurando músicas no Last.Fm ouvindo seu maior hit, “Youth” e daí fui ver e ela não tinha álbum. Não passou muito tempo e ela logo lançou o seu “Glorious” que é uma glória mesmo. Um pop calmo e intenso e com muito electro seguindo a linha da música. Sem contar as letras fortes e otimistas, todas de sua autoria. Me apaixonei e ouvi o ano todinho. Vale a pena!
Eu amo: Night Owls Early Birds, Youth, Let Go for Tonight e Holding Onto Heaven
Música delicinha: Shaking Heads

1º Sheezus
Lily Allen

Lily Allen dispensa apresentações né? Essa britânica da língua solta andou cantando muito por aqui, e não foi pouco também. Ouvia enquanto trabalhava, ouvia enquanto me exercitava, ouvia quando estava dirigindo, ouvia enquanto tomava banho… Enfim, ouvi muito. O álbum é eclético, tem músicas para dançar, para se apaixonar e algumas para soltar os cachorros. Lily sempre polêmica envolve todo tipo de assunto em Sheezus e as vezes faz até paródia de si mesma. Um trabalho impecável depois de anos de férias, Allen fez um álbum que conseguiu manter seu legado. Esse sim, o melhor do ano… na minha opinião. Leia o review aqui.
Eu amo: Hard Out Here, Air Balloon, Silver Spoon, URL Badman e Sheezus
Música delicinha: Take My Place


DESTAQUE: TILL DEATH DO US PARTY
Adore Delano

“PARTY!” é a frase que resumo Adore Delano, uma das competidoras da sexta temporada de RuPaul’s Drag Race e que com seu carisma, singularidade, garra e talento passou por cima das outras “queens” e se tornou a favorita de todas as temporadas. É mole? Sem contar que por pouco não ganhou a competição, pois ficou entre as três finalistas. Aproveitando todo o buzz em cima de seu nome, Adore que antes já no passado já tinha competido no American Idol, foi esperta e gravou um álbum pop e cheio de letras engraçadas e sensuais. E digamos que até ultrapassou o de RuPaul nas vendas, sendo uma das únicas dragqueens a estreiar em rankings de níveis internacionais. Everybody loves Adore. We Adore her. <3 Eu amo: Calling All Goddess, DTF, Party, The Creeps…
Música delicinha: Adore You

E bom, não podia deixar de mencionar a estréia de Ariana Grande que fez o single “Problem” junto com Iggy Azalea ser o hit do ano. O comeback ignorado de Kylie Minogue que trouxe um álbum produzido pelos melhores, mas não segurou tanto nossa atenção. Shakira e seu ótimo álbum autointitulado com músicas excelentes, mas não vi novidade alguma, mas confesso que ouvi umas duas semanas seguidas. Kelis também voltou muito conceitual e lançou um álbum que não conseguiu superar nada que fez em seu elétrico Flesh Tone, mas fiquei viciado em “Jerk Ribs” e a doce “Breakfast”. E pra finalizar, Nicki Minaj e Charli XCX chegaram com seus álbuns e pelo que ouvi, não consegui ver nenhuma música que se pareça com as esmagadoras “Boom Clap” e “Anaconda”, respectivamente.

2014 rendeu né?
E para você?? Qual são os melhores álbuns deste ano??

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