Música

No iPod: Meghan Trainor – All About That Bass

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Uma fofinha vem chamado à atenção dos charts nos últimos meses, principalmente do complicado mercado norte-americano. Meghan Trainor é uma cantora estadunidense de vinte anos, que há algum tempo atrás, lançou uma delícia chamada ‘All About That Bass’. A música serve como crítica a quem acha que para ter beleza e gingado tem que ser tamanho 36!

“Porque cada centímetro de você é perfeito / De baixo até o topo” são um dos versos entoados na música, que apesar de parecerem clichês, se encaixam perfeitamente com a mensagem que é passada. A canção já tem feito um burburinho, morando no topo cinco do iTunes desde seu lançamento, além de ficar na posição #4 da Billboard.

Então se mexa, porque Meghan está trazendo as curvas e o boom boom de volta!

Carlos Paranhos
Um futuro jornalista de 18 anos. Pisciano fascinado por cinema, música, e arte pop em geral. Tentando ser a mudança que quero ver no mundo.

O terceiro álbum

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Bons artistas sempre tentam expressar suas emoções, mas isto não é muito fácil no começo de carreira. Há pressão da gravadora, e até do público para que eles continuem seguindo na mesma linha e ‘hitando’. Até que chega o terceiro álbum, quando os mesmos já têm fãs e nome de peso: a combinação perfeita para finalmente cantar o que sentem. E para falar a verdade, esses são os melhores. Vamos ver alguns exemplos?

BRITNEY SPEARS - BRITNEY (2003)
Cansada de ter a sua imagem igualada a de uma menina pura e virgem, Britney decide lançar seu terceiro álbum de estúdio e contrariar tudo. ‘I’m A Slave 4 U’, o primeiro single, veio para demonstrar que ela não estava de brincadeira. Uma música e vídeo sexys fizeram parte da promoção, além de uma icônica performance no VMA da mesma segurando uma cobra. Outras canções pessoais como ‘I’m Not A Girl, Not Yet A Woman’ e ‘Overprotected’ estavam no pacote, dando a cantora uma visão mais madura.

MADONNA – TRUE BLUE (1986)
Um marco da cultura pop! Madonna nunca foi uma ‘ratinha de gravadora’, mas foi com esse álbum que ela evoluiu para ser a Rainha que é. ‘Open You Heart’, ‘Papa Don’t Preach’ e ‘Live To Tell’ se tornaram clássicos, contendo letras pessoais e controversas. Tem como não deixar de citar?

MICHAEL JACKSON – BAD (1987)
Se contarmos o ‘Off The Wall’, como o primeiro álbum solo do Michael (pois todos os outros ainda vinham com o selo dos Jackson 5), ‘Bad’ é seu terceiro álbum, e o mais autoral. Nove das onze faixas do disco foram escritas pelo cantor, demonstrando sua visão do mundo, o amor e suas excentricidades. ‘Leave Me Alone’ é um grande exemplo disso. A faixa título, ‘Man In The Mirror’, ‘The Way You Make Me Feel’, ‘I Just Can’t Stop Loving You’ e ‘Dirty Diana’ foram direto para o topo, fazendo do disco outro clássico.

LADY GAGA – BORN THIS WAY (2011)
O mais recente dos citados, mas não menos importante. O álbum veio com uma missão de espalhar a tolerância sexual, religiosa e racial. Além disso, expressa dores e alegrias vividas pela artista ao longo de sua jornada até a fama. ‘Born This Way’, ‘Hair’ e ‘The Edge Of Glory’ são destaques.

Poderíamos citar álbuns como: ‘Control’ da Janet Jackson (1986), ‘I Am… Sasha Fierce’ da Beyoncé (2008), ‘Unbroken’ da Demi Lovato (2011), e outros.

E vocês, conhecem algum? Comentem!

Carlos Paranhos
Um futuro jornalista de 18 anos. Pisciano fascinado por cinema, música, e arte pop em geral. Tentando ser a mudança que quero ver no mundo.

Sem Disney: As princesinhas cresceram

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Se você, assim como eu, é do tipo que passa horas na frente da televisão assistindo os seriados de comédia do Disney Channel sabe que o canal tem tradição em lançar artistas completos, em sua grande maioria. Justin Timberlake, Britney Spears e Christina Aguilera estão aí para provar isso. Com o tempo, porém, você também consegue notar que os artistas passam a deixar para trás o estilo “menina de família” e “bom moço” que o canal exige.

Como era de se esperar, o mais recente grupo de princesas Disney a deixar as origens de lado e assumir posturas completamente diferentes, foram as protagonistas daqueles que, para mim, eram as melhores séries do canal: Demi “Sunny entre Estrelas” Lovato, Selena “Feiticeiros de Waverly Place” Gomez e Miley “Hannah Montana” Cyrus. Elas deixaram os rostinhos inocentes, os cabelos comportados e as posturas do tipo “sou um exemplo para os adolescentes” para trás e assumiram suas posições como divas da música pop.

Demi Lovato A intérprete de Sunny Monroe na comédia “Sunny entre Estrelas” teve diversos problemas, foi para a reabilitação e acabou sendo o assunto favorito por um bom tempo, porém não da forma boa. Mas não há como negar, Demi tem muito talento. Depois de deixar os problemas para trás, lançou “Unbroken” e deu seu grito de vitória na ótima “Skyscraper”. Recentemente lançou “Demi” e fez história com um álbum tão maduro a ponto de fazer muitos de nós esquecer que ela veio da Disney. Demi “Really don’t Care” com o que falam dela.



Selena Gomez Talvez aquela que mais demorou para deixar o canal do camundongo para trás. Seu show “Feiticeiros de Waverly Place” foi o último dos três a ser finalizado e, nesse meio tempo, lançou seu álbum em parceria com o The Scene, que apesar de soar bom, tem muito do conceito Disney. Foi então que tudo mudou, ela deu um tempo, fez alguns filmes e voltou com o super bem comentado “Stars Dance”. A faixa “Birthday” é tudo o que queríamos dela, mas é em “Come and get it” que SG mostra o quanto pode ser incrível.



Miley Cyrus Sem dúvida a ex-Disney mais comentada do momento. A eterna Hannah Montana não quer mais ser lembrada como a garota que usava peruca e cantava country. Ela agora é a b***, agora é doida. Agora ela mostra língua, faz clipe sensual e nua, derrubando tudo com uma bola de demolição. Seu “Bangerz” superou de longe o antecessor que, ainda que tivesse um estilo diferenciado, ainda não era um desligamento total. Quando Miley lançou “We Can’t Stop” soubemos que Hannah havia morrido. “Adore you” foi a cerimônia de cremação.


Agora resta saber quais serão as próximas mocinhas a se rebelarem e darem seus gritos de independência. Enquanto isso não acontece, vamos aproveitando tudo que essas três poderosas acima tem a oferecer.

Review: Sia – 1000 Forms of Fear

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Compositora ímpar, Sia guardou o melhor para si
em novo álbum e esbanja qualidade.

Sia
Nota: 5,0

    Artista: Sia

    Álbum: 1000 Forms of Fear

    Gênero: Pop

Sia pode parecer novidade, não querendo me gabar, mas eu já conhecia seu trabalho há um tempinho, bem antes de cair nas graças dos cantores queridinhos do momento. Apesar de estar na estrada desde 1997, seu reconhecimento mundial veio mesmo com as composições que entraram no Bionic, de Christina Aguilera e a partir dai a australiana foi só crescendo. E isso foi bom pra nós, claro, pois renovou toda uma geração, vindo hit atrás de hit e todos com a assinatura da moça.

A lista dos contemplados com músicas de Sia vai de Rihanna, Britney Spears, David Guetta, Jessie J á Kylie Minogue e Celine Dion, e por aí vai. Todos querem o toque de midas para suas carreiras e Sia que não é boba guardou o melhor pra ela e a gente pode conferir toda essa gama de qualidade no seu sexto álbum, 1000 Forms of Fear.

Desde 2010 venho ouvindo o We Are Born, seu último disco esporadicamente e percebendo o quanto Sia se manteve criativa e com sua essência melancólica usando ritmos alegres na nova fase. O álbum de 2010 é mais íntimo e menos radiofônico, sendo assim composto por letras aleatórias e sem um foco em especial. Já “Fear” mostra uma pegada mainstream e as músicas com potencial para o topo dos charts. Com letras mais centradas, Sia se junta com o produtor Greg Kurstin e juntos transformam emoções em um material coeso e surpreendente.

Quando lançou Chandelier, houve um momento de alegria e surpresa. A música é extremamente pessoal e com um refrão tão forte que não tem como cantar junto e soltar esse grito com ela. Depois de passar dias, semanas, meses no meu repeat, Sia nos agraciou com um clipe mais lindo e poético. Destaque para a pequena Maddie Ziegler, que arrasa como gente grande em uma coreografia pertubadora, porém linda.

O álbum segue mais sentimental com as baladas Big Girls Cry, Burn The Pages e a minha favorita, Eye of the Needle onde o refrão é matador. O timbre ousado e diferente de Sia mostra que nem sempre ter um tom suave é bonito. Cheia de expressão e meia preguiçosa, sua voz única faz dessa música uma explosão, sendo uma das melhores. Por todo o conjunto, claro.

Hostage lembra as músicas divertidas em que Sia tira de letra é expert em fazer e quebra o clima sentimental por um momento.
Mas nem demora muito e Straight for the Knife chega quietinha com um piano profundo e um arranjo suave, mas Sia rasga o verbo e faz parecer uma declaração, talvez de amor, talvez não: “Você foi direto para a faca, e eu me preparei para morrer”. Elastic Heart foi produzida por Diplo e tem participação do The Weeknd, tem como ficar melhor? Sim! A música foi trilha sonora do filme Em Chamas, da saga Jogos Vorazes e saiu antes de Chandelier. Logo, ouvi bastante e viciei durante um bom tempo. Seguindo na onda do electropop, vem em seguida a excelente Free the Animal que é inexplicável. Com influência retro, a batida oitentista nos envolve com um refrão chiclete e ecoante. Apenas ouçam e vejam o quão incrível Sia é.

Fire Meet Gasoline, Cellophane e Dressed In Black finalizam “Fear” com chave de ouro e voltam com o conceito profundo do álbum. Ambas falando sobre amor e todas com seus pontos altos, não há como falar o quanto Sia sabe aproveitar cada deixa. Cada faixa revela um lado de Sia e elas se encaixam. Sensacional!

Concluo aqui que 1000 Forms of Fear é um álbum que veio fazer diferente a meio tantos lançamentos fracos e sem estrutura musical. Sia tem bagagem e trabalhar com gente influente a tornou mais relevante. Fico feliz que ela não se perdeu e ao contrário, melhorou muito seu repertório deixando todas as músicas soando como hits prontos para o sucesso. Seu novo álbum mostra que ela não é mais uma pessoa de backstage e sim, uma artista que merece respeito, mesmo com esse drama em não querer aparecer e ser apenas um rostinho bonito. Gosto dessa personalidade forte e espero que esse álbum quebre recordes, pois se depender de mim, vou ouvir durante muito tempo.

Bom, esse foi a minha resenha. A cada dia que passa descubro mais pontos altos desse álbum, pois está impecável.
Se você não a conhece, por favor: ouça! Sua vida será muito mais bonita com ela.

No iPod: Leah – Home

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Se tem uma música que ando ouvindo várias vezes por dia, essa é Home, novo single da Leah McFall.
Desde que saiu uma versão ripada das rádios e em baixa qualidade estou ouvindo sem parar.

Não demorou muito e Leah lançou o lyric vídeo que apesar de simples, achei uma fofura. Aproveitei e ripei o áudio do video e tive uma melhor qualidade para meu viciozinho. Até porque o single só será lançado mês que vem. A música tem uma pegada pop que a gente ama e a letra diz em fazer tudo por quem amamos e se sentir em casa. Inspirador né?

Hoje foi lançado oficialmente o clipe que é muito amor. Simples e todo trabalhado no estilo holográfico, tem Leah com uma mochilinha e balançando nas nuvens. Vejam e viciem também!

Leah para quem não sabe, participou do The Voice ano passado e quase ganhou. Seu álbum de estréia está sob o comando e supervisão de Will.i.am que apesar de nos desapontar um pouco com o Britney Jean, podemos confiar que agora ele vai fazer bonito! “Home” soa bem comercial e acho que será um primeiro single de sucesso, assim como todo o álbum que vem por aí. Bom assim espero, até porque Leah arrasa demais e to torcendo para que tudo dê certo.

O primeiro passo foi dado, agora só resta caminhar no lado certo né? Leah já tem vários fãs e pessoas que estão apostando nessa carreira. Então boa sorte e parabéns por tirar aquela franja castanha. Loira ficou bem melhor! Tamo junto!!

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