no ipod

Como amar Janelle Monáe em três passos

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Janelle Monaé não é novidade no mundo musical e todo mundo a conhece por seu estilo boyish irreverente, seus penteados retrô e suas roupas monocromáticas. Suas músicas são uma mistura de R&B, soul e funk americano e chama a atenção com todas suas composições. Desde 2010 que Janelle não lança nada novo e seu, porque ela contribuiu em muitas faixas com participações, mas nada comparado a sua musicalidade. Dia 10 de setembro será lançado seu novo álbum, The Electric Lady, que pelos singles já lançados e o tracklist divulgado, vai ser outra obra prima, pois irá contar com feat. de Erykah Badu, Solange, Miguel e nada menos que Prince. Por isso vamos fazer um esquenta e iremos fazer você ama-la também, porque estamos todos viciados e com o as faixas no repeat.

1ª PASSO: Seja QUEEN e não ligue para o que falam sobre você

2ª PASSO: Dance apocalipticamente como se o mundo fosse acabar

3ª PASSO: Escolha o horário nobre para amar alguem

Quando ouvi Q.U.E.E.N. pela primeira vez, fiquei fascinado pela batida do Rhythm and Blues, assim como em Dance Apocalyptic que tem uma vibe Jackson 5, e programas dos anos 50 que a gente vê muito em Dreamgirls e em festivais. E por último e não menos, Primetime que é o suprasumo dos duetos… pegada retro e com gostinho de nostalgia e sensualidade. Nota 10! Estou amando essa nova era da Janelle e achei refrescante, pois o The ArchAndroid tem uma musicalidade pesada e muito under, estou achando que The Electric Lady vai será um respiro de ar novo para ela. Vamos esperar até ouvir o restante desse cd que já sei que vai ser um dos meus favoritos de 2013.


– Se preparem para o recalque!

Avril Lavigne, a heroína Rock N Roll

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Ai você acorda numa terça feira fria, liga o computador e Avril Lavigne é uma caçadora de recompensas de botequim que vai atrás de um poderoso (cof.. cof…) inimigo. No meio da caçada, vê o cachorro motorista morrer, beija mulher, toca guitarra e por aí vai… Forçado né? Mas quem liga?? É um clipe da Avril e não tem pretensão nenhuma de conceitos (tipo Applause).

Avrilzinha sempre fez parte da minha adolescência e desde então eu sempre curti as músicas dela. Eu cresci, enquanto ela continuou desse jeito e parou no tempo. Ora cantava músicas rebeldes e ora músicas de fossa juvenil. Sempre com clipes que ou eram engraçadinhos ou eram tristes demais. Mas essa é a Avril que entra ou sai cd e continua a mesma. Pelo menos para mim.

Rock N Roll é o segundo single do seu novo álbum, que leva o seu nome e será lançado dia 24 de setembro e conta com colaborações de Marilyn Mansone de Chad Kroeger, seu marido e vocalista do Nickelback. A música foi produzida por Max Martin que é o hitmaker da atualidade e que vamos combinar: ele tem o midas touch, porque tudo que ele põe a mão hita e é sempre fabuloso! E com Rock N Roll não poderia ser diferente. A faixa gerou muita polêmica, pois se dizia ROCK e é uma faixa POP, mas os ignorantes de plantão não entendiam que o contexto de Rock N Roll na música se refere a um estilo de vida e não gênero de música. Ouça e veja o clipe da música:

No clipe Avril usa muitas referências engraçadinhas e pra mim as maiores delas foram essas aqui:


– Tchu Tchul Rock and Roll!!!!!! (quem lembra?)

No iPod: Flatline – Mutya Keisha Siobhan

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Para quem é novo, Mutya Keisha Siobhan são apenas nomes estranhos na balada, mas pra galerinha oldschool Mutya Keisha Siobhan significa Sugababes.

Bom, quando se fala em girlgroups a gente sempre se lembra de Spice Girls, as percursoras de uma era picante e atrevida na história da música pop. Mas logo mais vieram as Sugababes, que contava com as inglesas Mutya Buena, Keisha Buchanan e Siobhán Donaghy. Elas eram sucesso no Reino Unido e atingiram bom desempenho com as músicas Overload, Run for Cover e New Year. Mas como todo grupo, o Suga não resistiu a muito tempo e logo Siobhan deu no pé querendo seguir carreira na moda. Heidi Range entrou no lugar e o barco seguiu. O sucesso foi estrondoso lá pela terra da rainha, mas também não durou muito pois Mutya ficou doente e teve que dar goodbye ao sonho pop. Outras formações do Sugababes foram colocadas a prova, mas nenhuma rendeu tanto como a inicial e desde então o nome do grupo beirou o fim, flopando até não poder mais. Triste fim? Que nada! O grupo continua em hiato mas MKS chegou.

Em 2012 as integrantes da formação inicial decidiram se juntar novamente para voltar, mas a antiga gravadora tem os direitos autorais do nome Sugababes e não quiseram o liberar para o trio. Pensando que iriam desistir, as meninas foram ousadas e se lançaram como Mutya Keisha Siobhan, que digamos tem muito mais impacto e soa novo ao invés de renovado.

O grupo chegou de fininho e com um “comeback” espetacular e vamos combinar que todo mundo ficou ouriçado quando disseram que essas três estavam junto novamente. E não demorou muito e a faixa Lay Down In Swimming Pools foi postada no soundcloud do produtor das moças e não agradou tanto quando deveria. Mas não foi por menos e Flatline foi postada e tomou conta da atmosfera toda e a gente só respirava essa música. Flatline virou o hit entre os fãs e não fãs do grupo.

A sonoridade não é tão alegre, porém é dramatica e impactante. O som oitentista da bateria predomina e faz juz a batida retrô com o britpop que as meninas já exploraram bastante. Sem contar alguns elementos R&B e dá a impressão que a música sobe e desce. Sensacional. Ouça e veja o clipe da música:

Vintage demais, o clipe é simples e lindo. Ótimo para não criar muitas expectativas e manter uma vibe saudosista. Estava esperando a Lana Del Rey aparecer do nada naquele carro dela…. hahaha

Mutya Keisha Siobhan estão animadas e preparadas para retomar de onde pararam. O single será lançado o dia 1 de setembro e o topo é o mínimo que estão querendo. Mas vamos torcer para que não termine tão cedo, pois estamos órfãos de girlgroups. O álbum de estréia/comeback ainda não foi divulgado e nem sabemos se virá nesse ano, mas vamos torcer para que tenha muitas Flatline, né?

Espero que tenham gostado da música e aguardem o novo FrutoProibido.Org.
Tá 50% pronto! :)

Bruno Mars nada ortodoxo

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Bruno Mars

Unorthodox Jukebox
Nota: 5,0

Artista: Bruno Mars

Álbum: Unorthodox Jukebox

Gênero: R&B

Desde que “conheci” Bruno Mars em um featuring na música Nothin’ On You do B.o.B, sempre busquei acompanhá-lo em cada lançamento. Amava Just The Way You Are, Grenade, Marry You, The Lazy Song e DE-TES-TA-VA Talking To The Moon, ainda mais depois que ela entrou pra trilha sonora de novela. Mas enfim, eu sempre curti o quão descontraído o som de Mars soava. Despretensioso e jovem, ele foi ganhando notoriedade e quando o seu segundo álbum saiu, deu pra perceber que não era só um gorila estampado na capa ouvindo música num “jukebox”.

A idéia do novo álbum era ser diferente, sair do comum, ser nada ortodoxo, não seguir regras e provar que um novo conceito funcionaria. Bruno Mars e seu time de profissionais, chamado The Smeezingtons trataram de criar novos rumos para o cantor investir. Nesse conceito novo, chamaram o brilhante Mark Ronson, o barulhento e egocêntrico Diplo e o hitmaker Benny Blanco (que foi um dos responsáveis pelo sucesso de Ke$ha). Unorthodox Jukebox é uma mistura bem feita de R&B com o pop tradicional. Eu ouvi todo o álbum pensando em Michael Jackson e Jackson 5, e fui sentindo que essa era a intenção de Bruno. Reviver o bom e dançante R&B e fazermos remexer o corpo a cada música. Enfim, um trabalho excelente e bem pensado.

Young Girls é bem tranquila para se começar o álbum, tem uma batida pop e bem conhecida já. Mas é uma delicia para ir entrando no clima e para depois sair gritando o refrão. Locked Out of Heaven é a música que Michael Jackson iria amar cantar (se possível, duetar ein?)… a energia dessa música contagia e foi a que mais gostei de todas quando ouvi o preview do álbum. Mark Ronson tem o toque de midas e não se fez de tímido e fez essa música uma obra de arte. Com influências de jazz, Locked já alcançou o topo de miutos charts, inclusive nas paradas brasileiras. Mas minha favorita e a que mais ouço é Gorilla; apesar de ter uma letra meio polêmica e desconfortável, eu simplesmente amei o arranjo dela. Simples e marcante.

A intro de Treasure é muito Jackson 5, não tem como negar. Sinto uma discoteca enorme cheia de luzes e as pessoas de dourado dançando e reluzindo em todo o lugar. Bom, essa seria uma das minhas idéias pro clipe, que é bem inevitável não se sentir nessa vibe. Moonshine continua na vibe disco, porém mais intrínseca e mais trabalhada no baixo e bateria. Mas o refrão é um delirio com tantos sininhos e com aquela impressão que estão te transportando pra outra dimensão. Quando começa When I Was Your Man sempre acho que a Vanessa Hudgens vai sair cantando Sneakernight, mas não, é uma balada trash emotiva, linda e perfeita. Segundo Mars, a música é visceral e conta sobre um amor que perdeu por não dar tanta atenção ou não cuidar bem. Natalie é pop pop pop com pitadas de R&B. Me ganhou pelo refrão NATALIEEEE – sua pistoleira, devolve meu dinheiro!!!

Bob Marley in the house! Show Me é aquela música reggae que estamos cansados de ouvir mas estamos sempre ouvindo por ser muito paz e amor. Achei que foi essencial para quebrar a maré Adele que estava beirando o álbum. E pra não deixar a coisa rolling in the deep, Diplo produziu Money Make Her Smile, que segundo as recomendações de Bruno, era pra ser aquela música pra todo mundo dançar e não ligar com mais nada. E é claro que essa música também DEVIA ser do Michael Jackson. A vibe que trouxeram para essa música é a cara do rei do pop… inclusive os vocais e o break no meio da música, onde com certeza MJ iria fazer uma coreografia fodástica. Sei que o foco não é falar de Michael, mas está inevitável não lembrar da maior lenda (e meu maior ídolo) de todos. Bom, pra finalizar uma baladinha a la 60s para se dançar coladinho no meio da pista com aquele broto que você paquerou a noite toda… If I Knew é um revival total, todos se sentindo em Grease kkk

No total Bruno Mars buscou novos horizontes e tentou um som diferente. Pegou o supra sumo da música contemporânea e fez um suco delicioso e refrescante com muitas referências. Adorei tudo, do começo ao fim… e não consegui ouvir nada que soasse ruim ou chato. A batida retrô funcionou bastante e ainda irá ir longe nesse ano. Espero que aproveite muito das outras músicas, pois mereceu as cinco estrelas…
Go Bruno Mars! Go!

Leona quer um pedaço do seu coração

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Leona Lewis

Leona Lewis não teve um 2011 muito bom, quando seus planos de emplacar a excelente Collide e lançar um novo álbum foram todos por água abaixo. A morena não teve saída quando seu “quase hit” foi acusado de plágio e gerou bastante polêmica. Alguns dizem que Leona foi o bode expiatório para bombar Avicii, outros dizem que foi plágio mesmo, por conta de mal entendido entre produtores. Mas bem sabemos que a culpa toda caiu sobre a cantora e seu single foi um desastre nos charts. Nem clipe romântico e fofo fez com que a imagem do plágio fosse esquecida. Uma pena, porque foi uma das músicas que mais ouvi no ano passado.

Enfim, Leona está voltando vingativa e prometeu botar o projeto “Glassheart” em execução novamente, porém todo reformulado e sem antecedentes, claro. O álbum não tem uma data definida, mas estão dizendo que será lançado 12 de outubro desse ano. Tem até uma nova música dela perambulando na net, que será o novo single (que é muito boa por sinal), mas não quero falar dela hoje, até porque vou esperar sair oficialmente para poder comentar.

Hoje quero falar de uma demo/musica excluída da época do “Echo” que vazou e simplesmente estou ouvindo sem parar. Fiquei hipnotizado pela batida retrô dessa música e pelo refrão chiclete. É uma das melhores e eu gostaria muito que Leona usasse um pouco disso no novo trabalho. Ouçam e tirem suas conclusões:

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