pop

Disco Love das Sábadas é muito amor

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Enquanto o novo álbum não sai, as meninas do The Saturdays não estão paradas esperando pelo #1. Estão correndo atrás… e muito. Depois da divulgação pelos Estados Unidos com o single What About Us, as meninas ainda lançaram clipe para Gentleman e apesar da baixa repercussão, lançaram ainda Disco Love, que é um estouro de bom gosto.

Com direito a saxofone e alguns riffles no fundo, a música é inspirada nos anos 80, precisamente na era disco. Como não bastava ser vintage e usar efeito instagram, Una, Rochelle, Vanessa, Mollie e Frankie foram alem e fizeram bonito ao apresentar três épocas: 70s, 80s e 90s. E todas com visuais diferentes. Um charme!

Amei a vibe Xanadu e fiquei esperando a Jessica Simpson aparecer dançando e andando de patins. Só não curti esse cabelo comprido da Frankie.. e o tanto que ela ficou avulsa. PFVR! Mas no mais, todas estão lindas e sorridentes. Mas quanto mais elas avançam no pop atual, mais perdem a essencia britpop.

Bem que no novo álbum podia ter mais disso:

Ou um poquinho disso:

No iPod: Flatline – Mutya Keisha Siobhan

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Para quem é novo, Mutya Keisha Siobhan são apenas nomes estranhos na balada, mas pra galerinha oldschool Mutya Keisha Siobhan significa Sugababes.

Bom, quando se fala em girlgroups a gente sempre se lembra de Spice Girls, as percursoras de uma era picante e atrevida na história da música pop. Mas logo mais vieram as Sugababes, que contava com as inglesas Mutya Buena, Keisha Buchanan e Siobhán Donaghy. Elas eram sucesso no Reino Unido e atingiram bom desempenho com as músicas Overload, Run for Cover e New Year. Mas como todo grupo, o Suga não resistiu a muito tempo e logo Siobhan deu no pé querendo seguir carreira na moda. Heidi Range entrou no lugar e o barco seguiu. O sucesso foi estrondoso lá pela terra da rainha, mas também não durou muito pois Mutya ficou doente e teve que dar goodbye ao sonho pop. Outras formações do Sugababes foram colocadas a prova, mas nenhuma rendeu tanto como a inicial e desde então o nome do grupo beirou o fim, flopando até não poder mais. Triste fim? Que nada! O grupo continua em hiato mas MKS chegou.

Em 2012 as integrantes da formação inicial decidiram se juntar novamente para voltar, mas a antiga gravadora tem os direitos autorais do nome Sugababes e não quiseram o liberar para o trio. Pensando que iriam desistir, as meninas foram ousadas e se lançaram como Mutya Keisha Siobhan, que digamos tem muito mais impacto e soa novo ao invés de renovado.

O grupo chegou de fininho e com um “comeback” espetacular e vamos combinar que todo mundo ficou ouriçado quando disseram que essas três estavam junto novamente. E não demorou muito e a faixa Lay Down In Swimming Pools foi postada no soundcloud do produtor das moças e não agradou tanto quando deveria. Mas não foi por menos e Flatline foi postada e tomou conta da atmosfera toda e a gente só respirava essa música. Flatline virou o hit entre os fãs e não fãs do grupo.

A sonoridade não é tão alegre, porém é dramatica e impactante. O som oitentista da bateria predomina e faz juz a batida retrô com o britpop que as meninas já exploraram bastante. Sem contar alguns elementos R&B e dá a impressão que a música sobe e desce. Sensacional. Ouça e veja o clipe da música:

Vintage demais, o clipe é simples e lindo. Ótimo para não criar muitas expectativas e manter uma vibe saudosista. Estava esperando a Lana Del Rey aparecer do nada naquele carro dela…. hahaha

Mutya Keisha Siobhan estão animadas e preparadas para retomar de onde pararam. O single será lançado o dia 1 de setembro e o topo é o mínimo que estão querendo. Mas vamos torcer para que não termine tão cedo, pois estamos órfãos de girlgroups. O álbum de estréia/comeback ainda não foi divulgado e nem sabemos se virá nesse ano, mas vamos torcer para que tenha muitas Flatline, né?

Espero que tenham gostado da música e aguardem o novo FrutoProibido.Org.
Tá 50% pronto! :)

Bonnie McKee: hit or shit?

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Bonnie McKee

Imagina se a musicalidade de Britney Spears, Katy Perry, Ke$ha, Adam Lambert, Rita Ora, Kylie Minogue e Taio Cruz estivessem em uma mesma cantora? Pois sim, existe!

Bonnie McKee é a hitmaker do momento e já foi premiada por algumas composições nas vozes de Katy Perry, conseguindo assim alcançar um seleto time de cantores e produtores com quem sempre trabalha.

Com quase 10 anos de carreira e muita experiência, Bonnie deciciu voltar ao showbizz com muita vontade de hitar pois competência para escrever boas músicas ela tem, mas será que tem carisma e voz para se manter? Esperta já sabemos que ela é, porque em seu re-debut ela reuniu uma galera top para dublar seu novo single, “American Girl” que é bem nos moldes do Teenage Dream: bem chiclete. Ouça e se prepare para ficar viciado!

Deu para reconhecer todo mundo? É muita gente influente e pop né? Eu gostei muito da imagem da Bonnie, principalmente esse cabelo alaranjado. Marcante!
Eu espero que o cd que ela está pensando em lançar em setembro seja todo nesse estilo, pois iremos ouvir e amar bastante. Dá para preencher o vazio que sentimos de Britney Spears até ela gravar algo.

Para gerar um buzz em sua carreira, Bonnie está disponibilizando a música para download gratuito! É só seguir os passos para o aplicativo e fazer uma postagem no facebook. Um link é gerado e a música poderá ser baixada e ouvida muitaaaaaaaaas vezes. ?

E aí? Será que Bonnie McKee vai hitar ou ela deve apenas ficar no backstage??
Vamos aguardar… até porque tudo pode acontecer.

Cher’s World

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Deserto

Enquanto o Brasil vive um novo marco em sua história, cheio de protestos e manifestações, a deusa Cher aparece e lança seu novo single, Woman’s World. O jeito agora é ir para as ruas protestar e dançar ouvindo essa obra de arte em forma de música! Cher voltou e quer colocar muita “artistazinha” de volta no lugar e mostrar mais do nunca que o mundo não é da mulher, e sim da CHER.

Enquanto não sai o clipe, vamos curtindo o lyric video cheio de fotos das amigas da Cher quando novinhas. hahahaha

Eu estava me preparando para voltar, mas Holy Cher me fez postar isso. Brincadeira.
A música é boa demais e bem farofinha do jeito que a gente gosta… não podia deixar passar em branco né?

Retrospectiva 2012 em música

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No ano de 2012 esperamos pelo maior acontecimento de nossas vidas, o mais importante da história humana e o mais absurdo de todos: o fim do mundo que acabou não existindo. Eu pra variar não liguei muito, mas foi inevitável não ter aquele pensamento negativo né? Enfim, para esse evento mundial, me preparei com a melhor trilha sonora possível. Nem preciso dizer o quanto PSY abrilhantou com seu Oppa Gangnam Style ou a Britney Bitch Spears com seu Olá Negões, né?

Minha trilha sonora de 2012 começa com Lady Gaga, que veio no Brasil e nos deu um pouquinho de seu amor e carinho, e apesar de todo o cansaço que houve antes do show, não me arrependi de nada e faria tudo novamente se possível. Ouvi muito Gaga antes do show para ir entrando no clima e ouvi muito depois do show, pra relembrar cada momento. Só tenho uma coisa a dizer: quem não foi, perdeu o melhor show da vida. Ouvi muita Rihanna dos anos anteriores também, porque me decepcionei bastante com esse Unapologetic, que se gostei de umas quatro, foi muito. Katy Perry marcou presença no meu player também, mas como a fia também não lançou nada, fico ouvindo os álbuns antigos. Uma belezinha que me alegra e acalma bastante enquanto trabalho é Lily Allen. It’s Not Me It’s You é meu xodó e sempre que enjôo do que ouço, ele é meu refúgio e refresca todas as idéias. Nem faz muito tempo, mas foi meu amigo Paulo Rezende me indicou o reality show RuPaul’s Drag Race e fiquei impressionado com as músicas da(o) RuPaul e baixei quase a discografia toda e ouço religiosamente todo dia pelo menos uma música. Amo Glamazon, Champion, Superstar, Cover Girl e a clássica Jealous Of My Boogie. Sensacional… and don’t fuck it up!

De tantos álbuns que foram lançados em 2012, os que mais gostei e que ouvi bilhões de vezes foram: (a ordem deles não interfere na ordem em que foram mais tocados.)

1) Gossip – A Joyful Noise
Eu fiz um review aqui no blog, e esse álbum foi um dos favoritos por motivos de Beth Ditto. rs Não tem como negar o quanto essa linda canta e destrói em todas as músicas. Destrói mesmo, no bom sentido da coisa, não tem pra ninguem. As músicas desse álbum são mais pops do que a do cd anterior, Music For Men, que tinham uma vibe indie carregadíssima. Em Joyful, os Gossips não perderam tempo e botaram o time Xenomania pra trabalhar e eles fizeram o dever de casa perfeitamente. Eu adorei e ouvi um bom bocado.

2) Adam Lambert – Trespassing
Também fiz um review e falei bem demais de Adam e seu Trespassing. Não me arrependo das palavras que postei, mas não tenho nada a mais para acrescentar. Lambert invadiu 2012 e se o mundo tivesse acabado ali, pelo menos iriamos estar satisfeitos com a sua aclamação. Não sei se o álbum teve um impacto que a gravadora esperava, mas eu gostei muito e ouço muito enquanto estou animado. Álbum pop de um cantor masculino que mais gostei em anos.

3) Agnes – Veritas
Agnes who? Bem, Agnes é bem desconhecida por aqui e ali, mas na Suécia ela faz muito sucesso. É tipo Leona Lewis só que sueca, sabe? Ela ficou conhecida por sua música, Release Me e Don’t Breaking My Heart. O novo cd dela é eurodance com muita classe, um álbum que você ouve e não enjoa fácil, pois as músicas transitam entre gêneros e não se prende a um estilo só. Eu sou viciado na melodramática One Last Time, mas também adoro as dançantes Amazing, Into The Sun e a midtempo All I Want Is You. Veritas é um dos melhores álbuns internacionais que ouvi. Na medida certa! Vale a pena conhecer.

4) Carly Rae Jepsen – Kiss
Call Me, Maybe?? Não bastou o sucesso dessa música para Carly se firmar no território musical, o álbum tinha que vingar. Também não sei se bateu a meta da gravadora, mas eu lembro que fez muito barulho. E um barulho doce, juvenil, inocente e inofensivo. O jeito menininha dela cativou e agradou todo mundo, o cd também. Eu adorei a vibe Sandy, Diana Vickers, Taylor Swift e por aí vai… de Kiss. Só tem músicas que são alegres ou são muito meigas, a começar por Tiny Little Bows que tem “samples” de Cupid, depois a oitentista This Kiss, a saturada Call Me Maybe, a repaginada Curiosity (prefiro a versão do ep), a parceria fofa de Good Time e a partir daí eu acho muito igual e meio cansativo. Não sei porque, mas eu não senti nada demais nessas outras, nem o feat. com o Bieber me chamou a atenção. Mas mesmo assim ouvi bastante Carly no ano que passou.

5) Marina & The Diamonds – Electra Heart
Eu curto Marinão desde Oh No! e não larguei mais. O primeiro cd não tem muito parentesco com o de 2012, mas eles conversam. Electra é eletrônico e cheio de guitarras e sintetizadores potentes a ponto de elevar timbres até então nunca ouvidos nesses estilos de música (a não ser pela lendária Cher). Amo o conceito e ouço muito, até hoje o som retrô de Bubblegum Bitch juntamente da poderosa Power & Control. Hypocrates é aquela música que parece que saiu de um sonho seu, quando você está sob as nuvens… coisa assim. Caso interesse, tem um review meu aqui. Também foi um dos que mais gostei e aprovei durante o ano que passou.

6) Pink – The Truth About Love
Lançou cd, fez uma turnê fodástica, engravidou, teve o bebê, voltou aos estúdios, gravou um cd mais foda ainda e está aí, linda novamente e matando a gente de amores. Essa é Pink, a rebelde que mais amamos. <3 The Truth About Love é tudo aquilo que amamos nela maximizado. Eu amo a sonoridade que ela tem e que só pertence a ela. Não tem mais nada que não seja a Pink nesse cd. Fiquei fascinado por Try, que era tudo que esperava dela. Uma midtempo com um refrão que escancara e é forte como pedra. A energia de Slut Like You, Are We All We, Walk Of Shame e The Truth About Love são contagiantes. E os feats de Lily Allen e Nate Ruess abrilhantaram a produção. Perfeito, não sei outra palavra sem ser essa. Não vi ninguem reclamando desse álbum. NINGUÉM. APLAUDO PINK DE PÉ, e espero um dia que a turnê passe por aqui para ver essa mulher voando e berrando ao vivo.

Extra: Madonna – MDNA
E pra finalizar a não menos importante, MADONNA. A toda poderosa da música pop deixou a desejar! Falou tanto do álbum que o fez embolorar em minutos. Madge lançou MDNA e correu para conseguir ganhar um dinheirinho fazendo uma tour, pq senão iria morrer de fome. Eu fiz o review do cd e adorei. Adorei e só. Não amei e não fiquei ouvindo todas as músicas e querendo mais. Enjooei rápido demais e estranhei quando isso aconteceu, pq Madonna é Madonna. Era uma afronta descurtir o cd do ano, não é? Não. Tal acontecimento me fez não ter muita vontade de assisti-la ao vivo, ainda mais pela insensatez nos palcos. Enfim, eu não irei mentir, não gostei tanto.. mas das músicas que gostei, ouvi muito. Love Spent é minha favorita, junto a Give Me All Your Luvin’, Gang Bang, Turn Up The Radio, e I Don’t Give A. E não me venha com as baladinhas que eu jogo elas de volta em você.

Eu ainda poderia mencionar o debut do Little Mix, os comebacks de Leona Lewis, Christina Aguilera, Girls Aloud, Bruno Mars e muitos outros, mas esse post ficaria maior ainda e mais arrastado. Vou deixar para postar sobre eles em breve, com reviews ou como baú pop.

Pois bem, esse é meu registro sobre o que mais ouvi durante o quase-apocalíptico 2012.
Desligo. Câmbio!

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