resenha

Trabalho noturno

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Calma gente! Esse blog não tá fazendo hora extra mostrando o bumbum alheio, não. Tá pensando que o FP é bagunça? hahaha 😳

Enfim, a culpa dessa capa sem vergonha não é minha, e sim dos Scissor Sisters que voltaram com tudo, chocando o povão. Pra quem não sabe, o SS é uma banda de electro pop, glam rock e alternative super influente em New York, mano. Apesar de estarem sumidos desde 2006, eles voltaram com um gás total, mas que atende pelo nome de Stuart Price. Sim, o produtor de Madonna, Gwen Stefani, The Killers e recentemente de Kylie Minogue, em Aphrodite, sem contar os milhões de remixes que ele produz por aí. Com essa ajuda, o trabalho noturno das Irmãs Tesouras seria mais prazeroso, já que a banda estava com um disco prontinho e por decisão de Jake Shears, o vocalista, foi todo descartado, assim começando o projeto que vou desdenhar a partir de agora.

Eu bem que procurei um player decente para vocês acompanharem ouvindo o preview lendo a resenha, mas não há um video que tenha todas as músicas. Dessa vez vocês vão ter que fuçar por aí, ou baixar e acreditar na minha palavra. 😆

N

ight Work é a primeira faixa, e pra não nos desanimar é bem alegre e tem uma batidinha suave, a guitarra tem bastante destaque. Dá vontade de ficar cantando o refrão o dia todo. Whole New Day quebra o ritmo freak e deixa o clima bem retrô. Sabe aqueles synths de antigamente? Então, eles tomam conta dessa música, que deixa a gente vidrado. Fire With Fire chegou, aa melhor baladinha do cd. O refrão é bem macumbento e fica na cabeça. Do nada você tá cantarolando o “You said fight fire with fire, fire with fire”. Any Wich Way é a música que o SS tá cansado de fazer e só nos faz feliz. Bem eletrônica e com os agudinhos do Jake estão tomando conta até que a Ana vem fazendo um sing talk pra quebrar um pouco o estilo. Harder You Get parece música do Pet Shop Boys, mas só que com um rock soft muito exato, encaixando com o sing talk quase robótico do Shears. A minha preferida, Running Out também nos remete ao retrô e deixa um som parecido com o do Queen, porém a batida mais animada. O refrão é facil e gruda gruda também, e detalhe: essa faixa não foi produzida pelo Price. Something Like This não tem brilho algum, uma batida enjoativa e nada relevante. Skin This Cat parece muito com o Tecnonik que a Yelle produz, bem volúvel e enfim solado pela Ana M. Skin Tight é a cara do Price, outra balada que é só amor. Impossivel não adorar essa faixa, o refrão é lindo. Sex and Violence é musica de dormir… a batida é boa, mas me dá uma preguiça. Nightlife parece sair de Footloose, e tipo, imaginei Kevin Bacon a dançando. O A-Ha iria adorar performar essa música, apesar do Jake desempenhar bem o timbre certo no refrão. E pra finalizar, um presentão: Invisible Light! Essa faixa é bem misteriosa, cheia de efeitos retrô… mas se tratando de SS, essas maravilhas nunca são demais. O refrão é bem batida louca, super gostosa de sair batendo cabeça nas buatchy de NY. hahahaha Tem até uma narração no fim, á lá Thriller. Enfim, o cd tá pop, tá retrô. Tá bom demais! De lamber os beiços. A banda não pecou em nada, as musicas estão em sintonia e não deixa o cd cansativo.

Pra quem quiser baixar, clique aqui e se jogue no download!!!!


– Voltamos e estamos atorando o perigon!

Robô domesticado

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Pra quem é fã da Disney, sabe muito bem quem é Miley Cyrus. Ou melhor, a Hannah Montana. Bom, o que importa é que a Miley está se cansando da imagem e do status que sua personagem a continua dando. Não que não seja bom, mas ela quer ser ela mesma. Alguem não domesticada, dentro dos limites… alguem padrão Disney de ser. E para expressar esse desejo, ela decidiu trabalhar mais a fundo, e gravar um álbum genuíno, chamado Can’t Be Tamed que traduzido é, “não posso ser domesticado”.

Miley se dedicou bastante ao novo trabalho, tanto que maioria das faixas foram escritas e produzidas por ela. O álbum está muito bom e existe poucos erros. Eu dei quatro estrelas pois gostei muito do cd, porém há algumas exceções que acho super válidas a fazer.

Segue abaixo, um vídeo de um audio-preview do cd novo. Dá o play e acompanhe com o review. :smile:

P

rimeiramente o cd começa bem energético, “Não viva uma mentira, essa sua vida é única”, com esse trecho Miley chega arrebentando com Liberty Walk, que é um pop parecido com aqueles que a gente ouvia algumas boybands fazerem em 1999, sabe? Mas eu adorei, o refrão é chiclete, não sai da cabeça. Who Owns My Heart é mais electropop, ótimo refrão.. super dançante. Para não sai dos trilhos, Can’t Be Tamed vem com uma batida intensa do começo ao fim, a musica-titulo não deixa a desejar. Para amenizar a energia causada nas faixas anteriores, Every Rose Has It’s Thorn cai como uma luva, pois não é uma balada envolvente com uns solinhos de guitarras. Pronto, quando você relaxou, você é obrigado a sair do transe e voltar pra animação de Two More Lonely People, que também merece destaque, apesar de ter alguns violões e violinos, não faz jus a ser chamada de country. Forgiveness and Love é uma balada que vem em péssima hora, mas a música é linda e Miley não se perde ao canta-la. Logo vem Permanent December, que é muito pop e dá vontade de sair pra rua dançando… que nem em musicais. Muito boa essa faixa, merece destaque também. Stay é outra balada, porém essa foi escrita pro Liam, o namorado da Miley. É linda a música, toda trabalhada no piano, mas achei que a voz da Miley ficou muito dramática e abafada. Depois da tristeza de Stay, vem Scars que também vem pro time de animadas do álbum. O refrão também é ótimo, bem pop rock. Take Me Along não traz nada que mereça destaque, faixa fraca. Porém logo em seguida vem Robot que é o pop-rock-dance com mais gás do álbum. Miley a canta com sentimento, a letra é bem profunda, o que a torna o super destaque. E pra fechar com chave de ouro, My Heart Beats For Love é uma balada muito boa, envolvente. Gostei muito, ótima faixa pra deixar com gostinho de quero mais.

Enfim, o álbum nada domesticado da Hannah Montana não saiu nada do normal. Teve os destaques, porém não teve nada que a gente não tivesse ouvido e, ou não conhecia. Gostei bastante das músicas e dos arranjos. Mereceu as quatro estrelinhas, o nível da cantora subiu muito desde seu ultimo trabalho, o Breakout. O link do novo álbum vai estar nos comentários, seguindo o método do Samir.


– Eu cresci agora, e sou mulher!

Season Finale: Glee

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Oi gente!

Infelizmente, semana passada foi ao ar o último episódio da primeira temporada de Glee. E eu como um bom gleek, vou dizer o que achei do episódio.

ATENÇÃO: Esse post conterá spoilers, e se você ainda não assistiu, peço que não leia. 😉

S01E22 – Journey

A cada dia que passa, o Glee Clube é ameaçado por alguma coisa. Nesse episódio, Sue Silvester anuncia a Will que será uma das juradas da Seletivas e que não vai aliviar. E como vocês sabem, se o “New Directions” não vencer, o grupo será extinto. Todos os integrantes se desesperam, porém Mr. Schue consegue virar a situação os animando com uma solução: cantar Journey. O casalzinho Finn e Rachel cantam um medley de Faithfully, Any Way You Want It e Don’t Stop Believin’. Uma apresentação bem calorosa, porém bem fraquinha… clichê!

A mãe da Quinn se separou do marido e a chama a filha de volta pra casa, e como em novela do Maneco, a bolsa da Quinn estoura. A apresentação do Vocal Adrenaline começa, e a musica é Bohemian Rhapsody do Queen, mas só o Jesse que faz o solo. Porém a dança é impecável.. muito coordenada. Enquanto a apresentação rola, Quinn está no hospital tendo seu bebê. Rachel vai encontrar sua mãe e pedir para ela ir para o Glee Clube, porém Shelby quer ter uma vida, e uma família. Agora, uma parte bem tosca que achei foi esta: Olívia Newton-John foi muito rude e ignorante, se ela é assim na vida real, eu quero ela longe de mim. Josh Groban foi legal. Olivia ainda humilhou Sue Silvester, dizendo que ela não é uma celebridade. Logo, Sue divulga o vencedor, que é claro.. o Vocal Adrenaline. Quinn e Puck decidem não ficar com Beth, e tipo, fiquei morrendo de dó.

Emma foi conversar com o Figgins sobre o fim do Glee Clube. Mas não adianta muito. Os alunos se reúnem no auditório e cantam To Sir, With Love, que caiu como uma luva nessa situação. Foi linda a apresentação, muito emocionante.. até a durona Sue chorou. Logo, a sala que o Glee ocupava foi esvaziada e Sue foi implicar com Will, mas acabou dizendo que fez o diretor Figgins dar mais um ano para o clube. Mr. Schue conta a novidade ao pessoal, e retribui a apresentação anterior cantando Somewhere Over The Rainbow no violão, bem estilo Jason Mraz. E o mais legal também, Shelby adota Beth e realiza seu sonho. FIM.

Não vejo a hora da série voltar com novas tramas, novos convidados, novas performances e tudo mais que a gente ama. 😉

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