review de cds

O Dejavu de Koda Kumi

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Adoro conhecer o trabalho de cantores que não estão no mainstream mundial, inclusive aqueles que fazem sucesso em outros países. Uma dessas que conheci foi Koda Kumi e desde então não larguei mais dessa japinha. As músicas tem uma sonoridade bem pop com influências diversas, ora rnb, ora ocidentais, ora disco e por aí vai. No novo trabalho, Kumi não estava para brincadeira quando batizou seu 9º album como Deja Vu.

A capa é muito criativa, pois mostra diversos pontos que remetem ao passado, assim como pertences, livros, um grande relógio representando o tempo, malas que significa viagens, bolos recordando aniversários e por aí vai. Uma maneira excelente de mostrar o que é um dejavu. Clique aqui para ver a imagem maior.

Eu senti nesse trabalho um certo empenho que muitas cantoras deviam seguir o exemplo. O álbum está totalmente diversificado, cheio de momentos em que pensamos: opa, parece que já ouvimos isso. E deve ser essa a intenção do álbum. Acredito que foi um dos álbuns que mais gostei nesse semestre. Muito bem produzido e cheio de emoção com muita energia de sobra. Sem contar o ritmo japonês que é muito diferente, cheio de instrumentos exóticos. Vale a pena conferir!!


Qualidade tá baixa mas foi o único que encontrei D:

Prologue to Dejavu é a intro do álbum, bem misteriosa e dá a inteção que você está entrando em um sonho. POP DIVA chega toda se sentindo uma Like a G6, um ótimo começo por sinal. O refrão é muito elétrico.
Lollipop não deixa o ritmo mudar, porém vem com uma influência ocidental. Okay é uma baladinha + batidinha, rs. O clima de balada continua em Aitakute e em Passing By, que na qual tem uma participação especial de Howard B. Para tudo porque AT THE WEEKEND tá tocando! É assim mesmo, essa música é uma das melhores. Bem break up sabe? E cheia de atitude! Impossivel não ficar com o refrão na cabeça!

Interlude to Dejavu traz a sensação de sonho novamente a tona, daqui pra frente as músicas são todas bonitinhas. Melting é tão cute que virou uma das minhas preferidas… fico cantarolando LALALA MELTING CHOCOLATE! Hey baby! é outra cute porem mais dançante. O refrão é pura energia!!!! Choi Tashi Life lembra muito o ritmo disco, principalmente pelo teclado. Anata Dake Ga e Suki de, Suki de, Suki de são as melhores baladas do cd, cada uma com sua individualidade em instrumentos. Bambi é outra que tomou meu coração, muito fofa também, ainda mais por ser bem pop rockish. I Don’t Love You! é bem electro e sela a viagem ao Deja Vu com chave de ouro.

Eu só tenho elogios a esse álbum. Se vocês estiverem a fim de ouvir algo diferente e ao mesmo tempo contemporâneo, corre e baixa o cd! Espero que tenham gostado da dica e que realmente sigam o conselho.

Nicole e seu amor assassino

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Nicole Scherzinger vem com tudo em seu primeiro álbum solo, Killer Love

Quando o grupo The Pussycat Dolls decretou seu fim, Nicole Scherzinger era a integrante mais preparada para o caminho do estrelato. Mas infelizmente tudo que Nic fazia, não emplacava. Talvez fosse a má produção por trás de suas músicas, ou a falta de empenho da gravadora. Logo a carreira estava indo por água abaixo até Red One resgatar o talento dela e reinventar a pussycat.

Com a injeção de animo, ela lançou Poison como single. Para o espanto de todos, a música foi bem aceita pela crítica especializada. É impossível não se render a batida industrial com o vozeirão da Nicole. Dai veio o clipe e a fez tudo calhar novamente!

Não satisfeita, Nicow emplacou a ótima balada Don’t Hold Your Breath que reinou durante semanas nos charts europeus. Dessa vez o clipe é muito bonito, porem simples. Veja o clipe aqui.

Dias depois, o álbum dela já estava a venda e pudemos desfrutar de um trabalho bem feito, pois o cd ficou bem sortido de ritmos, agradando gregos e troianos. Killer Love, tem como produtor principal Red One, famoso por trabalhar com Lady GaGa e tambem desflopar Jennifer Lopez, como já citei aqui.

O álbum começa com a dançante Poison, que de tão falada se tornou o carro chefe do cd. Killer Love, a faixa-titulo vem com uma guitarra e uma batida ótima, o refrão só faz a música ficar melhor ainda, essa é minha preferida desde os previews. Desde que Don’t Hold Your Breath vazou na net, eu senti que essa música seria um estouro, já que tem os moldes das baladas do Pussycat. Não foi a toa que chegou em #1 né? A música é muito linda e os arranjos certos contribuiram bastante para isso. Right There começa de um jeito que pensamos que a música seria uma baladinha leve, mas depois vem uma batidinha que entrega. You Will Be Loved acalma o álbum, e deixa aquele clima de love no ar, pois essa baladinha é bem potente. Daí Wet vem toda batidão e se entrega ao refrão chiclete também. Essa também é uma das minhas prediletas até então. Em outra sintonia chega a midtempo Say Yes que tem uma batida clubber moderninha, e o refrão é meio que entusiasmante.

Se a anterior era clubber, Club Banger Nation tem o veneno todo localizado na electro. A gravadora quer lançar essa faixa como single, eu acho super válido pois ela tem uma pegada de pista e não precisará de ser remixada. Achei Power’s Out tão linda, ainda mais por ter o featuring do Sting. E essa faixa tem uma vibe muito boa, chego até me arrepiar quando ouço a voz dela meio que sussurada em algumas partes. Dai chega Desperate, que também é muito linda, bem retrô e com a voz da Nicole super balanceada entre as notas. Everybody soa muito fatal com os arranjos no início, mas não deixa de ser uma balada pop. Heartbeat é um remix do featuring que fez com Enrique Iglesias, que por sinal é ótima e o clipe é bem sensual. Casualty me lembrou muito as baladas dos artistas europeus, principalmente por usar um piano como base. Achei muito parecida com Died In Your Eyes, da Kristinia DeBarge. AmenJena continua com o piano, porém com a voz da Nicole muito mais intimista e cheia de emoção. Uma linda balada por sinal.

Enfim, Nicole enfrentou bons bocados porém encontrou a luz finalmente. O álbum é um trabalho muito bom e já é um dos melhores do ano. A voz de Nicole está super crua e muito bem balanceada como sempre. As batidas das músicas só teve a acrescentar, inclusive as baladas que estão impecáveis. Só a arte do álbum que ficou muito fraca, e achei muito feia a tipografia que usaram. Espero que a divulgação continue em peso e assim Nicole tenha o merecido feedback. Espero que tenham gostado do review assim como eu, de o ter feito.

Adeus canções de ninar!

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Avril volta com todo gás, porém sem muitas novidades!

Para quem havia levado um susto quando na virada do ano, Avril Lavigne postou no facebook a canção What The Hell, Goodbye Lullaby é um álbum feito com os mesmos ingredientes dos anteriores. A vibração e musicalidade de WTH é totalmente aversa ao restante do álbum, tanto que faz a faixa ser um diferencial.

Eu me segurei para não ouvir as prévias que tinham vazado, e aguentei firme até o “vazamento” completo do cd. Na primeira audição, Goodbye Lullaby soava como hmmm, está tão Avril. Dona Lavigne matou a saudade dos fãs com sua melodia única e deixou alguns com um gostinho de quero mais. Eu pelo menos fiquei satisfeitíssimo com o trabalho, apesar de só What The Hell ser a novidade disso tudo.

O álbum começa bem suave com o toque do piano em Black Star. What The Hell traz uma vibe de alegria para o momento. Impossível não ficar mais animado com essa música. Push já entoa com acordes de violões e uma melodia bem conhecida por nós. Wish You Were Here continua na mesma frequência e traz uma baladinha muito expressiva. Com muita atitude, Smile entra no pedaço mostrando que é esse tipo de música que a Avril faz bem e havia nos deixado com saudades. Stop Standing There e I Love You integram o time das músicas bonitinhas e apaixonadas da Avril. São aquelas que a gente ouve quando está triste e quer cantar bem alto (pelo menos na minha opinião, rs). Everybody Hurts é a minha preferida do álbum todo. Não sei porque, mas desde que a ouvi pela primeira vez, gostei demais. Talvez seja a letra intensa ou os arranjos que me faz lembrar da minha adolescencia rebelde, quando ouvia muito o Under My Skin. Not Enough, 4 Real e Darlin continuam na linha em que a Avril sabe bem o que faz, principalmente pelo violão em destaque. Já em Remember When e Goodbye o piano se torna o centro das atenções, assim como no início do álbum. Muito interessante terminar o álbum do jeito que se começa.

Claro que há mais faixas na versão deluxe, mas esse meu é o standart! Eu estou muito feliz pela Avril, pois o novo álbum está muito lindo e muito parecido com tudo que ela mesmo já fez, logo não desapontou. Esperava mais faixas com a sonoridade de What The Hell, mas mesmo assim não perdeu a essência. E vamos combinar que Avril é Avril, já conquistou um lugar ao sol e nos nossos players!

Ouviu o cd? Gostou ou tem uma opinião diferente??
Diga aí nos comentários, quero saber o que você acha!

Goodbye Lullaby

A volta póstuma de Michael Jackson

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Muito confuso esse título né? Foi o que senti ao ouvir o cd “novo” do rei do pop, Michael Jackson, que morreu há um ano por causa de uma overdose de medicamentos e aquela historia grande que todo tablóide contou de diversas maneiras.

O projeto de Michael sairia esse ano, mas com sua animação para voltar aos poucos falou mais alto e o cd novo foi arquivado. Após a morte do astro, a Sony decidiu lançar algumas músicas de Michael que constava em seu poder.

A polêmica do cd póstumo

Muita gente está torcendo o nariz e achando o lançamento só uma jogada de marketing. Bom, eu também. Mas eu só achei desrespeito com o MJ porque ele mesmo havia pedido pra não lançarem essas músicas pois não estavam prontas do jeito que ele queria “presentear” os fãs. Os artistas que ajudaram na finalização do álbum estavam de acordo mas a família e os amigos tiveram suspeitas se os vocais realmente pertecem ao rei do pop.

O que Michael escondia a sete chaves

O cd não é o Michael Jackson que eu tanto gostava durante a era Bad. Tudo bem que rola aquele lance que a Sony só tem direitos das músicas lançadas a partir da era Dangerous, mas queria muito os hits 80’s aqui no player. Enfim, todas as músicas lançada no “novo” álbum tem uma sonoridade incrível e bem ao estilo de Michael Jackson durante os últimos anos. O cd está voltado pro pop electro e todos os produtores envolvidos fizeram o que puderam pra deixar com uma essência MJ, mas ó, nem chegou tão longe.

O álbum começa com Hold My Hand, um dueto que já tinha sido lançado a um tempo atrás com Akon e faz a faixa ser bem equilibrada pois os instrumentos não entram em conflito. Hollywood Tonight começa com um canto meio clássico e logo MJ faz aqueles raps kinda beatbox com a boca e segue a batidinha bem Invincible, o refrão é bem chiclete. Keep Your Head Up faz com que o clima Invincible continue e a voz de Michael é colocada a prova, fazendo uma linda música, claro.

Tocada no piano e com aquele monte de vozes, (I Like) The Way You Love Me traz todo o romantismo de Mike e de quebra a vibe Thriller com uma pitada de Dangerous. Monster está longe de nos assustar, e tem a melhor batida e com momentos em que vidros se quebram e tudo aquilo que a gente gosta. Até 50 Cent entra na brincadeira e manda um rap na faixa. Best Of Joy é uma faixa mais voltada pro soul e deixa uma leveza que a gente até esquece que essas músicas tão boas que o rei do pop estavam escondendo de nós. Breaking News é uma Leave Me Alone 2.0 porém com a vibe Invincible novamente. (I Can’t Make It) Another Day começa despretenciosa e depois arrebenta com um rock com o feat. de Lenny Kravitz. Essa é uma das melhores do cd. Até chegar Behind The Mask que é ovacionada com um safoxone triste e melódico, chega então o ritmo de MJ e aí a música se desenrola. Eu acredito que essa faixa foi uma das resgatadas da era Bad (a era em que MJ andou soltando suas verdades nas letras), sem dúvidas é minha preferida. Much Too Soon começa com acordes leves e com uma vibe tão gostosa e profunda, parece um dia que nunca quer que acabe sabe?
Ok, eu fui longe demais, mas sei lá, é muito estranha essa sensação de ouvir algo de alguem que marcou a história de uma geração e não poder o ver recebendo o carinho dos fãs e tals.

Enfim, espero que os fãs aproveitem assim como eu, um trabalho não tão genuíno, mas talvez único.

Ivete Sangalo no Madison Square Garden

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Muito se falou quando Ivete Sangalo disse a imprensa que queria ousar e fazer um show internacional, e de quebra, em Nova York. Claro que a cantora mais adorada do Brasil fez o maior burburinho e não demorou muito pra lançar a faixa Acelera Ae e se tornar viral e aumentar mais nossas expectativas né?

O dvd com o show no Madison Square Garden foi lançado hoje, mas o áudio já caiu na rede na sexta-feira e eu já baixei e pude comprovar que Ivete fez bonito lá fora. Mas como Ivete é Ivete, não poderiamos esperar muito e algo super diferente. A fórmula dos lives em parceria com o Multishow só vem melhorando, inclusive ter convidados. Nesse trabalho Ivete canta com Nelly Furtado, Seu Jorge, Juanes e Diego Torres. Um destaque do dvd são algumas faixas em inglês, espanhol e um cover de Human Nature de Michael Jackson numa versão totalmente em axé.

Eu recomendo que baixem rapidinho e que curtam esse cd que merece estourar no player de todos vocês. Estarei sendo egoísta com Veveta, pois adorei todas as músicas novas e as “regravações”, mas a mais épica pra fim é Festa/Sorte Grande:

Pra baixar o cd é só clicar aqui. Depois me digam o que acharam. 😛

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