review de cds

P!nk: Maiores sucessos até o momento

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Se você tem mais de dez anos e não sabe quem é P!nk (ou Pink, anyway), você deve ter algum motivo para justificar tal ignorância. Pois faz exatos dez anos de carreira da cantora mais irreverente do mundo musical. E não digo isso a toa não: P!nk emplacou seus hits cheios de opiniões que vai de como a sociedade trata as pessoas até o comportamento de relacionamentos que não dão certo.

Assim como aparenta, P!nk é destemida e fala tudo o que quer sem papas na língua. No começo da carreira foi rotulada como mais uma obra do marketing, mas não demorou muito para deixar essa opinião para trás, até porque ela tem na bagagem mais de 30 milhões de discos vendidos.

Eis que Pink não é boba, e nos presenteou com uma coletânea com seus melhores hits dos cinco álbuns de estúdio, chamado Greatest Hits…So Far!!!, que também conta com quatro novas faixas para a alegria dos fãs. O cd foi lançado hoje e não precisa ser vidente pra saber que essa coletânea vai vender muitoooo.

O tracklist do álbum você pode ver aqui, conforme as edições que serão vendidos. Eu adoro todas, mas minhas preferidas são Don’t Let Me Get Me, Trouble, Stupid Girls, U + Ur Hand, So What e Sober. Sem contar que todas as inéditas são ótimas, inclusive Raise Your Glass, que já tem até clipe.

Se quiser baixar o cd, é só clicar aqui.

Rihanna e seu barulhento “Loud”

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Quando fiquei sabendo que a Rihanna estava trabalhando num novo cd, eu fiquei muito curioso pra ouvir o resultado. Muita gente não gosta muito da Rihanna devido as polêmicas passadas, mas em uma coisa vocês tem que concordar comigo: a Rihanna é uma das queridinhas da música atual. Tudo que a mulher faz, vira viral e faz muito sucesso. Até mesmo em Rated R, um álbum cheio de emoção e com uma melodia triste, Riri soube fazer tudo ser adoravel e ao mesmo conseguir emplacar uma porção de hits.

“Loud” é todo alegre e percebe-se que Rihanna não foi longe pra beber da fonte mais preciosa. Jogada de marketing, ou não, o LOUD fez juz ao nome e fez muito burburinho na mídia e fez muita gente perder os fios de cabelo para ouvir o preview das faixas. Primeiro veio Only Girl e contagiou tanto que foi o top 1 em muitos charts. Logo outras faixas caíram na net e assim foi indo até o cd ser lançado. Achei o cd muito bom e cheio de ritmos.

S&M é o cartão de visita do cd, chega com um NANANANA C’MON com uma batida muito dançante. What’s My Name começa com o rap do Drake mas depois a Rihanna assume o vocal e traz o R&B de Good Girl Gone Bad de volta. Cheers (Drink To That) contém o sample de I’m With You da Avril Lavigne, o que deixa a música mais interessante.

Fading é toda cheia de mistérios no começo mas depois vem uma batidinha que denuncia a baladinha e que pra mim deve ser single já. Até imagino tocando nas rádios por aí. Only Girl (In The World) é toda europop e a gente já ouviu tanto que nem enjooa. California King Bed a minha balada preferida do cd, a voz da Rihanna se destaca ao violão, mas no refrão ela pega no tranco. Essa merece cinco estrelas.

VEM GENTE, Bob Marley tomou conta em Man Down, que na verdade achei muito boa e cheia de ritmo. Raining Men tem a arroz de feat Nicki Minaj como parceria e dá certo até no meio da música. Depois cansa, essa batidinha enjooa um pouco, mas ok. Complicated é chicletinha e a Riri canta muito nela. Muito boa também.

Skin é o recall do Rated R, com uma vibe toda desnorteada porém bem sádica, uma coisa triste que a gente gosta e muito. Love The Way You Lie (part II) é aquilo que a gente também já cansou de ouvir, mas sem a maior parte rapper do Eminem.

Fazendo essa retrospectiva meio que percebi que o LOUD é mais um misto de tudo que a RIhanna já fez. Tem um pouquinho de cada álbum em cada faixa; quem conhece os outros cds também acharam o mesmo que eu. Ou talvez não. rs

Você ouviu o cd? O que achou? Baixe clicando aqui

Lutar ou fugir? Emily Osment decide!

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Ela parece a Carrie Underwood mas está longe de cantar country

Emily Osment pra quem não sabe, é a melhor amiga da Hannah Montana e irmã do Haley Joel Osment, o robozinho de A.I., lembram? Btw, ela como todos os atores da Disney tem multi talentos, e eis que ela está aflorando o de cantar.

Emily está estreiando com o mesmo estilo que sua amiga Miley Cyrus e Selena Gomez escolheram, que ambos saíram muito bem e eu até comentei aqui no blog.

Antes de baixar o cd, fiquei com receio de perder tempo baixando e ser um cd ruim, já que me disseram que não gostaram. Fui na fé e na coragem e eu gostei muito dessa mistura eletro que a Emy fez, já que TODAS as músicas foram escritas e produzidas por ela. Clica no play abaixo e vamos mais uma crítica saudável, dedicada ao meu amigo Vitor.

O álbum começa bem animado, já que Lovesick é bem alegre com uma batida bem conhecida, e já está definida pra ser o segundo single. Get Yer Yah-Yah’s Out também tem uma batida nada desconhecida e os efeitos que usaram durante a música deram uma sensação mais divertida. Algum estagiário por brincadeira colocou uma música da Miley Cyrus: 1-800 Clap Your Hands (The Water is Rising) #brinks mas tipo, a voz da Emy está IDÊNTICA a dela – confude fácil. Marisol é a primeira baladinha do cd, e é o tipo de música que deu certo com a voz grave da Emily, não força aqueles agudinhos a la Mariah. The Cycle é toda trabalhada no up-tempo e com refrão chiclete: preferida.

Em All the Boys Want abusam do autotune que só Deus perdoa, mas eu adorei a música mas não apelo comercial, infelizmente. Os sintetizadores tomam força em Double Talk com uma pitadinha de europop, impossível não favoritar essa faixa no Last.fm. O refrão tao é chicletinho e você fica diversas vezes no double double talk talk. Truth or Dare também tem uma vibe conhecida mas irresistivel, mas a música perde o fôlego no refrão.

Let’s Be Friends é o primeiro single e a música carro-chefe do álbum. A música tem uma melodia bem parecida com Radar, da Britney Spears. A voz da Emily fica grave e do nada põe um autotune, depois colocam uma voz robótica. Um perfeito hit quee eu adoraria ouvir nas rádios. Veja o clipe abaixo. You Get Me Through a segunda e última baladinha do cd é bem bonitinha e não foge do padrão. Gotta Believe in Something chega com tudo pra fechar o cd com chave de ouro. A intro me lembrou muito a intro de Ribbon da Mariah Carey, mas o restante da música é totalmente energética.


Emily Osment – Let's Be Friends – Official Video found on Pop

Emily Osment chegou e não está pra brincadeira não. Ela está no nível das amigas que também tentaram ser mais bitches e estão conseguindo. Só achei que a Emily devia ter feito mais baladinhas porque o álbum ficou muito eletrônico, faltou acalmar os nervos. Mas eu recomendo a todos que estão a fim de um pop destemido, porém que já conhecemos.

Um ano sem chuva

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Selena deixa a doçura de
lado e ataca com fúria no electropop.

Não faz muito tempo que a Selena Gomez montou uma banda e decidiu soltar o vozeirão e compartilhar com o mundo. Kiss & Tell era um álbum muito misto e Selena pode explorar diversos ritmos para nos apresentar seu trabalho. Em “A Year Without Rain”, um gênero é o único que brilha num imenso holofote, todos mirados para uma só direção.

Muito antes do nome do álbum ser divulgado, Round & Round havia sido lançado. Com uma batida eletrônica e um refrão grudento, Selena mostrou que estava voltando com tudo e que estava decidida a dominar as pistas de dança. Não demorou muito pro tracklist e o nome do álbum ser divulgado. A baladinha dançante que dá nome ao cd, A Year Without Rain conquistou muitas pessoas que botaram fé e quase comeram os dedos pra ter mais desse trabalho. Tanto que vazaram o álbum a véspera do lançamento e eu corri pra baixar, e não tive dúvidas que Selena e a The Scene arriscaram todas as fichas e até hoje não sabem se foi um lance certeiro.

Rock God é uma faixa composta por Katy Perry e não há dúvida que essa música anima qualquer velório. Apesar de ter uma batida comum, a música não perde a animação em momento algum. Off The Chain é uma das minhas preferidas, pois os arranjos são tão suaves e a voz da Sel parece se encaixar a cada minuto.

Summers Not Hot: Ok. Hora pra mudar de clima. Finja que está nos anos 90 e que você acabou de colocar seu cd do Vengaboys pra tocar. Imaginou? HAHAHA Não tem como não lembrar daquela batida acelerada deles, e adoro quando a Sel canta e vamos a la playa!. E o melhor dessa faixa é que ela é produzida pelo Red One, o produtor dos melhores. 😆 Intuition é carregada no uptempo e conta com o feat. do Eric Bellinger. Uma das minhas preferidas também. Spotlight acho super parecida com “Not Like That“, e tem a mesma batidinha e não sei o porque usar tanto autotune nessa faixa.

Ghost Of You é a baladinha que faltava pra acalmar os ânimos. Sel nos fez dançar tão freak que tava na hora de tomar um ar. Ok, dá pra ir longe com essa música, muito bonita. Com Sick Of You não há descanso! A batida electropop voltou pra deixar mais energia. Live Like There’s No Tomorrow vai fechar o álbum com chave de ouro, outra baladinha que já estamos acostumados mas que queremos muito. Pra quem é ryco e tem o Deluxe Edition, ainda vai poder voltar pro dancefloor e ouvir mais dois remixes e uma versão espanhol de A Year Without Rain.

Conclusão final:

Selena e a The Scene se preocuparam em satisfazer o seus fãs com músias animadas e sem muita extravagância. Eu acho super válido, porque pra perder nosso scrobble no Last.Fm basta uma música ruim. Eu acredito que fazer um álbum totalmente com raízes pop foi uma boa escolha e eu já o coloquei na minha lista de preferidos pra vida.

E você? O que achou?? Se não ouviu ainda, basta pegar o link nos comentários e baixar correndo, porque é muita sacanagem você ficar sem o novo tesourinho do pop.

Eu cresci agora, e sou mulher!

Katy, a adolescente sonhadora

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Durante esses últimos meses não se falava em outra coisa a não ser o cd Teenage Dream, segundo trabalho da cantora norte-americana Katy Perry. Faz exatamente um ano que ela começou a trabalhar nesse cd e eu só tenho que parabenizá-la pois o resultado final foi excelente, apesar de não ter nada novo, conseguiu me conquistar.

No álbum anterior, Katy conseguiu emplacar quatro canções entre elas, I Kissed A Girl, Hot N Cold, Thinking Of You e Waking Up In Vegas. Aposto que Teenage Dream será bem explorado, até porque tem tantas músicas que são boas que deverão virar hits rapidinho. Vamos comprovar? Dá play no player abaixo e vamos acompanhar o review?

N

ada como começar um álbum com a música que leva o nome do álbum! Katy Perry nos entrega o cartão de visitas com a baladinha Teenage Dream e deixa um refrão super dançante. Last Friday Night (T.G.I.F.) já virou hino para quem curte o melhor da sexta-feira, até porque Katy conseguiu ressucitar a velha expressão “Thanks God, It’s Friday”. Não há quem fique parado com a batida oitentista que logo tem um solo de saxofone que me lembrou Kid Abelha, rs. A manjada California Gurls todo mundo conhece e já está embalando nosso verão. Apesar da semelhança om Tik Tok, a música é super alegre e a participação do Snoopy Dogg só teve a acrescentar. Firework vem toda elétrica para dosar o espírito energético do álbum, mas no refrão e que Katy Perry deixa o batidão correr solto. Mas se você perceber a voz dela some um pouco. Peacock nem bem virou single e já tem gente querendo policiar essa faixa. Cheia de malícia e com um refrão bem sujo e grudento, ou você acha que Katy fez essa música só porque ela quer ver seu “pavão“? E olha, tô até vendo o bafafá que não vai ser esse lançamento e promete quebrar muitos tabus. Circle the Drain chega rasgando uma guitarra toda raivosa e não é pra menos: Katy vai cantar nessa musica a conturbada vida amorosa com Travis McCoy, citando que ele era um drogado e que estava cuidando dele que nem uma mãe. A voz está mais potente e a fúria de Katy não deixa a música morrer no meio do caminho. Para acalmar, The One That Got Away é a solução. Uma faixa tão meiguinha, bem a cara da Lily Allen em F*ck You. E.T. segue uma batida totalmente virtual e futuristica mesmo, digamos. Haja synth pra deixar a voz da Katy Perry no nível da batida. O refrão chiclete já não nos supreende mais, até porque é uma das marcas registradas dela. Who Am I Living For? continua no mesmo ritmo synth com uma batida bem 90’s, mas nem merece destaque. Pearl começa com a voz bem destacada, logo os instrumentos começam a aparecer e deixam um refrão super meigo e bem simples, o que deixa a música monótona. Hummingbird Heartbeat chega com uns acordes de guitarra bem marcantes e a vibe de Teenage Dream volta e o poprock fala mais alto. O refrão também não deixa dúvidas que essa música veio pra esquentar o que o álbum tinha esfriado. Not Like the Movies é a balada que se encaixa perfeitamente pra fechar o álbum: o piano dá impressão que tudo não passou de um sonho. Logo a bateria dá uma acelerada á musica que deixa a voz bem marcante.

Na minha opinião o álbum foi uma grande produção. Teve momentos de alegrias e depressões constantes, tudo igual a “One Of The Boys”, mas Katy foi esperta em produzir um álbum comum a seu estilo, do que fazer um totalmente cheio de estilos que não está acostumada cantar e flopar pro resto da vida. Mas acho que Dona Perry fez muito burburinho pra pouca coisa, tanto que vazou muita música e na hora da surpresa, ficou um vazio que não conseguimos preencher.

Katy Perry precisa aceitar que tem talento e credibilidade. Nada que um pouco de malícia não resolva. Ate porque polêmica ela sabe causar…

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