review de cds

O mundo 2.0 do Bieber

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Todo mundo sabe bem que é Justin Bieber e isso já me poupa um pouco do trabalho de apresentar ele a vocês né? Bom, a Amanda pediu para fazer um review do cd do Justin e cá estou. Eu não fã do Justin, até porque não gosto muito de cantores que são modinha e todo mundo gosta. Sou daqueles que adora um flop, e Justin Bieber não se encaixa nessa categoria. Mas eu tinha curiosidade de baixar o cd dele para saber o que tem alem de Baby Baby Ohhhh. Preparados? Dê play no player a baixo e vamos lá!!

O EP do Justin começa com a faixa mais tocada do momento (depois de Stereo Love, né? ¬¬) Baby é uma faixa mista de pop e r&b, que tem a participação de Ludacris, refrão chiclete e que não sai da cabeça. Logo vem a pop dance viciante Somebody To Love, a minha música preferida dele. Stuck In The Moment, baladinha pop com batida constante, muito boa tambem. U Smile totalmente a cara do Justin essa faixa. O piano com a bateria deixou a faixa bem retrô. A intro de Runaway Love me lembrou as musicas do Michael Jackson época Dangerous. A música é boa, mas o agudo do Justin enfraquece a faixa, mas não é nada demais tambem. Em Never Let You Go, Bieber acerta novamente, baladinha boa de ouvir e dá vontade de cantar junto. Investindo nas baladinhas, Justin divide Overboard com Jessie Jarrell e apesar de ser uma faixa R&B, deu uma sintonia bem legal. Rihanna também iria adorar participar dessa faixa, é bem o estilo dela. Para animar, Sean Kingston chega com Eenie Meenie no talo, outra ótima misturinha de R&B com pop dance – vale destaque. Up é bem retrô tambem, no estilo No Doubt da palavra, baladinha com batida de guitarras tristes. Pra finalizar, That Should Be Me vem com um violão solado com violino suave, até pra fugir um pouco do foco do álbum.

Sem dúvida o Justin Bieber investe muito em baladinhas e está sempre conquistanto mais fãs. Eu continuo gostando de algumas músicas dele, as mais dance pop, claro.

Veja o clipe de Somebody To Love

Eenie Meenie

Os diamantes da Marina

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Marina And The Diamonds, é pseudônimo Marina Diamandis, uma cantora britânica que deu o que falar em renomados festivais de musica, entre eles o Big Weekend da BBC e o Glastonbury. Marina está sendo considerada uma nova promessa para a música pop em 2010 que acabou de lançar seu álbum debut intitulado The Family Jewels, que vou falar já!

As músicas do cd tem um estilo comum de pop, porém com uma pegada totalmente ousada. Marina tem uma voz constante. Ora grave, ora aguda. Isso que diferencia muito uma faixa da outra, sem contar que todas começam num ritmo e terminam em outro totalmente incerto. Outro detalhe é que a maioria das músicas começam como se fossem aquelas músicas antigas, que parecem ser da corte inglesa, etc. Todas as faixas no álbum é uma mistura muito bem feita de influências da música eletrônica e pop, não tem como não gostar!

O cd começa com Are you Satisfied, que é muito suave até o pop rock prevalecer. Shampain chega com uma bateria eletrizada e uma batida totalmente pop, essa faixa merece destaque. I Am Not a Robot é tão bonitinha, agudinhos e piano combinam muito. O refrão é tão gostoso de ouvir. Acorda do sonho e vem dançar a eletrizante Girls, e depois viajar em Mowgli’s Road que tem uma batida mais rock, mas nada demais. Obsessions é uma baladinha muito triste no começo, mas depois anima e parece que um dia cinza foi ficando colorido, que nem em musicais, sabe? Hollywood é um pop com violinos e uma voz mais grave, o refrão foge do ritmo e ataca num tecladinho eletrônico. The Outsider outra baladinha que começa simplória e se transforma numa batida bem alegre, quase chega a ser um synth. Calma, você chegou num cabaré ou coisa assim? Não, é Hermit the Frog vindo com aquela safadeza toda e aquele charme das bailarinas. O refrão também é converso e cheio de piano. Pra continuar animado, Oh No! vem toda batidão com uma pegada bem Mika e conquista nossos corações. Rootless foge um pouco do ritmo quando coloca um órgão com um piano e faz uma faixa no mínimo estranha. Numb balada super dark essa, mas muito boa, pois o vocal está perfeito… bem angelical, sabe? Guilty fecha o album com chave de ouro. Mais uma faixa nada comum e bem dirty que quase deixou a voz em segundo plano. 💡

Veja o clipe de Oh No!:

Hollywood

Trabalho noturno

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Calma gente! Esse blog não tá fazendo hora extra mostrando o bumbum alheio, não. Tá pensando que o FP é bagunça? hahaha 😳

Enfim, a culpa dessa capa sem vergonha não é minha, e sim dos Scissor Sisters que voltaram com tudo, chocando o povão. Pra quem não sabe, o SS é uma banda de electro pop, glam rock e alternative super influente em New York, mano. Apesar de estarem sumidos desde 2006, eles voltaram com um gás total, mas que atende pelo nome de Stuart Price. Sim, o produtor de Madonna, Gwen Stefani, The Killers e recentemente de Kylie Minogue, em Aphrodite, sem contar os milhões de remixes que ele produz por aí. Com essa ajuda, o trabalho noturno das Irmãs Tesouras seria mais prazeroso, já que a banda estava com um disco prontinho e por decisão de Jake Shears, o vocalista, foi todo descartado, assim começando o projeto que vou desdenhar a partir de agora.

Eu bem que procurei um player decente para vocês acompanharem ouvindo o preview lendo a resenha, mas não há um video que tenha todas as músicas. Dessa vez vocês vão ter que fuçar por aí, ou baixar e acreditar na minha palavra. 😆

N

ight Work é a primeira faixa, e pra não nos desanimar é bem alegre e tem uma batidinha suave, a guitarra tem bastante destaque. Dá vontade de ficar cantando o refrão o dia todo. Whole New Day quebra o ritmo freak e deixa o clima bem retrô. Sabe aqueles synths de antigamente? Então, eles tomam conta dessa música, que deixa a gente vidrado. Fire With Fire chegou, aa melhor baladinha do cd. O refrão é bem macumbento e fica na cabeça. Do nada você tá cantarolando o “You said fight fire with fire, fire with fire”. Any Wich Way é a música que o SS tá cansado de fazer e só nos faz feliz. Bem eletrônica e com os agudinhos do Jake estão tomando conta até que a Ana vem fazendo um sing talk pra quebrar um pouco o estilo. Harder You Get parece música do Pet Shop Boys, mas só que com um rock soft muito exato, encaixando com o sing talk quase robótico do Shears. A minha preferida, Running Out também nos remete ao retrô e deixa um som parecido com o do Queen, porém a batida mais animada. O refrão é facil e gruda gruda também, e detalhe: essa faixa não foi produzida pelo Price. Something Like This não tem brilho algum, uma batida enjoativa e nada relevante. Skin This Cat parece muito com o Tecnonik que a Yelle produz, bem volúvel e enfim solado pela Ana M. Skin Tight é a cara do Price, outra balada que é só amor. Impossivel não adorar essa faixa, o refrão é lindo. Sex and Violence é musica de dormir… a batida é boa, mas me dá uma preguiça. Nightlife parece sair de Footloose, e tipo, imaginei Kevin Bacon a dançando. O A-Ha iria adorar performar essa música, apesar do Jake desempenhar bem o timbre certo no refrão. E pra finalizar, um presentão: Invisible Light! Essa faixa é bem misteriosa, cheia de efeitos retrô… mas se tratando de SS, essas maravilhas nunca são demais. O refrão é bem batida louca, super gostosa de sair batendo cabeça nas buatchy de NY. hahahaha Tem até uma narração no fim, á lá Thriller. Enfim, o cd tá pop, tá retrô. Tá bom demais! De lamber os beiços. A banda não pecou em nada, as musicas estão em sintonia e não deixa o cd cansativo.

Pra quem quiser baixar, clique aqui e se jogue no download!!!!


– Voltamos e estamos atorando o perigon!

Robô domesticado

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Pra quem é fã da Disney, sabe muito bem quem é Miley Cyrus. Ou melhor, a Hannah Montana. Bom, o que importa é que a Miley está se cansando da imagem e do status que sua personagem a continua dando. Não que não seja bom, mas ela quer ser ela mesma. Alguem não domesticada, dentro dos limites… alguem padrão Disney de ser. E para expressar esse desejo, ela decidiu trabalhar mais a fundo, e gravar um álbum genuíno, chamado Can’t Be Tamed que traduzido é, “não posso ser domesticado”.

Miley se dedicou bastante ao novo trabalho, tanto que maioria das faixas foram escritas e produzidas por ela. O álbum está muito bom e existe poucos erros. Eu dei quatro estrelas pois gostei muito do cd, porém há algumas exceções que acho super válidas a fazer.

Segue abaixo, um vídeo de um audio-preview do cd novo. Dá o play e acompanhe com o review. :smile:

P

rimeiramente o cd começa bem energético, “Não viva uma mentira, essa sua vida é única”, com esse trecho Miley chega arrebentando com Liberty Walk, que é um pop parecido com aqueles que a gente ouvia algumas boybands fazerem em 1999, sabe? Mas eu adorei, o refrão é chiclete, não sai da cabeça. Who Owns My Heart é mais electropop, ótimo refrão.. super dançante. Para não sai dos trilhos, Can’t Be Tamed vem com uma batida intensa do começo ao fim, a musica-titulo não deixa a desejar. Para amenizar a energia causada nas faixas anteriores, Every Rose Has It’s Thorn cai como uma luva, pois não é uma balada envolvente com uns solinhos de guitarras. Pronto, quando você relaxou, você é obrigado a sair do transe e voltar pra animação de Two More Lonely People, que também merece destaque, apesar de ter alguns violões e violinos, não faz jus a ser chamada de country. Forgiveness and Love é uma balada que vem em péssima hora, mas a música é linda e Miley não se perde ao canta-la. Logo vem Permanent December, que é muito pop e dá vontade de sair pra rua dançando… que nem em musicais. Muito boa essa faixa, merece destaque também. Stay é outra balada, porém essa foi escrita pro Liam, o namorado da Miley. É linda a música, toda trabalhada no piano, mas achei que a voz da Miley ficou muito dramática e abafada. Depois da tristeza de Stay, vem Scars que também vem pro time de animadas do álbum. O refrão também é ótimo, bem pop rock. Take Me Along não traz nada que mereça destaque, faixa fraca. Porém logo em seguida vem Robot que é o pop-rock-dance com mais gás do álbum. Miley a canta com sentimento, a letra é bem profunda, o que a torna o super destaque. E pra fechar com chave de ouro, My Heart Beats For Love é uma balada muito boa, envolvente. Gostei muito, ótima faixa pra deixar com gostinho de quero mais.

Enfim, o álbum nada domesticado da Hannah Montana não saiu nada do normal. Teve os destaques, porém não teve nada que a gente não tivesse ouvido e, ou não conhecia. Gostei bastante das músicas e dos arranjos. Mereceu as quatro estrelinhas, o nível da cantora subiu muito desde seu ultimo trabalho, o Breakout. O link do novo álbum vai estar nos comentários, seguindo o método do Samir.


– Eu cresci agora, e sou mulher!

Christina Aguilera: Biônica Supersônica!

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Posso suspirar aliviado, e enfim riscar mais um álbum que estávamos esperando com muita curiosidade, e eis que Bionic, o álbum de comeback da Xtina vazou na segunda e todo mundo baixou correndo pra ver se era tudo aquilo que estavam comentando. Eu não fiquei de fora e baixei. E eu gostei muito do cd, mas acho que Xtina ousou demais em deixar o R&B que é uma das suas marcas registradas e enfrentar um pop dance que ela não conhecia tão bem, porque o pop que ela fazia em 90’s não se compara os dessa década, convenhamos.

O álbum começa bem expressivo, Bionic traz batidas eletrônicas e um autotune bem comum aos nossos ouvidos. Not Myself Tonight já conhecemos, é um pop bem gostoso e bem mixado, só tem um olodum no finalzinho que beira um desastre. Woo Hoo é um misto de pop com hip hop, Nicki Minaj faz um rap muito legal na música. Elastic Love é bem retrô, uma batida intensa e bem dancefloor, porém a voz da Xtina ficou muito abafada e cheia de autotune. Desnudate é uma das melhores, tem versos em espanhol e mostra uma música bem provocante e uma batida bem ritmada. Glam também é outra faixa estilo retrô, porem é mais suave e um dance soft. Prima Donna começa bem hip hop, quase um R&B que só fica legal na voz da Rihanna, e alguns trechos parecem que é 4 Minutes da priMadonna. Morning Dessert, melancólica e chata, os estalar de dedos só piorou a situação. Uau, back to the black, Sex For Breakfast é a Christina que estavamos acostumar a ouvir, um R&B com piano e coro. Lift Me Up continua no mesmo estilo de R&B só que mais alto, ótima faixa também, pois ela canta muito como antes. All I Need é linda, uma baladinha muito boa, nem parece estar num álbum tão expressivo. I Am começa com uma ‘orquestra’ e com uma Christina cantando fora das linhas, um timbre muito acanhado, mas é outra faixa bem representada. You Lost Me é o tipo de música que deve ficar como última música do cd, muito depressiva, parece My Immortal, no mesmo nível. Depois de se suicidar na musica anterior, você ressucita com I Hate Boys, que tem uma batida bem R&B, bem parecida com I Kissed A Girl da Katy Perry. My Girls é um dance mais Madonna, muito boa. E por fim, pra fechar com chave de ouro, Vanity, a mais pop dance do cd, e que conta com uma Christina revoltada com sua vaidade e com a das pessoas que se preocupam muito com a aparência.

Enfim, o cd está bem sortido, digamos, tem vários estilos, novos e antigos, inovações e deslizes, mas enfim, é errando e aprendendo. E vamos combinar que pra quem é fã da Christina, esse cd veio numa hora boa, e que mostra uma cantora bem sucedida que está com medo de flopar por meio de gagalizadas e novos padrões. Todo mundo lembra do Hard Candy né? Madonna quis ir na onda R&B e se perdeu. Enfim, eu espero que Xtina tenha juízo da próxima vez, e volte a fazer aquele ritmo gostoso que a gente costumava ouvir.

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