review

O que esperar de American Horror Story: Freak Show

Por em |

A queridinha do publico Cult das séries está voltando com sua 4° Temporada que promete ser a mais assustadora e selvagem temporada de todas: American Horror Story – Freak Show estreia dia 08 de Outubro na Fox se existe alguma duvida sobre assistir ou não, nós vamos exterminar todas!

American Horror Story: Freak Show começa seu conto na sonolenta e tranquila aldeia de Jupiter, na Flórida. O ano é 1952. Uma trupe de curiosidades acaba de chegar à cidade, coincidindo com o estranho aparecimento de uma entidade maligna que selvaticamente ameaça a vida dos freaks e dos habitantes da cidade. Esta é a história dos artistas em sua jornada desesperada pela sobrevivência em meio ao mundo agonizante da experiência carnavalesca Americana.

A sinopse acima deixa os fãs e até daqueles que não conhecem a série com um gostinho de quero mais na boca. Criada por Ryan Murphy, American Horror Story ou AHS, está em sua 4° Temporada com mais um novo enredo o “Show de Aberrações”. Temos Jessica Lange, Kathy Bates, Matt Bomer, Angela Basset e Patti LaBelle tá bom pra vocês? Essa é só uma parte do super elenco que ainda é composto por figurinhas carimbadas das outras temporadas como Evan Peters, Sarah Paulson Frances Conroy e Denis O’Hare.

AHS é marcada por algumas características que os fãs esperam todos os anos: os teasers que são o estopim para a histeria dos fanáticos pelas séries. Dessa vez, trouxe várias pernas, palhaços, cabeças, línguas bifurcadas, mulheres dentro de gaiolas e tudo sempre emoldurado pelo lindo, digo, sinistro mundo do circo. Bem a clássica figura de terror deste ano será Twisted Clown, um palhaço assassino que irá por em risco todos os Freaks. Ele será interpretado por Jonh Carroll Lynch e de acordo com as mais recentes entrevistas até pessoas da produção tem tido pesadelos com o que Ryan denominou como “O Palhaço mais Assustador de todos os tempos”. Teremos os clássicos episódios de Halloween chamados respectivamente de “Edward Mordrake, Pt. 1“ e “Edward Mordrake, Pt. 2“ (para os mais ansiosos não colocaremos muitos spoilers, mas uma pesquisa no Google sobre Edward Mordrake revela bastante.) E como Freak Show está bem próxima do período de tempo em que Asylum foi ambientada (1970) teremos a volta de uma das personagens mais queridas Pepper (Naomi Grossman) e também dos números musicais de Jessica Lange.

Falando em música assunto que nós do Fruto Proibido adoramos, recentemente uma Fã tuitou para Ryan dizendo que não assistiria a temporada por estar apavorada como Palhaço Twisted, ele em resposta disse se ela não gostaria de ver Jessica Lange cantando uma canção de Lana Del Rey? Quais são suas apostas sobre tal canção? Nós adoraríamos e ainda tem mais: algumas fontes dizem que Jessica canta no primeiro episódio Life on Mars do David Bowie. Não podemos esquecer de citar Melanie Martinez que viralizou nas ultimas semanas nas redes sociais com sua canção “Carousel” que fez parte da trilha sonora do primeiro Promo oficial que mostrava algum dos personagens principais junto com suas peculiaridades. A musica é incrível e traz aquele mundo bem circense entoando pela voz super fofa da cantora que lança o clipe da canção na mesma data de estreia da série.

Tão perto da estreia, os teasers e as promos para vocês conferirem os últimos detalhes. Contudo AHS: Freak Show só chega à Fox Brasil em Janeiro de 2015. Aos mais ansiosos, nada que uma busca em sites de séries online não os acalme. Ontem tivemos a premieré da série em Nova York, e sabemos que Ryan nunca traz somente o enredo, e sim toda uma experiência sobre o mundo de cada temporada, em Freak Show a Fox libera pequenos vídeos em que os atores contam parte de suas experiências e suas vidas cada qual com sua característica antes e durante a série.

Já os Fãs participam todos os anos da famosa experiência real sobre AHS, que na sua primeira temporada levou alguns fãs a casa assombrada por espíritos, logo depois ao sanatório vivendo como verdadeiros pacientes e ano passado vivenciaram a encenação de ritos e sacrifícios do Coven. Esse ano algumas informações sobre o Show de Aberrações promete deixar os sortudos de cabelo em pé.
American Horror Story: Freak Show promete um elenco de matar, fotografia e efeitos especiais de primeira qualidade, posters cheio de anomalias e cor, trilha sonora estonteante e sustos acompanhados do que promete ser a melhor temporada de todos os tempos. Nós estamos super ansiosos por AHS: Freak Show e vocês?

 

Gabriel Félix
Aspirante a escritor, emocionalmente vintage, Mineiro, leonino, 16 anos. Apaixonado por musica, livros, moda, filmes e séries, fotografia e teatro.

 

O que achei de The Maze Runner – Correr ou morrer

Por em |

Foto: Google - Se essa foto for sua, entre em contato

“Cruel é bom”

Em uma época em que distopias colocando adolescentes como protagonistas está em alta, vemos “Jogos Vorazes” chegando ao seu final e “Divergente” recém emergindo e galgando um sucesso tremendo. Porém, não é sobre nenhuma das duas que falarei hoje e sim sobre “The Maze Runner – Correr ou Morrer”, primeira parte da saga de James Dashner.

A história gira em torno de Thomas que, ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho. Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos.

Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar – chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo. Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito.

Fiquei muito surpreso com o nível do filme. Com tantas distopias surgindo, era de se supor que a tentativa de uma tentar ser melhor que a outra pudesse fazer a produção cometer erros. Isso não aconteceu com “Maze Runner”. Além de uma história muito bem amarrada, os cenários do labirinto são surpreendentemente bem feitos. A qualidade gráfica gera uma vertigem gigante nas cenas de ação e os Verdugos, monstro que habitam o interior do local, são realmente bem feitos.

Ponto também para as atuações de Dylan O’Brien, como Thomas e Kaya Scodelario, como Teresa, que foram muito bem e tem tudo para se tornarem os novos queridinhos dos aficionadas por distopias, agora que “Jogos Vorazes” está dando adeus. Eles têm mesmo tudo para galgar esse sucesso.

Por fim, mas não menos importante, a história excelente foi tão bem nas bilheterias que a parte dois, “Prova de Fogo”, já foi confirmada para 17 de setembro do ano que vem e partirá de onde “Correr ou Morrer” parou, ou seja, será incrível, pois o final foi muito bom. Então, é esperar para ver.

★★★★☆

Review: Ariana Grande – My Everything

Por em |

Ariana Grande
Nota: 5,0

    Artista: Ariana Grande

    Álbum: My Everything

    Gênero: Pop

Antes de começar a ler essa resenha, gostaria que você soubesse que:

1) O FrutoProibido.Org nunca foi, e nunca será um portal sobre música com a obrigatoriedade de se manter imparcial ou de contar com especialistas no assunto. É um blog onde a nossa opinião prevalece acima de tudo. Você não precisa concordar, mas já fique sabendo que é o que, eu e meus colaboradores pensamos.

2) Quem acompanha o blog sabe muito bem que sempre postei essas resenhas com o intuito de, apenas, compartilhar minha opinião e criar debates sobre as postagens. Não sou formado em música e divido o que sinto ao ouvir os trabalhos de meus artistas favoritos.

3) E pra finalizar, não recebi nenhum feedback negativo sobre isso, mas estou preparando vocês para essa postagem sobre o álbum novo da Ariana Grande, que não me agradou como um todo. Leia abaixo e saiba por quê.

Ariana Grande não é uma diva. Ainda! Mas canta como uma e vende como dez. Conquistando fãs com uma facilidade incrível, a menina pode até ser nova no showbizz, mas acredito que seu “balacobaco” é tudo que já estamos cansados de “ver” em outros nomes consagrados.

Incomodando com seu visual cansado, Ariana é chamada de cópia por uns e outros; mas é impossível não a chamar de pequena notável. De mansinho conquistou seu espaço e fez jus ao seu sobrenome: com um timbre poderoso que espanta as adeptas do playback e autotune.

Bom, já havia ouvido Ariana Grande de seu primeiro trabalho e confesso que não havia achado nada de especial. Para mim soava mais um álbum rnb de uma Mariah qualquer. O destaque veio quando seu nome começou a ser associado com a loira queridinha do momento: Iggy Azalea. Um dueto entre as duas sairia em alguns dias e até parecia ser algo interessante.

Quando tocou “Problem” pela primeira vez em um show da Ariana, um fã gravou a apresentação e no mesmo momento colocou no youtube. Pirei quando ouvi. Não que desse para ouvir muito da música, mas o que dava para ouvir, soava com uma batida pop dance diferente. Após algumas semanas o single saiu e uma porta se abriu para Ariana Grande.


Seu nome rodou o mundo e caiu nas graças de muita gente. A música alcançou o #1 em diversos países e se deu bem, ficando em boas posições rendendo às duas cantoras uma repercussão gigantesca. Só se falava em “Problem”. Só se cantava “Problem”. Concluí que Ariana merecia uma chance, pois saiu de sua zona de conforto e foi parar diretamente nas pistas de dança.

“Ari” não podia ficar presa em “Problem” e aproveitou a onda do mar para pescar mais peixes. Produzida pelo top Dj Zedd, “Break Free” foi lançada na internet e o resultado foi estrondoso. Uma mistura de pop com synth e um dub, fizeram com que aqueles que não tinham se rendido a Ariana, dançarem freneticamente. A faixa teve um desempenho tão bom que ganhou um clipe. Não o melhor da história pop, mas um dos mais decepcionantes. Teve gente que gostou, mas…


Enfim, depois de dois hits esmagadores, eu na minha inocência esperei que seu álbum fosse uma continuação das músicas anteriores e para minha surpresa, não foi. Ouvi o álbum todo esperando mais músicas pop dançantes e menos músicas que me fizessem querer mudar de faixa. Ficamos empolgados com o início do álbum e depois da faixa 5 a empolgação vai se acabando e se tornando em um momento aconchegante.

“One Last Time” é uma baladinha certeira. No ponto! Essa fórmula funciona e com uma letra intimista. O refrão tem uma batidinha pop que gruda. Assim como na seguinte, “Why Try” que é o pop que tem uma pitadinha do rnb, mas o teclado bem intenso toma conta. O timbre está perfeito e com um tom que ora está grave, ora está agudo. Destaco também “Love Me Harder” por ser outra faixa que devia ter sido replicada pois começa tranqüila e explode com um refrão hipnótico.

“Best Mistake” é excelente. Se não tivesse tanta referência pop, eu até diria que é um rnb contemporâneo. O feat. de Big Sean só complementa a canção porque ela está tendo um relacionamento com ele, senão eu iria dispensar. Assim como “Just a Little Bit of Your Heart” e “My Everything” que apesar de obterem o máximo do potencial vocal de Ariana, não me impressionam como um todo. Não me deixa com nenhum sentimento de novidade.

“Be My Baby”, “Hands On Me” e “Break Your Heart Right Back” são faixas de segurança. São aquelas músicas que Ariana fez no primeiro álbum e que agradou. Mas não tiro o mérito delas, pois são o ritmo quente que o álbum precisava para cortar a atmosfera pop eletrônica. É como se fosse um balde de água fria, mas no bom sentido.


Concluo essa resenha admirando muito o talento de Ariana Grande e que achei algumas músicas interessantes, outras nem tanto. Admito que queria mais Problem e menos Be My Baby. Com o passar do tempo posso mudar de ideia, até porque tem dias que a gente quer dançar, e tem dias que queremos deitar na cama e ouvir Adele enquanto chove lá fora. My Everything pode ser tudo de bom pra Ariana, mas pra gente vai ficar sendo um my more or less, my playfair ou até mesmo, my lucky day. Enfim… temos um Problem a menos para enfrentar…

Review: La Roux – Trouble In Paradise

Por em |

Tropicaliente, Elly Jackson segue em frente e acalma nossa euforia com uma viagem no tempo, que ainda não fizemos.

La Roux
Nota: 5,0

    Artista: La Roux

    Álbum: Trouble In Paradise

    Gênero: Pop

Quando se fala em La Roux, o que vem na sua mente? Bom, na minha vem a imagem de Elly Jackson com um topete ruivo e rígido em um cenário futurístico e cheio de cores pastéis cantando a frenética “Bulletproof”. Foi assim que conheci o (até então) duo inglês que não demorou muito e dominou todo o universo indie underground, fazendo de seu primeiro álbum um sucesso entre os mais descolados. Com tal sucesso, o La Roux ganhou espaço na cena mainstream e aí foi um abraço. Todo mundo cantava loucamente os hits “I’m Not Your Toy” e “In For The Kill”.

Problemas pessoais, shows cancelados e incompatibilidade criativa fizeram com que o duo entrasse em conflito. O La Roux se separou e Elly decidiu continuar com o nome e seguir um novo horizonte musical. Cansada da batida oitentista e sintética de suas músicas, ela decidiu se inspirar em algo que lembrasse um ritmo quente e sensual, e ao mesmo tempo que se mantesse calmo e intenso. E digo que sim! Após cinco anos sem gravar material inédito, Elly conseguiu e estamos aficionados por tal trabalho.

“Trouble In Paradise” é aquele álbum que 2014 estava precisando para respirar. Em meio a essa onda pop e rnb que tomou todo nosso cenário musical, era improvável que La Roux voltaria e nos presentearia com músicas que fazem a imaginação percorrer lugares inéditos. Não brinco, a musicalidade trazida no novo cd é peculiar e inteligente. Saindo do meio retro-eletrônico, Elly busca sua paz nos gêneros tropicais e latinos dos anos 70 e no início da era disco. Prova real disso que a maioria das canções você pode perceber uma guitarra destoada a la David Bowie que encanta e faz com que a batida lenta da bateria se sobresaia sobre todo o gingado formado pelo new wave.

Com um tracklist de nove faixas, “Trouble in Paradise” parece ser uma miséria de conteúdo enquanto outros artistas se vangloriam de lançar seus álbuns contendo no mínimo vinte músicas. Mas de verdade, sou do time em que o que vale é a qualidade, quantidade nem tanto. E vamos combinar que com apenas nove músicas, esse álbum é uma abundância de qualidade.

Começa com um bloco incrível contendo “Uptight Downtown”, “Kiss And Not Tell” e a direta “Cruel Sexuality” que vão te fazer dançar tranqüilo e sem precisar bater o cabelo. Bem discreto.. sendo sexy sem ser vulgar. Seguindo a linha apresentada acima, as três são trabalhadas com new wave com destaque na tropicalidade dos anos 70. Ouça (e assista ao clipe de) “Kiss And Not Tell”.


Quando começa “Paradise Is You” você pode esquecer a sensualidade das anteriores e se jogar numa declaração de amor envolvente e que vai te fazer cantar e chorar junto. Até que a bateria novamente toma espaço, trazendo “Sexotheque” e “Tropical Chancer ” que ambas são latinas tropicais, e lembra um oásis no havaí, com palmeiras fazendo sombra na areia e cores, muitas cores, assim como na capa do álbum.

A viagem com drinks e paetês não dura muito, pois “Silent Partner” traz a influência de Michael Jackson, David Bowie e Grace Jones em uma música só. Inusitado e possível, Elly flerta num refrão oitentista chiclete e pedindo silêncio com um bate estaca bem suave no background.

Mas a cereja do bolo vem mesmo em “Let Me Down Gently” quando o álbum se tranforma em uma mistura do folk com o pop contemporâneo e com quase três minutos de música corridos, “Let Me Down Gently” acontece e mostra a que veio. BOOM. A música explode em um synthpop maravilhoso e continua com o título de melhor faixa do “Trouble”.


Depois de ser extasiado com “Let Me Down Gently”, nada mais justo que fechar a conta e lacrar com chave de ouro. “The Feeling” é áquela música que parece que veio de algum clube dos anos 80. Cheia de energia e com uma letra onde Elly diz que tem o sentimento que a pessoa estará a esperando, pois ambos tem o sentimento de se amarem. Encerra aqui o álbum e já corremos para ouvir tudo novamente.

– – – –
Concluindo, todo o tempo de espera valeu a pena. Quando Elly cantou algumas músicas do novo álbum em um show há um tempo atrás, todos vibraram e ficamos com gostinho de quero mais. Fui um dos que queria a música em alta qualidade em minha casa no mesmo minuto. O que não aconteceu, pois só pude ouvir essa onda tropical quando o álbum foi lançado.

Achei que foi um trabalho inspirador. Fazer aquilo que quer, deve, ama e pagar o preço alto. Elly não se sentiu intimidada e nem ficou presa ao som que a consagrou e sim, foi lá e fez um som novo com referências que estavam até então, esquecidas. Deu seu toque ao gênero e o trouxe com um frescor e com uma vibe atualizada. Além da estética, Elly Jackson tomou as rédeas do La Roux e fez um trabalho de aplaudir de pé. Um álbum curto para ser degustado aos poucos e sentir a essência de cada faixa com cuidado e medida.

Fica aqui a dica, pois se esse review e a classificação de cinco estrelas não forem o suficiente para você se convencer, eu sinto muito. Para todos os efeitos, há álbuns com sonoridade “atual” que irá te agradar muitíssimo. Basta clicar aqui e se agradar com algum.

Taylor Swift está de volta e “Shaking It Off”

Por em |

Dois anos depois de “Red”, Taylor Swift está de volta! A queridinha do charts está voltando com o seu novo álbum, 1989 e diz: “Estive trabalhando nele por dois anos, e gosto disso, porque é um tempo para crescer e mudar suas prioridades, seu cabelo, suas influências… E mudar sua música. Esse é oficialmente meu primeiro álbum pop.”

Figurinha carimbada em premiações e no topo da parada da Billboard a ex-cantora country vinha dando pistas que, na ultima segunda–feira (18) iria através da sua videoconferência na ABC, em parceria com o Yahoo; liberar seu novo single. Muito se falava sobre o possível adiamento do novo álbum de Taylor, já que outra estrela teen está para fazer o lançamento de seu novo álbum (Ariana Grande) que também são da mesma gravadora. Mas nada impediu aparentemente que Taylor lançasse “Shake It Off”, que é produzida por dois já conhecidos do último trabalho da loira: Shellback e Max Martin; que tem em seus currículos nomes como Britney Spears, Kesha, Katy Perry, Usher e Maroon 5, e hits como “Baby One More Time”, “Scream” e “One More Night” .

A música tem aquela clássica e gostosinha batida pop e grande destaque no trompete. Na letra, Taylor realmente brinca com a visão que as pessoas possuem dela, deixando-a realmente leve, chiclete e divertida. Com oito anos no mercado fonográfico, ela aprendeu a não se levar tão a sério e “Shake It Off” está fadada ao sucesso. Veja o clipe:

Com novo corte de cabelo e linda como sempre, Taylor disponibilizou o clipe em sua conta na Vevo e é isso: agita em vários estilos de dança, brinca no Ballet, se sente no Hip Hop, vai de Contemporânea á Líder de Torcida, Ginástica Rítmica ao Eletro e se rende até ao queridinho do momento, o Twerk! Simplesmente se divertindo e sendo Taylor em todas as caracterizações, a sutileza e descontração presente faz você perder a conta de quantas vezes assistiu o clipe e até pode se pegar dançando.

Seja conhecida por seus inúmeros namorados famosos, seus milhares de prêmios (mais de 150 indicações), sua carreira de sucesso, sua beleza indiscutível, seu talento como cantora ou compositora, sua paixão pelos fãs ou pelas suas turnês de sucesso, Taylor Swift está de volta mais Pop, mais anos 80, mais audaciosa do que nunca me arrisco até a dizer que já é o “come back” do Ano.

Uma certeza? Os Haters vão odiar, odiar, uhum, uhum…


“I’m back! More pop than never!”

Gabriel Félix
Aspirante a escritor, emocionalmente vintage, Mineiro, leonino, 16 anos. Apaixonado por musica, livros, moda, filmes e séries, fotografia e teatro.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...