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2014 já tem uma dona: Lily Allen

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Lily Allen

Bom, não necessariamente, até porque tem muita gente boa voltando nesse ano. Mas Lily Allen não vai passar batida não. Polêmica e cheia das verdades, a britânica não poupa palavras quando vai se expressar. E a gente ama isso.

Seus dois álbuns são marcos na história musical e ambos tiveram bons desempenhos. As músicas de Lily são ótimas e lotadas de personalidade. O meu favorito, “It’s Not Me, Is You” é um dos álbuns mais valorizados e muitas músicas foram trabalhadas, logo foi impossível você não ter ouvido alguma. Relembre uma delas, “22”:

Como Lily dá muito valor a sua família, tirou cinco anos para se dedicar aos filhos e por tudo em ordem. E depois de muito esperar, ela está de volta e com a língua mais ferina do que nunca. Uma recente briga no twitter com a cantora também polêmica Azealia Banks, a inspirou em uma nova música e a lição serviu para todas as mulheres que não tem talento e dependem do corpinho para se consagrar na música. O que não é o caso dela, pois ser sexy não é a praia dela.

Se “Hard Out Here” já é boa, Lily vem e lança a já viciante “Air Balloon” que é bem a cara dela. Na primeira vez que ouvi, achei meio irritante e estranha, mas depois que ouvi outras vezes, ela grudou e não sai. Muito gostosinha de ouvir. Na na na na na na… mm…

E pra finalizar também teve o cover de “Somewhere Only We Know” que Lily fez para uma animação que a gente acompanhou no natal passado. O cover ficou incrível e foi bom para matar a saudade da sua doce voz. Se você não viu, eu serei bonzinho e estou deixarando o vídeo aqui em baixo.

2014 promete ser um ano animado para Lily Allen, e ela deve aproveitar o máximo a seu favor. O álbum ainda não tem nome e nem data divulgados mas a gente sabe que virá algo. Como Lily é imprevisível, fará que nem Beyoncé e lancará sem alarde algum. rs

Enquanto isso não acontece, vamos ouvindo o que já temos.

3 Words: Cheryl é demais

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Cheryl Cole

Estava eu fuçando em meus cds e achei em um mp3 o primeiro álbum solo da Cheryl Cole, que era integrante da única e inesquecível Girls Aloud. Na época eu não a conhecia muito e só baixei por indicação de um amigo que estava falando muito bem dele. O álbum se chamava “3 Words” e gostei muito, logo na primeira vez que ouvi. E aos poucos fui ouvindo e tentando saber quem era Cheryl Cole. Mais pra frente eu me apaixonei pelo Girls Aloud e daí aqui estou.

Enfim, 3 Words é um álbum pop eletrônico que fez muito sucesso em terras britânicas pois Cheryl é bem conhecida por lá. Participar do juri do X Factor fez com que sua fanbase aumentasse consideravelmente, pois todo mundo sabe quem sempre foi a queridinha do Girls Aloud né? rs Mas Cheryl foi atrás de seu sucesso solo e trouxe um álbum redondinho e cheio de músicas boas. E ela deixou a produção do álbum toda nas mãos de Will.I.Am que naquela época não era tão farofa e fez um trabalho de respeito. Para mim é o melhor trabalho de Will em produções, pois o álbum todo conversa e as faixas são ótimas para ouvir em qualquer ocasião. O que me irrita é que mesmo se a faixa não tem o “featuring” escrito o nome dele, ele está lá fazendo algum verso ou coro.

Mas uma coisa eu não posso reclamar: a mulher arrebenta! Canta e dança demais… e sem contar o quanto ela é linda. Eu fico babando, sério. Ela nem é muito grande mas ela exala poder e sedução. E não ia ser diferente em suas músicas e videoclipes né? Para começar, a música de maior sucesso do álbum, “Fight For This Love”, que com certeza você ouviu lá em 2009.

Alem de “Fight” foram lançados mais dois singles, “3 Words” e “Parachute” esse último teve um clipe que é um dos meus favoritos. Das músicas favoritas, “Rain On Me” e “Heaven” que são muito pop e destaco “Stand Up” que foi composta por Taio Cruz e é uma club banger que não dá pra ficar parado. E o feat do Will.I.Am nessa é indispensável, pois ficou muito legal ele dizendo “Ok Cheryl, last dance!”.

Bom, a dica foi dada! Procure um site de ouvir música que você goste e ouça esse álbum. Eu amo e espero que vocês também gostem e o tirem do baú de vez em quando.

Cheryl Cole – 3 Words (2009)
1. 3 Words (feat. Will.i.am)
2. Parachute
3. Heaven (feat. Will.i.am)
4. Fight For This Love
5. Rain On Me
6. Make Me Cry
7. Happy Hour
8. Stand Up
9. Don’t Talk About This Love
10. Boy Like You (feat. Will.i.am)
11. Heartbreaker

No iPod: Lea Michele – Cannonball

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Lea Michele

Lea Michele me encanta desde a primeira temporada de Glee, onde a mocinha Rachel Berry deseja ser uma estrela e fazer do coral da escola um espetáculo que toda diva tem direito. Sua personagem nada sexy e com uma voz poderosa conquistou muita gente que até então, torcia o nariz para a série. E a nossa admiração pelo potencial de Lea só aumentou e imaginem a minha felicidade quando ela disse que lançaria um álbum solo? Pirei! E fiquei aguardando muito tempo, até que em 2013 foi confirmado o álbum e lançado um single esmagador!

Cannonball foi a escolhida para abrir os trabalhos e fez bonito! Com composição da nossa hitmaker favorita Sia e Benny Blanco, a música fala sobre querer mudar de vida, tomar novas decisões e se entregar. E a produção impecável ficou com o duo norueguês Stargate que é responsável por 80% dos hits que estão no #1 da música atual. Libertadora, a música já está conseguindo boas posições nos charts e em breve será lançado o clipe. Se você não ouviu, não perca mais tempo e ouça logo!

Seu álbum de estréia chamará “Louder” e já está finalizado, apenas aguardando para ser lançado em fevereiro do ano que vem! O álbum contou com um time poderoso nas composições, a começar Sia Furler, Chantal Kreviazuk, Benny Blanco e a talentosa Christina Perri. Se depender deles, Louder não vai ser esquecido fácilmente!
Algumas faixas do álbum foram dedicadas ao seu namorado Cory Monteith, que morreu esse ano por overdose. Uma linda homenagem, né?

Boa sorte Lea!
Estamos juntos nessa nova fase, e por favor: voe!

No iPod: Janet Devlin – Wonderful

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Janet Devlin

Sabe aquela música que você ouve pela primeira vez e já morre de amores? E pra piorar a situação, você não consegue a tirar do repeat? Então, estou vivendo isso com Wonderful, da fofa Janet Devlin.

PS: Antes de clicar no play, já aviso que há 50% de você gostar, 45% de viciar e 5% de não ouvir.
Espero que você seja um desses 95%.

Para quem não sabe, Janet Devlin foi uma das participantes da 8ª edição do X Factor em 2011. Não ganhou a competição, mas foi longe, ficando em quinto lugar. Seu timbre doce e angelical conquistou o país da Rainha e todos ficavam morrendo de fofura. Quando ela estava no ar, nunca dei muita atenção, pois torcia muito pelo <3 Little Mix <3 e acompanhava Amelia Lily e Misha B.

Há pouco tempo, Janet lançou seu álbum de estreia e eu gostei muito! Hide and Seek é um álbum tranquilo e gostoso de ouvir. Um pop rockzinho bem leve, que você fica até sonhando acordado. Mas no momento só tenho ouvidos para a faixa que ganhou esse post.

Review: Katy Perry – Prism

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O álbum colorido e reluzente de Katy Perry superou expectativas e é uma safra de novos hits, porém não houve inovação.

Prism
Nota: 4,0

    Artista: Katy Perry

    Álbum: Prism

    Gênero: Pop

2013 iria ser o ano do comeback de Katy Perry, que depois de destrinchar seu Teenage Dream todinho, iria vir com um álbum novo e cheio de drama e atitude. Bom, esse marketing falhou pois Katy Perry não veio rebelde como imaginavamos, porém trouxe um álbum na medida e bem mais maduro. Na minha opinião o melhor de toda sua carreira.

Prism é como uma viagem no tempo. Depois de trazer toda a doçura da adolescência, Katy foi além e como um prisma, deixou a luz bruta entrar e refletir suas próprias cores. O álbum passeia entre vários estilos e as faixas conversam entre si. Façam o teste: coloquem o álbum para tocar e deixe no modo aleatório. A sintonia entre as músicas continuam a mesma? Bom, eu achei que sim. Uma parece complementar a outra e você pode até dizer que Prism é igual. Mas eu discordo, se você parar para ouvi-lo com atenção, vai notar o quão são diferentes.

Em time que está ganhando não se mexe, e Katy não mudou muito do lineup de produtores. Os hitmakers Dr Luke, Max Martin, Cirkut e Bonnie McKee continuaram intactos. As novidades ficaram por conta das colaborações com Sia, Emeli Sandé e o seu amado John Mayer, que segundo ela foi o responsável pelo nome do álbum. Se você ainda não ouviu o álbum, peço que faça já. Ou pelo menos as prévias, basta dar play abaixo:

Prism dá partida em Roar, que dispensa apresentações. Eu sei que você já cansou de ouvir o rugido da Katy por aí. E claro, já postamos aqui também. Foi uma boa escolha começar com Roar, pois é bom que já dá pra ver que essa música já deve ser descartada logo. Legendary Lovers chega com a temática oriental nas veias. Com o arranjo inspirado em Bollywood, a música se desenvolve ao meio hindu. Tem um refrãozinho chiclete e já a detectamos como uma 2ª faixa. Estonteante, Birthday começa com gostinho de disco music, onde todo mundo dançava nas discotecas com roupas extravagantes e estilosas. Uma faixa pop e com uma letra bem fofa. Na mesma viagem ao tempo, Katy traz o gosto dos anos 90 na frenética Walking On Air, que me lembra muito minha infância onde todos as músicas dance havia essa batida. Unconditionally é a primeira baladinha e vem para tranquilizar um pouco. Essa música tem muito a cara da Katy e o refrão dela é bem intenso.

A intro de Dark Horse é fantástica. Hipnotiza e eu queria muito que tivesse mais dessa bizarrice na música. A participação de Juicy J é interessante e eleva a música outro padrão. Antes do álbum sair, era a minha preferida e de longe a mais diferente do Prism, por ter uma batida nigga e com um refrão melódico. Falando em favoritas, estou amando This Is How We Do como se não houvesse amanhã. Com uma pegada urban e uma batida desprentensiosa, “This…” tem um refrão marcante e que estou com ele na cabeça desde a primeira vez que ouvi. Destaque para o fade onde Katy diz: “What? Wait. No, no, no… Bring the beat back, that’s right” e a música volta a tocar. International Smile parece que veio importada do Teenage Dream, soa como a continuação de Part Of Me, inclusive quando entra um arranjo que lembra o saxofone de Last Friday Night, o que não a faz ser ruim.. pois é ótima. Tem uma vibe tão conhecida, que faz lembrarmos que a Katy das antigas ainda está ali. O começo de Ghost começa muito triste e obscuro, mas o refrão é animadinho e manda o fantasma da tristeza embora. Mas essa música fica ali, mas não marca presença. Saindo da zona de conforto, Love Me é uma baladinha produzida pelos suecos Bloodshy & Avant. E como é marca registrada da dupla, a batida frenética não podia faltar. Vocais no ponto, espero que se ela for a cantar ao vivo, que mantenha o tom.

Anos 80, é como descrevo This Moment que me lembra PetShop Boys, League Human e toda as percursoras do synthpop que com certeza inspirou Stargate e Benny Blanco a produzir essa faixa. Gostei bastante e está entre minhas favoritas. Double Rainbow é uma música da Sia e eu aposto que será single. Ninguem é louco de gravar algo dela e não lançar, é tipo comprar um pote de sorvete e comer sozinho. A faixa é a balada mais intimista do álbum e tem aquele Q de hit, a julgar pelo refrão mainstream. Autobiografica, By the Grace of God é a música de agradecimento a Deus por uma nova vida, linda por sinal e fecha o álbum standard com chave de ouro. Uma baladinha que não tem potencial para single.

Só queria saber porque Spiritual ficou de fora do tracklist e entrou como bônus. O que é essa música? Perfeita! Com um arranjo incrível puxado pro synth moderno, a faixa tem a colaboração de John Mayer e é uma das melhores e mais produzidas. Assim como It Takes Two que é uma baladinha intensa e bem Katy também, porém escrita pela nossa amada Emeli Sandé. E para finalizar, a envolvente e enigmática Choose Your Battles, que mostra o quanto o álbum é misto em estilos e Katy não se deixa uniformizar.


Katy Perry – Walking on Air [SNL] por eidurrasmussen

Katy Perry enterrou a Katy doce e colorida, mas o espirito dela continua vivo. Houve muita evolução da cantora em Prism, mas o medo de pensar fora da caixa foi maior e o álbum soou mais um da Katy Perry. O trabalho está impecável e não consegui desaprovar nenhuma das músicas e acho que esse álbum irá sim ser um marco na carreira dela, porém não fez nem cócegas em relação a história do pop. Gostei de tudo? Sim, porém não dei 5 estrelas pelo fato de não acha-lo envolvente e novo. No fim tudo foi reformado e misturado com antigas referências, mas nada realmente que seria novidade.

Obrigado Katy por um álbum recheado de hits e espero que você trabalhe bastante nele. Pois o álbum está impecável em cada detalhe. Te amamos, gatinha. ROAR!

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