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Top 3: Filmes com poker

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O Top 3 de hoje irá falar sobre jogo e filmes. Sabe aqueles filmes onde há pessoas que arriscam suas vidas pelo jogo? Pois bem, listamos 3 filmes em que as histórias giram em torno de mesas de poquer e altas apostas. Vejam:

1. Cartas na Mesa


Neste filme Matt Damon é um jogador viciado no poker, que perdendo todas as suas economias de uma vida no jogo. Decidido a abandonar essa prática e dedicar-se ao trabalho, seu amigo, Edward Norton aparece para pressioná-lo a voltar às mesas de jogo. E claro que ele volta ao póquer e acaba por enfrentar um talentoso jogador num torneio clandestino.

2. Maverick


Outro filme famoso, mas em genero de comédia, intitulado Maverick (Maverick de 1994) é um Western em versão para o cinema da série de TV homonima e de grande sucesso nos anos 50. Mel Gibson interpreta a personagem principal que é um jogador inveterado, astuto, trapaçeiro e mulherengo que parte rumo ao Mississipi para participar num torneio milionário disputado durante a viagem de barco pelo rio.

3. Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes


Filme britânico que se baseia na história de quatro amigos que acumulam algum dinheiro com a finalidade de comprar a participação de um deles num jogo de poker clandestino. O que eles não imaginavam é que o agiota, organizador do “evento”, que também é jogador, fosse um trapaceiro. Daí surgem muitas confusões e reviravoltas que certamente conseguirão prender o interesse do espectador.

Fica a dica para quem gosta bastante do jogo e quer aprender algo com os filmes. Sem contar que hoje em dia é bem fácil jogar, pois nem precisa sair de casa. O póquer é um dos jogos de casino mais populares além do blackjack, que você pode encontrar por exemplo no http://www.blackjackonline.pt. Jogue com consciência ein galera!

Como amar Janelle Monáe em três passos

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Janelle Monaé não é novidade no mundo musical e todo mundo a conhece por seu estilo boyish irreverente, seus penteados retrô e suas roupas monocromáticas. Suas músicas são uma mistura de R&B, soul e funk americano e chama a atenção com todas suas composições. Desde 2010 que Janelle não lança nada novo e seu, porque ela contribuiu em muitas faixas com participações, mas nada comparado a sua musicalidade. Dia 10 de setembro será lançado seu novo álbum, The Electric Lady, que pelos singles já lançados e o tracklist divulgado, vai ser outra obra prima, pois irá contar com feat. de Erykah Badu, Solange, Miguel e nada menos que Prince. Por isso vamos fazer um esquenta e iremos fazer você ama-la também, porque estamos todos viciados e com o as faixas no repeat.

1ª PASSO: Seja QUEEN e não ligue para o que falam sobre você

2ª PASSO: Dance apocalipticamente como se o mundo fosse acabar

3ª PASSO: Escolha o horário nobre para amar alguem

Quando ouvi Q.U.E.E.N. pela primeira vez, fiquei fascinado pela batida do Rhythm and Blues, assim como em Dance Apocalyptic que tem uma vibe Jackson 5, e programas dos anos 50 que a gente vê muito em Dreamgirls e em festivais. E por último e não menos, Primetime que é o suprasumo dos duetos… pegada retro e com gostinho de nostalgia e sensualidade. Nota 10! Estou amando essa nova era da Janelle e achei refrescante, pois o The ArchAndroid tem uma musicalidade pesada e muito under, estou achando que The Electric Lady vai será um respiro de ar novo para ela. Vamos esperar até ouvir o restante desse cd que já sei que vai ser um dos meus favoritos de 2013.


– Se preparem para o recalque!

Gossip: mais que um ruído alegre

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Gossip

A Joyful Noise
Nota: 5,0

    Artista: Gossip

    Álbum: A Joyful Noise

    Gênero: Indie

O grupo norte-americano Gossip esteve sumido de todo o mundo musical desde o término de sua turnê, que divulgava o excelente Music for Men, em meados de 2009. De lá pra cá, a banda teve altos e baixos e até uma escapadinha rápida da vocalista Beth Ditto, que lançou um ep solo, com algumas músicas experimentais. De volta ao trabalho, o Gossip decidiu fazer seu retorno em 2012 e claro, triunfante.

A Joyful Noise, o quinto álbum deles marcam um comeback regado a sintetizadores, vocais graves e uma pitada de pop britânico, já que contaram com a ajuda do Xenomania. O denominado indie rock também está presente nesse trabalho e trazem consigo a essência do Gossip. Cada faixa tem sua importância e não deixa a desejar em nenhum ponto.

O álbum que começa centrado com a melódica Melody Emergency, a expressiva Perfect World e minha favorita, Get a Job que tem sintetizadores tímidos e uma batida envolvente e cheia de altos com um refrão chiclete e curto que gruda na cabeça.

Uma faixa que merece destaque é Move In the Right Direction que é bem pop e alegre. Espontânea, Beth Ditto brinca e faz da musica uma sensação de um lugar descontraído. E já tem clipe, com dança e tudo. Veja só:

O baixo e a bateria tranquila tomam conta da musicalidade em Casualties of War, que tem uma abordagem acústica e introvertida. O refrão também é excelente. Ainda acalmando os nervos, o Gossip traz após a midtempo Into the Wild que é uma faixa comum do grupo e que é a cara deles. Há algumas influências urban e retrô em alguns momentos. O solo da guitarra no bridge guiado pelo vocal de Beth é o ápice da música. “Suma daqui” é praticamente o desabafo em Get Lost, que é entoado por uma guitarra soul e uma suave influência electro.

Involved nos deixam envolvidos com toda a musicalidade e seu refrão gritado onde Beth explica com falsetes que não está apaixonada, apenas envolvida. Horns é rock! Com uma leve pitada de soul (novamente) ouvimos uma bateria acelerada e sons de trompetes. I Won’t Play tem um sintetizador conquistador, e o rumo que a música toma é surreal. Começa tristonho e termina todo libertador.Love In a Foreign Place fecha o A Joyful Noise com chave de ouro e passa uma mensagem bem profunda entoada pela bateria + sintetizador e até um orgão com participação rápida.

No mais, o Gossip traz mais um trabalho excelente e que, com certeza, está entre os melhores do ano e apesar de não prometer grandes mudanças, eles mostram que podem manter sua essência e se atualizar com as modinhas do momento. Gostei do trabalho e o ouço diversas vezes ao dia, é inspirador e não soa repetido como muito álbum que já ouvi por aí.

Túnel do Tempo: The Book Is On…

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Quem nos anos 2000 não se rendeu a onda do funk? Tal ritmo só foi crescendo e ganhando novos adeptos. Quem não gostava foi obrigado a ouvir em todos cantos tal mixagem que animava qualquer ambiente. Não demorou muito e tal genero musical foi classificado como imoral e impróprio para menores de dezoito anos.

Mas lembrando dos funks “tarja branca”, quis relembrar com vocês, um dos que mais fez sucesso naquela época, dentre tantos como Dança da Motinha, Cerol na Mão, Éguinha Pocotó e etc.


Everything is on the table

A famosa expressão The book is on the table virou inspiração para tal música, que não tinha pretensão alguma, nem mesmo uma letra inteligente. Era só objetos sobre a mesa. Assim, simples. Não demorou para colar na cabeça de todo mundo que nem chiclete. A m* estava feita.

Ninguem tem informações de quem realmente é o compositor, mas essa música faz parte da coletânea Furacão 2000. Mas o importante é relembrar mais um clássico diretamente do túnel do tempo.

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