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So call me maybe…

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Carly Rae Jepsen

Talvez para você, Carly Rae Jepsen seja um nome desconhecido mas isso é passado. A partir de hoje você também vai se encantar por essa canadense de 22 anos (nem parece, rs) e que conquistou muitos fãs pelo mundo todo.

Carly agradou tanto com sua voz doce e suas músicas juvenis que tomou conta dos charts do iTunes e despertou a curiosidade de muita gente, incluindo eu. A primeira vez que ouvi o single Call Me Maybe me apaixonei pela batida que transmite um frescor e uma melodia muito da inocente. Os violinos ao fundo também são um chamariz. Parece Taylor Swift, porém com uma pegada menos romântica e com mais atitude.

Gostaram da música? Carly já virou sensação na internet e já ganhou até um vídeo estrelado por ninguem menos que Justin Bieber, Selena Gomez e Ashley Tisdale que você pode assistir aqui.

A moça já tem um álbum e um ep lançado, mas tudo que ouvi dela é nesse estilo. Muito amor, literalmente. Eu não baixei o álbum, mas estou in love com o ep, chamado Curiosity.

Espero que tenham curtido a dica, e tomara que a Carly faça muito sucesso por aqui, porque talento ela tem de sobra. 😀

Videoteca da Semana

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Que essa semana foi corrida e passou num piscar de olhos, nem é novidade. Mas de novo o que teve foram os vídeos das queridinhas do Pedro aqui. Distintos e com áureas diferentes, os dois clipes não deixam a desejar.

Nicola Roberts – Yo-Yo
Quando fiz o review do Cinderella’s Eyes, não pude conter o quão gostei dessa música. Simples e com um pop chiclete que adoro. Quando a Nicola anunciou que Yo-Yo seria o terceiro single, quase morri. Claro que imaginei um clipe todo diferente e bem no estilo dos anteriores, mas Miss Roberts me surpreendeu e fez o mesmo que fez com a música: algo simples. Mas tem muito sofrimento, nossa. Fiquei até com dó dela, até tomar banho de roupa ela tomou. hahaha Mas nada supera ela tentando achar a roupa perfeita e ficou com aquele vestidinho e cabelão. Bem chique.

Lady GaGa – Marry The Night
Como se não bastasse dirigir o próprio videoclipe, Gaga decidiu fazer dele um curta metragem e inserir toda sua história antes da fama. Tem muito drama e parece que ela realmente exagerou um pouco, mas tudo para dar aquele peso. Ficou muito complexo e ao mesmo tempo pertubador. A edição está bagunçada e Gaga continua com a mania de mil referências que não fazem sentido ao fim das contas. Mas se peneirarmos o vídeo, vamos ter um dos melhores do ano. A transformação de Stefani Germanotta em Lady Gaga é muito interessante e apesar de tanta dificuldade que ela passou, é uma história de superação. Fico muito feliz de acompanhar a Lady Gaga desde os primórdios e a cada dia me surpreendo mais com essa artista, que tem altos e baixos, como qualquer outro.

Rihanna só quer falar

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Sem apelo e voltando as origens, Rihanna traz a gangster de volta. Só que dessa vez ela quer mais que cantar…

Se 2010 foi um ano de sucesso para Rihanna, 2011 não poderia ser diferente. A ex-ruiva que passou pelo Brasil nesse ano, não está de brincadeira e tá mostrando pro mundo todo que sua música está em primeiro lugar. Ela não para! Nem bem acabou a turnê e já lançou um novo álbum que pegou todos de calças curtas.

Sim, os rumores que Riri estaria gravando um álbum sempre esteve presentes, mas o tempo em que todo o processo de divulgação foi feito que causou curiosidade. Em pouco tempo foram divulgando capas, tracklists e até algumas músicas. Tudo muito espontâneo e com uma necessidade de fazer esse álbum acontecer. Tanto que nem criamos tantas expectativas, como foi a novela Loud, que quem bem se lembra, o álbum não vazava nunca.

Talk That Talk não chega a ser tão expressivo como o Rated R, e nem com tantos gêneros musicais como o antecessor Loud. Rihanna decidiu trabalhar com os hitmakers do pedaço: Dr. Luke, Jay Z, Stargate e o todo poderoso Calvin Harris para formularem um álbum de sucesso.

O álbum começa animado, Rihanna entrega o cartão de visita com a r&b You Da One que é uma delícia de ouvir por causa da batida dubstep (que Dr. Luke tá usando em tudo que é produção agora). Where Have You Been e We Found Love não deixam o clima esfriar e leva todos para o dancefloor. Ambas são produções de Calvin Harris e como dá pra perceber segue a linha de letras curtas e um batidão no meio das músicas. Bem bate cabelo. A faixa título Talk That Talk (feat. Jay-Z) é um r&b bem comum, mas tem uma batida que lembra muito o Rated R. Cockiness (Love It) é nigga, urban e chega cheia de atitude, mas não é nada mais que isso. Agora, uma música que não entendo é essa Birthday Cake. Juro que quando ouvi pela primeira vez, tive a impressão que essa música veio incompleta. Dai baixei outra vez e ela é assim mesmo. Sem nexo, mas tem um refrãozinho bem chiclete.

Agora vamos combinar: We All Want Love é muito amor. Que faixa linda, gostosa de ouvir e dá vontade de sair pelas ruas cantando e abraçando o mundo. Já é uma das minhas preferidas. Dobradinha Stargate: Drunk On Love é expressiva e lembra muito a Te Amo. O refrão é mais forte ainda e eu quero muito ouvir essa música ao vivo. Roc Me Out é fantástica, apesar de clichê tem toda uma vibe animada e eletrica. Também lembra muito o Rated R.

Watch n’ Learn é bonitinha e toda produzida com um r&b retro. Não me agradou muito, pois acho que nem parece a Rihanna, e nem combina tanto com ela. Farewell é uma balada que merece destaque. Linda e que valoriza muito a voz da Rihanna. Ficaria satisfeito se virasse single, já que soa muito comercial. Red Lipstick é urban e não economiza no dubstep. Interessante e com um lado todo badboy. Do Ya Thang é um r&B retrô que ao contrário de Watch n’ Learn valorizou a voz e não a deixou caricata. Uma batida suave e que merece um destaque. Pra finalizar, nada melhor que uma baladinha com influência européia. Fool In Love tem pouco destaque dos instrumentos (e sim, Dr. Luke usou dubstep outra vez) e Rihanna conseguiu expressar bem todos seus sentimentos.

No geral, Talk This Talk é um dejavu. As faixas sempre deixam a impressão que já ouvimos algo parecido na voz dela. Ou em outras vozes.
O conceito é que as músicas são boas, porém são raras aquelas que se diferem. Mas por ser um álbum feito as pressas e sem expectativa alguma, está de bom tamanho. A direção artistica por sua vez ficou fantástica. Adorei todo o photoshoot e essa idéia de jornal. Já que faz todo o sentido né? Veja como é a embalagem do cd aqui.

Enfim, Rihanna fez um belo trabalho e claro que será um sucesso. Mas está longe de garantir um lugar de destaque em sua carreira. É só mais um álbum que não tem pretensão ou motivo para ser levado a sério. Soa comercial e desesperado… coisas de gravadora.

No iPod: Florence + The Machine

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Com a variedade de cantores e bandas que conhecemos todos os dias, uma que deixei passar batido foi a Florence + The Machine. Eu sempre curti os singles, mas nunca fui atrás de mais coisas. Tanto que esses dias por curiosidade fui assistir o vídeo do seu recente single, Shake It Out e me surpreendi. Não sei o que me impressionou tanto, mas fiquei hipnotizado com todo esse batuque indie feat. camdoblé. Sei lá, achei muito angelical. Não demorou muito e já estava baixando o single e com ele no repeat. Resultado? Ouvi a semana toda.

Para minha sorte, o novo álbum, Ceremonials, vazou na semana passada e aí pude comprovar que perdi muito tempo sem conhecer o trabalho “deles”. Como ainda não os conheço bem, não me sinto a vontade para fazer um review, mas desde já recomendo a todos.
Outras músicas que acho que vocês já cansaram de ouvir por aí, e que valem o play:

KD MENINA WILLOW????

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Dou como DESAPARECIDA, a menina Willow Smith que andou batendo muito cabelo ano passado e sumiu do nada e não deu sinal de vida. Cadê o cd, os singles novos que estavam sendo preparados e tudo aquilo que estavamos ansiosos para poder ouvir???? Eu não coloquei essa menina no meu top revelações de 2011 a toa… faça o favor né?

Bom, se alguem tiver alguma noticia sobre o sumiço repentino de Willow, favor nos avisar. Ou talvez ela só esteja de recuperação né? hahahaha

Enquanto essa danadinha não compartilha suas musicas novas, vamos ouvindo as “velhas” porém sempre ótimas Whip My Hair e 21st Century Girl.

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