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Baú Pop: Paris Hilton

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Se tem uma celebridade que eu acho que nasceu para a fama, essa é Paris Hilton! A loira não mede esforços para estar sempre na mídia, ora causando com seus relacionamentos, seu estilo estravagante, sua fama de patricinha, seus delitos e suas detenções, suas publicações, seus filmes e reality shows e principalmente suas músicas. SIM, PARIS TAMBÉM CANTA!

Mas para poupar todo o serviço de ir atrás de uma gravadora que apostasse em seu projeto, Srta. Hilton achou mais fácil fundar uma, a Heiress Records. Assim, contratou um time de alto escalão para ajudar a tirar o sonho de cantora do papel. A produção foi formada por nada mais, nada menos que Dr. Luke (Britney Spears), Fernando Garibay (Lady GaGa), Scott Storch (Beyoncé e Mariah Carey), Kara DioGuardi (Christina Aguilera). Em 2006, o álbum estava finalizado e pronto para as paradas.

Inicialmente, a proposta do álbum era um ritmo voltado para o pop rock, mas Paris achou mais adequado investir no pop com influências hip hop. O cd é muito bom de ouvir, e tem muitas batidas que dá vontade de sair dançando. Os singles lançados foram a balada “Stars Are Blind” que foi uma das músicas da Paris que mais fizeram sucesso. “Turn It Up” foi um single nos moldes do hip hop da época, ótima produção e com um refrão no ponto.

A pulsante “Nothing in This World“, foi lançada em seguinte e é outra que tem sua batida animada e tem uma levada pop-rock. O interessante desta faixa é que ela conta com os backing vocals da Ke$ha (antes da fama, claro). O clipe tem seu charme pois conta a historia de um loser que tem o prazer de ser vizinho da Paris.

Pra finalizar os singles, “Screwed” foi lançada e também não deixa a desejar. Uma música que tem guitarras bem inseridas e com uma batidinha bem leve no fundo. Sem contar um refrão excelente. Uma das minha preferidas, dentre outras como “Jealousy” e “Not Leaving Without You”, que são todas provinientes de um plastic pop.

1. Turn it Up
2. Fightin’ Over Me
3. Stars Are Blind
4. I Want You
5. Jealousy
6. Heartbeat
7. Nothing in this World
8. Screwed
9. Not Leaving Without You
10. Turn You On
11. Do Ya Think I´m Sexy

Paris” é mais um álbum pop com muita qualidade e pouco respaldo. Quando veem o nome da herdeira Hilton já acham que é algo supercial. Mas é isso mesmo, não há nada que fará Paris Hilton a ter outro rótulo. Nem mesmo uma super produção de um álbum poderá dizer que ela foi feita para isso, pois ainda há um certo preconceito. Mas bobos aqueles que não vem ouvir, e compartilhar mais um guilty pleasure regado a pop chiclete e autotunes à la Britney Spears.

Videoteca da Semana

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Demi Lovato – Skyscraper

Para começar o post, escolhi a nossa diva teen Demi Lovato, que passou por maus bocados e não conseguiu superar alguns problemas e acabou sendo internada em uma clínica de rehabilitação (emocional). De volta a ativa, Demi chamou Kerli para colaborar em seu novo single, Skyscraper, que é uma balada muito profunda e com uma letra que é um desabafo daqueles. O clipe não podia ser diferente, a não ser Demi na imensidão de um deserto onde sua mágoa toma conta e só ela, sozinha no nada, canta como se seu coração estivesse partido em dois. Dá para notar o quanto Demi está mais madura e canta com uma certeza que chega a doer até em quem está assistindo. Detalhe para o finalzinho da música quando ela canta “Go run, run, run… I’m gonna stay right here”.

Pixie Lott – All About Tonight

Da deprê direto pra badalação, Pixie Lott deixa sua fama de boa moça e comportada pra trás e encarna uma bitch bem fogosa que quer curtir esta noite a todo custo. A música é farofa, mas o refrão é muito bom. Pixie atirou em cheio na dance music, mas pelo que soube pelo Anderson, o álbum dela vai ser voltado para o soul, logo vamos ficar com gosto de quero mais. Enfim, o jeito é curtir essa Pixie Lott repaginada.

Melanie C – Think About It

Por fim, e não tão menos importante, a Spice Girl de maior sucesso com carreira solo: Melanie C! Para 2011, Mel C preparou um novo trabalho chamado “The Sea” que em breve será lançado, já que dois singles já estão sendo divulgados. Em “Think About It”, a Sporty Spice se joga num suposto chromakey que muda conforme a batida da música. Em meio caras e bocas e poker faces, Mel C dança muito e exala felicidade. Simples e muito bonito, onde a edição também foi bem feita, pois as projeções em alguns momentos parecem ser de verdade, se é que me entendem.

No iPod: Super Bass – Nicki Minaj

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Nicki Minaj ficou mais conhecida depois de fazer muitos featurings em tudo que é música que lhe aparecia. Tanto que colaborou com Christina Aguilera, Mariah Carey, Will.I.Am, Rihanna, Kanye West, Jeffree Star e por aí vai. Seu visual é chamado de harajaku barbie, e suas perucas coloridas são sua marca registrada.

Musicalmente, Nicki é uma rapper totalmente freak e diferente. Eu adoro muito os feats dela e acho que dão outra cara a música. Pink Friday é seu álbum de estréia, e conta com MUITOS feats também. Minaj vem causando muita inveja ás rappers das antigas, principalmente Lil Kim que está muito incomodada com o sucesso da novata. Pô Kim, tem lugar pra todo mundo… não precisa jogar sujo.

Fica a dica a música nova de trabalho, Super Bass que é uma faixa da versão deluxe do álbum e que já virou single e tá bombando horrores no meu iPobre. O clipe é muito colorido e bem apelativo, já que Nicki encheu de homem sem camisa ZZzzzz Mas a música é boa e isso que importa. Acompanhe:


Adoro quando ela fica em cima da moto esculpida de gelo. GELADIISSSSSIMÁ! /marilac

Túnel do Tempo: Mamute

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Olha, se tem uma nova tag que estou adorando ter criado foi essa viu. Vou poder ressucitar altas coisas que vocês cansaram de ver ou ouvir. Como eu estou trash, vou jogar logo uma na reta.

Quem é que nunca ouviu a triste história do Mamute Pequenino que tentava e tentava e nunca conseguia o que queria. Os seus amigos ajudaram mas só pioraram a situação do coitado. O mamute até que dá sorte, meio que provou de tudo e só foi morrer no fim kkkk

Lembro que esse viralzinho foi um sucesso, e eu adorava e até tinha essa música num cd. hahaha Enfim, fica a lembrança registrada.

Espero que tenham gostado e espero sugestões ou até comentários sobre o mamute pequenino. rs

Nicole e seu amor assassino

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Nicole Scherzinger vem com tudo em seu primeiro álbum solo, Killer Love

Quando o grupo The Pussycat Dolls decretou seu fim, Nicole Scherzinger era a integrante mais preparada para o caminho do estrelato. Mas infelizmente tudo que Nic fazia, não emplacava. Talvez fosse a má produção por trás de suas músicas, ou a falta de empenho da gravadora. Logo a carreira estava indo por água abaixo até Red One resgatar o talento dela e reinventar a pussycat.

Com a injeção de animo, ela lançou Poison como single. Para o espanto de todos, a música foi bem aceita pela crítica especializada. É impossível não se render a batida industrial com o vozeirão da Nicole. Dai veio o clipe e a fez tudo calhar novamente!

Não satisfeita, Nicow emplacou a ótima balada Don’t Hold Your Breath que reinou durante semanas nos charts europeus. Dessa vez o clipe é muito bonito, porem simples. Veja o clipe aqui.

Dias depois, o álbum dela já estava a venda e pudemos desfrutar de um trabalho bem feito, pois o cd ficou bem sortido de ritmos, agradando gregos e troianos. Killer Love, tem como produtor principal Red One, famoso por trabalhar com Lady GaGa e tambem desflopar Jennifer Lopez, como já citei aqui.

O álbum começa com a dançante Poison, que de tão falada se tornou o carro chefe do cd. Killer Love, a faixa-titulo vem com uma guitarra e uma batida ótima, o refrão só faz a música ficar melhor ainda, essa é minha preferida desde os previews. Desde que Don’t Hold Your Breath vazou na net, eu senti que essa música seria um estouro, já que tem os moldes das baladas do Pussycat. Não foi a toa que chegou em #1 né? A música é muito linda e os arranjos certos contribuiram bastante para isso. Right There começa de um jeito que pensamos que a música seria uma baladinha leve, mas depois vem uma batidinha que entrega. You Will Be Loved acalma o álbum, e deixa aquele clima de love no ar, pois essa baladinha é bem potente. Daí Wet vem toda batidão e se entrega ao refrão chiclete também. Essa também é uma das minhas prediletas até então. Em outra sintonia chega a midtempo Say Yes que tem uma batida clubber moderninha, e o refrão é meio que entusiasmante.

Se a anterior era clubber, Club Banger Nation tem o veneno todo localizado na electro. A gravadora quer lançar essa faixa como single, eu acho super válido pois ela tem uma pegada de pista e não precisará de ser remixada. Achei Power’s Out tão linda, ainda mais por ter o featuring do Sting. E essa faixa tem uma vibe muito boa, chego até me arrepiar quando ouço a voz dela meio que sussurada em algumas partes. Dai chega Desperate, que também é muito linda, bem retrô e com a voz da Nicole super balanceada entre as notas. Everybody soa muito fatal com os arranjos no início, mas não deixa de ser uma balada pop. Heartbeat é um remix do featuring que fez com Enrique Iglesias, que por sinal é ótima e o clipe é bem sensual. Casualty me lembrou muito as baladas dos artistas europeus, principalmente por usar um piano como base. Achei muito parecida com Died In Your Eyes, da Kristinia DeBarge. AmenJena continua com o piano, porém com a voz da Nicole muito mais intimista e cheia de emoção. Uma linda balada por sinal.

Enfim, Nicole enfrentou bons bocados porém encontrou a luz finalmente. O álbum é um trabalho muito bom e já é um dos melhores do ano. A voz de Nicole está super crua e muito bem balanceada como sempre. As batidas das músicas só teve a acrescentar, inclusive as baladas que estão impecáveis. Só a arte do álbum que ficou muito fraca, e achei muito feia a tipografia que usaram. Espero que a divulgação continue em peso e assim Nicole tenha o merecido feedback. Espero que tenham gostado do review assim como eu, de o ter feito.

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