A incrível história de Adaline

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Que Blake Lively é uma atriz extraordinária, todos estão cansados de saber. Serena foi épica e ao lado de Blair comandavam e roubavam todas as cenas de Gossip Girl. A atriz sabe como se adaptar aos papeis e conseguir até mesmo ter destaque quando outras atrizes não teriam essa capacidade, como foi em Lanterna Verde onde seu papel não era tão relevante, mas ainda sim simpatizamos mais com Carol Ferris (Blake) do que com o protagonista Hal Jordan.

Começo assim essa resenha para falar que a incrível história de Adaline é, sem sombra de dúvida, ser interpretada por Blake Lively. Que está elegantérrima e maravilhosa no papel.

Adaline Bowman é uma mulher que após sofrer um acidente de carro perdeu a capacidade de envelhecer. Desde o dia em que seu carro caiu de uma ponte dentro de um lago gelado e foi atingido por um raio ela nunca mais envelheceu, parando na idade de 28 anos. Adaline teve que mudar de nome e de cidade diversas vezes em função de seus perseguidores, nunca teve um amor, pois sabia que nunca poderia ter futuro com eles, mas isso muda ao conhecer Ellis e finalmente se permitir, porém, conhecer a família dele pode mudar tudo isso.

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Muito parecida com o Curioso Caso de Benjamim Button, feito por Brad Pitt, “The Age of Adaline”, na versão em inglês, só tem semelhança mesmo na questão temporal. O filme traz uma narrativa delicada e sensível sobre a vida e o quanto a possibilidade de um futuro é importante para qualquer pessoa e o quanto esperar pela morte, que virá em algum momento, é algo que faz parte e, acima de tudo, precisa fazer parte da vida.

Blake mostra um lado seu ao dar vida a Adaline que não estávamos acostumados a ver. Ela é mãe de uma mulher que tem idade para ser sua avó e convence o público magistralmente que a relação é invertida. Você sofre com Adaline da maneira que sofreria com qualquer pessoa sem uma perspectiva de futuro. Como sofreria com uma pessoa condenada a não chegar a lugar algum.

Você sofre, pois Adaline quer ter uma vida e o destino lhe tirou esse direito. E o espectador espera que ela possa ter isso, o espectador espera que Adaline ame e seja amada e possa ficar com essa pessoa, pois a cena em que ela está dentro do táxi e vê o seu amado segurando um anel de noivado que ela não pode aceitar é de cortar o coração. Ela queria aquilo, mas não podia ter.

Enfim, “A incrível história de Adaline” poderia ser um filme caído em todos os clichês básicos de qualquer história com essa temática, não é uma trama nova, mas ele vai além e mostra forma e consistência se tornando um filme de qualidade impressionante e dando a Blake Lively um posto de grande atriz que poucas podem dizer que tem.

No iPod: Years & Years – Shine

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Se existe uma banda que merece sua atenção esse ano, seria Years & Years. O trio tem um som todo experimental incrível desses prodígios musicais britânicos que sempre dominam as paradas musicais, assim como Adele, Lorde e Sam Smith. Com batidas eletrônicas e sintetizadores psicodélicos e uma forte pegada Pop, o trio tem roubado o holofote na internet e conquistado fãs por todo o globo.

Juntos desde 2010, a banda é composta por Olly Alexander, Mikey Goldswothy e Emre Turkmen; e chegou aos meus ouvidos quando um amigo que faz intercambio em Londres mandou link de três musicas deles no comecinho do ano, Take Shelter, Desire e Kings, a paixão foi quase instantânea.

Years & Years se destacava por um simplicidade e vocais agudos bem acentuados de Olly que deixa a musica com uma esfera quase mágica. Shine é o novo single do álbum “Communion” e a musica é uma clara evolução da temática musical do trio, e traz novos sintetizadores que dão uma virada vintage no refrão. Não preciso nem falar que eu não consigo tirar do replay né? O já citado “Communion” é o primeiro álbum do Trio e estreia dia 10 de Julho e promete fazer você ficar tão fascinado quanto eu, como também os charts e as grandes premiações do ano.

#TGIF! Bonnie McKee – Bombastic

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Quem lembra da Bonnie McKee? Bem, eu já contei quem é a gata nesse post aqui e sobre a saga de retomar sua carreira como cantora lançando “American Girl” como single e amargurando em um flop sem fim. E claro, com certeza você já deve ter visto esse nome nos créditos de alguma música da sua cantora favorita.

Na verdade eu havia perdido as esperanças com ela. Nem lembrava mais que ela existia. Sério. Mas foi aí que ela nos surpreende e lança “Bombastic” que é uma junção de suor e desespero (vai fazer sentido depois).

Apenas dê play abaixo e aprecie o clipe.

Com um visual retrô que mistura a tv de duas décadas passadas, Jem And The Holograms, Vaporwave e Programa do Faustão (rs), Bonnie é uma professora de aeróbica muito flexível com peitos que soltam tiros em forma de raio laser com fogo, sei lá. A viagem é interessante e me fez ficar preso durante os quatro minutos. A edição é indecente de tão boa, mas certos efeitos deixam a sensação de estarmos assistindo um clipe dos anos 80 com aquela tecnologia bizzara.

A música em si não é grande coisa, tanto que desde o início não me fez ficar tão grudado nela. A sonoridade é algo que lembraria Kesha cantando Roar (da Katy Perry) com uma voz mais doce no estilo de Carly Rae Jepsen. Se você ficar bem atento no refrão pode até arriscar que alguma banda de rock estava tocando lá, mas não. É muita coisa acontecendo, e de um modo estranho que funciona. Ah, e ainda tem uma batida que dá pra chamar a Nicki Minaj e Miley Cyrus pra fazer uns twerks.

Bonnie McKee está prestes a lançar o seu ep intitulado Bombastic, e conta com quatro músicas que podem mudar toda sua carreira pra bem ou mal. Apesar de ter adorado “Bombastic”, creio que não soou tão radiofônica quanto “American Girl” e não senti que a nova faixa deva chegar e permanecer no topo de algum chart. Mas posso estar enganado, pois o clipe vem ganhando a atenção do público que admira as divas pop e tendo um desempenho bacana.

Mas enquanto isso dá pra fazer uma dança menos coreografada e sacudir os ombros e se jogar num twerk nervoso enquanto ouvimos “Bombastic” até que possamos ouvir as outras faixas que vem por aí.

Um beijo pras amigas que ajudam na divulgação.

O que esperar de “Supergirl”

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Supergirl

Há alguns dias vazou na internet o episódio piloto de “Supergirl”, nova aposta da CBS no universo dos heróis da DC Comic’s seguindo a onda da The CW que já conta com “Arrow” e “The Flash” e em janeiro de 2016 estreia “Legends of Tomorrow”, assim como Warner que conta com a sombria “Gotham”, todas muito dominadas por homens.

“A história fala de Kara Zor-El, prima de Kal-El, ou Clark Kent, ou Super-Man. A garota de 14 anos tem como missão, diante da iminente destruição de Krypton, seguir a nave do primo até a Terra e cuidar do bebê. Porém, Kara teve a nave arrastada para dentro da Zona Fantasma, uma área do Universo onde o tempo não passa e onde fica a prisão com os maiores criminosos do Universo. 24 anos depois, misteriosamente, a nave consegue deixar a Zona Fantasma e quando Kara pousa na Terra, Kal-El não só é um adulto como já mostrou-se ao mundo como o poderoso Super-Man. Adotada pelos Danvers, Kara passa a levar uma vida normal e esconder seus poderes do resto do mundo, passando a trabalhar para Cat Grant, no melhor estilo “The Devil Wears Prada”. Até que o avião de sua irmã adotiva está prestes a cair e ela acaba se mostrando ao mundo para salvá-lo, nascendo assim a SUPERGIRL”

A crítica, dos fãs, veio em peso sobre a série. Depois do trailer de 6 minutos, as pessoas reclamaram da história parecer muito “comédia romântica” e, sim, muito “O Diabo Veste Prada” SACRILÉGIO. Porém, o que vejo, é uma série promissora. Melissa Benoist veio de “Glee”, onde interpretou a “nova Rachel”, Marley. Assim como Grant Gustin, o Flash. O que sabemos, gera um preconceito irritante sobre os atores.

Apesar disso, apenas no piloto, notamos que Melissa está comprometida. É claro, quem sabe ela ainda não tenha se dado conta da personagem que tem nas mãos e de toda a história que tem por trás de Kara Zor-El. Chloe Bennet também não tinha ao iniciar sua jornada como Skye/Daisy Johnson/Quake em “Agent’s of S.H.I.E.L.D.”, e ainda sim se tornou uma personagem indispensável galgando um posto de extrema importância na história, o que deixa Melissa com uma oportunidade ainda maior, levando em consideração o fato de que ela é a protagonista isolada da trama.

Melissa também pode fazer isso. Supergirl pode ser a precursora para grandes heróinas femininas terem destaque na TV e no cinema. Logo teremos “AKA Jessica Jones”, no Netflix, além dos filmes de solo de “Capitã Marvel” e “Mulher Maravilha”, mas, é bom lembrar que nessa fase, tudo começou com Kara Zor-El e tudo começa com Melissa Benoist. “Supergirl” é uma série que terá, assim como suas co-irmãs, adolescentes como público alvo, logo, ela é trabalhada e feita para esse grupo.

Além disso, é importante ressaltar que o machismo deve ser deixado de lado. “Melissa não é gostosa o suficiente para ser a Kara”, foi uma das frases que li recentemente, algo que também foi dirigido a Gal Gadot que viverá Mulher- Maravilha. É uma série que enaltece o “Girl Power”, ou seja, mostra a força das mulheres e mostra como elas podem sim ser grandes e fortes e não precisam da interferência dos homens para tomarem decisões. Então, no fim, elas não serem “gostosas”, não é algo relevante, se elas podem dar boas surras em alguns vilões. E Supergirl mostrou que pode fazer isso.

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Atente para o elenco: primeiro temos os pais adotivos de Kara. Helen Slater, a mãe de Kara, já é uma velha conhecida desse universo. Ela foi a Supergirl no filme de 1984 e a mãe de Clark em “Smallville”. Já Dean Cain, o pai, era Clark na série “Lois & Clark” e fez o vilão Dr. Curtis Knox, em “Smallville”. Jeremy Jordan (o Jimmy de “Smash”) faz Winslow Scott, mais conhecido nos quadrinhos como o vilão Homem-Brinquedo. Além do personagem Hank Henshaw, que nas HQs se torna o vilão Superciborgue.

O ponto é: os personagens escolhidos para aparecem no primeiro ano da série abrem um leque de possibilidades para “Supergirl”, que não foi feito em outras séries. Temos que lembrar que “The Flash” iniciou uma temporada fraca e acabou alcançando patamares de uma produção de muita qualidade, dando a Grant crédito com fãs que já pedem para vê-lo viver o Velocista Escarlate no cinema. As oportunidades para “Supergirl” são imensas. As mitologias que podem ser mostradas, os personagens que podem ser apresentados e, claro, a imensa vastidão de mundos e realidades que a série “The Flash” abriu para todos os próximos projetos da DC para a televisão, criam expectativas muito amplas do que se pode fazer com esse produto em especial.

Daqui a seis meses estreia, definitivamente, “Supergirl” e então poderemos  ver o que mais a CBS está guardando para nós. A expectativa é alta visto que Andrew Kreisberg é o criador de “The Flash” e “Arrow” e o “pai” de “Supergirl”. E sabemos o que ele fez com o Velocista Escarlate e a temporada excelente que entregou lá pros lados da The CW, assim como os três anos que vem trabalhando nas histórias de Oliver Queen e companhia. Por isso, não faça a linha revoltado, assista “Supergirl”, assista a temporada inteira, deixe-se envolver pela trama, pesquise os easter-eggs, veja as referências, conheça a fundo os personagens e suas histórias. Faça como eu fiz quando iniciei “Arrow” e acredite, o resultado é surpreendente, pois passamos a ver a série e história de uma maneira muito melhor.

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– “Supergirl” se passa em uma realidade alternativa a de “The Flash” e “Arrow”, porém, para quem assiste ambas, sabe que o season finale do Velocista Escarlate trouxe a oportunidade de viagens entre as realidades e os Universos, logo, JÁ QUERO CROSSOVER COM BARRY ALLEN E OLIVER QUEEN PARA ONTEM. OBRIGADO. DE NADA.

Confere aí o trailer e, se quiser, dá uma procurada no piloto que já está zanzando por aí esperando ser baixado.

Minhas cinco queens favoritas da sétima temporada de RPDR

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Com o final da sétima temporada de RuPaul’s Drag Race se aproximando e depois de diversos momentos de raiva que passei (e, acredito, todos passamos) durante essa season conturbada e muitas vezes dita como “fraca”, o Top 4 não é, nem de longe, o que eu esperava no início dessa nova corrida. Eu não tenho certeza de quem seria meu Top 4, muito menos meu Top 3, mas aqui vão as minhas cinco queens favoritas com as quais o final da temporada seria incrível.

 

KATYA ZAMOLODCHIKOVA

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A nossa russa-que-não-é-russa conquistou o coração desse que vos escreve e de uma outra legião de fãs. Simpática, consistente, engraçada e linda, Katya foi a surpresa (pelo menos para mim) da Season 7. Nos primeiros trailers eu não acreditava muito nela e jamais poderia imaginar que ela cairia na minha graça, felizmente isso aconteceu e pude ver tudo que KATERINA PETROVA ZAMOLODCHIKOVA tinha à mostrar (apesar de achar que não vimos nem metade do que o furacão russo tinha)

Infelizmente ela não chegou ao Top 3, mas acredito que seja dela o posto de Miss Congeniality da temporada.

 

VIOLET CHACHKI

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Confesso que não era fã da Violet no início da temporada. Acreditem em mim, eu gosto de uma Queen que saiba ser Shade na hora certa (saudades Bianca), mas Violet não me descia exatamente por ser Shade a todo momento.

Isso, obviamente, ficou no passado no episódio seguinte ao DESPY AWARDS em que foi eleita a “Mais Shade” da temporada e realmente me doeu perceber que ela não queria aquela posto. Depois disso foi só amor, sua interpretação de Michelle no “Ru-Hollywood Stories”, a incrível Alyssa Edwards do “Snatch Game”, a união incrível com a Max no “Conjoined Queens”, o Tango-Vogue inesquecível com a Katya em “Prancing Queens” e sua Hello Violet de “Hello, Kitty Girls” mostraram que Violet merece a coroa.

 

PEARL

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Então chegamos a Pearl. Uma das Queens mais bonitas da temporada e, diga-se, o colírio aos olhos do WorkRoom quando estava em Out of Drag. A Queen começou a temporada morna, para não dizer gelada. Pandora Boxx poderia usar sua frase (direcionada a Raven na season 2) nessa temporada, pois era fácil ver pinguins circulando o pólo de Pearl.

Mas isso ficou no passado e Pearl passou a mostrar que estava sim viva na competição após vencer o DESPY Awards. Palmas para sua interpretação de Michelle, sua Big Ang e sua união com a Trixie no “Conjoined Queens”. Pearl merece estar onde está, se merece mais do que Katya ou Max? Não sabemos, mas, para mim, ela estará no Top 3.

 

MAX

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Depois da Raven perder a coroa duas vezes na história de RuPaul’s Drag Race e Nina Flowers não vencer a season 1, não acreditava que alguma coisa fosse me chatear tanto novamente na competição. Porém, eu estava enganado. Max foi a minha Queen favorita desde o início, desde os trailers da season. Seu estilo elegante e sua desenvoltura na maioria dos desafios me fazia amá-la incondicionalmente.

Sua eliminação depois de vir tendo uma temporada consistente me doeu na alma. Vê-la ir embora e depois vê-la não voltar no desafio das “Conjoined Queens” me fez perder a fé em Mama Ru. Mas, infelizmente, nada podemos fazer, apesar disso ela segue sendo a minha Queen favorita e entra para o meu Hall da Fama que incluí uma gama grande de Queens.

 

JAIDYNN DIORE FIERCE

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É um tanto contraditório eu falar da Max e logo depois dizer que aquela que a eliminou também é uma das minhas favoritas, mas, a culpa não é dela. Jaidynn foi ótima no Lipsync e, entre nós, teria eliminado a Ginger se não tivesse a Tempest grudada nas suas costas.

Dias atrás ela me respondeu no Twitter dizendo que esperava vir ao Brasil em breve e muitos para quem mostrei falaram mal da Queen. É claro que não deixarei meu Shade transparecer ao dizer que essas pessoas apenas acham que tem propriedade para falar de uma Queen, mesmo o mundo sabendo que elas não tem… Oops, o Shade saiu. Sorry.

Por mim, Jaidynn para ontem no Brasil.

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