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Young & Hungry – O sitcom vai lhe deixar faminto por risadas

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Young & Hungry chegou até mim como uma daquelas indicações de pessoas que tem bom gosto quando o assunto é série. E foi amor à primeira vista! Mesmo não sendo fã do gênero, a série tomou um espaço entre minhas favoritas e me fazendo devorar sua primeira temporada em dois dias apenas. Com produção de Ashley Tisdale, e criada David Holden a série nos ganha pela sutileza e desenvolvimento do enredo que decorre de forma descomplicada fazendo cada episódio você se envolver um pouquinho com os personagens e torcem para que tudo de certo no final.

A série segue o jovem e rico empresário Josh (Jonathan Sadowski), que contrata uma jovem blogueira de alimentos chamada Gabi (Emily Osment) para ser sua nova chef pessoal. Desesperada para manter seu novo trabalho, Gabi tem que provar suas habilidades para Josh e seu assessor pessoal Elliot (Rex Lee), que prefere um chef celebridade para trabalhar no lugar dela.

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O sitcom transmitido pela ABC Family estreou em 25 de Julho de 2014 e pela sinopse parecia ser uma mistura de tudo aquilo que agrada: uma protagonista genuinamente carismática e a beira da falência; um bonitão extremamente rico, fofo e nerd; três personagens secundários que, por alguns momentos se tornam tão queridos quanto os protagonistas; e por fim, a culinária emoldurando cada um dos conflitos. Emily Osment está tão madura e divertida que é quase impossível lembrar que ela já foi uma das coadjuvantes de Hannah Montana. Sem contar que o show já foi indicado ao PCA (People’s Choice Awards) após sua pré indicação tudo graças ao seu mérito e ao do elenco.

Com críticas mistas pelos especialistas e uma pequena legião de fãs se formando, Young & Hungry está em sua segunda temporada, e se mostra promissora por trazer assuntos rotineiros de uma forma tão leve que foge daquele exagero de outras séries de sucesso do mesmo gênero. Com produção cativante e um elenco incrível, a hilária empregada Yolanda (Kym Whitley) e o assistente extremamente pintoso e ácido de Josh Elliot (Rex Lee) merecem destaque e não é pra menos. Eles dominam as cenas em que estão presentes, como por exemplo no episódio da banheira, ou quando eles resolvem fazer uma nova dieta a base de sucos.

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Cada novo episódio de Young & Hungry é como saborear um dos inúmeros pratos feitos por Gabi e levar para seu dia-a-dia coisas da série como a “Power Pose”. Com apenas 20 a 25 minutos de duração, você pode assistir um episódio na hora do almoço; super prático e tirar da série sua dose de risadas da semana. Assista ao trailer:

Uma despedida dolorosa para Glee

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Seis anos atrás, estreava o que viria a ser um dos maiores fenômenos mundiais e uma das minhas paixões mais intensas: Glee. Sinceramente, acho que não precisa contar a sinopse e sobre como a série foi crescendo até se tornar uma dos maiores sucessos da Fox. Criada por um time de peso como Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennam; Glee infelizmente chega ao fim esse ano com suas ilustres seis temporadas e duas outras do The Glee Project, e muitas lágrimas.

Minha história com Glee começou há quatro anos, quando conheci a série pelo Youtube enquanto assistia a performance deles de “Born This Way”. Por ser muito fã da Lady Gaga, virei o nariz na primeira impressão, porém lá no fundo algo me instigou a pesquisar mais sobre aqueles garotos. Foi tiro certo no meu pequeno coração! No mesmo ano, a Rede Globo comprou os direitos da série e era mais do que eu esperava, pois minha alegria era tanto que comecei a distribuir a “palavra” de Glee para todos meus amigos. Era como se eu tivesse a necessidade de mostrar a todos aquilo que tinha me encantado tanto.

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Não demorou muito e todos que eram próximos a mim, estavam infectados e se tornaram expectadores assíduos nos sábados de manhã da TV Globo. Contudo, logo dei um jeitinho de fazer meus pais assinarem Sky em casa e pronto; o vício realmente estava instalado. Estava viciado nos ataques de estrelismo da Rachel, no senso fashion de Kurt, no tempero latino da Santana, no sorriso bobo do Finn, na voz incrível da Mercedes, nas tentativas e chiliques da Sue e em cada uma das personagens. Eu vivi cada reviravolta daquela série, mais ainda porque ela veio em um momento difícil em minha vida e Glee fez seu papel: me animar e me fazer esquecer a tristeza que me rodeava.

Eu estava envolvido no enredo, e com os personagens de uma forma quase familiar, e somente quem foi, ou ainda é fã da série, sabe como é chorar com Kurt revelando a seu pai sobre sua sexualidade, com os conselhos do Mr. Schuester, com Sue quando conhecemos sua história juntamente com sua irmã ou então gargalhar alto da vilã conversando e planejando sabotagens com sua assistente Becky. Impossível não ter vibrado com a vitória na terceira temporada ou simplesmente sentir um buraco enorme quando o ator que atuava como Finn, Cory Monteith, faleceu.

Assistir Glee era vivenciar um turbilhão de acontecimentos e sentimentos embalados por versões viciantes de músicas que ganharam cada vez mais espaço no nosso coração. Contudo, a série sofreu sua grande mudança durante a 4° temporada quando se dividiu entre Lima, o local onde estava o colégio onde alguns alunos ficaram, e New York, onde parte do elenco se mudou após estarem formados. Lidar com toda mudança e ainda com a perda de um dos protagonistas principais da série na 5° temporada fizeram alguns fãs temer que a má qualidade do enredo e a audiência baixa fizessem a série ser cancelada. Mas pelo bem de uma nação de Gleek’s a série foi confirmada até sua sexta temporada, que é onde nos encontramos.

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Escrever sobre algo que você tem uma paixão tão grande como eu tenho por Glee é extremamente difícil, porque você tem que escolher momentos para citar, músicas para lembrar… Você convive durante anos com aqueles personagens, e você aprende com eles. Isso não é somente um post sobre o fim de uma série amada por milhares de pessoas é um tributo, um agradecimento e uma triste despedida de um fã que vai ter pra sempre em seu coração Glee como umas das melhores partes daquilo que ele se tornou.

Don’t stop believin’.

Top 5: Performances de Glee

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Com o fim da sexta e última temporada de Glee (todos choram), eu me peguei lembrando de grandes e bons momentos da série. Sua qualidade pode ter caído nos últimos tempos, mas é inegável que Glee foi um fenômeno mundial e ainda é, até hoje, um dos principais seriados musicais do mundo. Por isso, confira minha lista de cinco performances preferidas por temporada.

5 – I’LL STAND BY YOU – THE PRETENDERS

(FINN – SEASON 1)
Um momento de silêncio para Cory Monteith. Pronto.
Eu escolhi essa música da primeira temporada pelo simples e único fato de que a cenas que a ilustraram foram incríveis. Finn estava junto com Quinn enquanto essa esperava o bebê que, mais tarde, viria a se descobrir que era de Puck. No episódio tributo ao ator Mercedes deu um show ao apresentar novamente essa música, mas foi a versão original que me fez escolher para o Top 5.


4 – RAISE YOUR GLASS – PINK

(BLAINE E WARBLERS – SEASON 2)
Não é segredo para quem me conhece que Blaine Anderson é meu personagem favorito de Glee. E ao cantar uma música da minha cantora favorita ele elevou o nível de paixão que eu tenho por ele. Fora que a apresentação é incrível e digna de estar nesse Top 5.


3 – ROOTS BEFORE BRANCHES – ROOM FOR TWO

(RACHEL – SEASON 3)
Deixar o amor da sua vida ir embora para viver seu sonho em uma cidade gigantesca e maravilhosa e, pasmem, não ir junto fez de Finn o homem perfeito. Rachel entendeu isso quando o então noivo a deixou na estação de trem para Nova York para que ela começasse a 4ª temporada de Glee. Muito suor masculino saindo dos meus olhos enquanto Finn corria com o trem quando Rachel se despedia.


2 – AMERICANO / DANCE AGAIN – LADY GAGA/ J. LO

(KASSANDRA – SEASON 4)
Diva. Gostosa. Loira. Má. Kate Hudson.
Quando Rachel achava que seria a grande estrela de NYADA ao entrar na faculdade vem a sua professora de dança Kassandra July e mostrou que ela estava na cidade grande e não mais na pequena escola de Lima, Ohio. Uma mashup daqueles dignos de ver e rever.


1 – MAKE YOU FEEL MY LOVE – VERSÃO DA ADELE

(RACHEL – SEASON 5)
Ok. Esse episódio por si só já é demais e me fez chorar, literalmente, do começo ao fim. Porém, há muito mais coisa envolvida quando Rachel canta essa canção. Não é apenas a Rachel personagem que canta pela morte do Finn personagem, mas a Lea Michelle cantando e chorando pela pessoa que ela amava Cory Monteith. E o resto do Glee Club chorando. Foi uma performance incrível.


MENÇÃO HONROSA: DON’T STOP BELIEVIN’ – JOURNEY

(GLEE CLUB – SEASON 1)
Essa não é apenas uma menção honrosa, essa canção não entra na lista do Top 5 pelo simples fato de que ela está acima de qualquer outra performance de Glee. Essa é a música da qual todos os Gleeks lembram quando falam da série. Ela foi reproduzida outras duas vezes durante essas cinco temporadas, mas a original é sempre a original.

Bom, essa são as que não consigo esquecer e as acho inigualáveis.
Mas quero saber as de vocês: quais foram as performances que vocês mais gostaram e vão pra sempre ficarem na sua memória? Diga aí nos comentários.

12 queens para RPDR Allstars 2

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Estava pensando nesse texto há dias, só não havia escrito (cof cof), mas vamos lá. Com a proximidade da estreia da Season 7 de RuPaul’s Drag Race e nada de All Stars 2 antes da oitava temporada, provavelmente, decidi fazer a minha lista das 12 queens desde a Season 1 que eu gostaria que estivessem disputando a coroa novamente.

Ongina

Primeira pergunta: porque Ongina ficou de fora da Season 1 de All Stars? Não faço ideia. Teria trocado a Tammie Brown e até mesmo a Shannel por ela.
Ongina era uma das minhas favoritas na Season 1 e quando ela foi eliminada pela Bebe fiquei sem chão. Felizmente ela foi mandada para casa pela vencedora. Agora é a chance de Ongina mostrar mais e quem sabe abocanhar a coroa ou, pelo menos, ficar no Top 3 que, para mim, é seu lugar de direito.

Rebecca Glasscock

Eu sei o que todos estão pensando, mas convenhamos, toda temporada precisa de uma Queen Bitch e essa é, claramente, a função de Rebecca Glasscock. Imagine ela com as Queens de temporadas mais bem produzidas, afinal, todos sabemos que a primeira temporada foi um teste para o programa e que as grandes Drag Queen vieram depois. Além disso, Rebecca foi Top 3 de sua temporada (mesmo que isso seja questionável).

Morgan McMichaels

Morgan estava entre algumas das minhas Queens favoritas da Season 2, até fazer a Pink no Snatch Game. Triste verdade, porém, perdoei a Queen e dei meu voto de confiança pelo fato de ter decidido fazer minha cantora favorita e agora quero vê-la novamente na disputa, dessa vez mais polida. E já sabemos que Morgan é uma queen que arrasa no lipsync né? Impossível esquecer a performance de Two Of Hearts onde ela derrotou a bela Sonique.

Jessica Wild

Preciso dizer que escolher duas Queens da Season 2, sem poder escolher Jujubee e Raven foi difícil. Não simpatizo com grande parte da temporada, porém Jessica Wild é uma Queen que eu gostaria de rever. O bate-cabelo de Jessica era algo incrível e adoraria um novo desafio onde ela precisasse beber vodka durante a gravação. “Oh. I love this Absolut Aça…assa…açaíií”.

Delta Work

Primeira pergunta (parte 2): o que Mimi Imfurst estava fazendo em All Stars e por qual motivo Delta Work não estava? Juro que jamais vou entender. Bom, chegou a hora de redimir esse erro e colocar Delta no cast. Ela era uma das minhas favoritas da Season 3 e seu grupinho das Heathers era, claro, formado pelas melhores da temporada. Não há mais o que dizer é Delta no All Stars e pronto.

Shangela

Talvez eu seja crucificado por isso, mas a verdade é que Shangela mereceu esse Top 12. Eu coloquei ela aqui representando a Season 3, pois foi a temporada em que ela, de verdade, participou. Shangela, na Season 3, mostrou que evoluiu. Erros aconteceram sim, mas a primeira eliminada da segunda temporada venceu dois desafios e chegou ao Top 5 da temporada eliminando Carmen Carrera em um grande Lipsync. Por isso, Shangela merece estar no All Stars… Halleloo!

Willam

Quero deixar claro que não sou muito fã da Willam, mas não há como negar que a Queen era das boas. Claro, cometeu seus erros (vomitar no palco. Horrível, mas entrou para a história. Ser expulsa então). Apesar disso, Willam seria outra Bitch na temporada e eu iria amar vê-la nas disputas e ainda por cima na mesma temporada que Rebecca, duas bitches juntas? Quero ver o circo (e os untucked’s) pegando fogo.

Dida Ritz

SIM. EU QUERO DIDA RITZ EM ALL STARS. Dida podia deixar passar erros grotescos durante as disputas, mas eu adorava sua perseverança e a maneira como conseguiu ir adiante na competição. Além disso, seu lipsync contra a The Princess está na minha lista de favoritos e eu quero vê-la agora disputando novamente o RPDR.

Alaska

Eu, apaixonado que sou pela Sharon Nedlees, confesso que via Alaska como apenas uma Queen que achava que podia ser alguém, pois namorava a última vencedora. Como estava errado. Alaska mostrou a que veio e conseguiu mostrar seu poder sozinha. O que foi o show de comédia? Gente. Pasmo até hoje. Para mim, Alaska no All Stars era vitória certa.

Detox

Agora é a vez da Detox. A Queen sabia fazer as coisas e, para mim, era do nível da Chad Michaels na Season 5. Eu, como apaixonado que sou pela Jinkx Monsoon, fiquei feliz quando Detox foi eliminada, pois se não fosse, minha favorita teria saído, mas, apesar disso, queria tê-la visto no Top 3. Agora é a chance de colocar Detox no seu lugar de direito na realeza Drag.

Adore Delano

É mais do que óbvio que eu queira Adore Delano no All Stars, com Alaska na mesma temporada? Eu olho para o PC e não sei o que dizer, só sentir. Adore era minha favorita disparada na Season 6 e quero muito vê-la em All Stars. Mas, agora, eu me contradigo, pois com Adore na disputa, não sei mais se a vitória de Alaska seria certa. PARTY.

BenDeLaCreme

Por favor, DeLa merecia estar no Top 4 e não ter sido eliminada pela Darienne Lake. Além de linda, BenDeLa era um exemplo de que se pode vencer e de que se pode fazer as coisas darem certo. Sua história sobre sua infância me comoveu, mas esse não é o motivo para eu querer a Queen em All Stars, meu motivo é DeLa sendo uma das Queens mais bem polidas da temporada. E sua representação de Maggie Smith, BITCH, PLEASE.

Menção Honrosa: Courtney Act, Alyssa Edwards e Mariah.

Top 3: Séries que não deveriam ter sido canceladas

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Se tem uma coisa que eu detesto é quando estou acompanhando uma série e a emissora decide cancelar a mesma, principalmente se a cancelam ainda na primeira temporada. Isso me aconteceu várias vezes nessa minha “carreira” de fã. Porém, três séries que tiveram seu fim, me deixaram muito irritado quando isso aconteceu e queria muito que todas tivessem uma segunda chance.

3ª – THE NEW NORMAL

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A série da Fox criada por Ryan Murphy (de Glee e American Horror Story), teve uma temporada. A história narra a trajetória de Bryan e David, um casal gay que decide ter um filho. É aí que entra Goldie, que serve de barriga de aluguel para o casal. Com ela vem a filha Shania e a avó Jane que se juntam a hilária Rocky. A série segue todos os passos do tempo de Goldie como barriga de aluguel e fala também de preconceito de uma forma leve e bem humorada.
Sinto que deveria ter continuado, queria ver como as coisas ficariam depois, visto que durante a primeira temporada Shania, David, Goldie, Bryan, David, Rocky e até mesmo Jane acabaram por formar uma família enquanto o bebê se desenvolvia e merecia uma segunda chance para saber como seria depois da chegada da criança.

2ª – THE SECRET CIRCLE

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A série criada pela autora de The Vampire Diaries tinha tudo para ser um sucesso como sua irmã, porém não foi. As bruxas e bruxos de The Secret Circle eram estilosos, jovens, bonitos e com histórias incríveis como as de TVD, mas, infelizmente, não vingaram. A história fala de Cassie, a última integrante de um clã de bruxos que, após perder a mãe em um misterioso incêndio acaba indo morar com a avó em Chance Harbor e lá as coisas começam a ficar estranhas após os bruxos unirem seu círculo de magia.
A atriz Phoebe Tolkin, que viveu Faye, hoje faz sucesso em The Originals e Britt Robertson, que fez Cassie estava em Under The Dome. A série tem um motivo, além de outros, extremamente relevante para ter uma segunda chance: a chegada dos irmãos de Cassie, outros bruxos, que compunham um clã secundário que poderia ou não ser maligno.

1ª – THE TOMORROW PEOPLE

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Minha mais recente decepção por causa de um cancelamento. A série da CW falava sobre Stephen, um integrante dos “seres do amanhã”, pessoas com habilidades especiais de teletransporte, telecinese e telepatia. Ele conhece Cara e John e outros seres que vivem escondidos, fugindo da Ultra, uma organização que quer exterminá-los. A série é um remake e não teve boa aceitação na emissora.
Apesar disso, a série merecia uma segunda chance, visto que o final de temporada foi incrível. O novo poder de Stephen e mudança de lado de John foram insanidade e que poderia dar um gás genial para a série em uma segunda temporada. Infelizmente, com a grande quantidade de novos programas que a CW faz, foi melhor cancelar a fazê-la disputar espaço.

MENÇÃO HONROSA: Touch, Smash e Bloodlines (spin-off de Supernatural que nem chegou a ser iniciada).

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