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Review: “American Horror Story: Hotel”

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Na ultima Quarta Feira (07 de Outubro) O Hotel Cortez abriu suas portas para milhares de Fãs da série de Horror criada por Ryan Murphy e Brad Falchuk, que cada ano trás consigo um tema novo. Mas vamos deixar as explicações técnicas por aqui, afinal nosso intuito é falar única e exclusivamente sobre quais foram as impressões ao episódio da abertura da quinta temporada de American Horror Story : Hotel.

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Michael Goi Diretor de Fotografia de AHS fez um trabalho excelente, tudo é magistral e evoca um espírito Anos 30, que é arquitetura totalmente Art Deco que serviu de inspiração para a construção do cenário. Como já citado em entrevistas o tom vermelho preenche os ambientes deixando todo o clima e as cenas com um traço claustrofóbico e angustiante, mas ainda sim exuberante e encantador. No quesito, Fotografia, Arte e Cenário eu não podia esperar mais de uma equipe que sempre constrói cenas Memoráveis como O Portal Demoníaco de Freak Show e a Academia para Excepcionais Jovens Garotas da Madame Robichaux.

As performances não decepcionaram, ainda que boa parte do Elenco ainda não tenha dado as caras, Checking In foi um episódio que trouxe uma introdução inexplicável para Sarah Paulson e sua personagem Sally, quem acompanha a série sabe que é a primeira vez que vimos um personagem com densidade e potencial sendo retratado por Sarah que não fez por menos e me deixou arrepiado a cada aparição, seja na cena aterradora no Quarto 64 ou quando contracenava com Iris personagem de Kathy Bates. Falando em Kathy Bates, podemos ver um pouco mais sobre ela e seu passado, a veterana não decepciona no aspecto atuação, que pra mim teve seus momentos mesclados de suas ultimas personagens na série, não demonstrando nada novo, mas ainda sim sendo impecável. Lady Gaga por sua fez, me trouxe uma atuação positiva, como eu já esperava ela seria um símbolo estético na série, que faria da suas expressões, cenas chocantes e aparições parte de sua atuação. Contudo quero ressaltar o fascínio que Lady Gaga traz com sua personagem Elizabeth, algo que Jessica Lange fazia bem com suas personagens, elas transitavam entre a tênue linha do assustadora e doce. Algo que a Condessa fez excepcionalmente bem nesse primeiro episodio, contudo o que me preocupa em relação a atuação de Lady Gaga é ela ficar escorada numa personagem que seja estética e simples, sem grande diálogos e de certa forma “presa” dentro de um clichê. As demais atuações foram bem medianas, e sem grandes performances, algo que eu já esperava, e que não me chamou muita atenção.

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O Figurino é um espetáculo a parte em TODAS as temporadas, Lou Eyrich é a guru Fashion dos universos criados por Ryan. O desafio desse ano seria como dar um destaque a determinados personagens com uma figura fashionista tão imponente como Lady Gaga no Elenco? A resposta foi dada com figurinos extremamente bem montados com o da já mencionada Sally, outros detalhes como os óculos imensos de Iris e suas roupas em tons pasteis, as botas de Donovan, os ternos combinados dos filhotes da Condessa e para completar e enriquecer o clima psicótico e sensual da série os conjuntos das serviçais foram um show a parte. A surpresa veio com a mais bela e excêntrica criatura do Hotel Cortez: Liz Taylor, personagem Crossdresser de Denis O’Hare que tem um figurino excepcional, posso dizer quase mágico, suas cenas por mais sucintas e pequenas, foram um banho a qualquer amante da Moda que reconheceu referencias da atriz que da nome a personagem e se banhou na graça e elegância que Denis acrescentou a personagem, sabe-se ainda que ele teve ajuda da Drag Queen Alaska Thunderfuck para construção e detalhes da sua personagem .

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No quesito trilha sonora eu não fui surpreendido por nada, era de se esperar que musicas com uma pegada rock – punk, e outras mais vintage relacionadas com hotel ou algo que remetesse a temática e entoassem a estreia.  Como o esperado o episódio teve nomes do Rock como The Sisters Of Mercy,  Joy Division e She Wants Revenge entonou a cena auge de Gaga. Por outro lado tivemos nomes como Benny Goodman Trio e Petula Clark ponderando e suavizando a atmosfera “dark” instalada pelo resto da trilha sonora. Eagles encerrou o episódio com Hotel California um final a altura e deixando um gostinho de quero mais na boca de todos.

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Construir um enredo que instigue, provoque, excite, transtorne e fascine é a habilidade que fez Ryan e sua equipe ter 5 Temporadas de uma série bem premiada e com números de audiência bem satisfatórios. Hotel fez bem em seu primeiro episódio mostrou a ponta do Iceberg de cada conflito que vai se desenrolar e desenvolver dentro do Cortez, um terror psicossexual com tons escuros e uma vibração sexual e sangrenta que preenche todo ambiente. Tivemos uma amostra das figuras de Terror dessa temporada: O Assassino dos 10 Mandamentos e do Demônio do Vicio foram a encarnação do que a série terá que oferecer de mais macabro. As críticas estão escancaradas a cada corredor do Hotel e não precisa ir muito fundo pra saber que teremos o Vício como o centro de tudo isso. Famílias desestruturadas e necessidades físicas e emocionais a serem supridas acompanham a grandiosidade de um enredo que remete aos melhores momentos de todas as temporadas da série.

O primeiro episódio dentro do Hotel Cortez foi como descer o primeiro degrau à um escada diretamente para o coração demoníaco da construção. Com referencias a clássicos do cinema, e casos reais de locais assustadores, Hotel possui uma embasamento profundo e atormentador. Em uma temporada em que o vício foi posto em questão você só pode se entregar a ele e se deliciar com o que o Hotel Cortez e Lady Gaga tem guardado para você este ano.

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5 Motivos para começar a assistir American Next Top Model

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Eu quero trazer algo que eu amo para o Fruto Proibido dessa vez: America’s Next Top Model. Trata-se de um dos maiores shows da atualidade, simples, com participantes e uma produção impecável. Comandado por Tyra Bank, o America’s Next Top Model ou ANTM busca encontrar entre um grupo de garotas, uma que se destaque e que possua talento e esforço para evoluir junto com a competição.

Cada Temporada é nomeada de Ciclo e possui de 10 a 14 garotas com os mais diferentes tipos de belezas. Assim que elas chegam ao programa e são selecionadas, elas passam por uma transformação inacreditável para ter uma estética que se adéque ao meio Fashion. Após suas fotos inicias elas passam todos os episódios vivendo juntas e fazendo sessões de fotos com os mais variados conceitos e desfiles, para que, seu caminhar seja elevado a de uma super Model Veterana, como a Apresentadora e Mentora do programa.

Com bordões próprios, prêmios, reviravoltas cheias de drama, comédia e muito glamour ANTM é um show vasto, com tantos momentos e ciclos inesquecíveis, totalizando 22° com o que começara esse mês. Lógico, o show sofreu mudanças aos longos de suas duas décadas na TV, mas ainda é um grande sucesso por todo mundo, tendo versões por Austrália, Inglaterra e até uma versão Brasileira. Se você está nos EUA pode acompanhar a Tyra comandando seus modelos através do canal CW e, aqui no Brasil, o programa é exibido pela Sony.

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Com um Ciclo estreando ainda esse mês, eu resolvi colocar meus 5 motivos prediletos para que eu lhe convença de que vale a pena conferir esse show, que é um marco na cultura e na TV americana.

1 – Tyra Banks.
“Mas, o motivo de eu assistir o show é a apresentadora/criadora dele?” Sim!! Tyra teve uma super carreira, com apenas 17 anos ela seguiu para Paris, onde conseguiu chamar atenção de várias grifes por sua presença esmagadora na passarela, tal feito fez ela ser cogitada para 25 desfiles, número recorde para uma iniciante. Foi a primeiro modelo Afro Americana a ser uma Angel da Victoria’s Secret. Mas, ela no show se mostra uma das pessoas mais queridas, inteligentes, extrovertidas de todos os realities que eu já vi. Ela protagoniza momentos em mostra ser tão grandiosa e acolhedora e que realmente se importa com as competidoras, mostrando como se portar, desconstruindo preconceitos e deixando todos encantados por sua personalidade magnética e graciosa.

2 – Jurados e Mentores.
Bem, a lista de Jurados e Mentores que ajudaram Tyra a construir o show é bem grande, mas, vale a pena ressaltar alguns nomes como Janice Dickinson, Paulina Porizkova, Kelly Cutrone e André Leon Talley que são meus preferidos durante toda a história do show. São personalidades do meio Fashion, que tem um vasto conhecimento, e, como eu gosto de chamar, os “Gurus” da Tyra. Sem eles cada brincadeira, ou até mesmo climão não seriam os mesmos. Eles são parte essencial da decisão e desenrolar do programa.

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3 – J. Alexander.
Se existe alguém abaixo de Tyra Banks essa pessoa é Miss J. Uma mistura de glamour, excentricidade e uma das personalidades mais incríveis do show. Conhecido como “Queen of the Catwalk”, Miss J é um Coach de Passarela e auxilia as garotas com seu jeito atrevido, impiedoso, sua extravagância natural e cheio dos trocadilhos que são sua marca registrada. Ele acompanhou Tyra no ANTM em todos os ciclos, sendo jurado no 5° Ciclo e depois voltando em 2014 no 21° e permanecendo por mais um ano.

4 – Makeovers.
Como eu disse anteriormente, o casting de cada ciclo é extremamente variado. Cada garota possui uma beleza extraordinária e única. Contudo, o meio Fashion pede que os Modelos sejam verdadeiros camaleões e, sabendo disso, Tyra faz o famoso “Makeover”. Ela propõe que os participantes do programa passem por uma mudança no visual em que é supervisionada e busca elevar o potencial de todos. Ver as mudanças e como cada concorrente reage perante elas é verdadeiramente delicioso.

5 – Sessões de Fotos.
São 22 Ciclos, centenas de participantes, da pra imaginar quantas sessões de Fotos foram pensadas e executadas durante todo o show? Todas sendo diferenciadas e buscando trazer um conceito ou algo que os modelos pudessem encontrar num futuro em suas carreiras, enquanto modelassem. Foram sessões de fotos incorporando celebridades, em pontos turísticos, em condições climáticas diferenciadas, com modelos extremamente importantes. É incrível ver como eles se superam cada vez mais em cada desafio.

Foram só 5 motivos correto? Foram Poucos? Sim, esse é o intuito, lhe dar uma prévia do que com certeza vai lhe fazer vibrar e torcer a cada episódio. ANTM é um clássico e agrada as mais variadas pessoas, sendo citado em livros como A Culpa é das Estrelas e O Diabo Veste Prada, servindo de bases para outros shows como RuPaul Drag Race, e ainda, colocando profissionais incríveis no Mundo da Moda. O Ciclo 22 começou dia 05 de Agosto, e, se quiser uma dica, existe um site Brasileiro que é o America’s Next Top Model BR, que legenda todos os ciclos e os disponibiliza gratuitamente para os Fãs, além de trazer conteúdos sobre tudinho relacionado ao universo do show. Pois bem, basta agora você decidir se vale ou não a pena dar uma chance para Tyra e seus modelos impecáveis invadirem sua casa e torna-lo mais um amante da série assim como eu.

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O que esperar de “Supergirl”

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Há alguns dias vazou na internet o episódio piloto de “Supergirl”, nova aposta da CBS no universo dos heróis da DC Comic’s seguindo a onda da The CW que já conta com “Arrow” e “The Flash” e em janeiro de 2016 estreia “Legends of Tomorrow”, assim como Warner que conta com a sombria “Gotham”, todas muito dominadas por homens.

“A história fala de Kara Zor-El, prima de Kal-El, ou Clark Kent, ou Super-Man. A garota de 14 anos tem como missão, diante da iminente destruição de Krypton, seguir a nave do primo até a Terra e cuidar do bebê. Porém, Kara teve a nave arrastada para dentro da Zona Fantasma, uma área do Universo onde o tempo não passa e onde fica a prisão com os maiores criminosos do Universo. 24 anos depois, misteriosamente, a nave consegue deixar a Zona Fantasma e quando Kara pousa na Terra, Kal-El não só é um adulto como já mostrou-se ao mundo como o poderoso Super-Man. Adotada pelos Danvers, Kara passa a levar uma vida normal e esconder seus poderes do resto do mundo, passando a trabalhar para Cat Grant, no melhor estilo “The Devil Wears Prada”. Até que o avião de sua irmã adotiva está prestes a cair e ela acaba se mostrando ao mundo para salvá-lo, nascendo assim a SUPERGIRL”

A crítica, dos fãs, veio em peso sobre a série. Depois do trailer de 6 minutos, as pessoas reclamaram da história parecer muito “comédia romântica” e, sim, muito “O Diabo Veste Prada” SACRILÉGIO. Porém, o que vejo, é uma série promissora. Melissa Benoist veio de “Glee”, onde interpretou a “nova Rachel”, Marley. Assim como Grant Gustin, o Flash. O que sabemos, gera um preconceito irritante sobre os atores.

Apesar disso, apenas no piloto, notamos que Melissa está comprometida. É claro, quem sabe ela ainda não tenha se dado conta da personagem que tem nas mãos e de toda a história que tem por trás de Kara Zor-El. Chloe Bennet também não tinha ao iniciar sua jornada como Skye/Daisy Johnson/Quake em “Agent’s of S.H.I.E.L.D.”, e ainda sim se tornou uma personagem indispensável galgando um posto de extrema importância na história, o que deixa Melissa com uma oportunidade ainda maior, levando em consideração o fato de que ela é a protagonista isolada da trama.

Melissa também pode fazer isso. Supergirl pode ser a precursora para grandes heróinas femininas terem destaque na TV e no cinema. Logo teremos “AKA Jessica Jones”, no Netflix, além dos filmes de solo de “Capitã Marvel” e “Mulher Maravilha”, mas, é bom lembrar que nessa fase, tudo começou com Kara Zor-El e tudo começa com Melissa Benoist. “Supergirl” é uma série que terá, assim como suas co-irmãs, adolescentes como público alvo, logo, ela é trabalhada e feita para esse grupo.

Além disso, é importante ressaltar que o machismo deve ser deixado de lado. “Melissa não é gostosa o suficiente para ser a Kara”, foi uma das frases que li recentemente, algo que também foi dirigido a Gal Gadot que viverá Mulher- Maravilha. É uma série que enaltece o “Girl Power”, ou seja, mostra a força das mulheres e mostra como elas podem sim ser grandes e fortes e não precisam da interferência dos homens para tomarem decisões. Então, no fim, elas não serem “gostosas”, não é algo relevante, se elas podem dar boas surras em alguns vilões. E Supergirl mostrou que pode fazer isso.

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Atente para o elenco: primeiro temos os pais adotivos de Kara. Helen Slater, a mãe de Kara, já é uma velha conhecida desse universo. Ela foi a Supergirl no filme de 1984 e a mãe de Clark em “Smallville”. Já Dean Cain, o pai, era Clark na série “Lois & Clark” e fez o vilão Dr. Curtis Knox, em “Smallville”. Jeremy Jordan (o Jimmy de “Smash”) faz Winslow Scott, mais conhecido nos quadrinhos como o vilão Homem-Brinquedo. Além do personagem Hank Henshaw, que nas HQs se torna o vilão Superciborgue.

O ponto é: os personagens escolhidos para aparecem no primeiro ano da série abrem um leque de possibilidades para “Supergirl”, que não foi feito em outras séries. Temos que lembrar que “The Flash” iniciou uma temporada fraca e acabou alcançando patamares de uma produção de muita qualidade, dando a Grant crédito com fãs que já pedem para vê-lo viver o Velocista Escarlate no cinema. As oportunidades para “Supergirl” são imensas. As mitologias que podem ser mostradas, os personagens que podem ser apresentados e, claro, a imensa vastidão de mundos e realidades que a série “The Flash” abriu para todos os próximos projetos da DC para a televisão, criam expectativas muito amplas do que se pode fazer com esse produto em especial.

Daqui a seis meses estreia, definitivamente, “Supergirl” e então poderemos  ver o que mais a CBS está guardando para nós. A expectativa é alta visto que Andrew Kreisberg é o criador de “The Flash” e “Arrow” e o “pai” de “Supergirl”. E sabemos o que ele fez com o Velocista Escarlate e a temporada excelente que entregou lá pros lados da The CW, assim como os três anos que vem trabalhando nas histórias de Oliver Queen e companhia. Por isso, não faça a linha revoltado, assista “Supergirl”, assista a temporada inteira, deixe-se envolver pela trama, pesquise os easter-eggs, veja as referências, conheça a fundo os personagens e suas histórias. Faça como eu fiz quando iniciei “Arrow” e acredite, o resultado é surpreendente, pois passamos a ver a série e história de uma maneira muito melhor.

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– “Supergirl” se passa em uma realidade alternativa a de “The Flash” e “Arrow”, porém, para quem assiste ambas, sabe que o season finale do Velocista Escarlate trouxe a oportunidade de viagens entre as realidades e os Universos, logo, JÁ QUERO CROSSOVER COM BARRY ALLEN E OLIVER QUEEN PARA ONTEM. OBRIGADO. DE NADA.

Confere aí o trailer e, se quiser, dá uma procurada no piloto que já está zanzando por aí esperando ser baixado.

Minhas cinco queens favoritas da sétima temporada de RPDR

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Com o final da sétima temporada de RuPaul’s Drag Race se aproximando e depois de diversos momentos de raiva que passei (e, acredito, todos passamos) durante essa season conturbada e muitas vezes dita como “fraca”, o Top 4 não é, nem de longe, o que eu esperava no início dessa nova corrida. Eu não tenho certeza de quem seria meu Top 4, muito menos meu Top 3, mas aqui vão as minhas cinco queens favoritas com as quais o final da temporada seria incrível.

 

KATYA ZAMOLODCHIKOVA

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A nossa russa-que-não-é-russa conquistou o coração desse que vos escreve e de uma outra legião de fãs. Simpática, consistente, engraçada e linda, Katya foi a surpresa (pelo menos para mim) da Season 7. Nos primeiros trailers eu não acreditava muito nela e jamais poderia imaginar que ela cairia na minha graça, felizmente isso aconteceu e pude ver tudo que KATERINA PETROVA ZAMOLODCHIKOVA tinha à mostrar (apesar de achar que não vimos nem metade do que o furacão russo tinha)

Infelizmente ela não chegou ao Top 3, mas acredito que seja dela o posto de Miss Congeniality da temporada.

 

VIOLET CHACHKI

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Confesso que não era fã da Violet no início da temporada. Acreditem em mim, eu gosto de uma Queen que saiba ser Shade na hora certa (saudades Bianca), mas Violet não me descia exatamente por ser Shade a todo momento.

Isso, obviamente, ficou no passado no episódio seguinte ao DESPY AWARDS em que foi eleita a “Mais Shade” da temporada e realmente me doeu perceber que ela não queria aquela posto. Depois disso foi só amor, sua interpretação de Michelle no “Ru-Hollywood Stories”, a incrível Alyssa Edwards do “Snatch Game”, a união incrível com a Max no “Conjoined Queens”, o Tango-Vogue inesquecível com a Katya em “Prancing Queens” e sua Hello Violet de “Hello, Kitty Girls” mostraram que Violet merece a coroa.

 

PEARL

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Então chegamos a Pearl. Uma das Queens mais bonitas da temporada e, diga-se, o colírio aos olhos do WorkRoom quando estava em Out of Drag. A Queen começou a temporada morna, para não dizer gelada. Pandora Boxx poderia usar sua frase (direcionada a Raven na season 2) nessa temporada, pois era fácil ver pinguins circulando o pólo de Pearl.

Mas isso ficou no passado e Pearl passou a mostrar que estava sim viva na competição após vencer o DESPY Awards. Palmas para sua interpretação de Michelle, sua Big Ang e sua união com a Trixie no “Conjoined Queens”. Pearl merece estar onde está, se merece mais do que Katya ou Max? Não sabemos, mas, para mim, ela estará no Top 3.

 

MAX

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Depois da Raven perder a coroa duas vezes na história de RuPaul’s Drag Race e Nina Flowers não vencer a season 1, não acreditava que alguma coisa fosse me chatear tanto novamente na competição. Porém, eu estava enganado. Max foi a minha Queen favorita desde o início, desde os trailers da season. Seu estilo elegante e sua desenvoltura na maioria dos desafios me fazia amá-la incondicionalmente.

Sua eliminação depois de vir tendo uma temporada consistente me doeu na alma. Vê-la ir embora e depois vê-la não voltar no desafio das “Conjoined Queens” me fez perder a fé em Mama Ru. Mas, infelizmente, nada podemos fazer, apesar disso ela segue sendo a minha Queen favorita e entra para o meu Hall da Fama que incluí uma gama grande de Queens.

 

JAIDYNN DIORE FIERCE

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É um tanto contraditório eu falar da Max e logo depois dizer que aquela que a eliminou também é uma das minhas favoritas, mas, a culpa não é dela. Jaidynn foi ótima no Lipsync e, entre nós, teria eliminado a Ginger se não tivesse a Tempest grudada nas suas costas.

Dias atrás ela me respondeu no Twitter dizendo que esperava vir ao Brasil em breve e muitos para quem mostrei falaram mal da Queen. É claro que não deixarei meu Shade transparecer ao dizer que essas pessoas apenas acham que tem propriedade para falar de uma Queen, mesmo o mundo sabendo que elas não tem… Oops, o Shade saiu. Sorry.

Por mim, Jaidynn para ontem no Brasil.

O que esperar de Scream Queens?

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Scream Queens é a bola da vez de Ryan Murphy, o mesmo criador de Glee e de American Horror Story. Nós do Fruto Proibido estávamos subindo pelas paredes pra escrever sobre o que promete ser uma das melhores series de 2015. Pois bem, aqui vão nossas expectativas:

Misture “Meninas Malvadas” com “Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado” e isso será o que promete ser Scream Queens. Tem como não se amar tal combinação? A sinopse oficial foi liberada essa semana e juntamente com mais alguns detalhes no upfront da Fox já sabemos que, a universidade Wallace é abalada por uma série de assassinatos. A Kappa House, fraternidade mais cobiçada do campus, é governada com mão de ferro (e luva cor-de-rosa) por sua “rainha” Chanel Oberlin (Emma Roberts). Quando a ex-Kappa, Reitoria Munsch (Jamie Lee Curtis) decreta que qualquer aluno do campus pode se inscrever na fraternidade Kappa, que antes era privilégio de uns apenas, porém a universidade vira um inferno e um assassino vestido de diabo começa a causar estragos fazendo uma vítima a cada episódio.

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O elenco da série é realmente de “matar” e traz rostos já conhecidos por nós, como a ex-Glee Lea Michele, Emma Roberts, Jamie Lee Curtis, Keke Palmer, Ariana Grande e a maravilhosa da Abigail Breslin (Pequena Miss Sunshine). O elenco masculino contamos com o lindo Nick Jonas, Glen Powell, Julian Morris e Diego Boneta, famoso pelo seu papel na novela Rebelde e algumas produções da Disney. Segundo algumas entrevistas do criador, a série conta com cenas com triângulos amorosos, sexo e muito terror.

A fórmula de American Horror Story está de volta em Scream Queens: um enredo antológico focado em tramas e personagens diferentes a cada temporada e uma figura de terror principal que promete apavorar todas as personagens. O “Demônio Escarlate” é alguém que tem motivações suficientes para cada um dos seus assassinatos. Agora emoldure essa sinopse, esse elenco e esse vilão num conceito bem daqueles filmes dos anos 80 e 90, aposto que vão ser cenas com litros e mais litros de sangue falso e muitos gritos.

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Sabemos que Chanel, a personagem de Emma Roberts vai ser a “bitch” da temporada. Totalmente sem escrúpulos, repetirá o “estilo Madison” que ela teve em AHS: Coven. Jamie Lee vai ser a ativista antirracismo que pretende atrapalhar a vida de Chanel e trazer inclusão pra dentro das fraternidades, mas mesmo assim tem seu lado sensível por dentro da pose durona. Lea Michele está prometendo quebrar a marca que Rachel Berry deixou nela interpretando alguém totalmente novo. Esse alguém é Hester, uma personagem que é o “patinho feio” e que passa por uma transformação até o meio da temporada, e ainda vai bater de frente com Chanel. Nick Jonas junto com alguns outros meninos vão ser os mauricinhos, bolsistas e esportistas que toda série com tal temática precisa ter e arrancará suspiro de todas as garotas da série.

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Então pode anotar na agenda! Scream Queens chega na Fox dia 1° de Setembro e promete quebrar paradigmas sobre preconceito e ainda fazer sátira sobre todos os tipos de adolescentes vazios e cheios de beleza, boas risadas, muito sangue e aquela curiosidade instigante sobre quem é o assassino.

Que Setembro não demore porque já estamos impacientes!

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