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O que esperar de “Supergirl”

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Supergirl

Há alguns dias vazou na internet o episódio piloto de “Supergirl”, nova aposta da CBS no universo dos heróis da DC Comic’s seguindo a onda da The CW que já conta com “Arrow” e “The Flash” e em janeiro de 2016 estreia “Legends of Tomorrow”, assim como Warner que conta com a sombria “Gotham”, todas muito dominadas por homens.

“A história fala de Kara Zor-El, prima de Kal-El, ou Clark Kent, ou Super-Man. A garota de 14 anos tem como missão, diante da iminente destruição de Krypton, seguir a nave do primo até a Terra e cuidar do bebê. Porém, Kara teve a nave arrastada para dentro da Zona Fantasma, uma área do Universo onde o tempo não passa e onde fica a prisão com os maiores criminosos do Universo. 24 anos depois, misteriosamente, a nave consegue deixar a Zona Fantasma e quando Kara pousa na Terra, Kal-El não só é um adulto como já mostrou-se ao mundo como o poderoso Super-Man. Adotada pelos Danvers, Kara passa a levar uma vida normal e esconder seus poderes do resto do mundo, passando a trabalhar para Cat Grant, no melhor estilo “The Devil Wears Prada”. Até que o avião de sua irmã adotiva está prestes a cair e ela acaba se mostrando ao mundo para salvá-lo, nascendo assim a SUPERGIRL”

A crítica, dos fãs, veio em peso sobre a série. Depois do trailer de 6 minutos, as pessoas reclamaram da história parecer muito “comédia romântica” e, sim, muito “O Diabo Veste Prada” SACRILÉGIO. Porém, o que vejo, é uma série promissora. Melissa Benoist veio de “Glee”, onde interpretou a “nova Rachel”, Marley. Assim como Grant Gustin, o Flash. O que sabemos, gera um preconceito irritante sobre os atores.

Apesar disso, apenas no piloto, notamos que Melissa está comprometida. É claro, quem sabe ela ainda não tenha se dado conta da personagem que tem nas mãos e de toda a história que tem por trás de Kara Zor-El. Chloe Bennet também não tinha ao iniciar sua jornada como Skye/Daisy Johnson/Quake em “Agent’s of S.H.I.E.L.D.”, e ainda sim se tornou uma personagem indispensável galgando um posto de extrema importância na história, o que deixa Melissa com uma oportunidade ainda maior, levando em consideração o fato de que ela é a protagonista isolada da trama.

Melissa também pode fazer isso. Supergirl pode ser a precursora para grandes heróinas femininas terem destaque na TV e no cinema. Logo teremos “AKA Jessica Jones”, no Netflix, além dos filmes de solo de “Capitã Marvel” e “Mulher Maravilha”, mas, é bom lembrar que nessa fase, tudo começou com Kara Zor-El e tudo começa com Melissa Benoist. “Supergirl” é uma série que terá, assim como suas co-irmãs, adolescentes como público alvo, logo, ela é trabalhada e feita para esse grupo.

Além disso, é importante ressaltar que o machismo deve ser deixado de lado. “Melissa não é gostosa o suficiente para ser a Kara”, foi uma das frases que li recentemente, algo que também foi dirigido a Gal Gadot que viverá Mulher- Maravilha. É uma série que enaltece o “Girl Power”, ou seja, mostra a força das mulheres e mostra como elas podem sim ser grandes e fortes e não precisam da interferência dos homens para tomarem decisões. Então, no fim, elas não serem “gostosas”, não é algo relevante, se elas podem dar boas surras em alguns vilões. E Supergirl mostrou que pode fazer isso.

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Atente para o elenco: primeiro temos os pais adotivos de Kara. Helen Slater, a mãe de Kara, já é uma velha conhecida desse universo. Ela foi a Supergirl no filme de 1984 e a mãe de Clark em “Smallville”. Já Dean Cain, o pai, era Clark na série “Lois & Clark” e fez o vilão Dr. Curtis Knox, em “Smallville”. Jeremy Jordan (o Jimmy de “Smash”) faz Winslow Scott, mais conhecido nos quadrinhos como o vilão Homem-Brinquedo. Além do personagem Hank Henshaw, que nas HQs se torna o vilão Superciborgue.

O ponto é: os personagens escolhidos para aparecem no primeiro ano da série abrem um leque de possibilidades para “Supergirl”, que não foi feito em outras séries. Temos que lembrar que “The Flash” iniciou uma temporada fraca e acabou alcançando patamares de uma produção de muita qualidade, dando a Grant crédito com fãs que já pedem para vê-lo viver o Velocista Escarlate no cinema. As oportunidades para “Supergirl” são imensas. As mitologias que podem ser mostradas, os personagens que podem ser apresentados e, claro, a imensa vastidão de mundos e realidades que a série “The Flash” abriu para todos os próximos projetos da DC para a televisão, criam expectativas muito amplas do que se pode fazer com esse produto em especial.

Daqui a seis meses estreia, definitivamente, “Supergirl” e então poderemos  ver o que mais a CBS está guardando para nós. A expectativa é alta visto que Andrew Kreisberg é o criador de “The Flash” e “Arrow” e o “pai” de “Supergirl”. E sabemos o que ele fez com o Velocista Escarlate e a temporada excelente que entregou lá pros lados da The CW, assim como os três anos que vem trabalhando nas histórias de Oliver Queen e companhia. Por isso, não faça a linha revoltado, assista “Supergirl”, assista a temporada inteira, deixe-se envolver pela trama, pesquise os easter-eggs, veja as referências, conheça a fundo os personagens e suas histórias. Faça como eu fiz quando iniciei “Arrow” e acredite, o resultado é surpreendente, pois passamos a ver a série e história de uma maneira muito melhor.

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EASTER-EGG BÁSICO

– “Supergirl” se passa em uma realidade alternativa a de “The Flash” e “Arrow”, porém, para quem assiste ambas, sabe que o season finale do Velocista Escarlate trouxe a oportunidade de viagens entre as realidades e os Universos, logo, JÁ QUERO CROSSOVER COM BARRY ALLEN E OLIVER QUEEN PARA ONTEM. OBRIGADO. DE NADA.

Confere aí o trailer e, se quiser, dá uma procurada no piloto que já está zanzando por aí esperando ser baixado.

Minhas cinco queens favoritas da sétima temporada de RPDR

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Com o final da sétima temporada de RuPaul’s Drag Race se aproximando e depois de diversos momentos de raiva que passei (e, acredito, todos passamos) durante essa season conturbada e muitas vezes dita como “fraca”, o Top 4 não é, nem de longe, o que eu esperava no início dessa nova corrida. Eu não tenho certeza de quem seria meu Top 4, muito menos meu Top 3, mas aqui vão as minhas cinco queens favoritas com as quais o final da temporada seria incrível.

 

KATYA ZAMOLODCHIKOVA

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A nossa russa-que-não-é-russa conquistou o coração desse que vos escreve e de uma outra legião de fãs. Simpática, consistente, engraçada e linda, Katya foi a surpresa (pelo menos para mim) da Season 7. Nos primeiros trailers eu não acreditava muito nela e jamais poderia imaginar que ela cairia na minha graça, felizmente isso aconteceu e pude ver tudo que KATERINA PETROVA ZAMOLODCHIKOVA tinha à mostrar (apesar de achar que não vimos nem metade do que o furacão russo tinha)

Infelizmente ela não chegou ao Top 3, mas acredito que seja dela o posto de Miss Congeniality da temporada.

 

VIOLET CHACHKI

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Confesso que não era fã da Violet no início da temporada. Acreditem em mim, eu gosto de uma Queen que saiba ser Shade na hora certa (saudades Bianca), mas Violet não me descia exatamente por ser Shade a todo momento.

Isso, obviamente, ficou no passado no episódio seguinte ao DESPY AWARDS em que foi eleita a “Mais Shade” da temporada e realmente me doeu perceber que ela não queria aquela posto. Depois disso foi só amor, sua interpretação de Michelle no “Ru-Hollywood Stories”, a incrível Alyssa Edwards do “Snatch Game”, a união incrível com a Max no “Conjoined Queens”, o Tango-Vogue inesquecível com a Katya em “Prancing Queens” e sua Hello Violet de “Hello, Kitty Girls” mostraram que Violet merece a coroa.

 

PEARL

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Então chegamos a Pearl. Uma das Queens mais bonitas da temporada e, diga-se, o colírio aos olhos do WorkRoom quando estava em Out of Drag. A Queen começou a temporada morna, para não dizer gelada. Pandora Boxx poderia usar sua frase (direcionada a Raven na season 2) nessa temporada, pois era fácil ver pinguins circulando o pólo de Pearl.

Mas isso ficou no passado e Pearl passou a mostrar que estava sim viva na competição após vencer o DESPY Awards. Palmas para sua interpretação de Michelle, sua Big Ang e sua união com a Trixie no “Conjoined Queens”. Pearl merece estar onde está, se merece mais do que Katya ou Max? Não sabemos, mas, para mim, ela estará no Top 3.

 

MAX

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Depois da Raven perder a coroa duas vezes na história de RuPaul’s Drag Race e Nina Flowers não vencer a season 1, não acreditava que alguma coisa fosse me chatear tanto novamente na competição. Porém, eu estava enganado. Max foi a minha Queen favorita desde o início, desde os trailers da season. Seu estilo elegante e sua desenvoltura na maioria dos desafios me fazia amá-la incondicionalmente.

Sua eliminação depois de vir tendo uma temporada consistente me doeu na alma. Vê-la ir embora e depois vê-la não voltar no desafio das “Conjoined Queens” me fez perder a fé em Mama Ru. Mas, infelizmente, nada podemos fazer, apesar disso ela segue sendo a minha Queen favorita e entra para o meu Hall da Fama que incluí uma gama grande de Queens.

 

JAIDYNN DIORE FIERCE

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É um tanto contraditório eu falar da Max e logo depois dizer que aquela que a eliminou também é uma das minhas favoritas, mas, a culpa não é dela. Jaidynn foi ótima no Lipsync e, entre nós, teria eliminado a Ginger se não tivesse a Tempest grudada nas suas costas.

Dias atrás ela me respondeu no Twitter dizendo que esperava vir ao Brasil em breve e muitos para quem mostrei falaram mal da Queen. É claro que não deixarei meu Shade transparecer ao dizer que essas pessoas apenas acham que tem propriedade para falar de uma Queen, mesmo o mundo sabendo que elas não tem… Oops, o Shade saiu. Sorry.

Por mim, Jaidynn para ontem no Brasil.

O que esperar de Scream Queens?

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Scream Queens é a bola da vez de Ryan Murphy, o mesmo criador de Glee e de American Horror Story. Nós do Fruto Proibido estávamos subindo pelas paredes pra escrever sobre o que promete ser uma das melhores series de 2015. Pois bem, aqui vão nossas expectativas:

Misture “Meninas Malvadas” com “Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado” e isso será o que promete ser Scream Queens. Tem como não se amar tal combinação? A sinopse oficial foi liberada essa semana e juntamente com mais alguns detalhes no upfront da Fox já sabemos que, a universidade Wallace é abalada por uma série de assassinatos. A Kappa House, fraternidade mais cobiçada do campus, é governada com mão de ferro (e luva cor-de-rosa) por sua “rainha” Chanel Oberlin (Emma Roberts). Quando a ex-Kappa, Reitoria Munsch (Jamie Lee Curtis) decreta que qualquer aluno do campus pode se inscrever na fraternidade Kappa, que antes era privilégio de uns apenas, porém a universidade vira um inferno e um assassino vestido de diabo começa a causar estragos fazendo uma vítima a cada episódio.

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O elenco da série é realmente de “matar” e traz rostos já conhecidos por nós, como a ex-Glee Lea Michele, Emma Roberts, Jamie Lee Curtis, Keke Palmer, Ariana Grande e a maravilhosa da Abigail Breslin (Pequena Miss Sunshine). O elenco masculino contamos com o lindo Nick Jonas, Glen Powell, Julian Morris e Diego Boneta, famoso pelo seu papel na novela Rebelde e algumas produções da Disney. Segundo algumas entrevistas do criador, a série conta com cenas com triângulos amorosos, sexo e muito terror.

A fórmula de American Horror Story está de volta em Scream Queens: um enredo antológico focado em tramas e personagens diferentes a cada temporada e uma figura de terror principal que promete apavorar todas as personagens. O “Demônio Escarlate” é alguém que tem motivações suficientes para cada um dos seus assassinatos. Agora emoldure essa sinopse, esse elenco e esse vilão num conceito bem daqueles filmes dos anos 80 e 90, aposto que vão ser cenas com litros e mais litros de sangue falso e muitos gritos.

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Sabemos que Chanel, a personagem de Emma Roberts vai ser a “bitch” da temporada. Totalmente sem escrúpulos, repetirá o “estilo Madison” que ela teve em AHS: Coven. Jamie Lee vai ser a ativista antirracismo que pretende atrapalhar a vida de Chanel e trazer inclusão pra dentro das fraternidades, mas mesmo assim tem seu lado sensível por dentro da pose durona. Lea Michele está prometendo quebrar a marca que Rachel Berry deixou nela interpretando alguém totalmente novo. Esse alguém é Hester, uma personagem que é o “patinho feio” e que passa por uma transformação até o meio da temporada, e ainda vai bater de frente com Chanel. Nick Jonas junto com alguns outros meninos vão ser os mauricinhos, bolsistas e esportistas que toda série com tal temática precisa ter e arrancará suspiro de todas as garotas da série.

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Então pode anotar na agenda! Scream Queens chega na Fox dia 1° de Setembro e promete quebrar paradigmas sobre preconceito e ainda fazer sátira sobre todos os tipos de adolescentes vazios e cheios de beleza, boas risadas, muito sangue e aquela curiosidade instigante sobre quem é o assassino.

Que Setembro não demore porque já estamos impacientes!

Devious Maids: a série que fará você limpar alguns segredos

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DEVIOUS MAIDS

Mantenha seus amigos por perto… E suas empregadas mais perto ainda.

O que todos amamos? Drama! E se ele for acompanhado de uma bela mulher? Nesse caso cinco belas mulheres deixará tudo incrível. Adicione um assassinato, uma boa dose de comédia, reviravoltas, traições e tudo isso num contexto das famílias mais poderosas de Beverly Hills, que cá entre nós tem muitos segredos. Eu lhes apresento Devious Maids.

Devious Maids estreou 23 de junho de 2013, no canal Lifetime e é baseada em um enredo latino. Afinal como não amar uma série baseada numa novela mexicana? Marc Cherry, o mesmo criador de Desperate Housewives, está seguindo sua fórmula para a terceira temporada que estreia 1º de Junho nos EUA e traz Naya Rivera como um dos seus novos rostos. Garanto que se assistir o primeiro episódio, ficará envolvido e curioso sobre tudo, que não vai demorar a alcançar, ou até mesmo ver as duas primeiras temporadas antes que a terceira chegue.

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A série acompanha a história de cinco empregadas domésticas, dentre elas a viúva Rosie (Dania Ramirez), que trabalha na casa dos atores Peri e Spence Westmore; Carmen (Roselyn Sánchez) uma cantora que tem esperança de alcançar o estrelato com a ajuda de seu chefe; Zoila (Judy Reyes) e Valentina (Edy Ganem) que são empregadas de Genevieve Delatour. O que as quatro tem em comum? Ambas eram amigas de Flora, uma outra empregada que foi morta misteriosamente. E sem contar Marisol (Ana Ortiz) que aparece para adicionar muito tempero nessa história e garantir que vão mais que limpar a casa de seus patrões, se é que entendem.

Agora você me pergunta: Porque Devious Maids é tão fantástica? A resposta é que, alem de ser uma série encantadora, cada personagem possui uma história e lhe garanto que cada episódio é um turbilhão de risadas, dramas e momentos que você vai se pegar roendo as unhas de ansiedade. Além das protagonistas que são desde apimentadas, doces, protetoras e corajosas, os personagens secundários como sempre se destacam na série. Dos patrões mais detestáveis como Evelyn, que é o clichê de mulheres ricas, até Genevieve que é o sonho de qualquer empregada. O enredo ainda trás a emocionante história de Odessa e o patrão Sam, em que certo momento torcemos para que consiga a mulher que ele deseja.

Como nem tudo é perfeito a série foi envolvida num escândalo após uma crítica dizendo que o enredo espalhava um estereótipo sobre latinas. Não é preciso citar aqui que não sou a favor de nenhum tipo de “impressão sólida”, mas cá entre nós o Entretenimento dos EUA está cheio deles. Mas como uma das produtoras executivas disse “A única maneira de acabar com um estereótipo é não ignorá-lo”.

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Além de um assassinato não resolvido, há também uma sensibilidade por trás das grandes personagens da série. Soa até ser clichê do gênero “dramédia” mas elas são humanas, que mesmo com todos seus passados conturbados e problemas pessoais fazem grande diferença na vida de seus patrões. Tais mudanças são visíveis e isso me faz querer que provem do mesmo encanto apimentado que eu provei com Devious Maids.

Assista ao trailer abaixo:

Young & Hungry – O sitcom vai lhe deixar faminto por risadas

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Young & Hungry chegou até mim como uma daquelas indicações de pessoas que tem bom gosto quando o assunto é série. E foi amor à primeira vista! Mesmo não sendo fã do gênero, a série tomou um espaço entre minhas favoritas e me fazendo devorar sua primeira temporada em dois dias apenas. Com produção de Ashley Tisdale, e criada David Holden a série nos ganha pela sutileza e desenvolvimento do enredo que decorre de forma descomplicada fazendo cada episódio você se envolver um pouquinho com os personagens e torcem para que tudo de certo no final.

A série segue o jovem e rico empresário Josh (Jonathan Sadowski), que contrata uma jovem blogueira de alimentos chamada Gabi (Emily Osment) para ser sua nova chef pessoal. Desesperada para manter seu novo trabalho, Gabi tem que provar suas habilidades para Josh e seu assessor pessoal Elliot (Rex Lee), que prefere um chef celebridade para trabalhar no lugar dela.

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O sitcom transmitido pela ABC Family estreou em 25 de Julho de 2014 e pela sinopse parecia ser uma mistura de tudo aquilo que agrada: uma protagonista genuinamente carismática e a beira da falência; um bonitão extremamente rico, fofo e nerd; três personagens secundários que, por alguns momentos se tornam tão queridos quanto os protagonistas; e por fim, a culinária emoldurando cada um dos conflitos. Emily Osment está tão madura e divertida que é quase impossível lembrar que ela já foi uma das coadjuvantes de Hannah Montana. Sem contar que o show já foi indicado ao PCA (People’s Choice Awards) após sua pré indicação tudo graças ao seu mérito e ao do elenco.

Com críticas mistas pelos especialistas e uma pequena legião de fãs se formando, Young & Hungry está em sua segunda temporada, e se mostra promissora por trazer assuntos rotineiros de uma forma tão leve que foge daquele exagero de outras séries de sucesso do mesmo gênero. Com produção cativante e um elenco incrível, a hilária empregada Yolanda (Kym Whitley) e o assistente extremamente pintoso e ácido de Josh Elliot (Rex Lee) merecem destaque e não é pra menos. Eles dominam as cenas em que estão presentes, como por exemplo no episódio da banheira, ou quando eles resolvem fazer uma nova dieta a base de sucos.

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Cada novo episódio de Young & Hungry é como saborear um dos inúmeros pratos feitos por Gabi e levar para seu dia-a-dia coisas da série como a “Power Pose”. Com apenas 20 a 25 minutos de duração, você pode assistir um episódio na hora do almoço; super prático e tirar da série sua dose de risadas da semana. Assista ao trailer:

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