Posts sobre Séries

Se tem uma coisa que eu detesto é quando estou acompanhando uma série e a emissora decide cancelar a mesma, principalmente se a cancelam ainda na primeira temporada. Isso me aconteceu várias vezes nessa minha “carreira” de fã. Porém, três séries que tiveram seu fim, me deixaram muito irritado quando isso aconteceu e queria muito que todas tivessem uma segunda chance.

3ª – THE NEW NORMAL

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A série da Fox criada por Ryan Murphy (de Glee e American Horror Story), teve uma temporada. A história narra a trajetória de Bryan e David, um casal gay que decide ter um filho. É aí que entra Goldie, que serve de barriga de aluguel para o casal. Com ela vem a filha Shania e a avó Jane que se juntam a hilária Rocky. A série segue todos os passos do tempo de Goldie como barriga de aluguel e fala também de preconceito de uma forma leve e bem humorada.
Sinto que deveria ter continuado, queria ver como as coisas ficariam depois, visto que durante a primeira temporada Shania, David, Goldie, Bryan, David, Rocky e até mesmo Jane acabaram por formar uma família enquanto o bebê se desenvolvia e merecia uma segunda chance para saber como seria depois da chegada da criança.


2ª – THE SECRET CIRCLE

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A série criada pela autora de The Vampire Diaries tinha tudo para ser um sucesso como sua irmã, porém não foi. As bruxas e bruxos de The Secret Circle eram estilosos, jovens, bonitos e com histórias incríveis como as de TVD, mas, infelizmente, não vingaram. A história fala de Cassie, a última integrante de um clã de bruxos que, após perder a mãe em um misterioso incêndio acaba indo morar com a avó em Chance Harbor e lá as coisas começam a ficar estranhas após os bruxos unirem seu círculo de magia.
A atriz Phoebe Tolkin, que viveu Faye, hoje faz sucesso em The Originals e Britt Robertson, que fez Cassie estava em Under The Dome. A série tem um motivo, além de outros, extremamente relevante para ter uma segunda chance: a chegada dos irmãos de Cassie, outros bruxos, que compunham um clã secundário que poderia ou não ser maligno.


1ª – THE TOMORROW PEOPLE

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Minha mais recente decepção por causa de um cancelamento. A série da CW falava sobre Stephen, um integrante dos “seres do amanhã”, pessoas com habilidades especiais de teletransporte, telecinese e telepatia. Ele conhece Cara e John e outros seres que vivem escondidos, fugindo da Ultra, uma organização que quer exterminá-los. A série é um remake e não teve boa aceitação na emissora.
Apesar disso, a série merecia uma segunda chance, visto que o final de temporada foi incrível. O novo poder de Stephen e mudança de lado de John foram insanidade e que poderia dar um gás genial para a série em uma segunda temporada. Infelizmente, com a grande quantidade de novos programas que a CW faz, foi melhor cancelar a fazê-la disputar espaço.


MENÇÃO HONROSA: Touch, Smash e Bloodlines (spin-off de Supernatural que nem chegou a ser iniciada).


Andrei Santos
Querendo ser escritor. Sendo um pouco cineasta. Me formando jornalista. Gaúcho, leonino, 23 anos. O adulto com alma de menino, que ama música, cinema, séries, literatura e tudo que a cultura oferece.




A queridinha do publico Cult das séries está voltando com sua 4° Temporada que promete ser a mais assustadora e selvagem temporada de todas: American Horror Story – Freak Show estreia dia 08 de Outubro na Fox se existe alguma duvida sobre assistir ou não, nós vamos exterminar todas!

American Horror Story: Freak Show começa seu conto na sonolenta e tranquila aldeia de Jupiter, na Flórida. O ano é 1952. Uma trupe de curiosidades acaba de chegar à cidade, coincidindo com o estranho aparecimento de uma entidade maligna que selvaticamente ameaça a vida dos freaks e dos habitantes da cidade. Esta é a história dos artistas em sua jornada desesperada pela sobrevivência em meio ao mundo agonizante da experiência carnavalesca Americana.

A sinopse acima deixa os Fãs e até daqueles que não conhecem a série com um gostinho de quero mais na boca. Criada por Ryan Murphy, American Horror Story ou AHS, está em sua 4° Temporada com mais um novo enredo o “Show de Aberrações”. Temos Jessica Lange, Kathy Bates, Matt Bomer, Angela Basset e Patti LaBelle tá bom pra vocês? Essa é só uma parte do super elenco que ainda é composto por figurinhas carimbadas das outras temporadas como Evan Peters, Sarah Paulson Frances Conroy e Denis O’Hare.

AHS é marcada por algumas características que os fãs esperam todos os anos: os teasers que são o estopim para a histeria dois fanáticos pelas séries. Dessa vez, trouxe várias pernas, palhaços, cabeças, línguas bifurcadas, mulheres dentro de gaiolas e tudo sempre emoldurado pelo lindo, digo, sinistro mundo do circo. Bem a clássica figura de terror deste ano será Twisted Clown, um palhaço assassino que irá por em risco todos os Freaks. Ele será interpretado por Jonh Carroll Lynch e de acordo com as mais recentes entrevistas até pessoas da produção tem tido pesadelos com o que Ryan denominou como “O Palhaço mais Assustador de todos os tempos”. Teremos os clássicos episódios de Halloween chamados respectivamente de “Edward Mordrake, Pt. 1“ e “Edward Mordrake, Pt. 2“ (para os mais ansiosos não colocaremos muitos spoilers, mas uma pesquisa no Google sobre Edward Mordrake revela bastante.) E como Freak Show está bem próxima do período de tempo em que Asylum foi ambientada (1970) teremos a volta de uma das personagens mais queridas Pepper (Naomi Grossman) e também dos números musicais de Jessica Lange.

Falando em música assunto que nós do Fruto Proibido adoramos, recentemente uma Fã tuitou para Ryan dizendo que não assistiria a temporada por estar apavorada como Palhaço Twisted, ele em resposta disse se ela não gostaria de ver Jessica Lange cantando uma canção de Lana Del Rey? Quais são suas apostas sobre tal canção? Nós adoraríamos e ainda tem mais: algumas fontes dizem que Jessica canta no primeiro episódio Life on Mars do David Bowie. Não podemos esquecer de citar Melanie Martinez que viralizou nas ultimas semanas nas redes sociais com sua canção “Carousel” que fez parte da trilha sonora do primeiro Promo oficial que mostrava algum dos principais junto com suas peculiaridades, a musica é incrível e traz aquele mundo bem circense entoando pela voz super fofa da cantora que lança o clipe da canção na mesma data de estreia da série.

Tão perto da estreia, os teasers e as promos para vocês conferirem os últimos detalhes. Contudo AHS: Freak Show só chega à Fox Brasil em Janeiro de 2015. Aos mais ansiosos alguns nada que uma busca em sites de séries online não os acalme. Ontem tivemos a premieré da série em Nova York, e sabemos que Ryan nunca traz somente o enredo, e sim toda uma experiência sobre o mundo de cada temporada, em Freak Show a Fox libera pequenos vídeos em que os atores contam parte de suas experiências e suas vidas cada qual com sua característica antes e durante a série.

Já os Fãs participam todos os anos da famosa experiência real sobre AHS, que na sua primeira temporada levou alguns fãs a casa assombrada por espíritos, logo depois ao sanatório vivendo como verdadeiros pacientes e ano passado vivenciaram a encenação de ritos e sacrifícios do Coven. Esse ano algumas informações sobre o Show de Aberrações promete deixar os sortudos de cabelo em pé.
American Horror Story: Freak Show promete um elenco de matar, fotografia e efeitos especiais de primeira qualidade, Posters cheio de anomalias e cor, trilha sonora estonteante e Sustos acompanhados do que promete ser a melhor temporada de todos os tempos. Nós estamos super ansiosos por AHS: Freak Show e vocês?


Gabriel Félix
Aspirante a escritor, emocionalmente vintage, Mineiro, leonino, 16 anos. Apaixonado por musica, livros, moda, filmes e séries, fotografia e teatro.




Séries

Você, assim como eu e assim como todos as pessoas que acompanham séries, deve ter suas favoritas. Mas, você também deve ter aquelas que, por mais que tente, não consegue abandonar de forma alguma. Seja pelos personagens, pela história ou pelas temporadas que decaem muito em qualidade. Conheçam as séries que não consigo deixar de lado.

3º – PRETTY LITTLE LIARS

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Quem acompanha as lindas mentirosas sabe que há muito tempo a série tem enrolado demais na solução de suas tramas. A cada dia é uma pessoa diferente e isso se tornou irritante, porém, é inegável que, ainda sim, seja muito difícil não se arrepiar com a abertura da série e ainda sim acompanhá-la na esperança de que as revelações comecem a aparecer.
Apesar disso, algumas vezes me pego pensando que eles devem deixar pontas soltas e ganchos para que a série continue, pois eu gosto tanto que não quero que acabe.

2º – SUPERNATURAL

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Tá aí uma série que vive relações de amor e ódio com os fãs. Muitos deixaram de assistir Supernatural depois que foram incluídos os anjos na trama. Eu, por outro lado, acompanho assiduamente. Acredito que essa adição foi muito bem pensada, pois não haveria tanta assombração e monstro para dez temporadas. Tanto que, ainda hoje, eles repetem diversos seres.
Apesar dos problemas que a trama tem tido em roteiro e tudo mais, acredito que a série está ótimo, porém, sou adepto do pensamento de que a décima temporada deve ser a última, passando disso as coisas ficarão maçantes demais.

1º – THE VAMPIRE DIARIES

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Talvez receberei pedras, mas The Vampire Diaries é o grande amor da minha vida nas séries. Apesar de ter tidos temporadas tensas em seus últimos anos, TVD foi a primeira série que acompanhei e é quase impossível me desapegar dela e de seus personagens.
Apesar disso, acredito que a série sobreviva, no máximo, até uma sétima temporada.

P.S.: Seu Spin-off incrível, The Originals, pode acabar tendo o mesmo destino se os produtores acabarem errando onde erraram em TVD. Primeira regra, matou, por favor, deixe morto.


Andrei Santos
Querendo ser escritor. Sendo um pouco cineasta. Me formando jornalista. Gaúcho, leonino, 23 anos. O adulto com alma de menino, que ama música, cinema, séries, literatura e tudo que a cultura oferece.




Não é fácil ver outra série iniciar quando você já assiste mais de dez ao mesmo tempo. Porém, minha paixão pelo sobrenatural e a curiosidade de conhecer novos trabalhos falaram mais alto e me fizeram iniciar a saga de “Salem”, a nova atração da WGN America. E qual não foi minha surpresa quando percebi que tinha feito uma ótima escolha.

“A série é ambientada em Salem, nos Estados Unidos do século 17 e acompanha John Alden (Shane West), um guerreiro que retorna após sete anos e descobre que a cidade está em meio a uma grande histeria de bruxas, enquanto Mary, agora casada com um dos homens mais influentes da cidade e um amor do passado de John, é uma das principais e muito poderosa bruxa do clã. Em meio a isso, as bruxas conseguem colocar inocentes em seu lugar na forca, atitude essa que faz com que John e o reverendo Cotton Mather (Seth Gabel) decidam trabalhar juntos. ”

Confesso que no início da divulgação da série, algo que vi em diversos sites, não tinha grandes expectativas. Acreditava que seria mais uma daquelas séries sombrias que apela para a utilização de muito sangue, maquiagem de caracterização bem elaborada e efeitos incríveis para esconder falhas gritantes no roteiro. Okay. Existe um pouco disso sim, porém o enredo se desenrola de uma maneira tão bem amarrada que se torna impossível não se apegar.


Os comentários sobre o início da série eram de um começo maçante. Muitos abandonaram “Salem” antes do terceiro episódio. A realidade nisso é de que foi difícil se encontrar. E aí está o que valei no parágrafo anterior, o roteiro não iniciou tão bem e por isso os efeitos foram usados para apaziguar isso. Mas, quem abandonou, por favor, volte. A série deu uma guinada maravilhosa após o terceiro e o quarto episódio e melhorou muito.

Sempre digo que, quando uma série consegue te fazer se afeiçoar pelos personagens, você já está rendido. E é assim em Salem. Por mais que eu saiba que Mary não é do bem, não quero que nada de ruim aconteça a ela. Por mais que eu saiba que John deve ser o mocinho da história, a minha afeição por Cotton é maior, por ele ser incompreendido e não poder lutar contra um amor que só poderá lhe trazer problemas. Não. Não pensem que não tem partes irritantes. Tem. As aparições de Mercy (Elise Eberle), que no início eram de grande importância, mas que acabaram caindo na chatiação depois de um tempo.

Enfim, “Salem”, merece uma chance, não só pelo enredo, não só pelo elenco, não só pela história. Outras séries tinham tudo isso e não conseguiram ir longe, mas ela merece uma chance, pois pode te fazer se afeiçoar rapidamente. E, também, pela excelente abertura.

P.S.: A série encerrou a primeira temporada no último domingo (13), então você tem algum tempo para conhecer até a chegada do segundo ano.


Andrei Santos
Querendo ser escritor. Sendo um pouco cineasta. Me formando jornalista. Gaúcho, leonino, 23 anos. O adulto com alma de menino, que ama música, cinema, séries, literatura e tudo que a cultura oferece.




Orange is the new Black

Não vou mentir mas demorei bastante para dar uma chance para a série “Orange is the new black”. O burburinho que se envolveu a divulgação da primeira série produzia pelo Netflix foi intenso e eu sempre via alguém comentando pelo facebook sobre. Como eu não assino Netflix pensei que não iria assistir, mas quem disse que a curiosidade me deixou dormir em paz? Corri no oráculo e li a sinopse. Gostei e tratei de assistir o piloto online mesmo.

“A série se desenvolve ao redor da história de Piper Chapman (Taylor Schilling), que mora em Nova York e é sentenciada a cumprir 15 meses numa prisão feminina federal por ter participado do transporte de uma mala de dinheiro proveniente do tráfico de drogas em favor para sua ex-namorada, Alex Vause (Laura Prepon), que é peça importante num cartel internacional de drogas. O delito ocorreu dez anos antes do início da série e, no decorrer desse período, Piper seguiu sua vida tranquila entre a classe média-alta de New York, ficando noiva de Larry Bloom (Jason Biggs). Quando presa, Piper reencontra Alex (que menciona Piper em seu julgamento, causando sua prisão): elas reanalisam seu relacionamento e lidam com suas companheiras de prisão. ” - Wikipedia

Orange soou chata no começo. Assisti até a metade do episódio com vontade de fazer outras coisas, inclusive dormir. Achei chato a introdução longa sobre a Piper, sobre o relacionamento e tudo mais. Na hora que ela entrou de fato na prisão eu me interessei mais. Depois que passou essa parte a história foi me prendendo de tal forma, que eu devorei a primeira temporada todinha em dois dias.

E vou confessar, eu pulo as partes em que o noivo (pé no saco) dela entra em cena. É dispensável. Estou apaixonado por todas as personagens e seus enredos. É muito bacana quando aprofundam nas histórias e o porque de cada uma estar ali. Me conectei bastante e a cada episódio é uma diversão. Claro que a série é bem pesada e com dramas intensos, mas de vez em quando tem alguns momentos engraçados.

O mais interessante da série é o choque que causa em nós. Todas as detentas são culpadas por algo que fizeram, mas a humanidade de cada uma faz com que a vemos como devia ser vistas: como pessoas normais. Pois a série ilustra bem isso, o arrependimento e a vontade de ser reintegrada a sociedade, que é dura as vezes e sempre com o preconceito presente. É um novo olhar pra esse mundo que não conhecemos.

Orange is the new black tem pessoas de todos os jeitos, mas minhas favoritas já são além da protagonista Piper Chapman, a cozinheira russa Red, a jovem drogada Nicky e a transexual Sophia em que cada episódio se desenrola enredos maravilhosos e que dá um toque de emoção a todo aquele clima carcerário. Já alerto que a série é imprópria para menores de 18 anos e com toda razão, pois tem bastante conteúdo explicito, se é que me entendem.

Mas só assistindo para ter uma noção do quanto essa série é diferente e merece ser assistida. Pelo que assisti me diverti bastante e gostei. Fica a dica para você que assim como eu estava a rejeitando.



Jane By Design

Com os finais de temporadas das minhas séries favoritas, procurei um refúgio numa série muito bonitinha que estou assistindo atualmente: Jany By Design.

A série conta a vida da adolescente Jane Quimby, que é uma garota comum que leva uma vida normal. Mora com seu irmão que logo fica desempregado, e ela se sente na obrigação de conseguir um estágio para ajudar nas contas da casa. Na procura, ela consegue uma vaga de assistente da famosa designer Gray Chandler Murray, que é como uma Miranda Priestly (O Diabo Veste Prada). A megera da série é tão exótica quanto Priestly e faz a assistente dar nó em pingo d’agua para continuar com o emprego. Para não perder tal oportunidade, Jane tem que conciliar vida de adolescente indo a escola durante a manhã com a de adulta durante a tarde ajudando Gray.

A série é bem cativante e a simpatia de Jane conquista o telespectador. Os plots são bem juvenis e as vezes soam clichês até demais. Mas no mais é uma série bem nos moldes High School americanos. Porém prefiro as cenas em que Jane está no trabalho com seus colegas designers, onde aparece “a cidade” de Nova York.

Jane By Design é uma série de comédia e drama do canal americano ABC Family, que foi criada por April Blair. Inspirada em “O Diabo Veste Prada”, a série é bem maleável e Gray não chega aos pés de Miranda Priestly no quesito “big boss”. Andie MacDowell, interprete de Gray, até que se esforça, mas a atuação de Meryl Streep ganha disparado pois as vezes soa uma cópia mal feita, mas deixo o destaque para a vilã (que na verdade é boa) de marca maior da série: India Jourdain. A morena é o típico colega de trabalho que quer a todo custo puxar seu tapete e fazer você partir pro ataque. Mas no caso dela, é tudo questão de ambição. Então nesse caso a gente releva, rs. Na série também tem outros personagens que se destacam, tipo Billy, melhor amigo de Jane, que a ajuda em todas as aventuras para continuar no trabalho sem perder as aulas.

Jane By Design

No mais é uma série bem bacana para se assistir com a família toda nesse recesso, sem contar que tem uma trilha sonora espetacular! A cada dia descubro novas canções e fico mais viciado nelas. Vale a pena assistir!



Smash

Cansado das mesmas séries de sempre, fui procurar alguma diferente para começar acompanhar. Não passava dos episódios pilotos, já que nenhuma me chamava a atenção. Dai me lembrei de Smash que o pessoal no twitter comentava muito. Fui atrás da sinopse e fiquei com a pulga atrás da orelha, pois é uma série musical com Anjelica Houston e Katharine McPhee. Baixei o piloto e não demorou muito para eu querer continuar assistindo.

Smash conta a história dos bastidores de um novo musical da Broadway sobre Marilyn Monroe e todos os dramas que os produtores, diretores e atores são submetidos ás dificuldades de vender tal projeto. Para viver o ícone Monroe, estão cotadas duas garotas que farão de tudo para conseguir tal papel. A série apresenta músicas em alguns momentos do episódio, ora elas originais, ora regravações. Só resta saber se esse musical irá seguir em frente com todas as barreiras.

Sim, eu adorei Smash pelo fato dela ser musical, mas o tema de backstage me chamou muito a atenção. Apesar de estar sendo muito comparado a Glee, acho que a nova série se diferencia por ter plots mais adultos, e uma outra abordagem e deixando a trilha sonora livre de agradar ou não o público juvenil.

Smash

Para mim foi uma surpresa muito boa assistir Katharine atuando, até então só tinha visto ela cantar no American Idol. Na série a sua personagem é muito inocente que chega a até irritar. Dá vontade de dar um sacode e falar: ACORDA! rs Os outros personagens também tem seus destaques, mas eu gosto muito da outra Marilyn, Megan Hilty. Ela é toda gostosona, tem os trejeitos da própria Monroe e canta lindamente. Fico muito fascinado com as performances dela.

No mais, Smash é como uma outra série qualquer: cheia de drama. Todos os personagens tem algum problema que se estende ao rolar da trama e de certa forma acaba afetando a produção do musical. Vale muito a pena assistir, veja um preview da série abaixo.

Smash é uma série de Theresa Rebeck, com produção executiva de Steven Spielberg, e conta com os compositores Marc Shaiman e Scott Wittman (Hairspray) e exibida pela NBC. No Brasil a série está sendo exibida pela Universal Channel.



Esse post será dedicado a minha amiga Rohh que é uma viciada em The Rocky Horror Picture Show e em Glee. Tal junção se deu a um episódio cult na série. Eu como amo essas misturas, não podia deixar essa passar despercebida. :mrgreen:

Na verdade eu nunca tinha assistido o filme até a série prestar uma homenagem, mas sempre ouvia falar e também sempre via nas promoções de DVDs do Submarino. Quando baixei as músicas, fiquei curioso demais pra saber do que se tratava e corri pro Google e meu interesse aumentou ainda mais. Tanto que baixei o filme e a trilha sonora
Resultado: fiquei vidrado durante as duas semanas e só conseguia imaginar a versão glee. Tanto que chegou o dia de assistir e só tenho a dizer que gostei muito da homenagem, porém a história continua murcha.

Tudo bem que rolou uma historinha de amor não resolvido entre Emma e Will, ciúmes da parte do Carl, traumas de infância da Sue e narcisismo do lado másculo do grupo, mas tipo, esse nem é o foco da série em si. Mas enfim, ficou legal demais a montagem e curti muito todos os figurinos. As versões das músicas ficaram impecáveis, tanto que jurei de pé junto que Touch A Touch A Touch Me era cantada pela April (Kristin Chenoweth).

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Estava entendiado e com todas minhas séries em dia. Precisava de algo pra ir assistindo durante os recessos e eis que me lembrei da dica do Rodrigo, corri e comecei a baixar…

Drop Dead Diva é uma série de drama e comédia, que conta a história de Deb, uma linda (e burra) aspirante a modelo que sofre um acidente de carro fatal e fica frente a frente com um dos porteiros do Céu, Fred, que declara que sua vida foi média e que não tinha saldo algum de coisas boas ou ruins. Deb fica surpresa e tenta convencer Fred a deixá-la voltar para sua vida fútil. Com o pedido negado, Deb aperta um botão de retorno no teclado do computador de Fred e volta a Terra, porém reincarnada no corpo de Jane Bingum, uma advogada brilhante e gordinha. Jane tem uma assistente leal e sempre viveu à sombra de seus colegas atraentes – enquanto Deb vivia de aparências. Agora, por causa de uma reviravolta do destino e uma pitada de intervenção divina, Deb deve aprender a viver no corpo tamanho GG de Jane e conciliar seus modos de diva e seu novo cérebro, totalmente inteligente.
Fonte

Pela sinopse dá pra imaginar o rolo que não é a estória, né? Mas vale muito a pena pois conforme a gente vai assistindo, a gente se esquece da Deb e só vê a Jane e acaba esquecendo que aquela loirinha ali é quem está no corpo. Muito estranho falar isso.
Como Jane é advogada, a cada episódio ela tem um caso pra resolver; logo, a série fica interessante pois Deb usa suas memórias com a inteligência da Jane para resolve-los e provarem que seus clientes são inocentes. — Veja o trailer da série:


Jane: Você é meu anjo da guarda… me deixe magra!
Fred: Sou um anjo da guarda, não um mágico!!

A trilha sonora é muito moderna e bem eclética. Os atores são todos desconhecidos, porém são todos convincentes e cheios de carisma, a começar pela própria interprete da Jane, que é gordinha e por mais que o script a desdenhe, ela sempre representa muito bem. Como se fosse uma magra num corpo que não é seu.

Apesar do lado sério e cheio de tabus, Jane tem momentos de discontração com os dilemas de sua amiga Stacy, sua assistente Teri, seu anjo da guarda Fred, e com seu antigo namorado, Greyson.

Vale a pena assistir gente, é muito boa a série e a cada episódio tem uma liçãozinha escondida pro nosso dia a dia. #FICADICA


Clique aqui para baixar a série em RMVB legendado



E aí pessoal? Essa semana fiquei por conta do novo layout do blog e a princípio só iria postar quando o mesmo estivesse pronto. Mas como vocês sabem o seriado Glee homenageou uma das minhas cantoras preferidas, Britney Spears e eu não poderia deixar passar em branco não é?

O episódio foi muito legal e as versões para as músicas ficaram muito boas e nem passaram a qualidade da original. rs Por isso vou fazer um recap como da última vez. Se você não curte SPOILER, não leia esse post.


HAHAHA Já no começo a Santana faz um trocadilho. Todo mundo se lembra do menino (?) que protegia a Britney no Youtube? Então, a frase dele virou bordão, relembre aqui.


A Emma pediu pra seu namorado, o dentista Carl, a dar uma orientação na escola. Do glee os que não foram aliviados foram Rachel (por genética judaica), Artie (por não ocnseguir se enxergar no espelho e fazer uma escovação precária) e Brittany (por escovar os dentes e enxaguar a boca com Dr. Pepper – um refrigerante).


Na performance de I’m Slave 4u resolveram misturar os clipes de Oops!… I Did It Again, Toxic e a épica apresentação com a cobra. A Heather Morris arrebentou, pois dançou pra caramba.

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