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Não é fácil ver outra série iniciar quando você já assiste mais de dez ao mesmo tempo. Porém, minha paixão pelo sobrenatural e a curiosidade de conhecer novos trabalhos falaram mais alto e me fizeram iniciar a saga de “Salem”, a nova atração da WGN America. E qual não foi minha surpresa quando percebi que tinha feito uma ótima escolha.

“A série é ambientada em Salem, nos Estados Unidos do século 17 e acompanha John Alden (Shane West), um guerreiro que retorna após sete anos e descobre que a cidade está em meio a uma grande histeria de bruxas, enquanto Mary, agora casada com um dos homens mais influentes da cidade e um amor do passado de John, é uma das principais e muito poderosa bruxa do clã. Em meio a isso, as bruxas conseguem colocar inocentes em seu lugar na forca, atitude essa que faz com que John e o reverendo Cotton Mather (Seth Gabel) decidam trabalhar juntos. ”

Confesso que no início da divulgação da série, algo que vi em diversos sites, não tinha grandes expectativas. Acreditava que seria mais uma daquelas séries sombrias que apela para a utilização de muito sangue, maquiagem de caracterização bem elaborada e efeitos incríveis para esconder falhas gritantes no roteiro. Okay. Existe um pouco disso sim, porém o enredo se desenrola de uma maneira tão bem amarrada que se torna impossível não se apegar.


Os comentários sobre o início da série eram de um começo maçante. Muitos abandonaram “Salem” antes do terceiro episódio. A realidade nisso é de que foi difícil se encontrar. E aí está o que valei no parágrafo anterior, o roteiro não iniciou tão bem e por isso os efeitos foram usados para apaziguar isso. Mas, quem abandonou, por favor, volte. A série deu uma guinada maravilhosa após o terceiro e o quarto episódio e melhorou muito.

Sempre digo que, quando uma série consegue te fazer se afeiçoar pelos personagens, você já está rendido. E é assim em Salem. Por mais que eu saiba que Mary não é do bem, não quero que nada de ruim aconteça a ela. Por mais que eu saiba que John deve ser o mocinho da história, a minha afeição por Cotton é maior, por ele ser incompreendido e não poder lutar contra um amor que só poderá lhe trazer problemas. Não. Não pensem que não tem partes irritantes. Tem. As aparições de Mercy (Elise Eberle), que no início eram de grande importância, mas que acabaram caindo na chatiação depois de um tempo.

Enfim, “Salem”, merece uma chance, não só pelo enredo, não só pelo elenco, não só pela história. Outras séries tinham tudo isso e não conseguiram ir longe, mas ela merece uma chance, pois pode te fazer se afeiçoar rapidamente. E, também, pela excelente abertura.

P.S.: A série encerrou a primeira temporada no último domingo (13), então você tem algum tempo para conhecer até a chegada do segundo ano.


Andrei Santos
Querendo ser escritor. Sendo um pouco cineasta. Me formando jornalista. Gaúcho, leonino, 23 anos. O adulto com alma de menino, que ama música, cinema, séries, literatura e tudo que a cultura oferece.




Orange is the new Black

Não vou mentir mas demorei bastante para dar uma chance para a série “Orange is the new black”. O burburinho que se envolveu a divulgação da primeira série produzia pelo Netflix foi intenso e eu sempre via alguém comentando pelo facebook sobre. Como eu não assino Netflix pensei que não iria assistir, mas quem disse que a curiosidade me deixou dormir em paz? Corri no oráculo e li a sinopse. Gostei e tratei de assistir o piloto online mesmo.

“A série se desenvolve ao redor da história de Piper Chapman (Taylor Schilling), que mora em Nova York e é sentenciada a cumprir 15 meses numa prisão feminina federal por ter participado do transporte de uma mala de dinheiro proveniente do tráfico de drogas em favor para sua ex-namorada, Alex Vause (Laura Prepon), que é peça importante num cartel internacional de drogas. O delito ocorreu dez anos antes do início da série e, no decorrer desse período, Piper seguiu sua vida tranquila entre a classe média-alta de New York, ficando noiva de Larry Bloom (Jason Biggs). Quando presa, Piper reencontra Alex (que menciona Piper em seu julgamento, causando sua prisão): elas reanalisam seu relacionamento e lidam com suas companheiras de prisão. ” - Wikipedia

Orange soou chata no começo. Assisti até a metade do episódio com vontade de fazer outras coisas, inclusive dormir. Achei chato a introdução longa sobre a Piper, sobre o relacionamento e tudo mais. Na hora que ela entrou de fato na prisão eu me interessei mais. Depois que passou essa parte a história foi me prendendo de tal forma, que eu devorei a primeira temporada todinha em dois dias.

E vou confessar, eu pulo as partes em que o noivo (pé no saco) dela entra em cena. É dispensável. Estou apaixonado por todas as personagens e seus enredos. É muito bacana quando aprofundam nas histórias e o porque de cada uma estar ali. Me conectei bastante e a cada episódio é uma diversão. Claro que a série é bem pesada e com dramas intensos, mas de vez em quando tem alguns momentos engraçados.

O mais interessante da série é o choque que causa em nós. Todas as detentas são culpadas por algo que fez, mas a humanidade de cada uma faz com que a vemos como devia ser vistas: como pessoas normais. Pois a série ilustra bem isso, o arrependimento e a vontade de ser reintegrada a sociedade, que é dura as vezes e sempre com o preconceito presente. É um novo olhar pra esse mundo que não conhecemos.

Orange is the new black tem pessoas de todos os jeitos, mas minhas favoritas já são além da protagonista Piper Chapman, a cozinheira russa Red, a jovem drogada Nicky e a transexual Sophia em que cada episódio se desenrola enredos maravilhosos e que dá um toque de emoção a todo aquele clima carcerário. Já alerto que a série é imprópria para menores de 18 anos e com toda razão, pois tem bastante conteúdo explicito, se é que me entendem.

Mas só assistindo para ter uma noção do quanto essa série é diferente e merece ser assistida. Pelo que assisti me diverti bastante e gostei. Fica a dica para você que assim como eu estava a rejeitando.



Jane By Design

Com os finais de temporadas das minhas séries favoritas, procurei um refúgio numa série muito bonitinha que estou assistindo atualmente: Jany By Design.

A série conta a vida da adolescente Jane Quimby, que é uma garota comum que leva uma vida normal. Mora com seu irmão que logo fica desempregado, e ela se sente na obrigação de conseguir um estágio para ajudar nas contas da casa. Na procura, ela consegue uma vaga de assistente da famosa designer Gray Chandler Murray, que é como uma Miranda Priestly (O Diabo Veste Prada). A megera da série é tão exótica quanto Priestly e faz a assistente dar nó em pingo d’agua para continuar com o emprego. Para não perder tal oportunidade, Jane tem que conciliar vida de adolescente indo a escola durante a manhã com a de adulta durante a tarde ajudando Gray.

A série é bem cativante e a simpatia de Jane conquista o telespectador. Os plots são bem juvenis e as vezes soam clichês até demais. Mas no mais é uma série bem nos moldes High School americanos. Porém prefiro as cenas em que Jane está no trabalho com seus colegas designers, onde aparece “a cidade” de Nova York.

Jane By Design é uma série de comédia e drama do canal americano ABC Family, que foi criada por April Blair. Inspirada em “O Diabo Veste Prada”, a série é bem maleável e Gray não chega aos pés de Miranda Priestly no quesito “big boss”. Andie MacDowell, interprete de Gray, até que se esforça, mas a atuação de Meryl Streep ganha disparado pois as vezes soa uma cópia mal feita, mas deixo o destaque para a vilã (que na verdade é boa) de marca maior da série: India Jourdain. A morena é o típico colega de trabalho que quer a todo custo puxar seu tapete e fazer você partir pro ataque. Mas no caso dela, é tudo questão de ambição. Então nesse caso a gente releva, rs. Na série também tem outros personagens que se destacam, tipo Billy, melhor amigo de Jane, que a ajuda em todas as aventuras para continuar no trabalho sem perder as aulas.

Jane By Design

No mais é uma série bem bacana para se assistir com a família toda nesse recesso, sem contar que tem uma trilha sonora espetacular! A cada dia descubro novas canções e fico mais viciado nelas. Vale a pena assistir!



Smash

Cansado das mesmas séries de sempre, fui procurar alguma diferente para começar acompanhar. Não passava dos episódios pilotos, já que nenhuma me chamava a atenção. Dai me lembrei de Smash que o pessoal no twitter comentava muito. Fui atrás da sinopse e fiquei com a pulga atrás da orelha, pois é uma série musical com Anjelica Houston e Katharine McPhee. Baixei o piloto e não demorou muito para eu querer continuar assistindo.

Smash conta a história dos bastidores de um novo musical da Broadway sobre Marilyn Monroe e todos os dramas que os produtores, diretores e atores são submetidos ás dificuldades de vender tal projeto. Para viver o ícone Monroe, estão cotadas duas garotas que farão de tudo para conseguir tal papel. A série apresenta músicas em alguns momentos do episódio, ora elas originais, ora regravações. Só resta saber se esse musical irá seguir em frente com todas as barreiras.

Sim, eu adorei Smash pelo fato dela ser musical, mas o tema de backstage me chamou muito a atenção. Apesar de estar sendo muito comparado a Glee, acho que a nova série se diferencia por ter plots mais adultos, e uma outra abordagem e deixando a trilha sonora livre de agradar ou não o público juvenil.

Smash

Para mim foi uma surpresa muito boa assistir Katharine atuando, até então só tinha visto ela cantar no American Idol. Na série a sua personagem é muito inocente que chega a até irritar. Dá vontade de dar um sacode e falar: ACORDA! rs Os outros personagens também tem seus destaques, mas eu gosto muito da outra Marilyn, Megan Hilty. Ela é toda gostosona, tem os trejeitos da própria Monroe e canta lindamente. Fico muito fascinado com as performances dela.

No mais, Smash é como uma outra série qualquer: cheia de drama. Todos os personagens tem algum problema que se estende ao rolar da trama e de certa forma acaba afetando a produção do musical. Vale muito a pena assistir, veja um preview da série abaixo.

Smash é uma série de Theresa Rebeck, com produção executiva de Steven Spielberg, e conta com os compositores Marc Shaiman e Scott Wittman (Hairspray) e exibida pela NBC. No Brasil a série está sendo exibida pela Universal Channel.



Esse post será dedicado a minha amiga Rohh que é uma viciada em The Rocky Horror Picture Show e em Glee. Tal junção se deu a um episódio cult na série. Eu como amo essas misturas, não podia deixar essa passar despercebida. :mrgreen:

Na verdade eu nunca tinha assistido o filme até a série prestar uma homenagem, mas sempre ouvia falar e também sempre via nas promoções de DVDs do Submarino. Quando baixei as músicas, fiquei curioso demais pra saber do que se tratava e corri pro Google e meu interesse aumentou ainda mais. Tanto que baixei o filme e a trilha sonora
Resultado: fiquei vidrado durante as duas semanas e só conseguia imaginar a versão glee. Tanto que chegou o dia de assistir e só tenho a dizer que gostei muito da homenagem, porém a história continua murcha.

Tudo bem que rolou uma historinha de amor não resolvido entre Emma e Will, ciúmes da parte do Carl, traumas de infância da Sue e narcisismo do lado másculo do grupo, mas tipo, esse nem é o foco da série em si. Mas enfim, ficou legal demais a montagem e curti muito todos os figurinos. As versões das músicas ficaram impecáveis, tanto que jurei de pé junto que Touch A Touch A Touch Me era cantada pela April (Kristin Chenoweth).

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Estava entendiado e com todas minhas séries em dia. Precisava de algo pra ir assistindo durante os recessos e eis que me lembrei da dica do Rodrigo, corri e comecei a baixar…

Drop Dead Diva é uma série de drama e comédia, que conta a história de Deb, uma linda (e burra) aspirante a modelo que sofre um acidente de carro fatal e fica frente a frente com um dos porteiros do Céu, Fred, que declara que sua vida foi média e que não tinha saldo algum de coisas boas ou ruins. Deb fica surpresa e tenta convencer Fred a deixá-la voltar para sua vida fútil. Com o pedido negado, Deb aperta um botão de retorno no teclado do computador de Fred e volta a Terra, porém reincarnada no corpo de Jane Bingum, uma advogada brilhante e gordinha. Jane tem uma assistente leal e sempre viveu à sombra de seus colegas atraentes – enquanto Deb vivia de aparências. Agora, por causa de uma reviravolta do destino e uma pitada de intervenção divina, Deb deve aprender a viver no corpo tamanho GG de Jane e conciliar seus modos de diva e seu novo cérebro, totalmente inteligente.
Fonte

Pela sinopse dá pra imaginar o rolo que não é a estória, né? Mas vale muito a pena pois conforme a gente vai assistindo, a gente se esquece da Deb e só vê a Jane e acaba esquecendo que aquela loirinha ali é quem está no corpo. Muito estranho falar isso.
Como Jane é advogada, a cada episódio ela tem um caso pra resolver; logo, a série fica interessante pois Deb usa suas memórias com a inteligência da Jane para resolve-los e provarem que seus clientes são inocentes. — Veja o trailer da série:


Jane: Você é meu anjo da guarda… me deixe magra!
Fred: Sou um anjo da guarda, não um mágico!!

A trilha sonora é muito moderna e bem eclética. Os atores são todos desconhecidos, porém são todos convincentes e cheios de carisma, a começar pela própria interprete da Jane, que é gordinha e por mais que o script a desdenhe, ela sempre representa muito bem. Como se fosse uma magra num corpo que não é seu.

Apesar do lado sério e cheio de tabus, Jane tem momentos de discontração com os dilemas de sua amiga Stacy, sua assistente Teri, seu anjo da guarda Fred, e com seu antigo namorado, Greyson.

Vale a pena assistir gente, é muito boa a série e a cada episódio tem uma liçãozinha escondida pro nosso dia a dia. #FICADICA


Clique aqui para baixar a série em RMVB legendado



E aí pessoal? Essa semana fiquei por conta do novo layout do blog e a princípio só iria postar quando o mesmo estivesse pronto. Mas como vocês sabem o seriado Glee homenageou uma das minhas cantoras preferidas, Britney Spears e eu não poderia deixar passar em branco não é?

O episódio foi muito legal e as versões para as músicas ficaram muito boas e nem passaram a qualidade da original. rs Por isso vou fazer um recap como da última vez. Se você não curte SPOILER, não leia esse post.


HAHAHA Já no começo a Santana faz um trocadilho. Todo mundo se lembra do menino (?) que protegia a Britney no Youtube? Então, a frase dele virou bordão, relembre aqui.


A Emma pediu pra seu namorado, o dentista Carl, a dar uma orientação na escola. Do glee os que não foram aliviados foram Rachel (por genética judaica), Artie (por não ocnseguir se enxergar no espelho e fazer uma escovação precária) e Brittany (por escovar os dentes e enxaguar a boca com Dr. Pepper – um refrigerante).


Na performance de I’m Slave 4u resolveram misturar os clipes de Oops!… I Did It Again, Toxic e a épica apresentação com a cobra. A Heather Morris arrebentou, pois dançou pra caramba.

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Oi gente!! Nossa, nem creio que setembro chegou e nós estamos aqui, com nossa saudade sanada, até porque depois de tanto tempo sem Glee, eu pensei que iria surtar.
Enfim, como sempre eu baixo e assisto na quarta-feira, mas por motivo de cansaço maior, deixei pra comentar sobre o episódio de comeback hoje. Vamos lá?


O episódio começa com um resumo da segunda parte da primeira temporada e com um ‘noticiário’ apresentado pelo Jacob ~estranho~ perguntando e instigando sobre os gleeks. E tipo, ele até que falou muito né? Daqui uns dias ele tá cantando e dançando. (ops, isso já aconteceu e não deu certo! rs)


Eu fiquei em choque, porque tipo, o Artie foi chifrado pela XTina com o Mike, que nem canta……. mas dança muito. Coisa que o Artie não pode fazer :’(


Kurt fazendo a r3b3lde quando não sigo os demais e leva essa raspadinha na cara, coitado. E o mais chocante: ele entra no banheiro masculino. rs


E essa Susan Boyle de olhos azuis, Brasil? Fiquei até com medo. Imagina só um dueto das duas valentonas de Glee? Que must ~pensei em inglês, produção!~


Sunshine e Rachel dublando e fazendo pokerface no banheiro… hmmm… rs
Nem precisa dizer que foi minha música preferida do episódio, né? rkkkkkk


Ivete faz show em NYC e quem arrasa em Glee é a Claudinha Leitte. -n Esse loirinho aí, que tem uma boca maior que a da LiLo depois do botox, vai ser o novo namoradinho do Kurt. Será que vai prestar????
PS: A música cantada foi Billionaire, do Travis McCoy. A Claudia Leitte que fez uma versão da música. Não acredite nas minhas lorotas… por favor!


Legal né? A mãe da Rachel (que parece mais com a Isabella Fiorentino) adotou a filha da Quinn e a loira já tá toda gata e popular de novo. Assim é fácil né Ryan Murphy!!!!! Cadê os bons costumes????


Solinho bonito e muito bem cantado pela Sunshine. O melhor é que não adiantou a Rachel se rebelar e fazer o diabo a quatro. SUE SYLVESTER RULES!


O Finn e a Rachel estão namorando e só vão dar o primeiro BEIJO quando o episódio está acabando. Isso porque tanto o Finn com a Quinn e a Rachel com o Jesse se pegavam toda hora, e tipo, deu no que deu. Ryan Murphy está deixando muita coisa aleatória no ar.


O mais triste de todos os finais: ARTIE, O CORNO MANSO SOLITÁRIO!!!!!

Bem, as outras músicas e momentos foram mais do mesmo. Foi muito bom as performances, mas eu preciso ser correto e 10 tópicos estão super bem escolhidos e ressaltados.
Só queria dizer também que adorei o episódio, tudo que disse acima foi pra descontrair, pro post não ficar chato. Semana que vem é o episódio que terá as músicas da Britney, pelo promo parece que vai ser melhor que o The Power Of Madonna. Mas o que tudo indica só parece. Vamos torcer pra que seja o melhor (yn).


Atenção: Essa categoria, Recap, foi inspirada nos posts do RSFD. :D


Esses dias atrás estive doente, e dormi a tarde toda e durante a noite, fiquei sem sono. Daí liguei a tv no SBT e estava passando Fringe e fiquei assistindo. Logo acabou e começou uma série tão coloridinha, bonitinha e muito engraçadinha. Era Pushing Daisies!

Assisti o episódio piloto e em seguida veio o segundo episódio. Eu adorei tanto que fiquei com vontade de assistir mais e vim na internet procurar e acabei baixando a temporada toda e indico pra todo mundo assistir.

Pushing Daisies conta a história do garoto Ned, um garoto que descobre que tem o dom de trazer mortos (sejam eles animais, frutas ou pessoas) de volta à vida. Porém, ele descobre que há consequências para o uso do seu incrível dom: se ele tocar a pessoa que ele reviveu novamente, essa pessoa morreria para sempre. E se por acaso ele deixasse essa pessoa viver por mais de 60 segundos, outra pessoa que está próxima morreria em seu lugar.

A história de desenrola a partir do momento em que sua mãe sofre um aneurisma e cai dura no chão, e ele a toca e ela volta á vida. No mesmo minuto, o pai de Chuck, sua namoradinha e vizinha, cai ao chão e morre. Tudo vai bem até a mãe de Ned dar lhe um beijo de boa noite e morrer novamente (que confuso!), assim descobrindo que o segundo toque depois da ‘ressureição’ é fatal. Ambos órfãos, Chuck e Ned se separam e cada segue sua vida.

Herdando talentos culinários de sua mãe, Ned se torna um confeiteiro que possui um restaurante chamado “Toca da Torta”, que conta com a ajuda da garçonete Olive Snook (Kristin Chenoweth, a April de Glee). A vida de Ned toma novos rumos quando o investigador Emerson Cod descobre acidentalmente seu dom e oferece-lhe uma proposta: Ned traz temporariamente vítimas de assassinatos de volta à vida, permitindo a Emerson obter informações sobre as circunstâncias da sua morte, e resolver rapidamente o caso e dividir o dinheiro da recompensa com ele.

Ned fica surpreso quando uma das vítimas que precisa tocar é Chuck e deixa o sentimento da infância falar mais alto e a deixa viva, provocando que outra pessoa morra em seu lugar. Mas o mais dificil vai ser não tocá-la, pois se houver o segundo toque, Chuck morre para sempre.

(Fonte: Wikipédia)

O enredo é bem interessante e a história tem momentos engraçados e de certo suspense. Sem contar que tem um narrador que toda hora diz que tal pessoa tem tantos anos, tantos meses, tantos dias, tantas horas e tantos segundos de vida; bem no estilo de Baby, o porquinho atrapalhado.

Enfim, se você tá afim de preencher o vazio de alguma série que está em hiato, baixe Pushing Daisies correndo!! :D


Em sátira ao quadro em que Deus toca Adão.



Pois é, quem se lembra do trecho dessa música da época em que éramos todos crianças e assistiamos Tv Cruj! e depois Chiquititas? Então, se recuperem desse flashback #fail, porque eu só quis fazer um título com piadinha interna mesmo. Bom, hoje vou falar de uma série nova que pintou na área e conquistou todos meus amigos que me recomendaram tanto que foi amor a primeira vista. -nem tanto

Pretty Little Liars

Bom, Pretty Little Liars faz a linha de séries que misturam suspense com drama adolescente, bem Gossip Girl sabe? Veja a sinopse do Wikipedia

Rosewood é uma pequena perfeita cidade. Então, tranqüila e intocada, você nunca adivinharia que detém tantos segredos. Alguns dos piores pertencem á meninas mais bonitas da cidade – Aria, Spencer, Hanna e Emily, quatro distantes amigas cujos segredos mais escuros estão prestes a desvendar.

Um ano atrás, Alison, a “abelha rainha” de seu grupo, desaparece e as meninas juram que nunca iriam contar o que realmente aconteceu naquela noite. Elas acreditaram que seus segredos as uniram, mais justamente o contrário acontece. Então, novamente, quem pode dizer qual é a verdade em Rosewood. Parece que todos na cidade estão mentindo sobre algo.

Agora, com o mistério em torno do desaparecimento de Alison, as meninas começam a receber – ameaçadoras – mensagens de “A”, contendo coisas que apenas Alison sabia. Mas não poderia ser Alison. Poderia? Quem quer que seja, ele/ela parecem saber todos os segredos das meninas, e parece estar observando cada movimento. As meninas são amigas novamente, mas elas vão estar lá uma para a outra se os seus segredos vêm à tona?

A série também foi inspirada em livros e tem um elenco legal e é bem produzida. Tem uma trilha sonora excêntrica e de ótima qualidade. Eu tô adorando conhecer novas musicas por lá.
E eu recomendo que todo mundo assista antes que Glee volte.

E ó, a série não foi lançada no Brasil. Ainda. Então vale um download. ^^

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