Top 3

3 motivos para amar 7/11 da Beyoncé

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Que Beyoncé é a dona do mundo, todos nós já estamos carecas de saber. Mas a mulher está descontrolada!
Há um ano atrás, a Queen B lançou um álbum de surpresa e dominou 2014 com todas suas “músicas visuais” e nos fez querer ir na turnê mais desejada de todas.

Aí, agora ela lança uma versão de platina de seu álbum e contendo duas faixas inéditas, uma não lançada e vários remixes com participações especiais. Mas o que nos chamou atenção foi o single 7/11 que assim que saiu, veio junto com ele um clipe que uns chamaram de caseiro e outros amador. Mas vindo de Beyoncé, a definição não importa.

Tanto a música quanto o vídeo não fazem muito sentido. Eis aqui uns motivos para amar (ou não) o novo single da Bionça:

1. Música chiclete

Quer música com letra e sentimento? Ouça Jealous ou Pretty Hurts! 7/11 é uma música chiclete que vai fazer você cantarolar e ficar com a batida frenética na cabeça por horas. E sim, impossível não ficar batendo palma enquanto ela diz “clap, clap, clap, clap, clap it”. Apesar de ter dedo de Jay Z, Nicki Minaj, Pharell Williams e Kanye West por tudo que leva o nome de Beyoncé, 7/11 não foi produzida por nenhum produtor saturado. Bobby Johnson é o responsável pela magia do novo single, e já tem gente da mídia especializada que o nome do alemão veio para ficar. Vamos ver né, porque a faixa é diferente mas não é nada inovador né?

2. Louca? Bêbada?

Bem a vontade com um moleton e uma “cueca”, Beyoncé dança largada e sem compromisso de nada. A meio a loucura, se junta com outras mulheres e dançam, fazem gracinhas e bebem algo dando a impressão que estão festejando algo. Um lado divertido que nem vemos muito nos vídeos da cantora né? Pois sempre ela está contando alguma história de amor, fazendo a mulher incompreendida ou apenas querendo nos hipnotizar com suas coreografias épicas.

3. Vídeo conceitual

História para boi dormir foi essa de que o vídeo foi gravado sem nenhuma produção e conceito. As cenas podem até ser sido gravadas “naturalmente”, mas a coreografia está certinha e a edição muito perfeita. Dizer que foi feito de qualquer jeito e ser “amador”, com certeza não faz sentido. Uma coisa é filmar em casa e jogar na internet. Beyoncé não é boba, e as vezes cansada de tanto tema e histórias que abordou no álbum, quis apenas relaxar e se divertir. Viu a oportunidade e agarrou. Mas resta saber se dessa vez ela saiu na frente…

Enfim, se você ainda não ouviu ou viu o vídeo, tirem suas conclusões:

Top 3: Séries que não deveriam ter sido canceladas

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Se tem uma coisa que eu detesto é quando estou acompanhando uma série e a emissora decide cancelar a mesma, principalmente se a cancelam ainda na primeira temporada. Isso me aconteceu várias vezes nessa minha “carreira” de fã. Porém, três séries que tiveram seu fim, me deixaram muito irritado quando isso aconteceu e queria muito que todas tivessem uma segunda chance.

3ª – THE NEW NORMAL

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A série da Fox criada por Ryan Murphy (de Glee e American Horror Story), teve uma temporada. A história narra a trajetória de Bryan e David, um casal gay que decide ter um filho. É aí que entra Goldie, que serve de barriga de aluguel para o casal. Com ela vem a filha Shania e a avó Jane que se juntam a hilária Rocky. A série segue todos os passos do tempo de Goldie como barriga de aluguel e fala também de preconceito de uma forma leve e bem humorada.
Sinto que deveria ter continuado, queria ver como as coisas ficariam depois, visto que durante a primeira temporada Shania, David, Goldie, Bryan, David, Rocky e até mesmo Jane acabaram por formar uma família enquanto o bebê se desenvolvia e merecia uma segunda chance para saber como seria depois da chegada da criança.

2ª – THE SECRET CIRCLE

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A série criada pela autora de The Vampire Diaries tinha tudo para ser um sucesso como sua irmã, porém não foi. As bruxas e bruxos de The Secret Circle eram estilosos, jovens, bonitos e com histórias incríveis como as de TVD, mas, infelizmente, não vingaram. A história fala de Cassie, a última integrante de um clã de bruxos que, após perder a mãe em um misterioso incêndio acaba indo morar com a avó em Chance Harbor e lá as coisas começam a ficar estranhas após os bruxos unirem seu círculo de magia.
A atriz Phoebe Tolkin, que viveu Faye, hoje faz sucesso em The Originals e Britt Robertson, que fez Cassie estava em Under The Dome. A série tem um motivo, além de outros, extremamente relevante para ter uma segunda chance: a chegada dos irmãos de Cassie, outros bruxos, que compunham um clã secundário que poderia ou não ser maligno.

1ª – THE TOMORROW PEOPLE

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Minha mais recente decepção por causa de um cancelamento. A série da CW falava sobre Stephen, um integrante dos “seres do amanhã”, pessoas com habilidades especiais de teletransporte, telecinese e telepatia. Ele conhece Cara e John e outros seres que vivem escondidos, fugindo da Ultra, uma organização que quer exterminá-los. A série é um remake e não teve boa aceitação na emissora.
Apesar disso, a série merecia uma segunda chance, visto que o final de temporada foi incrível. O novo poder de Stephen e mudança de lado de John foram insanidade e que poderia dar um gás genial para a série em uma segunda temporada. Infelizmente, com a grande quantidade de novos programas que a CW faz, foi melhor cancelar a fazê-la disputar espaço.

MENÇÃO HONROSA: Touch, Smash e Bloodlines (spin-off de Supernatural que nem chegou a ser iniciada).

TOP 3: Séries que não consigo deixar de assistir

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Você, assim como eu e assim como todos as pessoas que acompanham séries, deve ter suas favoritas. Mas, você também deve ter aquelas que, por mais que tente, não consegue abandonar de forma alguma. Seja pelos personagens, pela história ou pelas temporadas que decaem muito em qualidade. Conheçam as séries que não consigo deixar de lado.

3º – PRETTY LITTLE LIARS

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Quem acompanha as lindas mentirosas sabe que há muito tempo a série tem enrolado demais na solução de suas tramas. A cada dia é uma pessoa diferente e isso se tornou irritante, porém, é inegável que, ainda sim, seja muito difícil não se arrepiar com a abertura da série e ainda sim acompanhá-la na esperança de que as revelações comecem a aparecer.
Apesar disso, algumas vezes me pego pensando que eles devem deixar pontas soltas e ganchos para que a série continue, pois eu gosto tanto que não quero que acabe.

2º – SUPERNATURAL

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Tá aí uma série que vive relações de amor e ódio com os fãs. Muitos deixaram de assistir Supernatural depois que foram incluídos os anjos na trama. Eu, por outro lado, acompanho assiduamente. Acredito que essa adição foi muito bem pensada, pois não haveria tanta assombração e monstro para dez temporadas. Tanto que, ainda hoje, eles repetem diversos seres.
Apesar dos problemas que a trama tem tido em roteiro e tudo mais, acredito que a série está ótimo, porém, sou adepto do pensamento de que a décima temporada deve ser a última, passando disso as coisas ficarão maçantes demais.

1º – THE VAMPIRE DIARIES

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Talvez receberei pedras, mas The Vampire Diaries é o grande amor da minha vida nas séries. Apesar de ter tidos temporadas tensas em seus últimos anos, TVD foi a primeira série que acompanhei e é quase impossível me desapegar dela e de seus personagens.
Apesar disso, acredito que a série sobreviva, no máximo, até uma sétima temporada.

P.S.: Seu Spin-off incrível, The Originals, pode acabar tendo o mesmo destino se os produtores acabarem errando onde erraram em TVD. Primeira regra, matou, por favor, deixe morto.

3 dicas musicais para inspiração

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Source: Student Time Management

Como todo mundo sabe, sou designer gráfico e por mais satisfatório que esse trabalho seja, a pressão em alguns jobs e ter sempre a criatividade pronta para uso nos cansa a cabeça um pouco. Para relaxar e inspirar, eu ouço bastante música pra tudo fluir facilmente. A música certa nos alegra e nos dá sensações mais prazerosas e influencia em nossos trabalhos; nos permitindo desenvolver novas idéias e fazer o cliente sorrir de orelha a orelha.

Baseado em minha vida criativa, reuni três dicas de que ouço de vez em quando e quero compartilhar com vocês e saber o que vocês ouvem quando estão precisando de um gás para trabalhar mais animado. Eis as minhas:

1. Lily Allen

Já a indiquei aqui no baú pop e não me canso dos álbuns dela (dois, apenas) e acho ela essencial para meu dia. Não tem um só dia de trabalho que não ouço o It’s Not Me, It’s You completo. Se não o faço, parece que falta alguma coisa. Sério. Lily Allen tem uma voz calma e muito gostosa de ouvir e as melodias de suas músicas pop nos faz parar para prestar atenção a cada instrumento que tem seu destaque e as vezes passa despercebido.

2. Gossip

De pop ao indie underground do Gossip, me rendo totalmente aos vocais insandecidos de Beth Ditto, dos arranjos rocks tresloucados de Brace Paine e as batidas uptempo de Hannah Blilie. Esse é o Gossip que ouço diariamente e me ajuda a relaxar e criar algumas idéias pra lá de animadas. Também com uma discografia curta, o grupo norte americano não deixa a desejar. Ouço bastante o Music For Men e o último lançado, A Joyful Noise, que também é excelente e não sai do meu player. Apesar de indie, o Gossip também tem músicas eletrônicas e que agita todo o lugar, impossível ficar parado ou tentar acompanhar Betinha com seus powers vocals.

3. Coldplay

Se meu coração fosse um cd, com certeza seria algum do Coldplay. Amo muito todas as músicas e apesar da sonoridade tranquila e intrinseca, o grupo todo consegue chamar a atenção e conquistar novos fãs cada dia que passa. Eu confesso que os ouvia esporadicamente, mas depois que lançaram o Mylo Xyloto, minha admiração floresceu e desde então não larguei mais. Passei a ouvir os outros álbuns com o mesmo anseio e ficando mais surpreso com a soma de uma boa melodia e letras profundas. Vale a pena escutar para ter idéias brilhantes.

E você? O que costuma ouvir para se sentir inspirado??
Me conte e indique seus favoritos!

Top 3: Filmes com poker

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O Top 3 de hoje irá falar sobre jogo e filmes. Sabe aqueles filmes onde há pessoas que arriscam suas vidas pelo jogo? Pois bem, listamos 3 filmes em que as histórias giram em torno de mesas de poquer e altas apostas. Vejam:

1. Cartas na Mesa


Neste filme Matt Damon é um jogador viciado no poker, que perdendo todas as suas economias de uma vida no jogo. Decidido a abandonar essa prática e dedicar-se ao trabalho, seu amigo, Edward Norton aparece para pressioná-lo a voltar às mesas de jogo. E claro que ele volta ao póquer e acaba por enfrentar um talentoso jogador num torneio clandestino.

2. Maverick


Outro filme famoso, mas em genero de comédia, intitulado Maverick (Maverick de 1994) é um Western em versão para o cinema da série de TV homonima e de grande sucesso nos anos 50. Mel Gibson interpreta a personagem principal que é um jogador inveterado, astuto, trapaçeiro e mulherengo que parte rumo ao Mississipi para participar num torneio milionário disputado durante a viagem de barco pelo rio.

3. Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes


Filme britânico que se baseia na história de quatro amigos que acumulam algum dinheiro com a finalidade de comprar a participação de um deles num jogo de poker clandestino. O que eles não imaginavam é que o agiota, organizador do “evento”, que também é jogador, fosse um trapaceiro. Daí surgem muitas confusões e reviravoltas que certamente conseguirão prender o interesse do espectador.

Fica a dica para quem gosta bastante do jogo e quer aprender algo com os filmes. Sem contar que hoje em dia é bem fácil jogar, pois nem precisa sair de casa. O póquer é um dos jogos de casino mais populares além do blackjack, que você pode encontrar por exemplo no http://www.blackjackonline.pt. Jogue com consciência ein galera!

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