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Lição do Dia: O que é o Met Gala?

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Vamos falar a respeito daquilo que será no mínimo o assunto da semana: O Met Gala. Como todo bom Fashionista ou só Adorador do Mundo do Fashion, eu percebi que milhares de pessoas estão por ai compartilhando foto de seus ídolos (a.k.a Divas) nesse específico evento sem fazer mínima ideia do quanto importante ele é. Pois bem vamos compartilhar o conhecimento com as crianças.

Não pensem que meu verdadeiro intuito em escrever este texto seja ensinar a vocês sobre o maior evento Fashion do Ano, não, eu só estou cansado de ver um punhado de pessoas falando a respeito de algo que não fazem nem ideia do que se trata. E falando como verdadeiros conhecedores, mesmo sabendo que esse seja o verdadeiro intuito de termos pessoas tão famosas presentes, sejam elas da indústria do Entretenimento e Musica: DAR IBOPE.

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O evento que vocês tanto falam desesperadamente nas redes sociais tinha inicialmente um foco totalmente diferente em 1902 Irene e Alice Lewisohn se tornaram herdeiras adolescentes, e decidiram com mais alguns amigos começarem um trabalho social na Henry Street Settlement House, um local para a integração de imigrantes, e ainda era um acampamento de verão para crianças carentes, logo as duas eram professoras de dança e teatro. Os trabalhos das duas cresceram de tal maneira que outras personalidades da época se juntaram em 1928 elas moveram suas operações para o Neighborhood Playhouse School of the Theatre. Durantes seus anos de funcionamento um corpo docente foi formado para apreciar a arte da atuação teatral, do figurino, da cenografia, coreografia e outras demais expressões artísticas. Então as irmãs resolveram abrir uma pequena exposição em 1937 nomeando-a de Museum of Costume Art (tendo como tradução literal como Museu do Traje Artístico) na Quinta Avenida. Logo em 1946 a exposição se mudou para o rimeiro andar do The Metropolitan Museum of Art (Museu Metropolitano de Arte). O Costume Institute Gala ou só Met Ball é um jantar beneficente que começou em 1946, pensado originalmente pelo grande Eleanor Lambert para ajudar as duas criadoras originais do projeto. Sendo feito anualmente para arrecadar fundos para manter a ala Costume Institute (Instituto de Vestuário). Com o passar do tempo o evento tomou um grande apelo Fashion estando ligado então a maior publicação de Moda: Vogue.

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Vamos começar do simples VOGUE: (Não a música da Madonna) mas sim A Bíblia Mensal do Mundo Fashion. No começo ela não era conhecida assim, Vogue começou em Nova York 1892, uma publicação de 30 páginas para mulheres poderosas da época. Só que em 1909 Vogue começaria seu caminho para se tornar uma das maiores publicações da atualidade quando foi adquirida pelo grupo Condé Nast Publications. A sua primeira edição trouxe o que todas gostariam de ver, os vestidos que as mulheres mais ricas dos EUA usavam. Pouco tempo depois ela desembarcava na Terra da Rainha em 1916. Vogue cresceu, se expandiu, ganhou versões em outros países e foi dirigida por nomes como Diana Vreeland, Jessica Daves, Grace Mirabella e por fim chegamos à atual e mais temida e adorada Anna Wintour. Mas o que Isso tem em comum com o Met Gala? Bem o Met Gala é O EVENTO (assim mesmo em maiúscula pra ver se vocês entendem a importância do mesmo) do Ano no Mundo Fashion .

Anualmente o Museu Metropolitano de Arte abre em conjunto com o Costume Institute uma exposição que possui um tema, esse tema é o que dita, como será o figurino dos convidades no Met Gala e o que milhares de estilistas e varejistas vão copiar e consequentemente vai acabar nas mãos do grande publico em lojas de Fast Fashion. Anna Wintour junto com a equipe da Vogue supervisionam a lista de convidados, preços dos ingressos, tema da exposição e cada mínimo detalhe do que é considerada a noite mais importante do Ano. O Met Gala incluí um Coquetel onde os Ícones Pop competem no que eu chamo de “Quem Chama Mais atenção Leva Mais”.

"Alexander McQueen: Savage Beauty" Costume Institute Exhibition At The Metropolitan Museum Of Art - Preview

O Met Gala já inaugurou exposições que apresentavam os maiores nomes da Moda como: 2005: The House of Chanel, 1996–1997: Christian Dior, 1997–1998: Gianni Versace, 1983–1984: Yves Saint Laurent, 2011: Alexander McQueen: Savage Beauty, e a deste ano China: Through the Looking Glass que fala sobre sobre como o impacto da Moda Chinesa afeta a Moda Ocidental e como a China tem sido inspiração para Moda durante anos. A exposição vai apresentar mais de 100 exemplos de Alta Costura ao lado de Porcelanas e Outras peças que foram organizadas em conjunto com o Department of Asian Art (Departamento Asiático de Arte). Quem saiba agora vocês não consigam entender o conceito por trás de alguns vestidos usados?

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Pois bem, O Met Gala é responsável por infectar a minha linha do tempo, cada santo ano, com as fotos do que mais amamos e o que com certeza é um dos melhores momentos: todos se socializando, ignorando as briguinhas, algumas fazendo divulgação do álbum flopado, outras mostrando que estão cada vez mais poderosas. Agora entendam, isso não é só um evento onde suas Divas vão tirar fotos estando sempre Impecáveis, ou onde sabe lá que Diabo aconteceu para que Katy Perry, Madonna e Lady Gaga aparecerem na mesma foto, não é só um evento onde Sarah Jessica Parker vai mostrar que bom gosto nunca se perde, não é só um evento onde onde Kim Kardashian vai estar mostrando toda sua sexualidade. Esse evento é uma ocasião onde milhares de dólares estarão envolvidos, onde pessoas super bem vestidas estarão presentes, é a noite que Anna Wintour organizou detalhadamente para que mais uma exposição fosse apresentada com sucesso e garantisse a do próximo ano com o mesmo ou até maior desempenho.

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Met Gala é com certeza sinônima de muito Glamour, Alta Costura, Gente Bonita (outras nem tanto). Arte, Sofisticação e milhares de Ícones Pop num mesmo lugar, tem como não amar um evento que envolva tudo isso? Enfim, agora que você sabe um pouquinho mais sobre quem está por trás do Met Gala e sua história, faz igual as suas Divas, aproveita ele com um pouquinho mais de classe. Ou pelo menos tenta.

No iPod: Mariah Carey – Infinity

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Depois do sucesso morno de seu último lançamento, Me. I Am Mariah… The Elusive Chanteuse, Mariah Carey volta com um novo single para que todos seus fãs pirassem.

Infinity é uma música que não é diferente do gênero que Mariah pegou e deixou sua marca. Achei muito boa, e confesso que gostei muito mais que todos os singles que ela veio apresentando ultimamente.

Com muitos gritos e notas agudas, Mimi arrasa e vem confiante que esse também será um hit digno de topo. Abusada ou não, a produção assinada por Eric Hudson, conta com arranjos orquestrados á um violino bem elétrico que conduz “Infinity” em alguns momentos chaves. E claro, tem Mimi fazendo o que ela sabe fazer de melhor: falsetear.

Ouçam a música abaixo e assistam ao lyric video fofo que fizeram. Impossível não amar o violino com borboletas, o coração derretendo e o arco-íris ao fim.

Infinity” já se tornou meu vício e eu perco as contas de quantas vezes ouço por dia. A música fará parte da coletânea hedonista de Mariah, onde só terá hits que conquistaram a posição suprema dos charts. Intitulado “Mariah Carey #1 to infinity”, Mimi mostra que não está de brincadeira e quer esfregar na cara das inimigas tudo o que conseguiu.

Enfim, eu adoro que Mariah tenha voltado a parceria com L.A. Reid e espero que ele dê muito palpite certo dessa vez e que venha muita coisa boa por aí. Quem sabe um dueto com Ariana Grande, Beyoncé, Jennifer Lopez…

3 motivos para amar 7/11 da Beyoncé

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Que Beyoncé é a dona do mundo, todos nós já estamos carecas de saber. Mas a mulher está descontrolada!
Há um ano atrás, a Queen B lançou um álbum de surpresa e dominou 2014 com todas suas “músicas visuais” e nos fez querer ir na turnê mais desejada de todas.

Aí, agora ela lança uma versão de platina de seu álbum e contendo duas faixas inéditas, uma não lançada e vários remixes com participações especiais. Mas o que nos chamou atenção foi o single 7/11 que assim que saiu, veio junto com ele um clipe que uns chamaram de caseiro e outros amador. Mas vindo de Beyoncé, a definição não importa.

Tanto a música quanto o vídeo não fazem muito sentido. Eis aqui uns motivos para amar (ou não) o novo single da Bionça:

1. Música chiclete

Quer música com letra e sentimento? Ouça Jealous ou Pretty Hurts! 7/11 é uma música chiclete que vai fazer você cantarolar e ficar com a batida frenética na cabeça por horas. E sim, impossível não ficar batendo palma enquanto ela diz “clap, clap, clap, clap, clap it”. Apesar de ter dedo de Jay Z, Nicki Minaj, Pharell Williams e Kanye West por tudo que leva o nome de Beyoncé, 7/11 não foi produzida por nenhum produtor saturado. Bobby Johnson é o responsável pela magia do novo single, e já tem gente da mídia especializada que o nome do alemão veio para ficar. Vamos ver né, porque a faixa é diferente mas não é nada inovador né?

2. Louca? Bêbada?

Bem a vontade com um moleton e uma “cueca”, Beyoncé dança largada e sem compromisso de nada. A meio a loucura, se junta com outras mulheres e dançam, fazem gracinhas e bebem algo dando a impressão que estão festejando algo. Um lado divertido que nem vemos muito nos vídeos da cantora né? Pois sempre ela está contando alguma história de amor, fazendo a mulher incompreendida ou apenas querendo nos hipnotizar com suas coreografias épicas.

3. Vídeo conceitual

História para boi dormir foi essa de que o vídeo foi gravado sem nenhuma produção e conceito. As cenas podem até ser sido gravadas “naturalmente”, mas a coreografia está certinha e a edição muito perfeita. Dizer que foi feito de qualquer jeito e ser “amador”, com certeza não faz sentido. Uma coisa é filmar em casa e jogar na internet. Beyoncé não é boba, e as vezes cansada de tanto tema e histórias que abordou no álbum, quis apenas relaxar e se divertir. Viu a oportunidade e agarrou. Mas resta saber se dessa vez ela saiu na frente…

Enfim, se você ainda não ouviu ou viu o vídeo, tirem suas conclusões:

O terceiro álbum

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Bons artistas sempre tentam expressar suas emoções, mas isto não é muito fácil no começo de carreira. Há pressão da gravadora, e até do público para que eles continuem seguindo na mesma linha e ‘hitando’. Até que chega o terceiro álbum, quando os mesmos já têm fãs e nome de peso: a combinação perfeita para finalmente cantar o que sentem. E para falar a verdade, esses são os melhores. Vamos ver alguns exemplos?

BRITNEY SPEARS - BRITNEY (2003)
Cansada de ter a sua imagem igualada a de uma menina pura e virgem, Britney decide lançar seu terceiro álbum de estúdio e contrariar tudo. ‘I’m A Slave 4 U’, o primeiro single, veio para demonstrar que ela não estava de brincadeira. Uma música e vídeo sexys fizeram parte da promoção, além de uma icônica performance no VMA da mesma segurando uma cobra. Outras canções pessoais como ‘I’m Not A Girl, Not Yet A Woman’ e ‘Overprotected’ estavam no pacote, dando a cantora uma visão mais madura.

MADONNA – TRUE BLUE (1986)
Um marco da cultura pop! Madonna nunca foi uma ‘ratinha de gravadora’, mas foi com esse álbum que ela evoluiu para ser a Rainha que é. ‘Open You Heart’, ‘Papa Don’t Preach’ e ‘Live To Tell’ se tornaram clássicos, contendo letras pessoais e controversas. Tem como não deixar de citar?

MICHAEL JACKSON – BAD (1987)
Se contarmos o ‘Off The Wall’, como o primeiro álbum solo do Michael (pois todos os outros ainda vinham com o selo dos Jackson 5), ‘Bad’ é seu terceiro álbum, e o mais autoral. Nove das onze faixas do disco foram escritas pelo cantor, demonstrando sua visão do mundo, o amor e suas excentricidades. ‘Leave Me Alone’ é um grande exemplo disso. A faixa título, ‘Man In The Mirror’, ‘The Way You Make Me Feel’, ‘I Just Can’t Stop Loving You’ e ‘Dirty Diana’ foram direto para o topo, fazendo do disco outro clássico.

LADY GAGA – BORN THIS WAY (2011)
O mais recente dos citados, mas não menos importante. O álbum veio com uma missão de espalhar a tolerância sexual, religiosa e racial. Além disso, expressa dores e alegrias vividas pela artista ao longo de sua jornada até a fama. ‘Born This Way’, ‘Hair’ e ‘The Edge Of Glory’ são destaques.

Poderíamos citar álbuns como: ‘Control’ da Janet Jackson (1986), ‘I Am… Sasha Fierce’ da Beyoncé (2008), ‘Unbroken’ da Demi Lovato (2011), e outros.

E vocês, conhecem algum? Comentem!

Carlos Paranhos
Um futuro jornalista de 18 anos. Pisciano fascinado por cinema, música, e arte pop em geral. Tentando ser a mudança que quero ver no mundo.

Lista: 10 álbuns de 2013

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Como é tradição da blogosfera, estou aqui para postar sobre os 10 álbuns que mais ouvi e com uma opinião do que achei do álbum. 2013 veio com uma safra pop muito boa e eu claro elegi os meus de acordo com o tanto que me agradou por completo. Seguem eles:

10º THE ELECTRIC LADY
Janelle Monaé

Janelle Monaé veio com álbum eletrizante e bem forte nas parcerias, incluindo Prince, Erykah Badu e Miguel. Acrescentou uma batida eletrônica a pegada soul e “The Electric Lady” me ganhou e ouvi bastante. Destaque para as introduções em forma de estações de rádios antigas.
Eu amo: Q.U.E.E.N., Givin’ Em What They Love e Dance Apocalyptic
Música delicinha: Primetime

9º AVRIL LAVIGNE
Avril Lavigne

Avril é aquela atitude rock ‘n’ roll sonorizada em pop. O álbum homônimo traz músicas bem comuns e nem os clipes conseguiram salvar essa era. As músicas são boas, eu gosto da maioria delas porém eu enjoei fácil. Mas vale a ouvida.
Eu amo: Rock n Roll, Hello Kitty, 17 e Heres To Never Growing Up
Música delicinha: Let Me Go

8º BRITNEY JEAN
Britney Spears

Britney quis inovar e gravar um álbum biográfico e mais íntimo. Chamou Will.I.Am e deixou com que ele comandasse a produção. O primeiro single causou furor mas foi só isso. Sem divulgação nenhuma, o álbum está amargando nos charts. A qualidade é impecável e as músicas foram bem produzidas, mas parece que a Britney não quer workar de jeito nenhum. Aposentadaney.
Eu amo: Work Bitch, Alien, Passenger e Body Ache
Música delicinha: Perfume

7º PURE HEROINE
Lorde

Ela nem bem chegou e já está causando! Desde que “estorou” no meio underground com a sua Royals, Lorde vem crescendo e tomando um espaçinho nessa escada musical. Seu álbum de estréia é ótimo e tem uma qualidade bem parecida com o single de estréia. Mas a gata está fissurada em aparecer, e não poupa “elogios” a outras cantoras da atualidade. Mas se tratando de música, Pure Heroine é viciante e vai fazer você querer mais e mais dessa mocinha.
Eu amo: Royals, Team e Tennis Court
Música delicinha: A World Alone

6º BANGERZ
Miley Cyrus
Se eu pudesse descrever 2013 em uma cantora, com certeza eu iria dizer Miley Lingua Cyrus. A ex-Hannah Montana veio abusada e com uma atitude bem safada para lançar seu novo álbum. Com uma sonoridade mais puxada para o RnB, Miley conquistou todos e fizeram a engolir a força. Até porque se você não gostou, creio que vai ficar pior! hahahaha Eu esperei algo mais pop, e achei que o álbum ficou saturado com tanta música parecida. Mas mesmo assim foi um arraso. Ponto pra Miley!
Eu amo: Wrecking Ball, We Can’t Stop e Adore You
Música delicinha: Do My Thang

5º TROUBLE
Natalia Kills
Natalia Kills também foi outra que quis levar sua vida para o showbiz e lançou o seu Trouble todo carregado no drama familiar. As músicas tem letras pesadas e sinceras, mas a produção fez tudo soar mais degustável. Se você se deixar levar pela batida, mal percebe que a música em si é triste. Mas Natalia foi feliz em optar por esse caminho, pois conseguiu várias críticas positivas e um feedback mais coerente.
Eu amo: Saturday Night, Daddys Girl e Problem
Música delicinha: Outta Time

4º ALIVE
Jessie J
Esbanjando simpatia, Jessie J conquistou muitos brasileiros que a não conhecia no Rock In Rio desse ano. Eu acompanho a moça desde quando ela tava colhendo os louros de “Do It Like a Dude” e “Price Tag”, mas o sucesso na terra da rainha não bastou e Jessie quis ampliar seu som. E Alive é um álbum refrescante e com várias músicas que vão do dance ao rnb.
A mulher raspou a cabeça para uma campanha e ficou mais poderosa. Parece até que nasceu outra Jessie J e com uma inspiração quente. Ouvi muito!!
Eu amo: Daydreamin’, Wild, Square One e Unite
Música delicinha: Thunder

3º MUSIC TO MAKE BOYS CRY
Diana Vickers
Só de ver o rostinho sereno de Diana eu já fico nas nuvens. Fofa, Vicko demorou um tempo para lançar um cd novo, porém veio com um álbum bem a cara dela: LINDO! Eu sei que sou fanzoca e tudo que ela faz eu amo. Mas as músicas são 100% pop britânicas e ela não se rendeu as modinhas dos produtores da atualidade. Se as músicas não tivesse sido vazadas aos poucos e ter demorado tanto pra sair, estaria no topo.
Eu amo: Cinderella, Boy In Paris, Mad At Me e Music To Make Boys Cry
Música delicinha: Lightning Strikes

2º ARTPOP
Lady Gaga
“My artpop could be anything”. Lady Gaga prometeu como sempre. Entregou 50% meio sem fé mas mesmo assim agradou muito a todos nós. E claro, eu sou fã e tudo que saía eu ouvia e amava. Quando o álbum saiu ouvi durante horas e ainda ouço, porém as músicas foram vazando e foi perdendo aquela novidade toda. Mas ARTPOP foi sim um dos melhores do ano. Lady Gaga continua sendo a melhor em tudo. Desculpem haters.
Eu amo: G.U.Y., Venus, Donatella, Fashion, Sexx Dreams, Gypsy, Applause, Do Want U Want, Manicure, Swine, Dope, Mary Jane Holland, Aura…
Música delicinha: Gypsy

1º PRISM
Katy Perry
E o samba mesmo ficou por conta da Katy, que apesar de prometer um album dark e meio rebelde, veio com um Teenage Dream 2.0, mas também cheio de hits. Eu não botava muita fé, mas depois que saiu o preview do álbum, eu comecei a esperar mais desse álbum. Prism virou meu vício! A cada dia que ouço escolho uma música favorita. E é o primeiro álbum que ouço sem pular nenhuma faixa. E claro, vou esperar que a Katy lance todas como single e lance aqueles vídeos impecáveis que só ela sabe fazer!
Eu amo: Roar, Legendary Lovers, Dark Horse, Ghost, Unconditionally, Birthday, Walking On Air, This is How We Do, International Smile, Spriritual, Love Me e This Moment
Música delicinha: Double Rainbow


DESTAQUE: BEYONCÉ
Beyoncé
E essa mulher que do nada lança álbum, lança trocentos vídeos e conquista o #1 lugar em vários países da noite pro dia? Eu não me conformei quando acordei e encontrei esse mundo de coisa dela. E como Beyoncé é sinônimo de rainha da música, ela não deixou esse título para trás. Das 14 músicas, amei as 15, pois inclui a demo de Grown Woman. rs E tipo, estou viciado em Pretty Hurts e já imagino essa música tocando por aí logo logo. O album chegou nos últimos segundos do segundo tempo e ainda marcou um golaço! Isso aí Queen B! Obrigado por existir!!

E bom, não podia deixar de mencionar os comebacks incríveis de Justin Timberlake, Sara Bareilles e Cher, o álbum das The Saturdays para tentar a carreira internacional, o segundo (e frustrante) álbum das Little Mix e os pop teen de Demi Lovato e Selena Gomez.

2013 rendeu né?
E para você?? Qual são os melhores deste ano??

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