britney spears

No iPod: Francinne – I’m Alive

Por em |

franporto

Para os fãs de Britney Spears, Francinne (ou Fran Porto, como é mais conhecida) não é um nome desconhecido. Famosa por ser uma das melhores covers da princesa do pop, Fran se destaca das outras por fazer o trabalho como “impersonator” há mais de dez anos e sendo reconhecida no Brasil todo.

Com o sucesso de sua perfomance na noite, Fran decidiu seguir na carreira de cantora e gravar um single, “I’m Alive” que foi produzido pelo top produtor Mister Jam, que assinou grandes hits, tais eles pertecentes a Wanessa e Kelly Key. A música vem sendo trabalhada há algum tempo, mas só ganhou notoriedade agora, que integra a trilha sonora da novela das oito da Rede Globo, Babilônia.

Eu encontrei a música por acaso em um site de notícias e desde que ouvi pela primeira vez, não parei mais de escutar. A faixa varia entre o electropop e o house que a gente conhece bem. A semelhança da voz de Francinne com Britney é enorme e as vezes “I’m Alive” soa como uma música na voz de Britney. O refrão é bem chiclete e tem aquela batida de quando um hino explode de boate sabe?

Não conseguiu imaginar? Então ouve abaixo e vamos torcer para que Francinne tenha muito sucesso nessa carreira, porque se depender de mim ela já conquistou um lugarzinho no sol.

Se você curtiu o som da gata, compre no iTunes!

33 anos de Britney Spears

Por em |

Britney Spears

Hoje é aniversário da nossa musa Britney Spears, e para não deixar de lembrar essa data tão importante para nós, fãs do pop, vamos eleger as 33 músicas mais amadas por nós. Veja a lista que preparamos e diga qual música da princesa do pop você mais gosta!

33. Perfume
32. I’m Not a Girl, Not Yet a Woman
31. Til It’s Gone
30. My Prerogative
29. Inside Out
28. Passenger
27. Born to Make You Happy
26. Sometimes
25. (You Drive Me) Crazy
24. Body Ache
23. 3
22. Alien
21. If U Seek Amy
20. Break the Ice
19. Radar
18. Lucky
17. Criminal
16. Stronger
15. Breathe On Me
14. Everytime
13. Hold It Against Me
12. Circus
11. Overprotected

10. I Wanna Go


Como não amar esse banho de recalque que a Britney dá em I Wanna Go? A mulher sai desprezando a imprensa, sendo uma garota má e pervertida na rua e no final.. bom.. deixa pra lá.

9. Womanizer


Cansada dos mulherengos de plantão, Britney sensualiza de todas as maneiras que pode. E claro, no refrão ela ainda diz que “Ama a Naza” (Nazaré Tedesco). Bom, a gente também! <3

8. Piece of Me


Segundo clipe da era Blackout veio com uma pergunta: Você quer um pedaço de mim? Claro que queremos Brit. Todos querem!!!

7. I’m a Slave 4 U


Sexy, provocativo e muito caloroso. I’m A Slave 4 u define a etapa em que Britney deixa de ser uma menina boba e inocente. Com uma fotografia linda e coreografia épica, nunca enjoo desse clipe.

6. …Baby One More Time


O ínicio de tudo. O ínicio de uma nova vida! O hino que nunca saiu de moda e que vem inspirando muitas gerações.

5. Oops!…I Did It Again


Oops! consolidou o sucesso de Britney e a deixou num status que nenhum outro artista havia estado. O clipe em um planeta todinho dela nos faz querer sempre ser “aquela inocente”.

4. Till the World Ends


Iremos dançar Britney Spers até o mundo acabar.

3. Work B**ch


Você quer um corpo sarado? Morar numa mansão? Andar de carrão? Vai trabalhar, v*dia!

2. Gimme More


E ainda precisa dizer mais alguma coisa?

1. Toxic


Eleita a preferida da maioria dos fãs, Toxic veio como um poder todo sensual. Do clipe a música, Britney está impecável e nos tirando o fôlego.

Parabéns Britney!!

Esperamos que tenha uma vida longa para que as inimigas vejam o quanto você é incrível! Te amamos e por favor, não suma de nós. Um beijo!

O terceiro álbum

Por em |

Bons artistas sempre tentam expressar suas emoções, mas isto não é muito fácil no começo de carreira. Há pressão da gravadora, e até do público para que eles continuem seguindo na mesma linha e ‘hitando’. Até que chega o terceiro álbum, quando os mesmos já têm fãs e nome de peso: a combinação perfeita para finalmente cantar o que sentem. E para falar a verdade, esses são os melhores. Vamos ver alguns exemplos?

BRITNEY SPEARS - BRITNEY (2003)
Cansada de ter a sua imagem igualada a de uma menina pura e virgem, Britney decide lançar seu terceiro álbum de estúdio e contrariar tudo. ‘I’m A Slave 4 U’, o primeiro single, veio para demonstrar que ela não estava de brincadeira. Uma música e vídeo sexys fizeram parte da promoção, além de uma icônica performance no VMA da mesma segurando uma cobra. Outras canções pessoais como ‘I’m Not A Girl, Not Yet A Woman’ e ‘Overprotected’ estavam no pacote, dando a cantora uma visão mais madura.

MADONNA – TRUE BLUE (1986)
Um marco da cultura pop! Madonna nunca foi uma ‘ratinha de gravadora’, mas foi com esse álbum que ela evoluiu para ser a Rainha que é. ‘Open You Heart’, ‘Papa Don’t Preach’ e ‘Live To Tell’ se tornaram clássicos, contendo letras pessoais e controversas. Tem como não deixar de citar?

MICHAEL JACKSON – BAD (1987)
Se contarmos o ‘Off The Wall’, como o primeiro álbum solo do Michael (pois todos os outros ainda vinham com o selo dos Jackson 5), ‘Bad’ é seu terceiro álbum, e o mais autoral. Nove das onze faixas do disco foram escritas pelo cantor, demonstrando sua visão do mundo, o amor e suas excentricidades. ‘Leave Me Alone’ é um grande exemplo disso. A faixa título, ‘Man In The Mirror’, ‘The Way You Make Me Feel’, ‘I Just Can’t Stop Loving You’ e ‘Dirty Diana’ foram direto para o topo, fazendo do disco outro clássico.

LADY GAGA – BORN THIS WAY (2011)
O mais recente dos citados, mas não menos importante. O álbum veio com uma missão de espalhar a tolerância sexual, religiosa e racial. Além disso, expressa dores e alegrias vividas pela artista ao longo de sua jornada até a fama. ‘Born This Way’, ‘Hair’ e ‘The Edge Of Glory’ são destaques.

Poderíamos citar álbuns como: ‘Control’ da Janet Jackson (1986), ‘I Am… Sasha Fierce’ da Beyoncé (2008), ‘Unbroken’ da Demi Lovato (2011), e outros.

E vocês, conhecem algum? Comentem!

Carlos Paranhos
Um futuro jornalista de 18 anos. Pisciano fascinado por cinema, música, e arte pop em geral. Tentando ser a mudança que quero ver no mundo.

Sem Disney: As princesinhas cresceram

Por em |

Se você, assim como eu, é do tipo que passa horas na frente da televisão assistindo os seriados de comédia do Disney Channel sabe que o canal tem tradição em lançar artistas completos, em sua grande maioria. Justin Timberlake, Britney Spears e Christina Aguilera estão aí para provar isso. Com o tempo, porém, você também consegue notar que os artistas passam a deixar para trás o estilo “menina de família” e “bom moço” que o canal exige.

Como era de se esperar, o mais recente grupo de princesas Disney a deixar as origens de lado e assumir posturas completamente diferentes, foram as protagonistas daqueles que, para mim, eram as melhores séries do canal: Demi “Sunny entre Estrelas” Lovato, Selena “Feiticeiros de Waverly Place” Gomez e Miley “Hannah Montana” Cyrus. Elas deixaram os rostinhos inocentes, os cabelos comportados e as posturas do tipo “sou um exemplo para os adolescentes” para trás e assumiram suas posições como divas da música pop.

Demi Lovato A intérprete de Sunny Monroe na comédia “Sunny entre Estrelas” teve diversos problemas, foi para a reabilitação e acabou sendo o assunto favorito por um bom tempo, porém não da forma boa. Mas não há como negar, Demi tem muito talento. Depois de deixar os problemas para trás, lançou “Unbroken” e deu seu grito de vitória na ótima “Skyscraper”. Recentemente lançou “Demi” e fez história com um álbum tão maduro a ponto de fazer muitos de nós esquecer que ela veio da Disney. Demi “Really don’t Care” com o que falam dela.



Selena Gomez Talvez aquela que mais demorou para deixar o canal do camundongo para trás. Seu show “Feiticeiros de Waverly Place” foi o último dos três a ser finalizado e, nesse meio tempo, lançou seu álbum em parceria com o The Scene, que apesar de soar bom, tem muito do conceito Disney. Foi então que tudo mudou, ela deu um tempo, fez alguns filmes e voltou com o super bem comentado “Stars Dance”. A faixa “Birthday” é tudo o que queríamos dela, mas é em “Come and get it” que SG mostra o quanto pode ser incrível.



Miley Cyrus Sem dúvida a ex-Disney mais comentada do momento. A eterna Hannah Montana não quer mais ser lembrada como a garota que usava peruca e cantava country. Ela agora é a b***, agora é doida. Agora ela mostra língua, faz clipe sensual e nua, derrubando tudo com uma bola de demolição. Seu “Bangerz” superou de longe o antecessor que, ainda que tivesse um estilo diferenciado, ainda não era um desligamento total. Quando Miley lançou “We Can’t Stop” soubemos que Hannah havia morrido. “Adore you” foi a cerimônia de cremação.


Agora resta saber quais serão as próximas mocinhas a se rebelarem e darem seus gritos de independência. Enquanto isso não acontece, vamos aproveitando tudo que essas três poderosas acima tem a oferecer.

Review: Sia – 1000 Forms of Fear

Por em |

Compositora ímpar, Sia guardou o melhor para si
em novo álbum e esbanja qualidade.

Sia
Nota: 5,0

    Artista: Sia

    Álbum: 1000 Forms of Fear

    Gênero: Pop

Sia pode parecer novidade, não querendo me gabar, mas eu já conhecia seu trabalho há um tempinho, bem antes de cair nas graças dos cantores queridinhos do momento. Apesar de estar na estrada desde 1997, seu reconhecimento mundial veio mesmo com as composições que entraram no Bionic, de Christina Aguilera e a partir dai a australiana foi só crescendo. E isso foi bom pra nós, claro, pois renovou toda uma geração, vindo hit atrás de hit e todos com a assinatura da moça.

A lista dos contemplados com músicas de Sia vai de Rihanna, Britney Spears, David Guetta, Jessie J á Kylie Minogue e Celine Dion, e por aí vai. Todos querem o toque de midas para suas carreiras e Sia que não é boba guardou o melhor pra ela e a gente pode conferir toda essa gama de qualidade no seu sexto álbum, 1000 Forms of Fear.

Desde 2010 venho ouvindo o We Are Born, seu último disco esporadicamente e percebendo o quanto Sia se manteve criativa e com sua essência melancólica usando ritmos alegres na nova fase. O álbum de 2010 é mais íntimo e menos radiofônico, sendo assim composto por letras aleatórias e sem um foco em especial. Já “Fear” mostra uma pegada mainstream e as músicas com potencial para o topo dos charts. Com letras mais centradas, Sia se junta com o produtor Greg Kurstin e juntos transformam emoções em um material coeso e surpreendente.

Quando lançou Chandelier, houve um momento de alegria e surpresa. A música é extremamente pessoal e com um refrão tão forte que não tem como cantar junto e soltar esse grito com ela. Depois de passar dias, semanas, meses no meu repeat, Sia nos agraciou com um clipe mais lindo e poético. Destaque para a pequena Maddie Ziegler, que arrasa como gente grande em uma coreografia pertubadora, porém linda.

O álbum segue mais sentimental com as baladas Big Girls Cry, Burn The Pages e a minha favorita, Eye of the Needle onde o refrão é matador. O timbre ousado e diferente de Sia mostra que nem sempre ter um tom suave é bonito. Cheia de expressão e meia preguiçosa, sua voz única faz dessa música uma explosão, sendo uma das melhores. Por todo o conjunto, claro.

Hostage lembra as músicas divertidas em que Sia tira de letra é expert em fazer e quebra o clima sentimental por um momento.
Mas nem demora muito e Straight for the Knife chega quietinha com um piano profundo e um arranjo suave, mas Sia rasga o verbo e faz parecer uma declaração, talvez de amor, talvez não: “Você foi direto para a faca, e eu me preparei para morrer”. Elastic Heart foi produzida por Diplo e tem participação do The Weeknd, tem como ficar melhor? Sim! A música foi trilha sonora do filme Em Chamas, da saga Jogos Vorazes e saiu antes de Chandelier. Logo, ouvi bastante e viciei durante um bom tempo. Seguindo na onda do electropop, vem em seguida a excelente Free the Animal que é inexplicável. Com influência retro, a batida oitentista nos envolve com um refrão chiclete e ecoante. Apenas ouçam e vejam o quão incrível Sia é.

Fire Meet Gasoline, Cellophane e Dressed In Black finalizam “Fear” com chave de ouro e voltam com o conceito profundo do álbum. Ambas falando sobre amor e todas com seus pontos altos, não há como falar o quanto Sia sabe aproveitar cada deixa. Cada faixa revela um lado de Sia e elas se encaixam. Sensacional!

Concluo aqui que 1000 Forms of Fear é um álbum que veio fazer diferente a meio tantos lançamentos fracos e sem estrutura musical. Sia tem bagagem e trabalhar com gente influente a tornou mais relevante. Fico feliz que ela não se perdeu e ao contrário, melhorou muito seu repertório deixando todas as músicas soando como hits prontos para o sucesso. Seu novo álbum mostra que ela não é mais uma pessoa de backstage e sim, uma artista que merece respeito, mesmo com esse drama em não querer aparecer e ser apenas um rostinho bonito. Gosto dessa personalidade forte e espero que esse álbum quebre recordes, pois se depender de mim, vou ouvir durante muito tempo.

Bom, esse foi a minha resenha. A cada dia que passa descubro mais pontos altos desse álbum, pois está impecável.
Se você não a conhece, por favor: ouça! Sua vida será muito mais bonita com ela.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...