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Lista: 15 álbuns de 2015

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2015 foi um ano de crescimento. Profissional e pessoal. Foi um ano de decisões e questionamentos, de economia e de muitas contas para pagar. Teve muito rebuliço na política, na natureza e um blá blá blá carregado de insatisfações. Porém temos sempre que tirar o que teve de bom e lembrar o quanto fomos felizes.

Nesse ano muitas músicas embalaram o meu dia a dia e como não podia ser diferente, estou aqui quebrando meu hiatus para postar os álbuns que mais ouvi antes da virada do ano. Assumo que 2015 foi um ano que os produtos lançados não me cativaram tanto, pois olhando meu relatorio do Spotify, percebi que ouvi mais coisa lançada há algum tempo do que as novidades do ano.

Sobre a lista, decidi organizar por ordem de avaliação/audição/apego mesmo.

15º – Disclosure – Caracal

14º – Marina & The Diamonds – Froot

13º – Charli XCX – Sucker

12º – Lana Del Rey – Honeymoon

11º – Little Boots – Working Girl

10º – Love, Sax and Flashbacks
Fleur East
Continuando na vibe oitentista, Fleur East não venceu o X Factor 2014 mas conquistou o coração de muitos fãs durante sua passagem pelo programa. Um fato curioso sobre sua participação foi que ela conseguiu colocar seu cover de Uptown Funk no topo dos charts britânicos, posição essa que nem a música original tinha conseguido. Simon Cowell que não é bobo foi lá e fechou contrato com a garota e só vem colhendo bons frutos com ela. Seu álbum tem uma pegada retrô, jazz e pop. Ora lembra Jackson 5, ora lembra Whitney Houston. Deu pra entender o nível né? Estou apaixonado em todas e a cada hora me apego a uma música diferente.

Eu amo: Sax, Breakfast e Tears Will Dry
Música delicinha: Gold Watch

9º – The Original High
Adam Lambert
Pra quem me acompanha sabe que sou fã do Adam Lambert desde o American Idol e agradeço muito a Deus por ele não ter ganho, pois ele teve muito mais destaque que o vencedor. A cada álbum lançado é uma nova expectativa. Pensei que depois da obra prima Trespassing fiquei pensando que Adam iria se perder, mas não. Depois de uma turnê pesada com o Queen, ele voltou com um gás e maturidade. “The Original High” veio na medida e com uma pegada mais bruta, que percebemos o quanto o trabalho está coeso. E sem contar que mistura as referencias do glam rock com o electropop atual. Sim.. Adam arrasou mais uma vez!

Eu amo: Lucy, Another Lonely Night e Ghost Town
Música delicinha: The Light

8º – Breathe In, Breathe Out
Hilary Duff
2015 foi o ano dos comebacks. Uns sinônimos de sucesso, outros de esquecimento. Hilary Duff ficou ali no meio dos dois. Não vou mentir, mas até hoje não superei o álbum Dignity e acho um dos melhores da história do pop e toda vez que ouvia um burburinho que a loira iria voltar, criava aquela expectativa de um With Love 2.0… mas ficou só na vontade. Breathe In, Breathe Out veio redondinho e direto para as rádios. Uma delicia do começo ao fim, e me lembra muito o inicio de sua carreira (ainda como garota Disney) e senti falta de uma pitada de atrevimento. Mas não deixa de ter seu merecimento, e eu o ouvi bastante viu…

Eu amo: Sparks, Confetti e Stay In Love
Música delicinha: My Kind

7º – The Desired Effect
Brandon Flowers
Brandon Flowers (o crush ambulante de todo indie) decidiu lançar seu segundo álbum solo em 2015 e digamos que ele foi um dos felizardos em me deixar arrepiado. Com produção do gênio Ariel Rechtshaid (guardem esse nome pois ele foi responsável por quase 70% das produções boas de 2015), The Desired Effect veio com uma pegada retrô, tropical e oitentista que parece ter sido feito naquela época. Envolvente e cheia de músicas intensas pra cantar do começo ao fim. Impossível não se transportar para essa vibe criada pela “dupla”. Acertou em cheio, ainda mais por essa queda que tenho por 80s.

Eu amo: I Can Change, Can’t Deny My Love e Lonely Town
Música delicinha: Still Want You

6º – 25
Adele
Tem como falar de Adele sem exagerar e encher a gata de elogios? Não né. O comeback mais esperado dos últimos anos veio carregado de emoção e com vontade de marcar presença. Feliz e realizada, Adele não se sentiu a vontade em se apegar nas mágoas que veio transformando em música e nos trazendo hits poderosos. Para se encaixar mais à sua realidade, ela decidiu fazer as pazes consigo mesma e o resultado está aí. Um album menos denso e mais suave, porém potente e cheio de emoção. Confesso que me arrepio quando o ouço e só ficou aqui porque não o ouvi tanto por ter saído a pouco tempo. Mas será um album que vou ouvir muito em 2016. Hello, Grammy!

Eu amo: Remedy, Water Under The Bridge e When We Were Young
Música delicinha: Send My Love (To Your New Lover)

5º – Rebel Heart
Madonna
Se esse álbum não tivesse vazado antes do tempo, vazado todas as demos e tivesse singles melhores aproveitados, eu creio que ele seria o 1º da lista. Mas não, Madonna me decepcionou um pouco e acabei me apegando a outros trabalhos. Engraçado que Madonna foi a que mais ouvi nesse ano, mas por conta de Bedtime Story, Erotica e Confessions. Ouvi bastante o Rebel Heart, tanto que enjooei. Essa necessidade da Madonna em se reinventar a transformou em sucateira. Jamais que Diplo e Aviici são novidades e vamos combinar que o som deles já está bem saturado. Enfim, há músicas maravilhosas e o trabalho está impecável como sempre. Só nos resta deixar o respeito à rainha…

Eu amo: Addicted, Veni Vidi Vici e B*tch I’m Madonna
Música delicinha: Holy Water

4º – Reflection
Fifth Harmony
Que hit vocês mais dançaram na balada? Eu tenho certeza que foi Worth It!! Impossível não tenha quem não conheça as Fifth Harmony, pois 2015 foi o ano delas. Vindo da franquia do X Factor, as meninas não ganharam a competição, mas novamente Simon Cowell foi lá e abocanhou as gatinhas para seu selo. E nem precisa dizer que virou sucesso na mesma hora né? Donas de hits que ouvimos o ano todo, elas nos conquistaram e foi o álbum que mais ouvi junto com os abaixo desse. Com uma pegada pop atual e com uma pitada dos anos 90 que lembra Mariah Carey, Reflection é um álbum dançante e que anima em qualquer hora do dia.

Eu amo: Worth It, Body Rock, Sledgehammer, Reflection, Bo$$…
Música delicinha: Like Mariah

3º – Conchita
Conchita Wurst
Quando falamos Conchita, todo mundo já lembra da belissima “mulher” barbada com um vozeirão de arrepiar né? E depois do sucesso estrondoso causado em 2014, ela voltou e lançou seu álbum debut. Infelizmente não teve uma divulgação maciça mas eu confesso ter me apaixonado por todo o trabalho, do começo ao fim. Quem leu o review, percebeu o meu extase a cada faixa. Mas a qualidade e produção do álbum é impecável. Se você não ouviu, corre no Spotify e ouve. De tanto que eu ouvi, consegui viciar meus amigos também e que ficaram impressionados.

Eu amo: Firestorm, Somebody To Love, Up for Air, You Are Unstappable…
Música delicinha: Out Of Body Experience

2º – Cry Baby
Melanie Martinez
Estava cansado de Florence, Lana e Marina… Exausto! Aí surgiu Melanie Martinez e eu fiquei com mais preguiça ainda. Aquela aparencia de um “bebê” dela me deixava irritado e criei um bloqueio conta ela. Todo site, página, rede social só falava dela. Só teve uma solução: aceitar!! Depois de muito torcer o nariz pro Gabriel (meu amigo e colaborador do blog) até um dia ouvir o álbum de cabo a rabo e ficar preso na atmosfera criada. Claro que não foi de primeira, mas me envolvi com os instrumentos, digamos, exóticos de suas músicas. Que delicia, fiquei encantado. E é um dos únicos que ouço inteiro sem querer mudar de música. Não sei que macumba ela fez, mas amei muito esse trabalho.

Eu amo: Carousel, Dollhouse, Cry Baby, Sippy Cup, Pity Party, Soap…
Música delicinha: Pacify Her

1º – Emotion
Carly Rae Jepsen
Socorro, que álbum é esse? Meu Deus!! Sou apaixonado em TODAS as faixas. Que delícia de vibe.. pop genuíno e o melhor: com sintetizadores e pegada 80s. Chego a ser chato né? Mas vocês não tem noção do quanto eu amo essa batidinha mais forte das baterias e esses instrumentais mais agudos. E vamos combinar que ninguém esperou que a Carly iria “vingar” desde o seu viral hit Call Me Maybe e está aí, um dos melhores do ano. Quando saiu I Really Like You eu amei no mesmo momento e torci muito para ela bombar novamente. Mas passou meio despercebido mesmo tendo Tom Hanks e Justin Bieber no clipe, aff. Ai ela veio com All That como single e eu quis morrer. Já ia a enterrar, quando o álbum saiu e foi amor a primeira “ouvida”. Que perfeição!! A voz bem suave dela a sonoridade pop do álbum nos faz ouvir sem perceber que acabou. Mas não tiro o merecimento ao timaço que ela juntou para esse álbum. Só alto escalão, tipo Greg Wells, Josh Ramsay, Ariel Rechtshaid e os hitmakers Greg Kurstin e Shellback… e até a Sia botou o dedinho dela. Digamos que Emotion foi o 1989 de 2015.

No mais, só deixo aqui o meu registro desse trabalho que precisa ser glorificado de pé!! Parabens Carly!! Obrigado por não desistir… mas na próxima vê se acerta nos singles 😀

Eu amo: Run Away With Me, Emotion, I Really Like You, Gimmie Love, Boy Problems, Making Of the Most The Night, Your Type, LA Hallucination, I Didn’t Just Come Here To Dance ?…
Música delicinha: Warm Blood


DESTAQUE: BANG
Anitta
Sempre fui mais ligado ao pop internacional e nada que saía da nossa terra tunipiquim eu dava muita atenção. Mas aí surgiu Anitta com uma vontade de ser diva, que fez o dever de casa tão certinho que conquistou um espacinho na música brasileira. Só que a menina cresceu e se tornou potência. Sua notoriedade e musicas animadas que bombam em festas e shows pelo Brasil todo, conquistou o ouvido de gente que torcia o nariz (eu) e fiquei impressionado com o novo álbum todo. BANG é minha música favorita do ano todo, isso não é segredo, mas gostei que ela não se despreendeu do funk totalmente e ainda ouvimos a batida e alguns pontos de funk nas músicas. Fez um álbum pop que eu vejo todas as faixas na radio e nas festas tranquilamente. Todas com um apelo sexy e com uma batida dançante.

E seu video viral de Bang está bombando no mundo inteiro e já passou dos 75.000.000 (e contando) e conquistando mais fãs no mundo todo. Aceita que dói menos.. Anitta é a poderosa de 2015!!

Eu amo: Bang, Atenção, Parei e Gosto Assim
Música delicinha: Cravo e Canela

Sei que não citei Selena Gomez e nem Demi Lovato, mas foi que seus álbuns são maravilhosos mas não consegui me preender neles. O mesmo digo da farofagem da Ellie Goulding que fez um álbum só com faixas fillers. Queria ter dado mais destaque à Lana Del Rey, a Marina & The Diamonds e até Florence + The Machine, apesar de ser incríveis, ouvi pouco (quase nada no caso da Flo), deve ser por razão de eu estar a procura de coisas novas. Enfim, esperei ansiosamente por Rihanna que nos enganou o ano todo, porém nos deu a brilhante Bitch Better Have My Money. Achei que Grimes escorou muito no pop e o que a deixava interessante e diferente, sumiu e ela acabou parecendo uma Charli XCX loira. Amei os álbuns das drags Violet Chachki, Miss Fame e Alaska Thunderfuck!! Achei tendência o som da Allie X e estou esperando por mais exposição na mídia. A Banda Uó trouxe um álbum interessante e bem safadinho. Janet Jackson me fez dormir com o comeback dela. Queria ter amado mais o álbum das Little Mix, porém achei que faltou algo ali.

Menções Honrosas á:
Ariana Grande – Focus
Drake – Hotline Bling
Inês Brasil – Make Love
Karol Conká – Tombei
Tori Kelly – Should’ve Been Us

E para você?? Qual são os melhores deste ano??

O que esperar de “Supergirl”

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Supergirl

Há alguns dias vazou na internet o episódio piloto de “Supergirl”, nova aposta da CBS no universo dos heróis da DC Comic’s seguindo a onda da The CW que já conta com “Arrow” e “The Flash” e em janeiro de 2016 estreia “Legends of Tomorrow”, assim como Warner que conta com a sombria “Gotham”, todas muito dominadas por homens.

“A história fala de Kara Zor-El, prima de Kal-El, ou Clark Kent, ou Super-Man. A garota de 14 anos tem como missão, diante da iminente destruição de Krypton, seguir a nave do primo até a Terra e cuidar do bebê. Porém, Kara teve a nave arrastada para dentro da Zona Fantasma, uma área do Universo onde o tempo não passa e onde fica a prisão com os maiores criminosos do Universo. 24 anos depois, misteriosamente, a nave consegue deixar a Zona Fantasma e quando Kara pousa na Terra, Kal-El não só é um adulto como já mostrou-se ao mundo como o poderoso Super-Man. Adotada pelos Danvers, Kara passa a levar uma vida normal e esconder seus poderes do resto do mundo, passando a trabalhar para Cat Grant, no melhor estilo “The Devil Wears Prada”. Até que o avião de sua irmã adotiva está prestes a cair e ela acaba se mostrando ao mundo para salvá-lo, nascendo assim a SUPERGIRL”

A crítica, dos fãs, veio em peso sobre a série. Depois do trailer de 6 minutos, as pessoas reclamaram da história parecer muito “comédia romântica” e, sim, muito “O Diabo Veste Prada” SACRILÉGIO. Porém, o que vejo, é uma série promissora. Melissa Benoist veio de “Glee”, onde interpretou a “nova Rachel”, Marley. Assim como Grant Gustin, o Flash. O que sabemos, gera um preconceito irritante sobre os atores.

Apesar disso, apenas no piloto, notamos que Melissa está comprometida. É claro, quem sabe ela ainda não tenha se dado conta da personagem que tem nas mãos e de toda a história que tem por trás de Kara Zor-El. Chloe Bennet também não tinha ao iniciar sua jornada como Skye/Daisy Johnson/Quake em “Agent’s of S.H.I.E.L.D.”, e ainda sim se tornou uma personagem indispensável galgando um posto de extrema importância na história, o que deixa Melissa com uma oportunidade ainda maior, levando em consideração o fato de que ela é a protagonista isolada da trama.

Melissa também pode fazer isso. Supergirl pode ser a precursora para grandes heróinas femininas terem destaque na TV e no cinema. Logo teremos “AKA Jessica Jones”, no Netflix, além dos filmes de solo de “Capitã Marvel” e “Mulher Maravilha”, mas, é bom lembrar que nessa fase, tudo começou com Kara Zor-El e tudo começa com Melissa Benoist. “Supergirl” é uma série que terá, assim como suas co-irmãs, adolescentes como público alvo, logo, ela é trabalhada e feita para esse grupo.

Além disso, é importante ressaltar que o machismo deve ser deixado de lado. “Melissa não é gostosa o suficiente para ser a Kara”, foi uma das frases que li recentemente, algo que também foi dirigido a Gal Gadot que viverá Mulher- Maravilha. É uma série que enaltece o “Girl Power”, ou seja, mostra a força das mulheres e mostra como elas podem sim ser grandes e fortes e não precisam da interferência dos homens para tomarem decisões. Então, no fim, elas não serem “gostosas”, não é algo relevante, se elas podem dar boas surras em alguns vilões. E Supergirl mostrou que pode fazer isso.

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Atente para o elenco: primeiro temos os pais adotivos de Kara. Helen Slater, a mãe de Kara, já é uma velha conhecida desse universo. Ela foi a Supergirl no filme de 1984 e a mãe de Clark em “Smallville”. Já Dean Cain, o pai, era Clark na série “Lois & Clark” e fez o vilão Dr. Curtis Knox, em “Smallville”. Jeremy Jordan (o Jimmy de “Smash”) faz Winslow Scott, mais conhecido nos quadrinhos como o vilão Homem-Brinquedo. Além do personagem Hank Henshaw, que nas HQs se torna o vilão Superciborgue.

O ponto é: os personagens escolhidos para aparecem no primeiro ano da série abrem um leque de possibilidades para “Supergirl”, que não foi feito em outras séries. Temos que lembrar que “The Flash” iniciou uma temporada fraca e acabou alcançando patamares de uma produção de muita qualidade, dando a Grant crédito com fãs que já pedem para vê-lo viver o Velocista Escarlate no cinema. As oportunidades para “Supergirl” são imensas. As mitologias que podem ser mostradas, os personagens que podem ser apresentados e, claro, a imensa vastidão de mundos e realidades que a série “The Flash” abriu para todos os próximos projetos da DC para a televisão, criam expectativas muito amplas do que se pode fazer com esse produto em especial.

Daqui a seis meses estreia, definitivamente, “Supergirl” e então poderemos  ver o que mais a CBS está guardando para nós. A expectativa é alta visto que Andrew Kreisberg é o criador de “The Flash” e “Arrow” e o “pai” de “Supergirl”. E sabemos o que ele fez com o Velocista Escarlate e a temporada excelente que entregou lá pros lados da The CW, assim como os três anos que vem trabalhando nas histórias de Oliver Queen e companhia. Por isso, não faça a linha revoltado, assista “Supergirl”, assista a temporada inteira, deixe-se envolver pela trama, pesquise os easter-eggs, veja as referências, conheça a fundo os personagens e suas histórias. Faça como eu fiz quando iniciei “Arrow” e acredite, o resultado é surpreendente, pois passamos a ver a série e história de uma maneira muito melhor.

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– “Supergirl” se passa em uma realidade alternativa a de “The Flash” e “Arrow”, porém, para quem assiste ambas, sabe que o season finale do Velocista Escarlate trouxe a oportunidade de viagens entre as realidades e os Universos, logo, JÁ QUERO CROSSOVER COM BARRY ALLEN E OLIVER QUEEN PARA ONTEM. OBRIGADO. DE NADA.

Confere aí o trailer e, se quiser, dá uma procurada no piloto que já está zanzando por aí esperando ser baixado.

Review: Conchita Wurst – Conchita

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Conchita Wurst
Nota: 5,0

    Artista: Conchita Wurst

    Álbum: Conchita

    Gênero: Pop

Há exatamente um ano atrás, Conchita Wurst estava chegando aos holofotes do mundo todo com sua apresentação inesquecível no Eurovision, com o hit “Rise Like a Phoenix” e encantando a todos com sua aparência andrógina e sua voz doce, profunda e incrível, claro. A sua participação foi tão impactante e inesperada que não tinha como não a prêmiar naquela edição. Impecável e com uma produção bem elaborada, a “drag queen” Conchita conseguia se destacar em meio de tantos nomes conhecidos em todo o território europeu (e alguns até fora dele). Hoje, venho fazer um review de seu álbum de estréia, que foi lançado esse mês e posso escrever com todas as letras e em negrito: MARAVILHOSO. Estou viciado.

Apesar de sua popularidade no mundo, Conchita foi ofuscada por tantas outros talentos da música. Sim. Infelizmente não vi muitas notícias e nada sobre o novo álbum. Por isso estou aqui, para relembrar todos que a Conchita está de volta e com um álbum para vocês ouvirem pro resto da vida, ok?

Conchita” consiste em doze faixas que é um menu para todos, indo do pop clássico a referências à Bollywood com dubstep. A equipe responsável pela concepção do álbum foi escolhida a dedo e inclui produtores europeus que tem em suas bagagens nomes como Miley Cyrus, Robyn, Lady Gaga, Ashley Tisdale e Danni Minogue. Nesse trabalho, Conchita diz ter entregado o máximo que pode e que apesar da espera ter sido grande, se diz realizada com o resultado.

Para começar o álbum, o pop clássico em You Are Unstoppable inícia a audição com maestria. Com a uma orquestra, a faixa se transforma quase em um hino de auto estima com o seu refrão poderoso entoado com backing vocals: “Você é mais forte do que imagina. Você é incontrolável”.

Em seguida, Up for Air não deixa espaço e já nos deixa na vibe do pop que ultimamente está tão esmagado com tanto trap eletrônico. A faixa é uma balada pop, suave e nos conquista sem perceber. Os detalhes dessa produção está na voz, e não nos instrumentos. O refrão dá essa certeza. Já alerto que se eu fosse você, ouvia esse álbum com fones de ouvido e preste atenção em cada detalhe. Eles estão lá por toda parte.

Put That Fire Out me dá a impressão que veio de algum musical sobre a América e vejo Conchita toda vestida de militar cantando em algum lugar sombrio de guerra. E nessa música só há a voz dela ecoando e se misturando a um coral tímido que mais parece uma multidão marchando em busca de algo.

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Depois da expressiva anterior, Conchita traz calma com a sua Colours of Your Love cantando que “Meu coração é campo de batalha e você me fez render”. No refrão, uma surpresa: tem um dubstep bem gostoso de ouvir, que é o contrário de tanta barulheira produzida por alguns artistas hoje em dia. Uma cítara bem rápida só está ali pra dizer que vem coisa diferente por aí.

E olha só. Nem demorou! Out of Body Experience parece vir do ocidente só para nos fazer dançar que nem uma odalisca sexy. Sim, a faixa é cheia de ritmos indianos misturados ao pop atual e nem é preciso que a voz de Conchita desliza de um lado pro outro perfeitamente. Se encaixa direitinho, e se em outras via tudo cinza, nessa vejo muitas cores, véus voando e até as danças muito conhecidas em Bollywood.

Cabaré! Essa foi a ideia que tive quando Where Have All The Good Men Gone começou e no refrão se mostrou ser uma faixa totalmente regada à jazz, blues e claro, pop! Nessa música não pouparam em produção e há exagero em toda parte. Seja nos instrumentos, seja nos vocais. É um “desbunde”, como diria minha avó. Mas digo em bom gosto, pois a voz de Conchita chega a notas altas e em um tempo muito curto de respiração. Desculpa aí, mas essa faixa é uma das melhores que ouço em anos.

Estamos no meio do álbum e para mim a faixa a seguir foi a que mais conseguiu mexer comigo e me fazer fechar os olhos e apenas apreciar esse momento. Algumas músicas contam histórias, ou apenas falam aquilo que alguém sente, e isso é lindo. Em Somebody To Love, a sensação e os detalhes tomam conta. Pop genuíno com um refrão fácil e pegajoso, as vezes me pego cantando e com “I tell myself I’m living, but really I just long. For somebody to love…” música presa na cabeça. E aqui é um deleite de detalhes. Só pra não perder o costume:

Firestorm, a minha favorita (até então) habita entre uma junção do eletrônico com o pop que veio cantando nas faixas anteriores e me ganha por ter um piano marcante no refrão. A versatilidade de Conchita é impressionante e não resta dúvidas que esse álbum foi feito com muito cuidado. Sem contar a letra maravilhosa e profunda, onde Conchita expressa seus sentimentos a uma pessoa que está indo embora de sua vida. Nota 10!

Pure vem para acalmar os ânimos e é uma linda balada entoada por um piano e alguns instrumentos de fundo. O refrão forte, traz versos como “Eu dou cada batida do meu coração, cada pedaço da minha alma, me descontrolo para saber como se sente ao ser puro.

Heroes mantém a calmaria, e traz uma faixa um pouco mais agitada. Como se fosse uma conversa, a faixa é uma balada onde “Nós vamos brilhar até nossas cores iluminarem o céu”. Intensa, a faixa se destaca pela grandiosidade de Conchita. Estou extasiado pois cada faixa é uma produção única e bem elaborada. Lembrando que esse foi oficialmente o primeiro single para a promoção do álbum.

Rise Like a Phoenix, a primogênita e dona do buzz, não poderia faltar no álbum de estréia né? Começa clássica e se revela um estrondo no refrão. Uma das músicas que mais ouvi no ano passado e torci para que houvesse um álbum logo. O potencial vocal de Conchita transborda e ela não economiza nem um pouco em talento. Fico feliz que tenha essa música para sempre me lembrar do hit que é, e apesar de ser “nova”, essa faixa é uma produção sem validade. Podemos ouvir daqui vários anos, e ela continuará com essa sonoridade vivaz.

E para fechar com chave de ouro (e já se preparar para recomeçar a ouvir o álbum novamente), Other Side of Me chega com a orquestra que abriu o álbum, mas não espere confissões ou algo sobre amor e sim, sobre algo pessoal. O legal dessa faixa fica por conta da composição, que foi escrita especialmente para Conchita um dia após sua apresentação no Eurovision e o compositor disse que viu nela, algo que ninguém viu. Com a exposição de sua figura, Conchita foi o centro das atenções por ser uma “cantora barbada” e a própria afirmou ficar insegura e achar que seu visual seria mais levado em conta do que sua performance. O fim já sabemos e a letra da música só nos dá a afirmação que essa faixa veio pra “lacrar” o fim do álbum. Other Side Of Me deixa a sensação de um final feliz e libertador, depois prestem atenção (ou procurem um tradutor online – não há desculpa) e diga se não é inspirador.

“Não quero que você saia de mim, mas tente ver o outro lado de mim.
Estou mudando de alguma forma, porém continuarei precisando de você aqui.”

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Concluindo: estou ouvindo vários álbuns, porém nem todos estão me convencendo por completo. Sinceramente muitos deles nem me dão vontade de vir aqui e postar, pois nem vontade de criticar dá. Pois é, e com o álbum da Conchita foi o contrário, no momento que o Spotify (merchã) liberou o álbum, corri e ouvi todo sem perceber que tinha acabado. Ouvi novamente e tive certeza que tinha que deixar essa recomendação.

Conchita veio em uma era em que ser diferente visualmente ou estranhamente belo, não é relevante. Desde que Lady Gaga fez tudo que podia e o que conseguia para ser taxada de irreverente, estranha, feia, bonita, louca e etc, nada visualmente conseguiu a superar. Acredito que o showbizz se educou e aprendeu a ver o talento e o que o artista traz para adicionar. A nossa “mulher barbada” está aí para provar que já estamos vulneráveis a todo tipo de habilidade.

O quesito que mais vejo nesse álbum de estréia é “perfeição”. Não consegui ouvir nenhuma fala e digo que tudo que a gravadora da Conchita confiou e apesar do atraso, não é um álbum que vão conseguir esquecer fácil. Com melodias ricas e letras envolventes, “Conchita” tem seu marco em 2015 e torço que consiga atingir um desempenho relevante nas paradas, pois os fãs vão fazer jus a essa obra prima.

Quem sabe muitas artistas que se intitulam “rainhas” e “princesas”, ouçam esse álbum e fiquem com vergonha com o conteúdo que fazem. Agradeço por existirem as Conchitas e Lady Gagas para mostrar que nem sempre a aparência importa, e sim, o conteúdo que agrega ao nosso pantanoso mundo pop.

Fica a dica: Faça amor, não faça a barba. :)

O que esperar de Scream Queens?

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Scream Queens é a bola da vez de Ryan Murphy, o mesmo criador de Glee e de American Horror Story. Nós do Fruto Proibido estávamos subindo pelas paredes pra escrever sobre o que promete ser uma das melhores series de 2015. Pois bem, aqui vão nossas expectativas:

Misture “Meninas Malvadas” com “Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado” e isso será o que promete ser Scream Queens. Tem como não se amar tal combinação? A sinopse oficial foi liberada essa semana e juntamente com mais alguns detalhes no upfront da Fox já sabemos que, a universidade Wallace é abalada por uma série de assassinatos. A Kappa House, fraternidade mais cobiçada do campus, é governada com mão de ferro (e luva cor-de-rosa) por sua “rainha” Chanel Oberlin (Emma Roberts). Quando a ex-Kappa, Reitoria Munsch (Jamie Lee Curtis) decreta que qualquer aluno do campus pode se inscrever na fraternidade Kappa, que antes era privilégio de uns apenas, porém a universidade vira um inferno e um assassino vestido de diabo começa a causar estragos fazendo uma vítima a cada episódio.

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O elenco da série é realmente de “matar” e traz rostos já conhecidos por nós, como a ex-Glee Lea Michele, Emma Roberts, Jamie Lee Curtis, Keke Palmer, Ariana Grande e a maravilhosa da Abigail Breslin (Pequena Miss Sunshine). O elenco masculino contamos com o lindo Nick Jonas, Glen Powell, Julian Morris e Diego Boneta, famoso pelo seu papel na novela Rebelde e algumas produções da Disney. Segundo algumas entrevistas do criador, a série conta com cenas com triângulos amorosos, sexo e muito terror.

A fórmula de American Horror Story está de volta em Scream Queens: um enredo antológico focado em tramas e personagens diferentes a cada temporada e uma figura de terror principal que promete apavorar todas as personagens. O “Demônio Escarlate” é alguém que tem motivações suficientes para cada um dos seus assassinatos. Agora emoldure essa sinopse, esse elenco e esse vilão num conceito bem daqueles filmes dos anos 80 e 90, aposto que vão ser cenas com litros e mais litros de sangue falso e muitos gritos.

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Sabemos que Chanel, a personagem de Emma Roberts vai ser a “bitch” da temporada. Totalmente sem escrúpulos, repetirá o “estilo Madison” que ela teve em AHS: Coven. Jamie Lee vai ser a ativista antirracismo que pretende atrapalhar a vida de Chanel e trazer inclusão pra dentro das fraternidades, mas mesmo assim tem seu lado sensível por dentro da pose durona. Lea Michele está prometendo quebrar a marca que Rachel Berry deixou nela interpretando alguém totalmente novo. Esse alguém é Hester, uma personagem que é o “patinho feio” e que passa por uma transformação até o meio da temporada, e ainda vai bater de frente com Chanel. Nick Jonas junto com alguns outros meninos vão ser os mauricinhos, bolsistas e esportistas que toda série com tal temática precisa ter e arrancará suspiro de todas as garotas da série.

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Então pode anotar na agenda! Scream Queens chega na Fox dia 1° de Setembro e promete quebrar paradigmas sobre preconceito e ainda fazer sátira sobre todos os tipos de adolescentes vazios e cheios de beleza, boas risadas, muito sangue e aquela curiosidade instigante sobre quem é o assassino.

Que Setembro não demore porque já estamos impacientes!

Devious Maids: a série que fará você limpar alguns segredos

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DEVIOUS MAIDS

Mantenha seus amigos por perto… E suas empregadas mais perto ainda.

O que todos amamos? Drama! E se ele for acompanhado de uma bela mulher? Nesse caso cinco belas mulheres deixará tudo incrível. Adicione um assassinato, uma boa dose de comédia, reviravoltas, traições e tudo isso num contexto das famílias mais poderosas de Beverly Hills, que cá entre nós tem muitos segredos. Eu lhes apresento Devious Maids.

Devious Maids estreou 23 de junho de 2013, no canal Lifetime e é baseada em um enredo latino. Afinal como não amar uma série baseada numa novela mexicana? Marc Cherry, o mesmo criador de Desperate Housewives, está seguindo sua fórmula para a terceira temporada que estreia 1º de Junho nos EUA e traz Naya Rivera como um dos seus novos rostos. Garanto que se assistir o primeiro episódio, ficará envolvido e curioso sobre tudo, que não vai demorar a alcançar, ou até mesmo ver as duas primeiras temporadas antes que a terceira chegue.

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A série acompanha a história de cinco empregadas domésticas, dentre elas a viúva Rosie (Dania Ramirez), que trabalha na casa dos atores Peri e Spence Westmore; Carmen (Roselyn Sánchez) uma cantora que tem esperança de alcançar o estrelato com a ajuda de seu chefe; Zoila (Judy Reyes) e Valentina (Edy Ganem) que são empregadas de Genevieve Delatour. O que as quatro tem em comum? Ambas eram amigas de Flora, uma outra empregada que foi morta misteriosamente. E sem contar Marisol (Ana Ortiz) que aparece para adicionar muito tempero nessa história e garantir que vão mais que limpar a casa de seus patrões, se é que entendem.

Agora você me pergunta: Porque Devious Maids é tão fantástica? A resposta é que, alem de ser uma série encantadora, cada personagem possui uma história e lhe garanto que cada episódio é um turbilhão de risadas, dramas e momentos que você vai se pegar roendo as unhas de ansiedade. Além das protagonistas que são desde apimentadas, doces, protetoras e corajosas, os personagens secundários como sempre se destacam na série. Dos patrões mais detestáveis como Evelyn, que é o clichê de mulheres ricas, até Genevieve que é o sonho de qualquer empregada. O enredo ainda trás a emocionante história de Odessa e o patrão Sam, em que certo momento torcemos para que consiga a mulher que ele deseja.

Como nem tudo é perfeito a série foi envolvida num escândalo após uma crítica dizendo que o enredo espalhava um estereótipo sobre latinas. Não é preciso citar aqui que não sou a favor de nenhum tipo de “impressão sólida”, mas cá entre nós o Entretenimento dos EUA está cheio deles. Mas como uma das produtoras executivas disse “A única maneira de acabar com um estereótipo é não ignorá-lo”.

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Além de um assassinato não resolvido, há também uma sensibilidade por trás das grandes personagens da série. Soa até ser clichê do gênero “dramédia” mas elas são humanas, que mesmo com todos seus passados conturbados e problemas pessoais fazem grande diferença na vida de seus patrões. Tais mudanças são visíveis e isso me faz querer que provem do mesmo encanto apimentado que eu provei com Devious Maids.

Assista ao trailer abaixo:

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