Lady GaGa

Review: “American Horror Story: Hotel”

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Na ultima Quarta Feira (07 de Outubro) O Hotel Cortez abriu suas portas para milhares de Fãs da série de Horror criada por Ryan Murphy e Brad Falchuk, que cada ano trás consigo um tema novo. Mas vamos deixar as explicações técnicas por aqui, afinal nosso intuito é falar única e exclusivamente sobre quais foram as impressões ao episódio da abertura da quinta temporada de American Horror Story : Hotel.

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Michael Goi Diretor de Fotografia de AHS fez um trabalho excelente, tudo é magistral e evoca um espírito Anos 30, que é arquitetura totalmente Art Deco que serviu de inspiração para a construção do cenário. Como já citado em entrevistas o tom vermelho preenche os ambientes deixando todo o clima e as cenas com um traço claustrofóbico e angustiante, mas ainda sim exuberante e encantador. No quesito, Fotografia, Arte e Cenário eu não podia esperar mais de uma equipe que sempre constrói cenas Memoráveis como O Portal Demoníaco de Freak Show e a Academia para Excepcionais Jovens Garotas da Madame Robichaux.

As performances não decepcionaram, ainda que boa parte do Elenco ainda não tenha dado as caras, Checking In foi um episódio que trouxe uma introdução inexplicável para Sarah Paulson e sua personagem Sally, quem acompanha a série sabe que é a primeira vez que vimos um personagem com densidade e potencial sendo retratado por Sarah que não fez por menos e me deixou arrepiado a cada aparição, seja na cena aterradora no Quarto 64 ou quando contracenava com Iris personagem de Kathy Bates. Falando em Kathy Bates, podemos ver um pouco mais sobre ela e seu passado, a veterana não decepciona no aspecto atuação, que pra mim teve seus momentos mesclados de suas ultimas personagens na série, não demonstrando nada novo, mas ainda sim sendo impecável. Lady Gaga por sua fez, me trouxe uma atuação positiva, como eu já esperava ela seria um símbolo estético na série, que faria da suas expressões, cenas chocantes e aparições parte de sua atuação. Contudo quero ressaltar o fascínio que Lady Gaga traz com sua personagem Elizabeth, algo que Jessica Lange fazia bem com suas personagens, elas transitavam entre a tênue linha do assustadora e doce. Algo que a Condessa fez excepcionalmente bem nesse primeiro episodio, contudo o que me preocupa em relação a atuação de Lady Gaga é ela ficar escorada numa personagem que seja estética e simples, sem grande diálogos e de certa forma “presa” dentro de um clichê. As demais atuações foram bem medianas, e sem grandes performances, algo que eu já esperava, e que não me chamou muita atenção.

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O Figurino é um espetáculo a parte em TODAS as temporadas, Lou Eyrich é a guru Fashion dos universos criados por Ryan. O desafio desse ano seria como dar um destaque a determinados personagens com uma figura fashionista tão imponente como Lady Gaga no Elenco? A resposta foi dada com figurinos extremamente bem montados com o da já mencionada Sally, outros detalhes como os óculos imensos de Iris e suas roupas em tons pasteis, as botas de Donovan, os ternos combinados dos filhotes da Condessa e para completar e enriquecer o clima psicótico e sensual da série os conjuntos das serviçais foram um show a parte. A surpresa veio com a mais bela e excêntrica criatura do Hotel Cortez: Liz Taylor, personagem Crossdresser de Denis O’Hare que tem um figurino excepcional, posso dizer quase mágico, suas cenas por mais sucintas e pequenas, foram um banho a qualquer amante da Moda que reconheceu referencias da atriz que da nome a personagem e se banhou na graça e elegância que Denis acrescentou a personagem, sabe-se ainda que ele teve ajuda da Drag Queen Alaska Thunderfuck para construção e detalhes da sua personagem .

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No quesito trilha sonora eu não fui surpreendido por nada, era de se esperar que musicas com uma pegada rock – punk, e outras mais vintage relacionadas com hotel ou algo que remetesse a temática e entoassem a estreia.  Como o esperado o episódio teve nomes do Rock como The Sisters Of Mercy,  Joy Division e She Wants Revenge entonou a cena auge de Gaga. Por outro lado tivemos nomes como Benny Goodman Trio e Petula Clark ponderando e suavizando a atmosfera “dark” instalada pelo resto da trilha sonora. Eagles encerrou o episódio com Hotel California um final a altura e deixando um gostinho de quero mais na boca de todos.

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Construir um enredo que instigue, provoque, excite, transtorne e fascine é a habilidade que fez Ryan e sua equipe ter 5 Temporadas de uma série bem premiada e com números de audiência bem satisfatórios. Hotel fez bem em seu primeiro episódio mostrou a ponta do Iceberg de cada conflito que vai se desenrolar e desenvolver dentro do Cortez, um terror psicossexual com tons escuros e uma vibração sexual e sangrenta que preenche todo ambiente. Tivemos uma amostra das figuras de Terror dessa temporada: O Assassino dos 10 Mandamentos e do Demônio do Vicio foram a encarnação do que a série terá que oferecer de mais macabro. As críticas estão escancaradas a cada corredor do Hotel e não precisa ir muito fundo pra saber que teremos o Vício como o centro de tudo isso. Famílias desestruturadas e necessidades físicas e emocionais a serem supridas acompanham a grandiosidade de um enredo que remete aos melhores momentos de todas as temporadas da série.

O primeiro episódio dentro do Hotel Cortez foi como descer o primeiro degrau à um escada diretamente para o coração demoníaco da construção. Com referencias a clássicos do cinema, e casos reais de locais assustadores, Hotel possui uma embasamento profundo e atormentador. Em uma temporada em que o vício foi posto em questão você só pode se entregar a ele e se deliciar com o que o Hotel Cortez e Lady Gaga tem guardado para você este ano.

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Lição do Dia: O que é o Met Gala?

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Vamos falar a respeito daquilo que será no mínimo o assunto da semana: O Met Gala. Como todo bom Fashionista ou só Adorador do Mundo do Fashion, eu percebi que milhares de pessoas estão por ai compartilhando foto de seus ídolos (a.k.a Divas) nesse específico evento sem fazer mínima ideia do quanto importante ele é. Pois bem vamos compartilhar o conhecimento com as crianças.

Não pensem que meu verdadeiro intuito em escrever este texto seja ensinar a vocês sobre o maior evento Fashion do Ano, não, eu só estou cansado de ver um punhado de pessoas falando a respeito de algo que não fazem nem ideia do que se trata. E falando como verdadeiros conhecedores, mesmo sabendo que esse seja o verdadeiro intuito de termos pessoas tão famosas presentes, sejam elas da indústria do Entretenimento e Musica: DAR IBOPE.

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O evento que vocês tanto falam desesperadamente nas redes sociais tinha inicialmente um foco totalmente diferente em 1902 Irene e Alice Lewisohn se tornaram herdeiras adolescentes, e decidiram com mais alguns amigos começarem um trabalho social na Henry Street Settlement House, um local para a integração de imigrantes, e ainda era um acampamento de verão para crianças carentes, logo as duas eram professoras de dança e teatro. Os trabalhos das duas cresceram de tal maneira que outras personalidades da época se juntaram em 1928 elas moveram suas operações para o Neighborhood Playhouse School of the Theatre. Durantes seus anos de funcionamento um corpo docente foi formado para apreciar a arte da atuação teatral, do figurino, da cenografia, coreografia e outras demais expressões artísticas. Então as irmãs resolveram abrir uma pequena exposição em 1937 nomeando-a de Museum of Costume Art (tendo como tradução literal como Museu do Traje Artístico) na Quinta Avenida. Logo em 1946 a exposição se mudou para o rimeiro andar do The Metropolitan Museum of Art (Museu Metropolitano de Arte). O Costume Institute Gala ou só Met Ball é um jantar beneficente que começou em 1946, pensado originalmente pelo grande Eleanor Lambert para ajudar as duas criadoras originais do projeto. Sendo feito anualmente para arrecadar fundos para manter a ala Costume Institute (Instituto de Vestuário). Com o passar do tempo o evento tomou um grande apelo Fashion estando ligado então a maior publicação de Moda: Vogue.

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Vamos começar do simples VOGUE: (Não a música da Madonna) mas sim A Bíblia Mensal do Mundo Fashion. No começo ela não era conhecida assim, Vogue começou em Nova York 1892, uma publicação de 30 páginas para mulheres poderosas da época. Só que em 1909 Vogue começaria seu caminho para se tornar uma das maiores publicações da atualidade quando foi adquirida pelo grupo Condé Nast Publications. A sua primeira edição trouxe o que todas gostariam de ver, os vestidos que as mulheres mais ricas dos EUA usavam. Pouco tempo depois ela desembarcava na Terra da Rainha em 1916. Vogue cresceu, se expandiu, ganhou versões em outros países e foi dirigida por nomes como Diana Vreeland, Jessica Daves, Grace Mirabella e por fim chegamos à atual e mais temida e adorada Anna Wintour. Mas o que Isso tem em comum com o Met Gala? Bem o Met Gala é O EVENTO (assim mesmo em maiúscula pra ver se vocês entendem a importância do mesmo) do Ano no Mundo Fashion .

Anualmente o Museu Metropolitano de Arte abre em conjunto com o Costume Institute uma exposição que possui um tema, esse tema é o que dita, como será o figurino dos convidades no Met Gala e o que milhares de estilistas e varejistas vão copiar e consequentemente vai acabar nas mãos do grande publico em lojas de Fast Fashion. Anna Wintour junto com a equipe da Vogue supervisionam a lista de convidados, preços dos ingressos, tema da exposição e cada mínimo detalhe do que é considerada a noite mais importante do Ano. O Met Gala incluí um Coquetel onde os Ícones Pop competem no que eu chamo de “Quem Chama Mais atenção Leva Mais”.

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O Met Gala já inaugurou exposições que apresentavam os maiores nomes da Moda como: 2005: The House of Chanel, 1996–1997: Christian Dior, 1997–1998: Gianni Versace, 1983–1984: Yves Saint Laurent, 2011: Alexander McQueen: Savage Beauty, e a deste ano China: Through the Looking Glass que fala sobre sobre como o impacto da Moda Chinesa afeta a Moda Ocidental e como a China tem sido inspiração para Moda durante anos. A exposição vai apresentar mais de 100 exemplos de Alta Costura ao lado de Porcelanas e Outras peças que foram organizadas em conjunto com o Department of Asian Art (Departamento Asiático de Arte). Quem saiba agora vocês não consigam entender o conceito por trás de alguns vestidos usados?

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Pois bem, O Met Gala é responsável por infectar a minha linha do tempo, cada santo ano, com as fotos do que mais amamos e o que com certeza é um dos melhores momentos: todos se socializando, ignorando as briguinhas, algumas fazendo divulgação do álbum flopado, outras mostrando que estão cada vez mais poderosas. Agora entendam, isso não é só um evento onde suas Divas vão tirar fotos estando sempre Impecáveis, ou onde sabe lá que Diabo aconteceu para que Katy Perry, Madonna e Lady Gaga aparecerem na mesma foto, não é só um evento onde Sarah Jessica Parker vai mostrar que bom gosto nunca se perde, não é só um evento onde onde Kim Kardashian vai estar mostrando toda sua sexualidade. Esse evento é uma ocasião onde milhares de dólares estarão envolvidos, onde pessoas super bem vestidas estarão presentes, é a noite que Anna Wintour organizou detalhadamente para que mais uma exposição fosse apresentada com sucesso e garantisse a do próximo ano com o mesmo ou até maior desempenho.

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Met Gala é com certeza sinônima de muito Glamour, Alta Costura, Gente Bonita (outras nem tanto). Arte, Sofisticação e milhares de Ícones Pop num mesmo lugar, tem como não amar um evento que envolva tudo isso? Enfim, agora que você sabe um pouquinho mais sobre quem está por trás do Met Gala e sua história, faz igual as suas Divas, aproveita ele com um pouquinho mais de classe. Ou pelo menos tenta.

O terceiro álbum

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Bons artistas sempre tentam expressar suas emoções, mas isto não é muito fácil no começo de carreira. Há pressão da gravadora, e até do público para que eles continuem seguindo na mesma linha e ‘hitando’. Até que chega o terceiro álbum, quando os mesmos já têm fãs e nome de peso: a combinação perfeita para finalmente cantar o que sentem. E para falar a verdade, esses são os melhores. Vamos ver alguns exemplos?

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Cansada de ter a sua imagem igualada a de uma menina pura e virgem, Britney decide lançar seu terceiro álbum de estúdio e contrariar tudo. ‘I’m A Slave 4 U’, o primeiro single, veio para demonstrar que ela não estava de brincadeira. Uma música e vídeo sexys fizeram parte da promoção, além de uma icônica performance no VMA da mesma segurando uma cobra. Outras canções pessoais como ‘I’m Not A Girl, Not Yet A Woman’ e ‘Overprotected’ estavam no pacote, dando a cantora uma visão mais madura.

MADONNA – TRUE BLUE (1986)
Um marco da cultura pop! Madonna nunca foi uma ‘ratinha de gravadora’, mas foi com esse álbum que ela evoluiu para ser a Rainha que é. ‘Open You Heart’, ‘Papa Don’t Preach’ e ‘Live To Tell’ se tornaram clássicos, contendo letras pessoais e controversas. Tem como não deixar de citar?

MICHAEL JACKSON – BAD (1987)
Se contarmos o ‘Off The Wall’, como o primeiro álbum solo do Michael (pois todos os outros ainda vinham com o selo dos Jackson 5), ‘Bad’ é seu terceiro álbum, e o mais autoral. Nove das onze faixas do disco foram escritas pelo cantor, demonstrando sua visão do mundo, o amor e suas excentricidades. ‘Leave Me Alone’ é um grande exemplo disso. A faixa título, ‘Man In The Mirror’, ‘The Way You Make Me Feel’, ‘I Just Can’t Stop Loving You’ e ‘Dirty Diana’ foram direto para o topo, fazendo do disco outro clássico.

LADY GAGA – BORN THIS WAY (2011)
O mais recente dos citados, mas não menos importante. O álbum veio com uma missão de espalhar a tolerância sexual, religiosa e racial. Além disso, expressa dores e alegrias vividas pela artista ao longo de sua jornada até a fama. ‘Born This Way’, ‘Hair’ e ‘The Edge Of Glory’ são destaques.

Poderíamos citar álbuns como: ‘Control’ da Janet Jackson (1986), ‘I Am… Sasha Fierce’ da Beyoncé (2008), ‘Unbroken’ da Demi Lovato (2011), e outros.

E vocês, conhecem algum? Comentem!

Carlos Paranhos
Um futuro jornalista de 18 anos. Pisciano fascinado por cinema, música, e arte pop em geral. Tentando ser a mudança que quero ver no mundo.

Review: Britney Spears – Britney Jean

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Britney prometeu um álbum diferente. Bom, pelo menos ela cumpriu a promessa, porém não no sentido bom.

Britney Jean
Nota: 3,0

    Artista: Britney Spears

    Álbum: Britney Jean

    Gênero: Pop

Sei que demorei para postar um review desse álbum que foi um fiasco para 2013, e nem a própria Britney está muito preocupada. Enquanto Katy Perry e Lady Gaga brigavam pelos holofotes, Britney foi de fininho e lançou um álbum na medida, onde não acrescentou nada a sua carreira. As melhores músicas não são de fato as melhores, pois falta muita Britney nelas. Em Britney Jean, o conceito era biográfico e ter composições da própria Britney, mas tudo soou cansativo e sem graça. Se o Femme Fatale não havia me trazido bons frutos, Jean me deixou tudo com um gosto amargo.

Quando saiu Work Bitch, fiquei muito animado com a musicalidade. Senti que Britney havia evoluído e escolhido um time campeão. A produção era impecável, mas cadê a Britney radiofônica? Aquela Britney que a gente ouvia muito em qualquer lugar? Essas músicas só servem para dançar na boate. E olhe lá! Bom, eu adorei o álbum, vou admitir, mas passa longe do que Toxic e Gimme More representam em minha vida.

Adoro que o álbum começa com ALIEN, que foi a única música que Will.I.Am permitiu que o sábio William Orbit colocasse a mão. E essa música tem essência Britney. Tem aquela pegada dos anos 2000. E o refrão é fácil de decorar e cheio de chiclete! “Naranon… naranon… naranon”

WORK B*TCH é a faixa com mais personalidade do BJ. A moça chega cheia de marra e achando que pode esculachar todo mundo que acha que foi fácil andar com limousine e usar coisas caras. Mas é só também. A música vai e volta diversas vezes.

PERFUME também merece destaque. Britney está romântica e embalando essa canção linda escrita por <3 SIA <3 e ela arrasa. É uma das minhas favoritas pois a música não tem aquela parafernália barulhenta do Will.I.Am e a gente ouve bem a voz da Brit.


Será pecado preferir o lyric video do que isso?

IT SHOULD BE EASY é legal. Mas parece que veio lá do cd do Will.I.Am, porque não tem refrão e a coitada da Britney quase não aparece e só canta com essa voz robótica.

TIK TIK BOOM é ótima e me lembra muito a era Blackout. E esse refrãozinho também merece o troféu chichete. A participação do T.I. é legalzinha, mas foi mesmo necessária?

BODY ACHE tem autotune em doses cavalares e isso só a deixa melhor. Essa música não tem quase nada de letra, mas só de ser uma produção de David Guetta eu já a considero a melhor das farofas desse álbum.

TIL IT’S GONE começa tranquila mas depois de meio minuto corrido, a faixa começa a mostrar para o que veio. Destaque para o “GOOOONE” do refrão. E só. Próxima!

PASSENGER ou Legendary Lovers? O incio me lembra música árabe e tem uma vibe que eu gosto demais. Tem essa coisa de uma batida constante. Will.I.Am não farofou e a deixou a voz da Britney muito marcante, porém sem muito poder. Bem íntima. Outra faixa que é minha favorita pelo conceito em não ser nada a mais que um passageiro.

CHILLIN’ WITH YOU é a típica faixa que não faz diferença nenhuma no álbum e com um feat insignificante. Claro que adoro Jamie Lynn mas porque essa música desconexa está no Britney Jean? Dá a impressão que é apenas para promover a irmã. Mas parece que essa missão não deu certo.

DON’T CRY é a típica música que a gente detesta o início mas se rende ao refrão. Tem uma batida bem suave e eu até parabenizava o Will.I.Am, mas aí essa música volta para aquele começo irritante e eu mudo de música.

As bonus track não valem tanto a pena assim. Dou valor em BRIGHTEST MORNING STAR porque é outra preciosidade da <3 SIA <3 e eu amo tudo que essa mulher compõe. E vamos combinar, essa música é demais. Eu trocava ela por Don't Cry sossegado. Tem uma batidinha pop no refrão que me deixa saudosista - ainda mais porque é uma produção do <3 DR. LUKE <3. HOLD ON TIGHT é chatinha. Próxima!

NOW THAT I FOUND YOU é muito boa! Muito mesmo… Começa inocente e vai estourando com uma refrão que parece música do Avicii. Eu a colocaria em alguma trilha sonora de novela. Amo o finalzinho country!

PERFUME (THE DREAMING MIX) é aquela versão alternativa que ninguém ouve.

~ FIM! Hora de botar o In The Zone para tocar… rs

C O N C L U I N D O

Para quem estava acostumada a reinar nas rádios e em todo clube onde haja pessoas dançando, Britney Spears parece estar cansada e com muita indisposição para fazer sua carreira ser o estouro que era. Claro que houve muitas pedras no caminho da nossa princesa do pop, mas ela devia se lembrar da legião de fãs que ela tem ao redor do mundo. Gravar um álbum mixuruca e ficar a tarde toda dormindo não faz com que a gente fique feliz. Nem um pouco. Com uma baixa divulgação, Britney Jean se tornou um dos álbuns mais flopados de 2013 (dizem que não superou nem as vendas do Bionic). Para quem intimidava em Work Bitch, Britney não trabalhou nada nessa era.

Mas irei relevar algumas coisas, porque Britney está preparando uma nova turnê com seus hits passados, e duvido muito que ela esteja preocupada em divulgar as novas faixas. Mas bom, pelo buzz que estão fazendo, a turnê promete bons comentários a loira.

Músicas secas e sem apelo nenhum. Não consigo nem imaginar um clipe legal para essas músicas. Eu repito, gostei bastante do resultado, mas não o elejo o melhor de 2013. A produção ficou empenhada em fazer tudo que Britney quisesse, tanto que seus hitmakers foram tirados de campo para que Miss Spears pudesse se sentir mais a vontade. O resultado foi bom, mas não senti o fogo que ela causa quando ouço suas músicas antigas.

Britney Jean poderia ter sido a bomba de 2013. Uma pena que essa bomba veio sem pavio!

Lista: 10 álbuns de 2013

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Como é tradição da blogosfera, estou aqui para postar sobre os 10 álbuns que mais ouvi e com uma opinião do que achei do álbum. 2013 veio com uma safra pop muito boa e eu claro elegi os meus de acordo com o tanto que me agradou por completo. Seguem eles:

10º THE ELECTRIC LADY
Janelle Monaé

Janelle Monaé veio com álbum eletrizante e bem forte nas parcerias, incluindo Prince, Erykah Badu e Miguel. Acrescentou uma batida eletrônica a pegada soul e “The Electric Lady” me ganhou e ouvi bastante. Destaque para as introduções em forma de estações de rádios antigas.
Eu amo: Q.U.E.E.N., Givin’ Em What They Love e Dance Apocalyptic
Música delicinha: Primetime

9º AVRIL LAVIGNE
Avril Lavigne

Avril é aquela atitude rock ‘n’ roll sonorizada em pop. O álbum homônimo traz músicas bem comuns e nem os clipes conseguiram salvar essa era. As músicas são boas, eu gosto da maioria delas porém eu enjoei fácil. Mas vale a ouvida.
Eu amo: Rock n Roll, Hello Kitty, 17 e Heres To Never Growing Up
Música delicinha: Let Me Go

8º BRITNEY JEAN
Britney Spears

Britney quis inovar e gravar um álbum biográfico e mais íntimo. Chamou Will.I.Am e deixou com que ele comandasse a produção. O primeiro single causou furor mas foi só isso. Sem divulgação nenhuma, o álbum está amargando nos charts. A qualidade é impecável e as músicas foram bem produzidas, mas parece que a Britney não quer workar de jeito nenhum. Aposentadaney.
Eu amo: Work Bitch, Alien, Passenger e Body Ache
Música delicinha: Perfume

7º PURE HEROINE
Lorde

Ela nem bem chegou e já está causando! Desde que “estorou” no meio underground com a sua Royals, Lorde vem crescendo e tomando um espaçinho nessa escada musical. Seu álbum de estréia é ótimo e tem uma qualidade bem parecida com o single de estréia. Mas a gata está fissurada em aparecer, e não poupa “elogios” a outras cantoras da atualidade. Mas se tratando de música, Pure Heroine é viciante e vai fazer você querer mais e mais dessa mocinha.
Eu amo: Royals, Team e Tennis Court
Música delicinha: A World Alone

6º BANGERZ
Miley Cyrus
Se eu pudesse descrever 2013 em uma cantora, com certeza eu iria dizer Miley Lingua Cyrus. A ex-Hannah Montana veio abusada e com uma atitude bem safada para lançar seu novo álbum. Com uma sonoridade mais puxada para o RnB, Miley conquistou todos e fizeram a engolir a força. Até porque se você não gostou, creio que vai ficar pior! hahahaha Eu esperei algo mais pop, e achei que o álbum ficou saturado com tanta música parecida. Mas mesmo assim foi um arraso. Ponto pra Miley!
Eu amo: Wrecking Ball, We Can’t Stop e Adore You
Música delicinha: Do My Thang

5º TROUBLE
Natalia Kills
Natalia Kills também foi outra que quis levar sua vida para o showbiz e lançou o seu Trouble todo carregado no drama familiar. As músicas tem letras pesadas e sinceras, mas a produção fez tudo soar mais degustável. Se você se deixar levar pela batida, mal percebe que a música em si é triste. Mas Natalia foi feliz em optar por esse caminho, pois conseguiu várias críticas positivas e um feedback mais coerente.
Eu amo: Saturday Night, Daddys Girl e Problem
Música delicinha: Outta Time

4º ALIVE
Jessie J
Esbanjando simpatia, Jessie J conquistou muitos brasileiros que a não conhecia no Rock In Rio desse ano. Eu acompanho a moça desde quando ela tava colhendo os louros de “Do It Like a Dude” e “Price Tag”, mas o sucesso na terra da rainha não bastou e Jessie quis ampliar seu som. E Alive é um álbum refrescante e com várias músicas que vão do dance ao rnb.
A mulher raspou a cabeça para uma campanha e ficou mais poderosa. Parece até que nasceu outra Jessie J e com uma inspiração quente. Ouvi muito!!
Eu amo: Daydreamin’, Wild, Square One e Unite
Música delicinha: Thunder

3º MUSIC TO MAKE BOYS CRY
Diana Vickers
Só de ver o rostinho sereno de Diana eu já fico nas nuvens. Fofa, Vicko demorou um tempo para lançar um cd novo, porém veio com um álbum bem a cara dela: LINDO! Eu sei que sou fanzoca e tudo que ela faz eu amo. Mas as músicas são 100% pop britânicas e ela não se rendeu as modinhas dos produtores da atualidade. Se as músicas não tivesse sido vazadas aos poucos e ter demorado tanto pra sair, estaria no topo.
Eu amo: Cinderella, Boy In Paris, Mad At Me e Music To Make Boys Cry
Música delicinha: Lightning Strikes

2º ARTPOP
Lady Gaga
“My artpop could be anything”. Lady Gaga prometeu como sempre. Entregou 50% meio sem fé mas mesmo assim agradou muito a todos nós. E claro, eu sou fã e tudo que saía eu ouvia e amava. Quando o álbum saiu ouvi durante horas e ainda ouço, porém as músicas foram vazando e foi perdendo aquela novidade toda. Mas ARTPOP foi sim um dos melhores do ano. Lady Gaga continua sendo a melhor em tudo. Desculpem haters.
Eu amo: G.U.Y., Venus, Donatella, Fashion, Sexx Dreams, Gypsy, Applause, Do Want U Want, Manicure, Swine, Dope, Mary Jane Holland, Aura…
Música delicinha: Gypsy

1º PRISM
Katy Perry
E o samba mesmo ficou por conta da Katy, que apesar de prometer um album dark e meio rebelde, veio com um Teenage Dream 2.0, mas também cheio de hits. Eu não botava muita fé, mas depois que saiu o preview do álbum, eu comecei a esperar mais desse álbum. Prism virou meu vício! A cada dia que ouço escolho uma música favorita. E é o primeiro álbum que ouço sem pular nenhuma faixa. E claro, vou esperar que a Katy lance todas como single e lance aqueles vídeos impecáveis que só ela sabe fazer!
Eu amo: Roar, Legendary Lovers, Dark Horse, Ghost, Unconditionally, Birthday, Walking On Air, This is How We Do, International Smile, Spriritual, Love Me e This Moment
Música delicinha: Double Rainbow


DESTAQUE: BEYONCÉ
Beyoncé
E essa mulher que do nada lança álbum, lança trocentos vídeos e conquista o #1 lugar em vários países da noite pro dia? Eu não me conformei quando acordei e encontrei esse mundo de coisa dela. E como Beyoncé é sinônimo de rainha da música, ela não deixou esse título para trás. Das 14 músicas, amei as 15, pois inclui a demo de Grown Woman. rs E tipo, estou viciado em Pretty Hurts e já imagino essa música tocando por aí logo logo. O album chegou nos últimos segundos do segundo tempo e ainda marcou um golaço! Isso aí Queen B! Obrigado por existir!!

E bom, não podia deixar de mencionar os comebacks incríveis de Justin Timberlake, Sara Bareilles e Cher, o álbum das The Saturdays para tentar a carreira internacional, o segundo (e frustrante) álbum das Little Mix e os pop teen de Demi Lovato e Selena Gomez.

2013 rendeu né?
E para você?? Qual são os melhores deste ano??

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