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#TGIF: as mais ouvidas da semana

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Todo mundo curte bastante as músicas novas que posto aqui e me pedem muito no twitter para apresentar mais e mais. Dessa vez resolvi escolher três músicas das que mais ouvi esses dias e postar na sexta, para que todos ouçam e dêem aquele gás no fim de semana. Não irei por os links para download, mas nada que uma googleada básica não resolva né?

Algumas musicas nem são novidades, mas não saem da minha playlist diária. Lá vem elas:

Ariana Grande – Break Free (feat. Zedd)

Depois do estouro que foi Problem, impossível não amar Ariana Grande que não me convenceu muito no seu debut Yours Truly, sendo até chamada de “nova” Mariah. Para mim já basta uma. Aí a moçoila se juntou a Iggy Azalea e deu uma sambada na cara de todos. Com sede de mais músicas assim, Ariana lança em parceria com Zedd a pop chiclete Break Free que permanece desde o dia que foi lançada intacta na minha playlist diária. Essa música é meio farofa, mas como resistir a esse refrão? “THIS IS THE PART WHEN I BREAK FREE…”

Nicole Scherzinger – Your Love

A gente tá cansado de saber quem é Nicole Scherzinger e sua persistência em fazer sua carreira solo alçar vôo. Ela tenta, tenta, tenta e vai parar na praia. Bom, pelo menos é assim em seu clipe, para a maravilhosa Your Love, que tem a fórmula para o sucesso: foi escrita e produzida pelo top produtor The-Dream, responsável por hits como Umbrella e Single Ladies. Mas se não der certo, é só rezar um pai nosso e tentar novamente. Pelo menos podemos esperar mais músicas boas como essa vindo de Nic Scherzy!

Chlöe Howl – Disappointed

Carne “nova” no pedaço! Descobri Chlöe por acaso, estava ouvindo as rádios do Last.fm quando começou a tocar Disappointed. Resultado: fiquei apaixonado. Com apenas 19 anos, sua voz é uma mistura de Adele com Lorde e seu gênero musical é o pop rock britânico com synthpop. Diferente né? Porém esse mix todo é muito bom. Infelizmente (por enquanto) Chlöe não tem disco lançado, mas tem um EP que já estou ouvindo muito também. Vale a pena acompanhar!

Excuse Jessie, but I really love you!

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Jessie J

Jessie J deixou aquele pop chiclete que ela fez em seu debut e saiu de sua zona de conforto para lançar seus novos trabalhos. Raspou a cabeça e assumiu um som pra lá de diferente dos padrões dela e acertou em cheio com o banger Wild. A música fez muito barulho e rendeu uma boa colocação nos charts. Mas aí, os produtores a fizeram lançar a grudentinha e comum It’s My Party. Jessie viu o quanto dói um trabalho ser ignorado, e dá a pensar que essa música foi reaproveitada do Who You Are e lembra muito a sonoridade da Pink. Essa música amargurou nos charts e perdeu popularidade em meio a tantas músicas aleatórias de Jessie vazando na internet (e diga-se de passagem, muito melhores que It’s My Party).

Mas como dizem, só perde o ônibus quem dorme no ponto; não demorou muito e um lyric vídeo de outra música, estilo Wild aparece na net. E vocês vão poder desfrutar dessa maravilha agora! Já! Dê o play abaixo:

APPLAUSES para Jessie J! Muitos APPLAUSES! – depois vou comentar sobre o ARTPOP e APPLAUSE –
Música perfeita e com um batidão excelente no estilo nigga e que só veriamos nas músicas com rappers. Mas ousadia é o nome do meio de Jessie e ela deixou que o hitmaker Dr. Luke fosse o responsável por essa maravilha, que ainda tem o feat da Becky G (há quem diga que era para ser Nicki Minaj). A letra é curta e a melhor parte dela é quando a música perde o batidão e se desenvolve numa vibe tranquila inspirada no R&B dos anos 90. E amo essas brincadeiras que ela faz com a voz e que já é marca registrada dela. Perfeito! É para ouvir, ouvir, ouvir e ouvir… Vamos torcer para virar single e bombar muito!!

O novo álbum de Jessie não tem nome e nem data de lançamento definidos. Se ela for esperta, vai deixar essa onda de Lady Gaga e Katy Perry passar. Mas creio que ela se garante, mas não é bom arriscar.


– Excuse my rude, but I’ll really… flop you!

Novo layout?

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Tudo Novo

Essa semana fiz o layout pro blog da Gabe e me deu uma vontade muito grande em voltar a postar e claro, fazer um layout novo. Estou pensando ainda como será, mas já tenho algumas idéias.

O blog anda meio perdidinho e desatualizado, mas é por pouco tempo! Pois agora tô me organizando novamente e vou voltar a postar com mais frequência. Até porque sinto muita falta de fazer alguns reviews.

Então, se algo estiver meio doido por aqui, não ligue! São as mudanças.
Até a volta!!

Bruno Mars nada ortodoxo

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Bruno Mars

Unorthodox Jukebox
Nota: 5,0

Artista: Bruno Mars

Álbum: Unorthodox Jukebox

Gênero: R&B

Desde que “conheci” Bruno Mars em um featuring na música Nothin’ On You do B.o.B, sempre busquei acompanhá-lo em cada lançamento. Amava Just The Way You Are, Grenade, Marry You, The Lazy Song e DE-TES-TA-VA Talking To The Moon, ainda mais depois que ela entrou pra trilha sonora de novela. Mas enfim, eu sempre curti o quão descontraído o som de Mars soava. Despretensioso e jovem, ele foi ganhando notoriedade e quando o seu segundo álbum saiu, deu pra perceber que não era só um gorila estampado na capa ouvindo música num “jukebox”.

A idéia do novo álbum era ser diferente, sair do comum, ser nada ortodoxo, não seguir regras e provar que um novo conceito funcionaria. Bruno Mars e seu time de profissionais, chamado The Smeezingtons trataram de criar novos rumos para o cantor investir. Nesse conceito novo, chamaram o brilhante Mark Ronson, o barulhento e egocêntrico Diplo e o hitmaker Benny Blanco (que foi um dos responsáveis pelo sucesso de Ke$ha). Unorthodox Jukebox é uma mistura bem feita de R&B com o pop tradicional. Eu ouvi todo o álbum pensando em Michael Jackson e Jackson 5, e fui sentindo que essa era a intenção de Bruno. Reviver o bom e dançante R&B e fazermos remexer o corpo a cada música. Enfim, um trabalho excelente e bem pensado.

Young Girls é bem tranquila para se começar o álbum, tem uma batida pop e bem conhecida já. Mas é uma delicia para ir entrando no clima e para depois sair gritando o refrão. Locked Out of Heaven é a música que Michael Jackson iria amar cantar (se possível, duetar ein?)… a energia dessa música contagia e foi a que mais gostei de todas quando ouvi o preview do álbum. Mark Ronson tem o toque de midas e não se fez de tímido e fez essa música uma obra de arte. Com influências de jazz, Locked já alcançou o topo de miutos charts, inclusive nas paradas brasileiras. Mas minha favorita e a que mais ouço é Gorilla; apesar de ter uma letra meio polêmica e desconfortável, eu simplesmente amei o arranjo dela. Simples e marcante.

A intro de Treasure é muito Jackson 5, não tem como negar. Sinto uma discoteca enorme cheia de luzes e as pessoas de dourado dançando e reluzindo em todo o lugar. Bom, essa seria uma das minhas idéias pro clipe, que é bem inevitável não se sentir nessa vibe. Moonshine continua na vibe disco, porém mais intrínseca e mais trabalhada no baixo e bateria. Mas o refrão é um delirio com tantos sininhos e com aquela impressão que estão te transportando pra outra dimensão. Quando começa When I Was Your Man sempre acho que a Vanessa Hudgens vai sair cantando Sneakernight, mas não, é uma balada trash emotiva, linda e perfeita. Segundo Mars, a música é visceral e conta sobre um amor que perdeu por não dar tanta atenção ou não cuidar bem. Natalie é pop pop pop com pitadas de R&B. Me ganhou pelo refrão NATALIEEEE – sua pistoleira, devolve meu dinheiro!!!

Bob Marley in the house! Show Me é aquela música reggae que estamos cansados de ouvir mas estamos sempre ouvindo por ser muito paz e amor. Achei que foi essencial para quebrar a maré Adele que estava beirando o álbum. E pra não deixar a coisa rolling in the deep, Diplo produziu Money Make Her Smile, que segundo as recomendações de Bruno, era pra ser aquela música pra todo mundo dançar e não ligar com mais nada. E é claro que essa música também DEVIA ser do Michael Jackson. A vibe que trouxeram para essa música é a cara do rei do pop… inclusive os vocais e o break no meio da música, onde com certeza MJ iria fazer uma coreografia fodástica. Sei que o foco não é falar de Michael, mas está inevitável não lembrar da maior lenda (e meu maior ídolo) de todos. Bom, pra finalizar uma baladinha a la 60s para se dançar coladinho no meio da pista com aquele broto que você paquerou a noite toda… If I Knew é um revival total, todos se sentindo em Grease kkk

No total Bruno Mars buscou novos horizontes e tentou um som diferente. Pegou o supra sumo da música contemporânea e fez um suco delicioso e refrescante com muitas referências. Adorei tudo, do começo ao fim… e não consegui ouvir nada que soasse ruim ou chato. A batida retrô funcionou bastante e ainda irá ir longe nesse ano. Espero que aproveite muito das outras músicas, pois mereceu as cinco estrelas…
Go Bruno Mars! Go!

Oi. Voltei!

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Depois de quase cinco meses de hiato, decidi voltar a blogar.
Nesse meio tempo trabalhei muito, tirei férias, me dediquei em projetos que não foram adiante, conheci gente nova, fui ao show da Lady Gaga, tracei novas metas, aprendi e ensinei, mudei de casa, viajei, participei de um grupo de jovens, coordenei e obedeci… enfim, muita coisa aconteceu. Esse “tempo” foi preciso para me organizar e acabei notando que não tinha mais tempo de conhecer e compartilhar músicas novas.

O layout do blog continua o mesmo pois quando mudei ele pra preto, não cheguei a usar literalmente. E claro, estou pensando em criar algo novo e diferente. Como sempre.

Agradeço a todos que aguardaram o retorno do blog.
Obrigado.

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