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O que esperar de Scream Queens?

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Scream Queens é a bola da vez de Ryan Murphy, o mesmo criador de Glee e de American Horror Story. Nós do Fruto Proibido estávamos subindo pelas paredes pra escrever sobre o que promete ser uma das melhores series de 2015. Pois bem, aqui vão nossas expectativas:

Misture “Meninas Malvadas” com “Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado” e isso será o que promete ser Scream Queens. Tem como não se amar tal combinação? A sinopse oficial foi liberada essa semana e juntamente com mais alguns detalhes no upfront da Fox já sabemos que, a universidade Wallace é abalada por uma série de assassinatos. A Kappa House, fraternidade mais cobiçada do campus, é governada com mão de ferro (e luva cor-de-rosa) por sua “rainha” Chanel Oberlin (Emma Roberts). Quando a ex-Kappa, Reitoria Munsch (Jamie Lee Curtis) decreta que qualquer aluno do campus pode se inscrever na fraternidade Kappa, que antes era privilégio de uns apenas, porém a universidade vira um inferno e um assassino vestido de diabo começa a causar estragos fazendo uma vítima a cada episódio.

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O elenco da série é realmente de “matar” e traz rostos já conhecidos por nós, como a ex-Glee Lea Michele, Emma Roberts, Jamie Lee Curtis, Keke Palmer, Ariana Grande e a maravilhosa da Abigail Breslin (Pequena Miss Sunshine). O elenco masculino contamos com o lindo Nick Jonas, Glen Powell, Julian Morris e Diego Boneta, famoso pelo seu papel na novela Rebelde e algumas produções da Disney. Segundo algumas entrevistas do criador, a série conta com cenas com triângulos amorosos, sexo e muito terror.

A fórmula de American Horror Story está de volta em Scream Queens: um enredo antológico focado em tramas e personagens diferentes a cada temporada e uma figura de terror principal que promete apavorar todas as personagens. O “Demônio Escarlate” é alguém que tem motivações suficientes para cada um dos seus assassinatos. Agora emoldure essa sinopse, esse elenco e esse vilão num conceito bem daqueles filmes dos anos 80 e 90, aposto que vão ser cenas com litros e mais litros de sangue falso e muitos gritos.

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Sabemos que Chanel, a personagem de Emma Roberts vai ser a “bitch” da temporada. Totalmente sem escrúpulos, repetirá o “estilo Madison” que ela teve em AHS: Coven. Jamie Lee vai ser a ativista antirracismo que pretende atrapalhar a vida de Chanel e trazer inclusão pra dentro das fraternidades, mas mesmo assim tem seu lado sensível por dentro da pose durona. Lea Michele está prometendo quebrar a marca que Rachel Berry deixou nela interpretando alguém totalmente novo. Esse alguém é Hester, uma personagem que é o “patinho feio” e que passa por uma transformação até o meio da temporada, e ainda vai bater de frente com Chanel. Nick Jonas junto com alguns outros meninos vão ser os mauricinhos, bolsistas e esportistas que toda série com tal temática precisa ter e arrancará suspiro de todas as garotas da série.

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Então pode anotar na agenda! Scream Queens chega na Fox dia 1° de Setembro e promete quebrar paradigmas sobre preconceito e ainda fazer sátira sobre todos os tipos de adolescentes vazios e cheios de beleza, boas risadas, muito sangue e aquela curiosidade instigante sobre quem é o assassino.

Que Setembro não demore porque já estamos impacientes!

Young & Hungry – O sitcom vai lhe deixar faminto por risadas

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Young & Hungry chegou até mim como uma daquelas indicações de pessoas que tem bom gosto quando o assunto é série. E foi amor à primeira vista! Mesmo não sendo fã do gênero, a série tomou um espaço entre minhas favoritas e me fazendo devorar sua primeira temporada em dois dias apenas. Com produção de Ashley Tisdale, e criada David Holden a série nos ganha pela sutileza e desenvolvimento do enredo que decorre de forma descomplicada fazendo cada episódio você se envolver um pouquinho com os personagens e torcem para que tudo de certo no final.

A série segue o jovem e rico empresário Josh (Jonathan Sadowski), que contrata uma jovem blogueira de alimentos chamada Gabi (Emily Osment) para ser sua nova chef pessoal. Desesperada para manter seu novo trabalho, Gabi tem que provar suas habilidades para Josh e seu assessor pessoal Elliot (Rex Lee), que prefere um chef celebridade para trabalhar no lugar dela.

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O sitcom transmitido pela ABC Family estreou em 25 de Julho de 2014 e pela sinopse parecia ser uma mistura de tudo aquilo que agrada: uma protagonista genuinamente carismática e a beira da falência; um bonitão extremamente rico, fofo e nerd; três personagens secundários que, por alguns momentos se tornam tão queridos quanto os protagonistas; e por fim, a culinária emoldurando cada um dos conflitos. Emily Osment está tão madura e divertida que é quase impossível lembrar que ela já foi uma das coadjuvantes de Hannah Montana. Sem contar que o show já foi indicado ao PCA (People’s Choice Awards) após sua pré indicação tudo graças ao seu mérito e ao do elenco.

Com críticas mistas pelos especialistas e uma pequena legião de fãs se formando, Young & Hungry está em sua segunda temporada, e se mostra promissora por trazer assuntos rotineiros de uma forma tão leve que foge daquele exagero de outras séries de sucesso do mesmo gênero. Com produção cativante e um elenco incrível, a hilária empregada Yolanda (Kym Whitley) e o assistente extremamente pintoso e ácido de Josh Elliot (Rex Lee) merecem destaque e não é pra menos. Eles dominam as cenas em que estão presentes, como por exemplo no episódio da banheira, ou quando eles resolvem fazer uma nova dieta a base de sucos.

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Cada novo episódio de Young & Hungry é como saborear um dos inúmeros pratos feitos por Gabi e levar para seu dia-a-dia coisas da série como a “Power Pose”. Com apenas 20 a 25 minutos de duração, você pode assistir um episódio na hora do almoço; super prático e tirar da série sua dose de risadas da semana. Assista ao trailer:

Uma despedida dolorosa para Glee

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Seis anos atrás, estreava o que viria a ser um dos maiores fenômenos mundiais e uma das minhas paixões mais intensas: Glee. Sinceramente, acho que não precisa contar a sinopse e sobre como a série foi crescendo até se tornar uma dos maiores sucessos da Fox. Criada por um time de peso como Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennam; Glee infelizmente chega ao fim esse ano com suas ilustres seis temporadas e duas outras do The Glee Project, e muitas lágrimas.

Minha história com Glee começou há quatro anos, quando conheci a série pelo Youtube enquanto assistia a performance deles de “Born This Way”. Por ser muito fã da Lady Gaga, virei o nariz na primeira impressão, porém lá no fundo algo me instigou a pesquisar mais sobre aqueles garotos. Foi tiro certo no meu pequeno coração! No mesmo ano, a Rede Globo comprou os direitos da série e era mais do que eu esperava, pois minha alegria era tanto que comecei a distribuir a “palavra” de Glee para todos meus amigos. Era como se eu tivesse a necessidade de mostrar a todos aquilo que tinha me encantado tanto.

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Não demorou muito e todos que eram próximos a mim, estavam infectados e se tornaram expectadores assíduos nos sábados de manhã da TV Globo. Contudo, logo dei um jeitinho de fazer meus pais assinarem Sky em casa e pronto; o vício realmente estava instalado. Estava viciado nos ataques de estrelismo da Rachel, no senso fashion de Kurt, no tempero latino da Santana, no sorriso bobo do Finn, na voz incrível da Mercedes, nas tentativas e chiliques da Sue e em cada uma das personagens. Eu vivi cada reviravolta daquela série, mais ainda porque ela veio em um momento difícil em minha vida e Glee fez seu papel: me animar e me fazer esquecer a tristeza que me rodeava.

Eu estava envolvido no enredo, e com os personagens de uma forma quase familiar, e somente quem foi, ou ainda é fã da série, sabe como é chorar com Kurt revelando a seu pai sobre sua sexualidade, com os conselhos do Mr. Schuester, com Sue quando conhecemos sua história juntamente com sua irmã ou então gargalhar alto da vilã conversando e planejando sabotagens com sua assistente Becky. Impossível não ter vibrado com a vitória na terceira temporada ou simplesmente sentir um buraco enorme quando o ator que atuava como Finn, Cory Monteith, faleceu.

Assistir Glee era vivenciar um turbilhão de acontecimentos e sentimentos embalados por versões viciantes de músicas que ganharam cada vez mais espaço no nosso coração. Contudo, a série sofreu sua grande mudança durante a 4° temporada quando se dividiu entre Lima, o local onde estava o colégio onde alguns alunos ficaram, e New York, onde parte do elenco se mudou após estarem formados. Lidar com toda mudança e ainda com a perda de um dos protagonistas principais da série na 5° temporada fizeram alguns fãs temer que a má qualidade do enredo e a audiência baixa fizessem a série ser cancelada. Mas pelo bem de uma nação de Gleek’s a série foi confirmada até sua sexta temporada, que é onde nos encontramos.

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Escrever sobre algo que você tem uma paixão tão grande como eu tenho por Glee é extremamente difícil, porque você tem que escolher momentos para citar, músicas para lembrar… Você convive durante anos com aqueles personagens, e você aprende com eles. Isso não é somente um post sobre o fim de uma série amada por milhares de pessoas é um tributo, um agradecimento e uma triste despedida de um fã que vai ter pra sempre em seu coração Glee como umas das melhores partes daquilo que ele se tornou.

Don’t stop believin’.

Top 3: Séries que não deveriam ter sido canceladas

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Se tem uma coisa que eu detesto é quando estou acompanhando uma série e a emissora decide cancelar a mesma, principalmente se a cancelam ainda na primeira temporada. Isso me aconteceu várias vezes nessa minha “carreira” de fã. Porém, três séries que tiveram seu fim, me deixaram muito irritado quando isso aconteceu e queria muito que todas tivessem uma segunda chance.

3ª – THE NEW NORMAL

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A série da Fox criada por Ryan Murphy (de Glee e American Horror Story), teve uma temporada. A história narra a trajetória de Bryan e David, um casal gay que decide ter um filho. É aí que entra Goldie, que serve de barriga de aluguel para o casal. Com ela vem a filha Shania e a avó Jane que se juntam a hilária Rocky. A série segue todos os passos do tempo de Goldie como barriga de aluguel e fala também de preconceito de uma forma leve e bem humorada.
Sinto que deveria ter continuado, queria ver como as coisas ficariam depois, visto que durante a primeira temporada Shania, David, Goldie, Bryan, David, Rocky e até mesmo Jane acabaram por formar uma família enquanto o bebê se desenvolvia e merecia uma segunda chance para saber como seria depois da chegada da criança.

2ª – THE SECRET CIRCLE

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A série criada pela autora de The Vampire Diaries tinha tudo para ser um sucesso como sua irmã, porém não foi. As bruxas e bruxos de The Secret Circle eram estilosos, jovens, bonitos e com histórias incríveis como as de TVD, mas, infelizmente, não vingaram. A história fala de Cassie, a última integrante de um clã de bruxos que, após perder a mãe em um misterioso incêndio acaba indo morar com a avó em Chance Harbor e lá as coisas começam a ficar estranhas após os bruxos unirem seu círculo de magia.
A atriz Phoebe Tolkin, que viveu Faye, hoje faz sucesso em The Originals e Britt Robertson, que fez Cassie estava em Under The Dome. A série tem um motivo, além de outros, extremamente relevante para ter uma segunda chance: a chegada dos irmãos de Cassie, outros bruxos, que compunham um clã secundário que poderia ou não ser maligno.

1ª – THE TOMORROW PEOPLE

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Minha mais recente decepção por causa de um cancelamento. A série da CW falava sobre Stephen, um integrante dos “seres do amanhã”, pessoas com habilidades especiais de teletransporte, telecinese e telepatia. Ele conhece Cara e John e outros seres que vivem escondidos, fugindo da Ultra, uma organização que quer exterminá-los. A série é um remake e não teve boa aceitação na emissora.
Apesar disso, a série merecia uma segunda chance, visto que o final de temporada foi incrível. O novo poder de Stephen e mudança de lado de John foram insanidade e que poderia dar um gás genial para a série em uma segunda temporada. Infelizmente, com a grande quantidade de novos programas que a CW faz, foi melhor cancelar a fazê-la disputar espaço.

MENÇÃO HONROSA: Touch, Smash e Bloodlines (spin-off de Supernatural que nem chegou a ser iniciada).

TOP 3: Séries que não consigo deixar de assistir

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Você, assim como eu e assim como todos as pessoas que acompanham séries, deve ter suas favoritas. Mas, você também deve ter aquelas que, por mais que tente, não consegue abandonar de forma alguma. Seja pelos personagens, pela história ou pelas temporadas que decaem muito em qualidade. Conheçam as séries que não consigo deixar de lado.

3º – PRETTY LITTLE LIARS

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Quem acompanha as lindas mentirosas sabe que há muito tempo a série tem enrolado demais na solução de suas tramas. A cada dia é uma pessoa diferente e isso se tornou irritante, porém, é inegável que, ainda sim, seja muito difícil não se arrepiar com a abertura da série e ainda sim acompanhá-la na esperança de que as revelações comecem a aparecer.
Apesar disso, algumas vezes me pego pensando que eles devem deixar pontas soltas e ganchos para que a série continue, pois eu gosto tanto que não quero que acabe.

2º – SUPERNATURAL

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Tá aí uma série que vive relações de amor e ódio com os fãs. Muitos deixaram de assistir Supernatural depois que foram incluídos os anjos na trama. Eu, por outro lado, acompanho assiduamente. Acredito que essa adição foi muito bem pensada, pois não haveria tanta assombração e monstro para dez temporadas. Tanto que, ainda hoje, eles repetem diversos seres.
Apesar dos problemas que a trama tem tido em roteiro e tudo mais, acredito que a série está ótimo, porém, sou adepto do pensamento de que a décima temporada deve ser a última, passando disso as coisas ficarão maçantes demais.

1º – THE VAMPIRE DIARIES

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Talvez receberei pedras, mas The Vampire Diaries é o grande amor da minha vida nas séries. Apesar de ter tidos temporadas tensas em seus últimos anos, TVD foi a primeira série que acompanhei e é quase impossível me desapegar dela e de seus personagens.
Apesar disso, acredito que a série sobreviva, no máximo, até uma sétima temporada.

P.S.: Seu Spin-off incrível, The Originals, pode acabar tendo o mesmo destino se os produtores acabarem errando onde erraram em TVD. Primeira regra, matou, por favor, deixe morto.

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