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#TGIF! Bonnie McKee – Bombastic

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Quem lembra da Bonnie McKee? Bem, eu já contei quem é a gata nesse post aqui e sobre a saga de retomar sua carreira como cantora lançando “American Girl” como single e amargurando em um flop sem fim. E claro, com certeza você já deve ter visto esse nome nos créditos de alguma música da sua cantora favorita.

Na verdade eu havia perdido as esperanças com ela. Nem lembrava mais que ela existia. Sério. Mas foi aí que ela nos surpreende e lança “Bombastic” que é uma junção de suor e desespero (vai fazer sentido depois).

Apenas dê play abaixo e aprecie o clipe.

Com um visual retrô que mistura a tv de duas décadas passadas, Jem And The Holograms, Vaporwave e Programa do Faustão (rs), Bonnie é uma professora de aeróbica muito flexível com peitos que soltam tiros em forma de raio laser com fogo, sei lá. A viagem é interessante e me fez ficar preso durante os quatro minutos. A edição é indecente de tão boa, mas certos efeitos deixam a sensação de estarmos assistindo um clipe dos anos 80 com aquela tecnologia bizzara.

A música em si não é grande coisa, tanto que desde o início não me fez ficar tão grudado nela. A sonoridade é algo que lembraria Kesha cantando Roar (da Katy Perry) com uma voz mais doce no estilo de Carly Rae Jepsen. Se você ficar bem atento no refrão pode até arriscar que alguma banda de rock estava tocando lá, mas não. É muita coisa acontecendo, e de um modo estranho que funciona. Ah, e ainda tem uma batida que dá pra chamar a Nicki Minaj e Miley Cyrus pra fazer uns twerks.

Bonnie McKee está prestes a lançar o seu ep intitulado Bombastic, e conta com quatro músicas que podem mudar toda sua carreira pra bem ou mal. Apesar de ter adorado “Bombastic”, creio que não soou tão radiofônica quanto “American Girl” e não senti que a nova faixa deva chegar e permanecer no topo de algum chart. Mas posso estar enganado, pois o clipe vem ganhando a atenção do público que admira as divas pop e tendo um desempenho bacana.

Mas enquanto isso dá pra fazer uma dança menos coreografada e sacudir os ombros e se jogar num twerk nervoso enquanto ouvimos “Bombastic” até que possamos ouvir as outras faixas que vem por aí.

Um beijo pras amigas que ajudam na divulgação.

Devious Maids: a série que fará você limpar alguns segredos

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DEVIOUS MAIDS

Mantenha seus amigos por perto… E suas empregadas mais perto ainda.

O que todos amamos? Drama! E se ele for acompanhado de uma bela mulher? Nesse caso cinco belas mulheres deixará tudo incrível. Adicione um assassinato, uma boa dose de comédia, reviravoltas, traições e tudo isso num contexto das famílias mais poderosas de Beverly Hills, que cá entre nós tem muitos segredos. Eu lhes apresento Devious Maids.

Devious Maids estreou 23 de junho de 2013, no canal Lifetime e é baseada em um enredo latino. Afinal como não amar uma série baseada numa novela mexicana? Marc Cherry, o mesmo criador de Desperate Housewives, está seguindo sua fórmula para a terceira temporada que estreia 1º de Junho nos EUA e traz Naya Rivera como um dos seus novos rostos. Garanto que se assistir o primeiro episódio, ficará envolvido e curioso sobre tudo, que não vai demorar a alcançar, ou até mesmo ver as duas primeiras temporadas antes que a terceira chegue.

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A série acompanha a história de cinco empregadas domésticas, dentre elas a viúva Rosie (Dania Ramirez), que trabalha na casa dos atores Peri e Spence Westmore; Carmen (Roselyn Sánchez) uma cantora que tem esperança de alcançar o estrelato com a ajuda de seu chefe; Zoila (Judy Reyes) e Valentina (Edy Ganem) que são empregadas de Genevieve Delatour. O que as quatro tem em comum? Ambas eram amigas de Flora, uma outra empregada que foi morta misteriosamente. E sem contar Marisol (Ana Ortiz) que aparece para adicionar muito tempero nessa história e garantir que vão mais que limpar a casa de seus patrões, se é que entendem.

Agora você me pergunta: Porque Devious Maids é tão fantástica? A resposta é que, alem de ser uma série encantadora, cada personagem possui uma história e lhe garanto que cada episódio é um turbilhão de risadas, dramas e momentos que você vai se pegar roendo as unhas de ansiedade. Além das protagonistas que são desde apimentadas, doces, protetoras e corajosas, os personagens secundários como sempre se destacam na série. Dos patrões mais detestáveis como Evelyn, que é o clichê de mulheres ricas, até Genevieve que é o sonho de qualquer empregada. O enredo ainda trás a emocionante história de Odessa e o patrão Sam, em que certo momento torcemos para que consiga a mulher que ele deseja.

Como nem tudo é perfeito a série foi envolvida num escândalo após uma crítica dizendo que o enredo espalhava um estereótipo sobre latinas. Não é preciso citar aqui que não sou a favor de nenhum tipo de “impressão sólida”, mas cá entre nós o Entretenimento dos EUA está cheio deles. Mas como uma das produtoras executivas disse “A única maneira de acabar com um estereótipo é não ignorá-lo”.

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Além de um assassinato não resolvido, há também uma sensibilidade por trás das grandes personagens da série. Soa até ser clichê do gênero “dramédia” mas elas são humanas, que mesmo com todos seus passados conturbados e problemas pessoais fazem grande diferença na vida de seus patrões. Tais mudanças são visíveis e isso me faz querer que provem do mesmo encanto apimentado que eu provei com Devious Maids.

Assista ao trailer abaixo:

33 anos de Britney Spears

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Britney Spears

Hoje é aniversário da nossa musa Britney Spears, e para não deixar de lembrar essa data tão importante para nós, fãs do pop, vamos eleger as 33 músicas mais amadas por nós. Veja a lista que preparamos e diga qual música da princesa do pop você mais gosta!

33. Perfume
32. I’m Not a Girl, Not Yet a Woman
31. Til It’s Gone
30. My Prerogative
29. Inside Out
28. Passenger
27. Born to Make You Happy
26. Sometimes
25. (You Drive Me) Crazy
24. Body Ache
23. 3
22. Alien
21. If U Seek Amy
20. Break the Ice
19. Radar
18. Lucky
17. Criminal
16. Stronger
15. Breathe On Me
14. Everytime
13. Hold It Against Me
12. Circus
11. Overprotected

10. I Wanna Go


Como não amar esse banho de recalque que a Britney dá em I Wanna Go? A mulher sai desprezando a imprensa, sendo uma garota má e pervertida na rua e no final.. bom.. deixa pra lá.

9. Womanizer


Cansada dos mulherengos de plantão, Britney sensualiza de todas as maneiras que pode. E claro, no refrão ela ainda diz que “Ama a Naza” (Nazaré Tedesco). Bom, a gente também! <3

8. Piece of Me


Segundo clipe da era Blackout veio com uma pergunta: Você quer um pedaço de mim? Claro que queremos Brit. Todos querem!!!

7. I’m a Slave 4 U


Sexy, provocativo e muito caloroso. I’m A Slave 4 u define a etapa em que Britney deixa de ser uma menina boba e inocente. Com uma fotografia linda e coreografia épica, nunca enjoo desse clipe.

6. …Baby One More Time


O ínicio de tudo. O ínicio de uma nova vida! O hino que nunca saiu de moda e que vem inspirando muitas gerações.

5. Oops!…I Did It Again


Oops! consolidou o sucesso de Britney e a deixou num status que nenhum outro artista havia estado. O clipe em um planeta todinho dela nos faz querer sempre ser “aquela inocente”.

4. Till the World Ends


Iremos dançar Britney Spers até o mundo acabar.

3. Work B**ch


Você quer um corpo sarado? Morar numa mansão? Andar de carrão? Vai trabalhar, v*dia!

2. Gimme More


E ainda precisa dizer mais alguma coisa?

1. Toxic


Eleita a preferida da maioria dos fãs, Toxic veio como um poder todo sensual. Do clipe a música, Britney está impecável e nos tirando o fôlego.

Parabéns Britney!!

Esperamos que tenha uma vida longa para que as inimigas vejam o quanto você é incrível! Te amamos e por favor, não suma de nós. Um beijo!

3 motivos para amar 7/11 da Beyoncé

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Que Beyoncé é a dona do mundo, todos nós já estamos carecas de saber. Mas a mulher está descontrolada!
Há um ano atrás, a Queen B lançou um álbum de surpresa e dominou 2014 com todas suas “músicas visuais” e nos fez querer ir na turnê mais desejada de todas.

Aí, agora ela lança uma versão de platina de seu álbum e contendo duas faixas inéditas, uma não lançada e vários remixes com participações especiais. Mas o que nos chamou atenção foi o single 7/11 que assim que saiu, veio junto com ele um clipe que uns chamaram de caseiro e outros amador. Mas vindo de Beyoncé, a definição não importa.

Tanto a música quanto o vídeo não fazem muito sentido. Eis aqui uns motivos para amar (ou não) o novo single da Bionça:

1. Música chiclete

Quer música com letra e sentimento? Ouça Jealous ou Pretty Hurts! 7/11 é uma música chiclete que vai fazer você cantarolar e ficar com a batida frenética na cabeça por horas. E sim, impossível não ficar batendo palma enquanto ela diz “clap, clap, clap, clap, clap it”. Apesar de ter dedo de Jay Z, Nicki Minaj, Pharell Williams e Kanye West por tudo que leva o nome de Beyoncé, 7/11 não foi produzida por nenhum produtor saturado. Bobby Johnson é o responsável pela magia do novo single, e já tem gente da mídia especializada que o nome do alemão veio para ficar. Vamos ver né, porque a faixa é diferente mas não é nada inovador né?

2. Louca? Bêbada?

Bem a vontade com um moleton e uma “cueca”, Beyoncé dança largada e sem compromisso de nada. A meio a loucura, se junta com outras mulheres e dançam, fazem gracinhas e bebem algo dando a impressão que estão festejando algo. Um lado divertido que nem vemos muito nos vídeos da cantora né? Pois sempre ela está contando alguma história de amor, fazendo a mulher incompreendida ou apenas querendo nos hipnotizar com suas coreografias épicas.

3. Vídeo conceitual

História para boi dormir foi essa de que o vídeo foi gravado sem nenhuma produção e conceito. As cenas podem até ser sido gravadas “naturalmente”, mas a coreografia está certinha e a edição muito perfeita. Dizer que foi feito de qualquer jeito e ser “amador”, com certeza não faz sentido. Uma coisa é filmar em casa e jogar na internet. Beyoncé não é boba, e as vezes cansada de tanto tema e histórias que abordou no álbum, quis apenas relaxar e se divertir. Viu a oportunidade e agarrou. Mas resta saber se dessa vez ela saiu na frente…

Enfim, se você ainda não ouviu ou viu o vídeo, tirem suas conclusões:

Top 3: Séries que não deveriam ter sido canceladas

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Se tem uma coisa que eu detesto é quando estou acompanhando uma série e a emissora decide cancelar a mesma, principalmente se a cancelam ainda na primeira temporada. Isso me aconteceu várias vezes nessa minha “carreira” de fã. Porém, três séries que tiveram seu fim, me deixaram muito irritado quando isso aconteceu e queria muito que todas tivessem uma segunda chance.

3ª – THE NEW NORMAL

Séries

A série da Fox criada por Ryan Murphy (de Glee e American Horror Story), teve uma temporada. A história narra a trajetória de Bryan e David, um casal gay que decide ter um filho. É aí que entra Goldie, que serve de barriga de aluguel para o casal. Com ela vem a filha Shania e a avó Jane que se juntam a hilária Rocky. A série segue todos os passos do tempo de Goldie como barriga de aluguel e fala também de preconceito de uma forma leve e bem humorada.
Sinto que deveria ter continuado, queria ver como as coisas ficariam depois, visto que durante a primeira temporada Shania, David, Goldie, Bryan, David, Rocky e até mesmo Jane acabaram por formar uma família enquanto o bebê se desenvolvia e merecia uma segunda chance para saber como seria depois da chegada da criança.

2ª – THE SECRET CIRCLE

Séries

A série criada pela autora de The Vampire Diaries tinha tudo para ser um sucesso como sua irmã, porém não foi. As bruxas e bruxos de The Secret Circle eram estilosos, jovens, bonitos e com histórias incríveis como as de TVD, mas, infelizmente, não vingaram. A história fala de Cassie, a última integrante de um clã de bruxos que, após perder a mãe em um misterioso incêndio acaba indo morar com a avó em Chance Harbor e lá as coisas começam a ficar estranhas após os bruxos unirem seu círculo de magia.
A atriz Phoebe Tolkin, que viveu Faye, hoje faz sucesso em The Originals e Britt Robertson, que fez Cassie estava em Under The Dome. A série tem um motivo, além de outros, extremamente relevante para ter uma segunda chance: a chegada dos irmãos de Cassie, outros bruxos, que compunham um clã secundário que poderia ou não ser maligno.

1ª – THE TOMORROW PEOPLE

Séries

Minha mais recente decepção por causa de um cancelamento. A série da CW falava sobre Stephen, um integrante dos “seres do amanhã”, pessoas com habilidades especiais de teletransporte, telecinese e telepatia. Ele conhece Cara e John e outros seres que vivem escondidos, fugindo da Ultra, uma organização que quer exterminá-los. A série é um remake e não teve boa aceitação na emissora.
Apesar disso, a série merecia uma segunda chance, visto que o final de temporada foi incrível. O novo poder de Stephen e mudança de lado de John foram insanidade e que poderia dar um gás genial para a série em uma segunda temporada. Infelizmente, com a grande quantidade de novos programas que a CW faz, foi melhor cancelar a fazê-la disputar espaço.

MENÇÃO HONROSA: Touch, Smash e Bloodlines (spin-off de Supernatural que nem chegou a ser iniciada).

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